Encontramos inúmeros sinônimos pejorativos da palavra MULHER no dicionário.
Como a língua é viva, a cada dia mais palavras surgem,ou outros significados são atribuídos às palavras antigas!
Nossa língua apenas reflete nossas ideias, nossas ideologias...e se nossos preconceitos e condicionamentos continuam os mesmos ou até maiores! certamente novas palavras pejorativas aparecerão em relação às mulheres e em relação a muitas outras coisas!
Se em nosso país a educação não é valorizada, e se o Estado não investe como deveria em educação!
Nunca sairemos dos velhos círculos viciosos em que por causa da educação ruim,muitos problemas sociais seríssimos são gerados.
Se valorizamos nossa educação e a dos outros, e sabemos que cultura e educação estão intimamente ligados em suas raízes,veremos os fatos com realidade a ponto de identificarmos a origem de nossos preconceitos e condicionamentos e termos condições de nos consertarmos!
Para consertar a língua, antes temos de transformar nossas mentalidades!
E esta transformação já passou da hora de acontecer! O desrespeito às mulheres em nossa sociedade,é vergonhoso! As mulheres deveriam ser as primeiras a lutar por direitos humanos!
E os homens da grande mídia e das novas mídias , que não abordam as questões femininas, estão na pré história! É deprimente testemunhar a falta de consciência dos homens em relação às questões femininas!
Este não é o mundo que eu gostaria de continuar vivendo!
Nadia Stabile - 08/03/10
Mostrando postagens com marcador preconceito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador preconceito. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 8 de março de 2010
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
COM MARCELO ROQUE, NA POESIA "CAMINHANDO SOBRE O FOGO"....NÃO ACEITAMOS FOQUEIRAS DA INQUISIÇÃO NO SÉCULO 21.GLÓRIA KREINZ
domingo, 1 de novembro de 2009
O POETA MARCELO ROQUE NO POEMA "CAMINHANDO SOBRE O FOGO", FAZ UMA DENÚNCIA CONTRA O ÓDIO E O PRECONCEITO


SUA POESIA ILUMINA OS CAMINHOS...
O POEMA "BÓSON DE HIGGS",EM VÍDEO NA POSTAGEM ACIMA, ESTÁ NA PÁGINA 219, DO LIVRO OLHARES,NJR,ECA/USP,2009.
http://www.eca.usp.br/nucleos/njr/catedra/ BOLETIM 37
GLÓRIA KREINZ
Caminhando sobre o Fogo
Este fogo cego que te consome,
consome a si mesmo,
sem te consumir
E consumindo-se,
entre as frias chamas do ódio e preconceito,
vai seguindo sua fatídica sina de dissipar-se;
reafirmando-se assim,
sob a intacta supremacia dos teus pés,
sua mísera condição de cinza
Marcelo Roque
sábado, 12 de setembro de 2009
Campanha Não Homofobia (CAMPANHA PUBLICITÁRIA>>>(LETRAS BRANCAS SOBRE FUNDO PRETO)
Vídeo produzido pela agência de publicidade Giacometti para divulgação da Campanha Não Homofobia, uma iniciativa do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT (RJ). Acesse o site www.naohomofobia.com.br e assine o abaixo-assinado pela criminalização da homofobia (PLC/122/06)
LEIA NESTE LINK,DAQUI DESTE BLOG,A CONVERSA SOBRE PEÇAS PUBLICITÁRIAS:
http://sarauxyz.blogspot.com/2009/09/censura.html
domingo, 30 de agosto de 2009
Preconceito contra professora
Ghiraldelli comenta o preconceito contra a professora que dançou
(...)
A atividade da professora, ao dançar, não foi na escola. Nem mesmo foi ela quem filmou e colocou na internet. Além disso, mesmo que tivesse dançado na escola e posto na internet, ainda assim seria necessário ver que todos, nos últimos trinta anos, estiveram diante de babás eletrônicas (ah, loiras podem!) que dançaram mostrando partes do corpo. Claro! Como dançariam sem corpo? Ah, querem dança disciplinada? Dança não é marcha militar!
Se todas as mulheres não puderem nem mais cruzar as pernas em um bar porque, se filmadas e aparecer a calcinha, serão demitidas, então teremos institucionalizado o terrorismo de todos contra todos. É necessário parar agora com isso. Não parar de filmar. Mas parar com o ataque da pressão social que quer fazer o nosso corpo desaparecer. Ou paramos agora com isso ou vamos começar a punir a nós mesmos por sermos o que somos. Criar problema contra o fato da moça mostrar o corpo pertence ao mesmo tom de conversa daqueles que invocavam com Lula por ele ter barba. É a exigência do “padrão do corpo”, é o desrespeito a tudo que somos como humanos. Não é moralismo não. O moralismo é apenas casca, neste caso. É vontade, mesmo, de colocar “na linha” os que, com sua presença exuberante, mostram para nós que somos corpo. Os conservadores odeiam essa lembrança. Pois, quando ficam sabendo que somos corpo, percebem que todos iremos morrer – desaparecer. Eles não querem aceitar isso, querem ser imortais, então, não admitem que somos todos corpos. Cada um de nós é ou gostaria de ser aquilo que a professora soube mostrar, e que os conservadores amam e odeiam: a beleza do corpo.
