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sábado, 2 de setembro de 2017

THE ULTRAGRÁFICO RESURRECTION



Rosanegra e Cruz Martinez, da Galiza, enviam por e-mail
Chus Pato, Xabier Vila Coia, Mute, Novoa, Minux, Vento Morteira, Ro Palomera, José Manuel Barbosa, Claudio Rodríguez Fer, Artur Alonso, Mauro Trastoy, Barbaro Mahony, Rebeca Baceiredo, Roi Ferreiro, Lois Gil Magariños, Umma Gumma, Paulo Hortak, Adriana Pérez, Xiroca, JM Bouzas, Rafa Becerra, Xosé Vilamoure, Virgílio Liquito, Rosendo Cid, Ad Hoc, Cruz Martínez, Julio Fernández Peláez, Rosa Negra, Manolo Figueiras, Alí Ben Teu Pai e Cosega. Foron os e as colaboradoras da primeira etapa do blogo ULTRAGRÁFICO (http://ultragrafico.expoplanetarium.net) que morreu en novembro do 2015. Agora pretende resucitar, non sabemos se o conseguirá ou non pero hai que tentalo non vaia ser…

Lembrade que está aberto a todo tipo de colaboracións artísticas, literarias… Poemas, artigos (políticos ou de decoración de interiores..), imaxes, audios, vídeos e a todo tipo de idiomas, linguas, dialectos mais é un blogo galego da Galiza por estar situados no sitio onde estamos sitiados.

O que si as colaboracións pasarán polo noso aromático filtro de amor. Podédelas e debédelas enviar a: planetarium@expoplanetarium.net

Para ir resucitando e abrindo boca e soltar o mal alento colocamos dúas colaboracións: Unha de Xoan Carlos Rodríguez, PONTE HAIKU  e outra de Minux co título de ERRO DIARIO.

Xa sabedes agora toca colaborar (insistimos) e expandir a idea de que máis alá está ultragráfico e máis acó tamén o pode estar. Saúde e coidado coas arañas!




INÍCIO 

sábado, 10 de outubro de 2009

POSTAGEM DO BLOG DA REDE DO SARAU PARA TODOS (clique aqui)

A pergunta do Twitter é :"o que vc está fazendo?" e aqui na rede do SARAU PARA TODOS é "o que vc preferiria estar fazendo agora?"
O tempo verbal usado na nossa pergunta é :

Condicional /Futuro do pretérito

eu preferiria
tu preferirias
ele/ela preferiria
nós preferiríamos
vós preferiríeis
eles/elas prefeririam

http://www.conjuga-me.net/verbo-preferir

CONDICIONAL do verbo preferir>>>preferir
pre.fe.rir >>>>SIGNIFICA>>>>

1. ( vervo transitivo) >>>(QUEM PREFERE,PREFERE ALGUMA COISA)
1. dar preferência a
2. gostar mais de
3. escolher

ESCOLHER>>>>>OPÇÕES>>>>>ENTRE DIVERSAS COISAS>>>ESCOLHE-SE UMA
E GERALMENTE PRA SE ESCOLHER COISAS>>>>O CARA QUE ESCOLHE>>>>>
PENSA>>>> REFLETE>>>> AVALIA>>>> COLOCA CARTAS NA MESA E AS ENXERGA>>>>
OU>>>>>SIMPLESMENTE ESCOLHE ALEATÓRIAMENTE>>>>
MAS>>>>> A ONTOLOGIA>>>> a filosofia do SER>>>>
COM SUAS QUESTÕES CLÁSSICAS>>>>> DE ONDE VIEMOS? PRA ONDE VAMOS?
E O QUE ESTAMOS FAZENDO AQUI?>>>> (envolvem o TEMPO>>>>PASSADO,PRESENTE E FUTURO>>>>>
"A questão ontológica :"De Onde Viemos ?", continua a ser hoje tão enigma como há 100 mil anos atrás."(http://afilosofia.no.sapo.pt/11Realquest.htm)

ENTÃO >>>>>>>O TEMPO ESTÁ EM TUDO >>>>>>ESCOLHER ALEATORIAMENTE>>>>
pode fazer com que percamos TEMPO!!!


Nadia Stabile - 10/10/09

http://avessodotwitter.ning.com/profiles/blog/list

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

entre sem bater

a superficialidade da Internet me move
entro aqui e leio um parágrafo
entro lá e leio duas linhas
listo coisas pra escrever aqui
lembro dos poetas sem casa
dos artistas sem terra
dos blogueiros sem teto
e sem portas
penso na escrita automática de Lispector
que ainda nem li, está lá no desktop,
desktop lispector...
tento ficar longe dos blogs uma semana
só uma que seja,mas não...virou vício
blogólatra! blog dependente...
e todos os amigos "virtuais" 
sem portas, sem lares reais
aqui caminham em direção a não sei o que!
viagem virgem, 
viagem que precisa de teclados e mouses
e conversas com monitores,
com editores de textos, 
com códigos HTMLs...
se teclo aqui agora...é direto...
os HTMLs me respondem...
blogueiro sem portas sentam e teclam
pra um dia habitarem "os" universo...
unir versos dos poetas sem lar,
dos artistas nômades,
dos guerrilheiros com mouse 
ou sem fios
dos ciber ciganos
que já eram ciber e não sabiam
e se virarmos tese de mestrado 
ou coisa parecida
não importa...os amigos ficarão 
para sempre em meu disco rígido 
ou no pen drive 
que levarei na mochila.


