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domingo, 14 de fevereiro de 2016

LUÍS GAMA, NAMORADOS, PICASSO, GIFS E ETC




*frase de Luís Gama - "Não tolero o magistrado, que do brio descuidado, vende a lei, trai a justiça, - Faz a Todos Injustiça - Com rigor deprime o pobre presta abrigo ao rico, ao nobre, e só acha horrendo crime no mendigo, que deprime."

*via amigos do Facebook






*charge de Quino - Mafalda



 *arte de Benett
 *frase de Brecht : Que tempos são estes, em que é necessário defender o óbvio?



Pablo Picasso em seu estúdio em Cannes - França - 1956







INÍCIO 


quarta-feira, 6 de maio de 2015

sofrer


sofrimento é a vista ou é a prazo conversas mentais não funcionam o povo é tolo
sonilóquios também não funcionam encarar a vida  junto com tantos problemas em torno... problemas antigos a gente faz um pouquinho só e parece que muita coisa melhora mas não esquecer os que sofrem muito mais do que a gente e se  a classe média fizesse panelaço cada vez que uma criança da periferia sofresse...e se a classe média paulistana que mora perto da avenida paulista fizesse panelaço cada vez que uma pessoa da periferia passasse fome ou perdesse o emprego ou não pudesse comprar uma cesta básica decente ou quem sabe se o panelaço fosse muito mais contundente quando um barraco pegasse fogo ou quando uma criança da periferia não pudesse ir à escola porque os professores estão em greve e ai o panelaço seria junto com os professores pelas ruas ou quando as pessoas entendessem que políticos não servem pra nada só roubam só legislam em causa própria e dos 3 poderes nada de bom se pode esperar parece que o povo das áreas centrais emburrece cada vez mais e o sofrimento do povo das periferias os faz cada vez mais realistas ...será que só sofrendo só apanhando as pessoas vão enxergar aquilo que atravanca seus caminhos ?

nadia gal stabile - 06 05 2015

*desenhos digitais e um fractal, antigos de nadia gal stabile

"não me chamem de artista, eu não gosto disso, artista era Leonardo Da Vinci, eu e a maioria das pessoas tem instantes de artista, apenas algumas vírgulas de arte" (não literalmente assim,  mas...frase de Tonico Pereira, ator entrevistado num programa da Tv Brasil)








domingo, 6 de julho de 2014

Sobre tudo

desde 2005, minha vida mudou
tecnologias
infinitas possibilidades
muitos caminhos
opçṍes, opçṍes...dizem, atordoam
cada vez mais as pessoas nestes tempos!

mudou, novas pessoas apareceram-me
2005, 9 anos usando muito a internet
conhecendo pessoas pela web
nas praças virtuais
poucas vivências reais

a vida precisa de tudo
equilíbrio sempre
tudo cabe na vida
vícios é que não são bons nunca

fractais, GNU Linux, ciber ativismo,
blogs, desenhos digitais, emails demais, amores...
amigos que se foram deste mundo
outros que se despediram de mim
outros que eu quis esquecer
nada é perfeito
porque as relações humanas seriam?
tristezas, decepções, mas também,
muitas alegrias

ir em frente, voar sempre,
mudar rotas, melhorar a vida,
nunca esquecer os que não tem voz e nem vez
cooperar, compartilhar, fazer, fazer...
escrever o que tenho vontade de escrever
ser eu mesma cada vez mais
e
gracias a la vida!!

