Mostrando postagens com marcador FACEBOOK. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FACEBOOK. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de julho de 2018

NÃO FRACKING - várias páginas sobre isto no Facebook


FRACKING É UM MODELO DE EXPLORAÇÃO DE GÁS DE XISTO, EXTREMAMENTE DANOSA AO MEIO AMBIENTE.
CAMPANHA NÃO FRACKING BRASIL - NO FRACKING BRAZIL
Não Fracking Toledo - Vamos juntos proibir o Gás da Morte (FRACKING) do Paraná e Brasil #nãofrackingbrasil
398 curtiram isso · Organização comunitária
Comunidade do Acre unida contra o Fraturamento Hidráulico, o chamado Fracking, no Acre.
CAMPANHA NÃO FRACKING BRASIL - NO FRACKING BRAZIL
CAMPANHA NÃO FRACKING BRASIL - NO FRACKING BRAZIL
CAMPANHA NÃO FRACKING BRASIL - NO FRACKING BRAZIL
CAMPANHA NÃO FRACKING BRASIL - NO FRACKING BRAZIL
CAMPANHA NÃO FRACKING BRASIL - NO FRACKING BRAZIL

sábado, 2 de setembro de 2017

Dani Olivier - fotógrafo francês - Darknesss




https://www.youtube.com/watch?v=farEudN_4LQ
 
 
https://www.instagram.com/daniolivier_art/
     
http://daniolivier.com/43.html

https://www.instagram.com/p/BCy90gflGY5/



Dani Olivier is a French photographer. He lives and works in Paris. This website features his experimental photographic work from 2014 until now.
Dani Olivier creates his effects at the time of the shoots, by projecting complex images and intricate light patterns on his models. He never touches up the originals.
The models are nude. They do not wear enhancing accessories. Their make up is minimal.
The pictures are taken with a black background. There are no artifacts: just the models and the light projection. The projections are either abstract or figurative.                                                                       
The final composition is always surreal.
Dani Olivier's abstract and psychedelic nudes are his exclusive creations. They confer a new dimension and innovative approach to the art of nude photography.
You can also discover his new projects photos on his facebook page: Dani Olivier or his instagram: Dani Olivier

http://daniolivier.com/


https://www.facebook.com/daniolivierart/?hc_location=ufi
Abstract nudes photography. Real photograhies, no use of Photoshop.
*vídeos:
https://www.facebook.com/pg/daniolivierart/videos/?ref=page_internal


INÍCIO 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

RESPOSTA DE UM LEITOR VIA FACEBOOK (REPRISE)

15 PERGUNTAS PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO NO BRASIL
*recompartilhei esta postagem via Facebook dia 18 de fevereiro 2016, e o Luigy resolveu responder, agradeço muito a ele!
http://sarauxyz.blogspot.com.br/2015/10/15-perguntas-para-melhorar-educacao-no.html
 
*em negrito as respostas de Luigy Marks via Facebook:
Luigy Marks compartilhou a publicação de Nadia Stabile.
https://www.facebook.com/luigymarks/posts/1061052480620924

Antes de mais nada, seria interessante conhecer o trabalho feito nos ginásios Vocacionais, mas que a ditadura teimou em apagar.. Mas esatmos aqui para dizer que ela não morreu Luigy. 
Abaixo segue as minhas respostas.
 

Replicando
 

Algumas perguntas para os que ainda não puderam ou não quiseram ver o que já tem sido feito por aqui e pelo mundo na área da educação:
1ª quantas linhas de educação diferentes da tradicional fracassada, você conhece?  

várias?, uma dela o vocacional!
 

2ª você acredita que a disciplina, que engaiolar crianças e jovens em salas apertadas e quase sempre super lotadas, e considerar que todos aprendem da mesma forma é algo humano? 

Jamais;
 

3ª conhece as ideias de Rubem Alves, de Paulo Freire, de Piaget, de Ivan Illich?
 

Sim. E tambem a do Vocacional. E vc conhecia?

4ª já se perguntou sobre o que vem a ser educação integral? ou ainda está achando que educação integral se refere só ao período de tempo que o estudante passa na escola?

No vocacional a gente vivia a educação integral

5ª sente-se sem alternativas sobre os graves problemas da educação brasileira?  
A maioria parece não querer enxergar!
 

6ª você é daqueles que parou no tempo, e acha que a educação escolar que teve foi ótima?  