Nadia Stabile - 30/09/09

sexta-feira, 24 de julho de 2009

topologia e sincronicidade























não, talvez,uma coisa nada tenha a ver com a outra
não sou cientista,nem entendo a fundo Jung
que estudou dentre tantas outras coisas
a sincronicidade...esta mesma que Marcelo Roque
o amigo poeta,vive a dar asas!
"O Nada",ideia que me acompanha desde minha primeira infância
e se o meu nada daquela época tem algo a ver com topologia!
não sei...assemelhava-se a um buraco negro,
mas o meu nada,chega a ser nada mesmo perto
das sincronicidades deste blog!
e das descobertas inimagináveis sobre a ciência,
a arte, os amigos, e lógico!!!!!!
os grandes exemplos de dignidade
dos mais velhos deste blog!
a paciência,o amor, a amizade...
me parece irem além de tantas descobertas científicas!
e se os cientistas pesquisam tanto para
por exemplo acelerarem tudo,
...a computação quântica...
quem sabe eles tenham em mente
que se tivermos mais tempo para
a paciência,os amigos e o amor,
a rapidez das máquinas acelerará
sincronicidades urgentes!

Nadia Stabile - 24/07/09

*imagem : Jung

domingo, 12 de julho de 2009

HOMENAGEM AO JORNALISTA CELSO LUNGARETTI PELA GALERIA VISUAL DE SEU BLOG NÁUFRAGO DA UTOPIA

O POETA FREDERICO GARCIA LORCA FOI UM DOS ESCOLHIDOS PARA INTEGRAR A GALERIA DIDÁTICA DE PERSONAGENS ESCOLHIDOS...PARABÉNS CELSO... GLÓRIA KREINZ

ROMANCE SONÁMBULO

Federico Garcia Lorca

A Gloria Giner
y a Fernando de los Ríos


Verde que te quiero verde.
Verde viento. Verdes ramas.
El barco sobre la mar
y el caballo en la montaña.
Con la sombra en la cintura
ella sueña en su baranda,
verde carne, pelo verde,
con ojos de fría plata.
Verde que te quiero verde.
Bajo la luna gitana,
las cosas le están mirando
y ella no puede mirarlas.

*

Verde que te quiero verde.
Grandes estrellas de escarcha,
vienen con el pez de sombra
que abre el camino del alba.
La higuera frota su viento
con la lija de sus ramas,
y el monte, gato garduño,
eriza sus pitas agrias.
¿Pero quién vendrá? ¿Y por dónde...?
Ella sigue en su baranda,
verde carne, pelo verde,
soñando en la mar amarga.

*

Compadre, quiero cambiar
mi caballo por su casa,
mi montura por su espejo,
mi cuchillo por su manta.
Compadre, vengo sangrando,
desde los montes de Cabra.
Si yo pudiera, mocito,
ese trato se cerraba.
Pero yo ya no soy yo,
ni mi casa es ya mi casa.
Compadre, quiero morir
decentemente en mi cama.
De acero, si puede ser,
con las sábanas de holanda.
¿No ves la herida que tengo
desde el pecho a la garganta?
Trescientas rosas morenas
lleva tu pechera blanca.
Tu sangre rezuma y huele
alrededor de tu faja.
Pero yo ya no soy yo,
ni mi casa es ya mi casa.
Dejadme subir al menos
hasta las altas barandas,
dejadme subir, dejadme,
hasta las verdes barandas.
Barandales de la luna
por donde retumba el agua.

*

Ya suben los dos compadres
hacia las altas barandas.
Dejando un rastro de sangre.
Dejando un rastro de lágrimas.
Temblaban en los tejados
farolillos de hojalata.
Mil panderos de cristal,
herían la madrugada.

*

Verde que te quiero verde,
verde viento, verdes ramas.
Los dos compadres subieron.
El largo viento, dejaba
en la boca un raro gusto
de hiel, de menta y de albahaca.
¡Compadre! ¿Dónde está, dime?
¿Dónde está mi niña amarga?
¡Cuántas veces te esperó!
¡Cuántas veces te esperara,
cara fresca, negro pelo,
en esta verde baranda!

*

Sobre el rostro del aljibe
se mecía la gitana.
Verde carne, pelo verde,
con ojos de fría plata.
Un carámbano de luna
la sostiene sobre el agua.
La noche su puso íntima
como una pequeña plaza.
Guardias civiles borrachos,
en la puerta golpeaban.
Verde que te quiero verde.
Verde viento. Verdes ramas.
El barco sobre la mar.
Y el caballo en la montaña.
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