Nadia Gal Stabile - 06 de julho de 2014

 (imagem : fractal gerado por mim)


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

FRACTAL - CIÊNCIA E ARTE



Fractais (do latim fractus, fração, quebrado) são figuras da geometria não-Euclidiana.
A geometria fractal é o ramo da matemática que estuda as propriedades e comportamento dos fractais. Descreve muitas situações que não podem ser explicadas facilmente pela geometria clássica, e foram aplicadas em ciência, tecnologia e arte gerada por computador. As raízes conceituais dos fractais remontam a tentativas de medir o tamanho de objetos para os quais as definições tradicionais baseadas na geometria euclidiana falham.
Um fractal (anteriormente conhecido como curva monstro) é um objeto geométrico que pode ser dividido em partes, cada uma das quais semelhante ao objeto original. Diz-se que os fractais têm infinitos detalhes, são geralmente auto-similares e independem de escala. Em muitos casos um fractal pode ser gerado por um padrão repetido, tipicamente um processo recorrente ou iterativo.
O termo foi criado em 1975 por Benoît Mandelbrot, matemático francês nascido na Polónia, que descobriu a geometria fractal na década de 1970 do século XX, a partir do adjetivo latino fractus, do verbo frangere, que significa quebrar.
Vários tipos de fractais foram originalmente estudados como objetos matemáticos.

HISTÓRIA 
Durante séculos, os objetos e os conceitos da filosofia e da geometria euclidiana foram considerados como os que melhor descreviam o mundo em que vivemos. A descoberta de geometrias não-euclidianas introduziu novos objetos que representam certos fenômenos do Universo, tal como se passou com os fractais. Assim, considera-se hoje que tais objetos retratam formas e fenômenos da Natureza.
A idéia dos fractais teve a sua origem no trabalho de alguns cientistas entre 1857 e 1913. Esse trabalho deu a conhecer alguns objetos, catalogados como "demônios", que se supunha não terem grande valor científico.
Em 1872, Karl Weierstrass encontrou o exemplo de uma função com a propriedade de ser contínua em todo seu domínio, mas em nenhuma parte diferenciável. O gráfico desta função é chamado atualmente de fractal. Em 1904, Helge von Koch, não satisfeito com a definição muito abstrata e analítica de Weierstrass, deu uma definição mais geométrica de uma função similar, atualmente conhecida como Koch snowflake (ou floco de neve de Koch), que é o resultado de infinitas adições de triângulos ao perímetro de um triângulo inicial. Cada vez que novos triângulos são adicionados, o perímetro cresce, e fatalmente se aproxima do infinito. Dessa maneira, o fractal abrange uma área finita dentro de um perímetro infinito.
Também houve muitos outros trabalhos relacionados a estas figuras, mas esta ciência só conseguiu se desenvolver plenamente a partir da década de 1960, com o auxílio da computação. Um dos pioneiros a usar esta técnica foi Benoît Mandelbrot, um matemático que já vinha estudando tais figuras. Mandelbrot foi responsável por criar o termo fractal, e responsável pela descoberta de um dos fractais mais conhecidos, o conjunto de Mandelbrot.

  LEIA MAIS EM : http://pt.wikipedia.org/wiki/Fractal

Casino Royale Opening (TEMÁTICA DA ABERTURA - ARTE FRACTAL)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Entre o fractal e a pós-modernidade (clique aqui para ler mais)


La responsabilidad de una escritura designa
una libertad, pero esta libertad no tiene los
mismos límites en los diferentes momentos de
la historia. Al escritor no le está dado elegir
su escritura en una especie de arsenal
intemporal de formas literarias. Bajo la
presión de la Historia y de la Tradición se
establecen las posibles escrituras de un
escritor dado. (BARTHES, El grado cero de
la escritura, p.24)




A microficção na fronteira do fractal

Há poucas décadas que os críticos e estudiosos de diversas disciplinas
repararam na semelhança de interesses entre diferentes tipos de teorias e os discursos
literários. Essas observações criaram o espaço para uma visão inter- disciplinar que
cada vez está sendo mais aceita no campo da literatura. Encaixariam-se, por
exemplo, dentro dessa tendência, o vínculo que Roland Barthes traçou entre
conceitos do Taoísmo e algumas características das formas narrativas e poéticas,
assim como também o conceito de rizoma extraído da botânica e aplicado ao modelo epistemológico das ciências sociais analisado por Deleuze e Guattari. Por outro lado,
temos práticas mais recentes, e talvez menos abrangentes, como a do trabalho do
crítico Franco Moretti da Universidade de Stanford (A Literatura vista de longe
(2008)) que utiliza ferramentas gráficas de análise matemática e estatística, e até conceitos da biologia evolutiva, para explicar mudanças na evolução das estruturas
narrativas do romance. Podemos também incluir nessa breve lista as contribuições à
análise de narrativas pós-modernistas realizadas a partir da Teoria do caos no
referente ao conceito de não-linearidade aplicado a esses textos, assim como o estudo
das metaficções através da geração de múltiplas significações como se se tratasse de
um sistema caótico que produz infinitas informações.
  
