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terça-feira, 22 de setembro de 2015
felicidade, primavera e livros com papel reciclado
"a felicidade não é algo a ser alcançado no futuro, é um exercício diário, o que existe é o hoje (ou o que nós temos), o presente, e é nele que podemos exercitar a felicidade, podemos escolher ser felizes hoje."
Paulinho Moska(a frase não é literalmente assim, mas...)
http://pensador.uol.com.br/autor/paulinho_moska/
A primavera tem muito de felicidade, começa amanhã pelo calendário oficial, mas para os passarinhos já começou, estão mais alegres do que nunca.
Felicidade grande é poder ler um livro e se for em papel reciclado, mais ainda! Assim, menos árvores serão derrubadas e mais passarinhos e outros animais ficarão felizes.
Nadia Gal Stabile - 22 09 2015
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
sábado, 12 de novembro de 2011
FLORES - MARCELO ROQUE; o poeta protesta a favor dos alunos da USP; Glória Kreinz
http://abradicusp.blogspot.com/

Flores
Ante a fúria dos ventos
pode a tempestade
despetalar uma flor
Mas nunca impedir
a chegada da Primavera
Segue aqui o meu protesto contra a truculenta
ação policial sobre estudantes da USP
Marcelo Roque

Flores
Ante a fúria dos ventos
pode a tempestade
despetalar uma flor
Mas nunca impedir
a chegada da Primavera
Segue aqui o meu protesto contra a truculenta
ação policial sobre estudantes da USP
Marcelo Roque
sexta-feira, 1 de abril de 2011
PRIMAVERAS - MARCELO ROQUE
domingo, 10 de outubro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
RUAS DE SETEMBRO - Marcelo Roque
Ruas de Setembro
Pelas ruas de setembro
vou te seguindo
Inda que por vezes eu me perca
por entre vielas outonais
ou invernosas alamedas,
mas pelas ruas de setembro
vou te seguindo
Cruzando as esquinas do tempo
num levíssimo desatino
e trazendo dentro do peito
a certeza dum ensolarado destino
Marcelo Roque
Pelas ruas de setembro
vou te seguindo
Inda que por vezes eu me perca
por entre vielas outonais
ou invernosas alamedas,
mas pelas ruas de setembro
vou te seguindo
Cruzando as esquinas do tempo
num levíssimo desatino
e trazendo dentro do peito
a certeza dum ensolarado destino
Marcelo Roque
segunda-feira, 7 de junho de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
PEDAÇO DE CÉU
Construirei nossa casa,
numa destas manhãs de setembro
Bem no alto do verde da serra,
e pouco abaixo, do azul do céu
E de sol cobrirei seu telhado,
e com lírios, seu jardim
E na longilínea beleza de suas paredes,
pintarei todas as cores do entardecer
E serão tão amplas e arejadas suas janelas,
que sempre que abertas,
parecerão abraçar o infinito
E quando a noite se fizer presente,
envolvendo-nos em seus silêncios,
fecharemos nossas janelas,
acenderemos nossa varanda,
tornando-nos então, a partir deste instante,
não mais que um longínquo e pulsante
ponto de luz,
perdido,
entre as montanhas,
e as estrelas ...
Marcelo Roque
numa destas manhãs de setembro
Bem no alto do verde da serra,
e pouco abaixo, do azul do céu
E de sol cobrirei seu telhado,
e com lírios, seu jardim
E na longilínea beleza de suas paredes,
pintarei todas as cores do entardecer
E serão tão amplas e arejadas suas janelas,
que sempre que abertas,
parecerão abraçar o infinito
E quando a noite se fizer presente,
envolvendo-nos em seus silêncios,
fecharemos nossas janelas,
acenderemos nossa varanda,
tornando-nos então, a partir deste instante,
não mais que um longínquo e pulsante
ponto de luz,
perdido,
entre as montanhas,
e as estrelas ...
Marcelo Roque
domingo, 18 de outubro de 2009
A FLÔR - Mensagem à todos os amigos do Sarau

Não somos mais que flôr no deserto,
perdida entre a vasta aridez da paisagem
Porém,
enquanto resistir esta mísera flôr,
estarão salvas as primaveras
A flôr que vemos na imagem acima, floresceu num dos lugares
mais inóspitos de nosso planeta, o deserto do Atacama, no Chile,
onde quase nunca chove
Marcelo Roque
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