A minha fói ótima ao contrário da maioria
 

7ª quantas vezes você conversou com seus filhos, ou com seus sobrinhos, ou com seus netos sobre a situação deles nas escolas? perguntou-lhes se estão animados com algum tema estudado na escola? e se eles nem souberam responder, ou se eles demonstraram estar hiper decepcionados com a escola, o que você pensou em fazer para cooperar?  

Assunto diário cá em casa.

8ª algum dia na sua vida você se sentiu um ser realmente pensante? se você nunca teve aulas de filosofia na escola, como você fez para descobrir isto?
 

Sim desde que minha professora de filosofia ( Jacira de Freitas) trouxe o tema do mito da caverna.
 

9ª você considera que a Internet poderá causar (ou já está causando) uma grande revolução na educação escolar e familiar? 

Depende
 

10ª as salas de aulas como conhecemos, precisam ser explodidas?  
Transmutadas!

11ª você concorda que a educação tenha como razões centrais manter o status quo, distribuir diplomas, certificados, títulos, que cada vez mais não servem para nada e ainda produza pessoas perdidas e infelizes, geralmente?  

Ao que parece tudo levar a crer que sim. Mestrados e doutorados sem aplicação.

12ª porque a educação no Brasil que tinha como "ideal" ser para todos, "nenhuma criança fora da escola", democratizando o ensino público e gratuito, cada vez mais se deteriora, não consegue cumprir a demanda, paga mal os professores, deixa às traças tudo o que se relaciona com a educação pública?
 

O foco parece ter parado na estrada em busca dos melhores salários sem a contra partida que cada professor possa dar o seu melhor (ganhanod pooco ou muito)
 

13ª para que ainda estamos apegados a um sistema da idade média, distante dos cidadãos, com projetos de prédios precários, cheios de grades, com horários absurdos, com mentalidade tacanha, chega!!! o mundo mudou, porque as escolas precisam ser estes lixos?  

Na antiga Grecia as aulas eram dadas nos bosques. O lugar não é o mais importante. Conteudo e forma de transmitir, sim .
 

14ª tudo pode ser tão mais simples, mais humano, mais cooperativo, porque não paramos de ser estes cegos que não querem ver? 

Precisamos todos abrir os olhos apenas.
 

15ª como na outra postagem desta série, discorde de tudo o que escrevi, argumente, faça trilhões de perguntas diferentes destas que escrevi!
 

Já fiz!




INÍCIO 


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

A PROFUNDA LIGAÇÃO ENTRE MONSANTO E O FACEBOOK - POR VANDANA SHIVA


https://pt.wikipedia.org/wiki/Vandana_Shiva

11/01/2016 - Copyleft

A profunda ligação entre a Monsanto e o Facebook

Da plantação até a prateleira do supermercado, tudo será determinado pelos interesses dos mesmos acionistas. Vamos conversar sobre liberdade de escolha?



Vandana Shiva - CommonDreams
  reprodução


Enquanto a Agência Reguladora de Telecomunicações da Índia decide o futuro do programa “Free Basics”, Mark Zuckerberg está na Índia com um bilhão de rúpias, em moeda trocada, para fazer sua publicidade. O programa é um internet.org repaginado ou, em outras palavras, um sistema em que o Facebook decide qual parte da internet compõe o pacote básico para os usuários.

A Reliance, parceira indiana do Facebook na empreitada do Free Basics, é uma megacorporação indiana com interesses em telecomunicação, energia, alimentos, varejo, infraestrutura e, é claro, terras. A Reliance obteve territórios para suas torres rurais de celulares do governo da Índia e tomou terras de fazendeiros para Zonas Econômicas Especiais através de violência e golpes. Como resultado e quase sem custo, a Reliance obteve um grande público rural, semiurbano e suburbano, especialmente fazendeiros. Embora o Free Basics tenha sido banido (por enquanto), a Reliance continua oferecendo seu serviço através de suas redes.

Um ataque corporativo coletivo está em curso globalmente. Tendo já programado suas ações, veteranos de corporações americanas como Bill Gates estão se juntando à nova onda de imperialistas filantropos, que inclui Mark Zuckerberg. É incrível a semelhança nas relações públicas de Gates e Zuckerberg, perfeitamente ensaiadas, que envolvem um preparo retórico e doação de fortunas. Qualquer entidade com que os Zuckerbergs se unam para administrar os 45 bilhões de dólares investidos provavelmente vai terminar parecendo a Fundação Bill e Melinda Gates; isto é, poderosa o suficiente para influenciar negociações climáticas, apesar não serem efetivamente responsáveis por nada.