Os conservadores que demitiram a moça ou que a pressionaram e os donos do colégio que, enfim, disseram que ela não foi demitida (mas não foi incentivada a ficar), vão ganhar o troco mais cedo do que esperam. Suas filhas vão dançar o “Todo enfiado” na frente deles. Com 6, 7, 12 ou 15 anos. Todas vão mostrar as nádegas e vão gingar muito. As mulatas irão, talvez, gingar melhor que as brancas. Isso ocorrerá não só em Salvador, mas no Brasil todo.
No entanto, no cotidiano, a professora vai carregar a marca da discriminação. O ethos do qual ela participa, vencerá. Sabemos disso. No entanto, não podemos viver da glória hegeliana de achar que os indivíduos devem pagar o preço pelo sucesso da história em seu rumo à liberdade. Não! Temos de fazer justiça a cada indivíduo, agora, para não ter de criar cotas justiceiras futuras. A professora precisaria ter a lei a favor dela agora, neste momento. A OAB e o próprio presidente da República e os candidatos à presidência, todos deveriam apoiá-la. Agora sim, o governador da Bahia deveria vir a público, como fez naquele espalhafatoso caso do professor universitário que deu entrevista na rádio mostrando preconceitos de toda ordem. Naquele caso, era fácil. Quero ver agora, em que o preconceito contra nosso sangue e nosso ethos está mascarado. Quem se cala nessa hora, com medo do Brasil reacionário, é covarde. Quem fala um “azinho” da moça professora, é um verme.
[Vídeo da professora]
©28 de agosto de 2009 Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo.
REDE http://ghiraldelli.ning.com
BLOG http://ghiraldelli.pro.br
PORTAL http://filosofia.pro.br
(...)
A atividade da professora, ao dançar, não foi na escola. Nem mesmo foi ela quem filmou e colocou na internet. Além disso, mesmo que tivesse dançado na escola e posto na internet, ainda assim seria necessário ver que todos, nos últimos trinta anos, estiveram diante de babás eletrônicas (ah, loiras podem!) que dançaram mostrando partes do corpo. Claro! Como dançariam sem corpo? Ah, querem dança disciplinada? Dança não é marcha militar!
Se todas as mulheres não puderem nem mais cruzar as pernas em um bar porque, se filmadas e aparecer a calcinha, serão demitidas, então teremos institucionalizado o terrorismo de todos contra todos. É necessário parar agora com isso. Não parar de filmar. Mas parar com o ataque da pressão social que quer fazer o nosso corpo desaparecer. Ou paramos agora com isso ou vamos começar a punir a nós mesmos por sermos o que somos. Criar problema contra o fato da moça mostrar o corpo pertence ao mesmo tom de conversa daqueles que invocavam com Lula por ele ter barba. É a exigência do “padrão do corpo”, é o desrespeito a tudo que somos como humanos. Não é moralismo não. O moralismo é apenas casca, neste caso. É vontade, mesmo, de colocar “na linha” os que, com sua presença exuberante, mostram para nós que somos corpo. Os conservadores odeiam essa lembrança. Pois, quando ficam sabendo que somos corpo, percebem que todos iremos morrer – desaparecer. Eles não querem aceitar isso, querem ser imortais, então, não admitem que somos todos corpos. Cada um de nós é ou gostaria de ser aquilo que a professora soube mostrar, e que os conservadores amam e odeiam: a beleza do corpo.
Os conservadores que demitiram a moça ou que a pressionaram e os donos do colégio que, enfim, disseram que ela não foi demitida (mas não foi incentivada a ficar), vão ganhar o troco mais cedo do que esperam. Suas filhas vão dançar o “Todo enfiado” na frente deles. Com 6, 7, 12 ou 15 anos. Todas vão mostrar as nádegas e vão gingar muito. As mulatas irão, talvez, gingar melhor que as brancas. Isso ocorrerá não só em Salvador, mas no Brasil todo.
No entanto, no cotidiano, a professora vai carregar a marca da discriminação. O ethos do qual ela participa, vencerá. Sabemos disso. No entanto, não podemos viver da glória hegeliana de achar que os indivíduos devem pagar o preço pelo sucesso da história em seu rumo à liberdade. Não! Temos de fazer justiça a cada indivíduo, agora, para não ter de criar cotas justiceiras futuras. A professora precisaria ter a lei a favor dela agora, neste momento. A OAB e o próprio presidente da República e os candidatos à presidência, todos deveriam apoiá-la. Agora sim, o governador da Bahia deveria vir a público, como fez naquele espalhafatoso caso do professor universitário que deu entrevista na rádio mostrando preconceitos de toda ordem. Naquele caso, era fácil. Quero ver agora, em que o preconceito contra nosso sangue e nosso ethos está mascarado. Quem se cala nessa hora, com medo do Brasil reacionário, é covarde. Quem fala um “azinho” da moça professora, é um verme.
[Vídeo da professora]
©28 de agosto de 2009 Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo.
REDE http://ghiraldelli.ning.com
BLOG http://ghiraldelli.pro.br
PORTAL http://filosofia.pro.br
Assinar:
Postagens (Atom)