Pode-se dizer que a teoria do caos se originou como um movimento “underground” que rejeitou o
postulado fundamental da Ciência: o conceito laplaciano que afirma que, dado o modelo matemático correto e as condições iniciais de um sistema, sempre podemos conhecer de antemão a evolução do sistema com certo grau de precisão, ou seja, podemos predizer o futuro. (PEUSNER, 1994)


Gostaríamos de deter-nos rapidamente em algumas noções da Teoria do caos
por serem elas fundamentais para compreender a mudança de escala que se produz
em narrativas novas como a microficção. É importante entender que esta teoria, ou
ciência como a chamam alguns, tenta romper com o paradigma determinístico e
mecanicista da física newtoniana que procurava princípios regentes, universais e
eternos, do funcionamento da natureza e nos que a temporalidade era desprezada,
instalando uma nova visão do mundo baseada em elementos tais como os processos e
formas não-lineares e as simetrias recursivas nas quais a mesma forma geral se repete
através de diferentes longitudes de escala enquanto a forma está sendo
progressivamente aumentada ou diminuída. Esta é uma nova perspectiva em
concordância com a percepção de que a irreversibilidade tem um papel de
protagonismo na natureza e que ela se rege muitas vezes por processos espontâneos.
Mesmo quando esses sistemas não se comportam da mesma maneira duas vezes
seguidas, a teoria do caos nos demonstra que se observamos tais sistemas ao longo
do tempo, podemos perceber uma certa ordem que lhe é inerente, ou seja, há uma
ordem na aparente desordem do caos. Assim, o caótico já não é mais sinônimo de
processos aleatórios, mas de novos e mais profundos níveis de padrões de ordem
pois, “reservamos este termo para aqueles processos que são tão sensíveis às
condições iniciais, que a informação sobre um passado quase imediato não nos serve
para predizer seu futuro, por mais detalhada que ela seja” (PEUSNER, 1994:29).
Algumas destas noções têm sido aplicadas ao estudo das ciências sociais79 e também
da literatura.
Uma das noções principais que a Teoria do caos trabalha é a da idéia de
iteração ou repetição que também se encontra presente na geometria de fractais. Essa
geometria que contrasta com a clássica de base euclideana foi desenvolvida entre a
década de 60 e 70 pelo matemático de origem polaca Benoit Mandelbrot de forma
independente à teoria do caos, embora rapidamente tenha sido adotada por esta
última como uma linguagem matemática poderosa que ajudava a descrever numa
escala muito precisa padrões caóticos. De forma sintética, a geometria de fractais
trata de um aspecto da natureza que quase todo mundo tem notado por séculos e
milênios, mas que ninguém conseguiu descrever em termos formais matemáticos.

O trabalho de Ilya Prigogine (prêmio Nobel de química 1977) dentro da Teoria do caos tem
provocado um grande impacto nos estudos culturais. Pois a reconceitualização do vazio como um
espaço de criação tem tido profundas afinidades com a idéia pós-moderna de realidade construída: se
a realidade é construída, então ela pode ser também desconstruída. Nesta reconstituição fica claro que o mundo visto como uma experiência humana resulta da colaboração entre realidade e construção social. Dessa forma, a realidade está sujeita a uma constante revisão, desconstrução e reconstrução.(...)


PUC-RIO
LEIA MAIS EM : http://www2.dbd.puc-rio.br/pergamum/tesesabertas/0610444_08_cap_06.pdf
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