Mas o que Bill Gates e Mark Zuckerberg teriam a ganhar quando ditam os termos aos governos do mundo durante a conferência climática? "A Breakthrough Energy Coalition vai investir em ideias que podem transformar a maneira como todos nós produzimos e consumimos energia", escreveu Zuckerberg em sua página no Facebook. Era um anúncio da Breakthrough Energy Coalition de Bill Gates, um fundo privado com uma riqueza combinada de centenas de bilhões de dólares de 28 investidores que irão influenciar a forma como o mundo produz e consome energia.

Ao mesmo tempo, Gates pressiona para forçar uma agricultura dependente de insumos químicos, combustíveis fósseis e transgênicos patenteados (#FossilAg) através da Aliança pela Revolução Verde na África (AGRA). Trata-se de uma tentativa de tornar fazendeiros africanos dependentes de combústiveis fósseis que deveriam ter permanecido no subsolo, além de criar uma relação de dependência com as sementes e petroquímicos da Monsanto.

95% do algodão na Índia pertence à Monsanto Bt Cotton. Em 2015, nas regiões de Punjab até Karnataka, 80% de sua plantação transgênica não vingou - isso significa que 76% dos produtores afiliados à Bt Cotton estavam sem algodão na época da colheita. Se tivessem opção, eles teriam trocado de variedade. Mas o que parece ser uma simples escolha entre sementes de algodão é na verdade a imposição de uma mesma semente Bt, comercializada por diferentes companhias com diferentes nomes, compradas por fazendeiros desesperados que tentam combinações de sementes, pesticidas, herbicidas e fungicidas - todos com nomes complexos o bastante para fazê-los se sentir inadequados - até que você não tenha nenhuma “escolha” a não ser tirar sua própria vida.

O que a Monsanto faz ao empurrar as leis de Direitos de Propriedade Intelectual (IPR) referentes ao comércio de sementes, Zuckerberg está tentando fazer com a liberdade de internet da Índia. E, assim como a Monsanto, ele está prejudicando os indianos mais marginalizados.

O Free Basics irá limitar o conteúdo da internet para a grande maioria de usuários indianos. Já de início, o programa afirmou que não irá permitir conteúdos de vídeo que interfiram nos serviços (leia-se: lucros) das companhias de telecomunicações - apesar da recomendação da própria Agência Reguladora de Telecomunicações da Índia de que conteúdo em vídeo seja acessível a diferentes partes da população.

Uma vez distribuída como um serviço gratuito, o que impedirá que as companhias de telecomunicações redefinam o uso da internet para satisfazer seus próprios interesses e o de seus parceiros? Afinal, a proibição ao Free Basics não impediu que a Reliance continuasse oferecendo seus serviços para uma grande base de usuários, muitos deles fazendeiros.

Por que deveria ficar a cargo de Mark Zuckerberg decidir o que é a internet para um fazendeiro em Punjab, que acabou de perder 80% de sua colheita de algodão por conta das sementes transgênicas da Monsanto e cujos produtos químicos (que foi coagido a usar) falharam completamente? Deveria a internet permitir que ele se informasse sobre o fracasso das tecnologias de transgênicos ao redor do mundo, que apenas são mantidas através de políticas de comércio injustas, ou deveria ela apenas induzir o uso de outra molécula patenteada em sua plantação?

A ligação entre o Facebook e a Monsanto é profunda. Os 12 maiores investidores da Monsanto são os mesmos que os 12 maiores investidores no Facebook, incluindo o Grupo Vanguard. Esse grupo é um grande investidor da John Deere, a novo parceira da Monsanto em “tratores inteligentes”, o que faz com que toda a produção e consumo de alimentos, da semente à informação, permaneça sob o controle de um pequeno punhado de investidores.

Não é de surpreender que a página do Facebook “March Against Monsanto” [Marcha contra a Monsanto], um grande movimento americano a favor da regulação e rotulagem de transgênicos, foi deletada.

Recentemente a Índia tem visto uma explosão em varejo online. Desde grande corporações a pequenos empreendedores, pessoas de todo o país tem podido vender o que produzem em um mercado previamente inacessível. Artesãos tem conseguido ampliar seus negócios, fazendas tem encontrado consumidores mais próximos.

