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sábado, 18 de julho de 2009

e não consigo emprego, que país é este?

Rosane Chonchol
Especialista em Psicologia Hospitalar
Nasc.14/07/1950


Formação Acadêmica
Associação Universitária Santa Úrsula/RJ
Bacharelado - 1974
Formação em Psicologia - 1975

Estágio antes de Formada: Instituto Santa Úrsula de Psicologia Aplicada - ISUPA/RJ - Serviço de Seleção de Pessoal e Orientação Profissional.

Membro da APPIA/RJ - Associação de Psiquiatria e Psicologia da Infância e Adolescência - 1976

Pós - Graduação Latu Sensu na PUC/RJ
Especialização em Psicologia Clínica - 1978/1979

Formação em Psicanálise no Colégio Freudiano do Rio de Janeiro - 1979/1982

Análise Didática - 1979/1982
Análise Pessoal - 1975/1982

Seminários,Cursos e Sessões de Estudos Clínicos com o Prof. Dr. Juan Carlos Kusnetzoff - Psicanalista Didata da Sociedade Psicanalítica da Argentina - 1976/1978

Formação em Coordenação de Laboratório com Martha e Emílio Rodrigué - 1978/1980

Passei uma estadia no Esalem Institute - Big Sur - Califórnia, onde participei de inúmeros Workshops em 1981.

Fui Psicóloga Credenciada da Cassi (Banco do Brasil) de 1984 a 1994 , tenho mais de três décadas de experiência clínica em consultório particular, trabalhando como Psicóloga, Psicanalista e posteriormente utilizando tanbémTécnicas Holísticas.

Trabalhei como Supervisora em Psicologia Clínica no NAC - Núcleo de Atividades Comunitárias da Cruzada de São Sebastião, tendo sido convidada a assumir a direção.

Apresentei trabalhos em inúmeros Seminários Nacionais e Internacionais.

Administrei vários Grupos de Estudos de Freud e Lacan.Orientei teses, inclusive de Mestrado, sobre Psicanálise Lacaniana.

Especializei-me em Psicologia Hospitalar no Hospital Municipal Jesus,onde criei o primeiro ‘‘ Centro de Atendimento Neuropsicológico” desta Instituição.

Na URPE - Serviço de Urgências Pediátricas, introduzi o primeiro “Centro de Atendimento Neonatal” do Brasil, dando assistência e orientação psicológica à família e equipe que cuida de bebes prematuros internados na UTI desta instituição - Unidade de Tratamento Intensivo de Prematuros. Sobre este tema publiquei uma monografia no Jornal de Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria: A Inter - Relação Mãe e Filho e os Efeitos da Separação Pós- Natal - Uma Revisão - Vol.46 - Fasc.6 - Junho de 1979.

Escrevi vários artigos sobre Psicologia e Psicanálise em Jornais e Revistas, por exemplo: na Pais e Filhos da Editora Bloch, na Revista Rádice Teoria e Crítica, na Revista Psicologia Atual, no Jornal do Brasil e O Globo.

Em 1984 publiquei um livro, O Rabino e o Psicanalista, pela Ed.Taurus, com prefácio (orelha) de Jorge Amado.

Trabalhei também dentro da ABBR, dando apoio terapêutico a pacientes internados.

Tendo domínio total de Inglês, Francês, Italiano e Espanhol, atendo também pacientes estrangeiros no meu consultório.

Credenciada Supervisora na Área de Psicologia Clínica a Nível de Graduação e Pós Graduação Latu Sensu pelo Conselho Regional de Psicologia.
RosaneChonchol/ Julho de 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A SOCIEDADE VIGIA,PUNI,CASTIGA,TORTURA, NEUROTIZA E AÍ MANDA PRA PSICANÁLISE!!!!!

(FREUD, JUNG, REICH e LACAN)

Psicanalisar e educar ou Psicanálise e Educação? Um retorno a Freud


Rinaldo Voltolini

(...)“Um” retorno a Freud: Lacan e o “drama dos conceitos”

A expressão retornar a Freud tornou-se emblemática do projeto lacaniano para a Psicanálise.
Em geral, ela é usada para marcar o retorno necessário a rota freudiana que se reputa ter sido abandonada ou desviada.
Sabemos que esta expressão representa, no mínimo, duas coisas extremamente imbricadas entre si: uma estratégia política e um projeto ético e teórico.
Uma estratégia política, porque serviu a Lacan para apontar sua filiação a Freud, da qual recusou perenemente ser desvinculado. Lacan não admitia ser visto como dissidente, a semelhança do que aconteceu com Jung, Reich e outros, por isso precisava demonstrar as provas de sua filiação, bem como responder aos argumentos que lhe identificavam como fora do campo freudiano.
Seu primeiro seminário dado depois de sua não admissão na instituição psicanalítica francesa, que resolvera anexar-se a IPA, esteve fortemente marcado pela necessidade de afirmar-se freudiano. Os quatro conceitos da Psicanálise, Seminário XI (Lacan 1964) serviam para mostrar, entre outras coisas, como entendia os quatro conceitos básicos, fora dos quais não se poderia dizer inscrito no campo freudiano.
Mas para se mostrar em consonância com a proposta freudiana não bastava demonstrar o entendimento dos conceitos, era necessário, sobretudo, “interpretar” a crítica que lhe faziam.
Todos sabemos que a base desta interpretação recaiu sobre a identificação dos críticos a um dogmatismo religioso, marcado pela ironia do termo excomunhão, usado por Lacan na primeira aula deste seminário, para se referir a seu processo de exclusão da IPA.
A expressão retornar a Freud, dizíamos, significa também um projeto ético e teórico, a medida em que é com Lacan, autor da expressão, que fica destacado que não se pode entender Freud sem dessacralizá-lo, sem utilizar com ele, na leitura de sua obra, o próprio princípio tão evidenciado pela psicanálise de que o homem afeta a obra. Fato que implica em levar em consideração o sujeito Freud, seus impasses e conflitos.
Retornar a Freud visava, sobretudo, criar uma condição para poder superá-lo transferencialmente, sem ficar condenado a repeti-lo gargarejicamente, imitá-lo, recaindo num inevitável dogmatismo conservador.
Retornar não é o mesmo que regredir, nem repetir. De modo algum pode ser reduzido a uma mera instalação de uma outra posição, mais verdadeira ou fiel que aquela que se desviou. Esta expressão pretende marcar, prioritariamente, uma leitura libertadora, daquela liberdade que vem quando podemos fazer alguma coisa com aquilo que recebemos de nossos pais. Mas só se pode fazer algo próprio quando se elaborou a herança recebida, de modo a não sucumbir na mera repetição dela.(...)

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