Assim como a Monsanto e suas sementes patenteadas, Zuckerberg quer não apenas uma fatia, mas toda a pizza da economia indiana, especialmente seus fazendeiros e camponeses. O que o monopólio da Monsanto sobre informações climáticas significaria para fazendeiros escravizados através de um canal do Facebook com acesso limitado a essas informações? O que isso significaria para a internet e para a democracia alimentícia?

O direito ao alimento é o direito de escolher o que desejamos comer; saber o que está na nossa comida (#LabelGMOsNOW) e escolher alimentos saborosos e nutritivos - não os poucos alimentos processados que as corporações esperam que consumamos.

O direito à internet é o direito de escolher quais espaços e mídias nós acessamos; de escolher aquilo que nos enriquece - e não aquilo que as companhias pensam que deveria ser o nosso pacote básico.

Nosso direito de conhecer o que comemos é tão essencial quanto o direito à informação, qualquer informação. Nosso direito a uma internet aberta é tão essencial à nossa democracia quanto nosso direito de estocar, trocar e vender sementes polinizadas.

No eufemismo de Orwell, o “livre” para Zuckerberg significaria “privatizado”, algo totalmente diferente de privacidade - uma palavra inclusive estranha a ele. E assim como em acordos de “livre” comércio definidos por corporações, o Free Basics significa qualquer coisa menos ‘livre” para os cidadãos. É um cerceamento de bens essenciais, que deveriam ser acessíveis ao povo, sejam eles sementes, água, informação ou internet. Os Direitos de Propriedade Intelectual da Monsanto estão para as sementes como o Free Basics está para informação.

Tratores inteligentes da John Deere, utilizados em fazendas que plantam sementes patenteadas pela Monsanto, tratadas com insumos químicos da Bayer, com informações sobre clima e solo fornecidas pela Monsanto, transmitidas ao celular do fazendeiro pela Reliance, conectadas no perfil do Facebook, em terras pertencentes ao Grupo Vanguard.

Todos os passos de todos os processos, até o ponto em que você escolhe algo da prateleira de um supermercado, serão determinados pelos interesses dos mesmos acionistas.

Que tal conversarmos sobre liberdade de escolha?
 

tradução por Allan Brum

Créditos da foto: reprodução

http://cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FInternacional%2FA-profunda-ligacao-entre-a-Monsanto-e-o-Facebook%2F6%2F35309











Vandana Shiva (Dehradun, 5 de novembro de 1952) é uma física, ecofeminista e ativista ambiental da Índia.
Na década de 1970, participou daquele que ficou conhecido como o Movimento das Mulheres de Chipko, formado em sua maioria por mulheres que adotaram a tática de se amarrar às árvores para impedir sua derrubada e o despejo de lixo atômico na região. Uma das líderes do International Forum on Globalization, Shiva ganhou o Right Livelihood Award em 1993, considerado uma versão alternativa do Prêmio Nobel da Paz.
Ela é diretora da Research Foundation for Science, Technology, and Ecology, em Nova Déli, segundo ela "um nome muito longo para um objetivo muito humilde, que é o de colocar a pesquisa efetivamente a serviço dos movimentos populares e rurais, e não apenas fazer de conta que estamos ajudando-os". Shiva é autora de inúmeros livros, entre os quais The Violence of the Green Revolution (1992), Stolen Harvest: The Hijacking of the Global Food Supply (2000), Biopirataria: a pilhagem da natureza e do conhecimento (Vozes, 2001), Protect or Plunder? Understanding Intellectual Property Rights (2002), Monoculturas da mente (Global, 2004), Guerras por água (Radical Livros, 2006).
Shiva é figura de destaque no movimento anti-globalização e consultora para questões ambientais da Third World Network. Entre suas atividades mais recentes, incluem-se iniciativas de ampla divulgação para a preservação das florestas da Índia, luta em favor das sementes como patrimônio da humanidade e programas sobre biodiversidade dirigidos a diferentes coletividades, além de pesquisas para o desenvolvimento de uma nova estrutura legal para os direitos de propriedade coletivos, como alternativa para os sistemas de direitos de propriedade intelectual atualmente em vigor.
Antes de se dedicar integralmente ao ativismo político, às causas feministas e à defesa do meio ambiente, Shiva foi uma das principais físicas da Índia.



https://pt.wikipedia.org/wiki/Vandana_Shiva



INÍCIO 


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...