terça-feira, 14 de maio de 2013
HOMENAGEM A JOSÉ REIS E A GLÓRIA KREINZ
http://en.wikipedia.org/wiki/José_Reis_(scientist)
http://www.biologico.sp.gov.br/docs/pag/v3_1/jose_reis.htm
domingo, 18 de março de 2012
E AGORA MESTRE AZIZ AB' SABER? O QUE IRRESPONSÁVEIS FIZERAM DO NÚCLEO JOSÉ REIS QUE O SR. ADMIRAVA?

CITAÇÃO DAS DECLARAÇÕES DO PROFESSOR AZIZ AB' SABER SOBRE O NÚCLEO JOSÉ REIS, PARA O JORNAL DO CAMPUS, EM 20 DE OUTUBRO DE 2010. E AGORA, MESTRE?
De acordo com o geógrafo e professor emérito da USP, Aziz Ab’Saber, “o acervo é muito importante e precisa ser bem protegido e bem exposto”. Aziz conheceu José Reis e confirma ter dado palestras e participado de um evento no núcleo ainda este ano. O professor é citado por Osmir Nunes numa carta à Pró-Reitoria como um dos apoiadores do núcleo. Apesar de desconhecer a carta, Aziz manifesta apoio à equipe em relação ao acervo: “eu conheço o trabalho deles e admiro muito”
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
ABRADIC NOTÍCIAS - Nº 127 - Janeiro de 2012

Nesta edição:
Divulgação Científica no Séc. XXI:
Poeta do Orkut - Marcelo Roque - "A VIDA É BELA"
Acervo José Reis/ABRADIC
Glória Kreinz
Cantografia
O itinerário do carteiro cartógrafo
Carlos Vogt
2011, o ano em que a química reagiu
Aline Daniele Garcia Ciola, Elizabeth Guitzel, Eduardo Ferreira Caetano
O uso da imagem na divulgação científica: Os Cientistas
João Garcia
ABRADIC.COM
BLOGOSFERA
SARAU PARA TODOS -(Série Pavan de Vídeos/Poemas de Divulgação Científica)
ENFRENTAMENTOS e INDAGAÇÕES é o livro mais recente da Coleção Divulgação Científica, agora no número XIII.
O livro poderá ser adquirido pelo e-mail da ABRADIC ou na Exposição Expedição Pavan que fará itinerário por São Paulo e outros estados.
Século XXI
POETA DO ORKUT: "A Vida é Bela"
Marcelo Roque
Leia mais no Clipe Ciência
A Vida é Bela
Não chorem crianças do Pinheirinho,
tudo não passou de uma grande festa,
com fogos de artifício sendo lançados
por malabaristas fantasiados de soldadinhos
e que fingiam fazer cara de mau
Não chorem crianças do Pinheirinho,
o vermelho não era sangue,
era catchup,
as balas eram de morango
com recheio de caramelo
e os gritos não eram de horror,
mas de contentamento
Não chorem crianças do Pinheirinho,
as bombas eram de chocolate,
os cassetetes de algodão doce
e aquelas armas só disparavam bolinhas de sabão
Não chorem crianças do Pinheirinho,
pois tudo foi uma grande brincadeira,
assim, como estas brincadeiras que vemos nos circos
Porém, onde os palhaços, desta vez,
ao invés de vestirem aquelas roupas coloridas
e sapatos esquisitos,
vestiam terno, gravata
e toga
Marcelo Roque
VÍDEO A VIDA É BELA - VEJA NO ENDEREÇO DA ABRADIC
SOLIDARIEDADE AO ARTIGO DE ALFREDO BOSI NO BLOG
"NÁUFRAGOS DA UTOPIA" DE CELSO LUNGARETTI
http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/
Leia mais no Clipe Ciência
http://recantodasletras.com.br/autores/marceloroque
http://www.blogdonjr.wordpress.com
http://abradicusp.blogspot.com
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ACERVO JOSÉ REIS/ABRADIC
Glória Kreinz
O Projeto José Reis Unidade na Diversidade, de minha autoria em 1995, começou um trabalho de resgate da obra de José Reis. Em 1996 Crodowaldo Pavan começou a trabalhar comigo, entusiasmado com este projeto, e ficou até o ano de sua morte, 2009.
Outros nomes se juntaram nesta pesquisa, Renato Pignatari, Luciana Dias de Moraes, Mauro Celso Destácio, Marcelo Afonso,Osmir Nunes e assim surgiu o primeiro volume da coleção Divulgação Científica, em 1998, pelo Núcleo José Reis.
Esta equipe continua comigo, menos Luciana, com quem mantenho contato.Os anos passaram depressa, mas gostamos do que fazemos, como nos ensinou o mestre Crodowaldo Pavan.
E tem muito ainda para ser feito. José Reis tem uma obra vastíssima, e só o acervo que o seu sobrinho, Fernando Reis, deixou para a ABRADIC,já se constitui em imenso legado de pesquisa.
Mas tem o acervo José Reis, e este está com a Reitoria da USP, por responsabilidade de professores, estruturas e pessoas que gostam de manter bibliotecas fechadas.Mas não importa, porque temos muito para pesquisar.
Agrademos à viuva de Fernando Reis o material doado para a ABRADIC em 2011, pois Cacilda Reis contribuiu muito para mantermos o Projeto José Reis:Unidade na Diversidade, caminhando. Crodowaldo Pavan também agradece, tenho certeza.
http://esportencia.blogspot.com/
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Cantografia
O itinerário do carteiro cartógrafo
Carlos Vogt
Cantografia
O itinerário do carteiro cartógrafo
Sociedade moderna no terceiro mundo
para Roberto Schwarz
Autovacinamos
a população
contra a febre de consumo
não há antídoto
só
a concreta falta
de
dinheiro
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2011, o ano em que a química reagiu
Aline Daniele Garcia Ciola, Elizabeth Guitzel, Eduardo Ferreira Caetano
Em 2011 foi celebrado o 100º ano do prêmio Nobel em Química de Marie Curie, responsável pela descoberta dos elementos rádio (Ra) e polônio (Po). Em virtude disso, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e a IUPAC (sigla em inglês para “União Internacional de Química Pura e Aplicada”) instituíram 2011 como o Ano Internacional da Química.
No mundo inteiro aconteceram diversos eventos para comemorar o Ano Internacional da Química e popularizar esta ciência tão importante. No dia 05 de novembro, em um campus da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) localizado em Diadema, ocorreu o evento “2011, o ano em que a química reagiu”.
O evento foi gratuito e contou com palestras de professores do próprio campus da UNIFESP. Eles apresentaram para os alunos da universidade e da comunidade de Diadema temas que iam desde a “Alquimia” até a “Química Verde”. De forma lúdica e com linguagem simples, os palestrantes revelaram novos conceitos e histórias sobre a química, tanto para os leigos quanto para os que já a estudam.
A organização foi feita pelo Dr. Leonardo Sioufi Fagundes dos Santos, professor de física da UNIFESP especializado em divulgação científica pelo Núcleo José Reis. Tanto o organizador como os palestrantes ministram aulas para o curso de Ciências – Licenciatura.
O evento, além de mostrar a importância da química, ajudou a revelar a UNIFESP para a comunidade de Diadema, onde muitos ainda não têm conhecimento sobre a presença de uma universidade pública no município.
A primeira palestra foi do Dr. Reginaldo Meloni: “Das partes espirituosas à materialização dos gases”. Ele explanou de forma divertida como os cientistas foram descobrindo e conceituando o que hoje denominamos gases. Esta palestra contou com a participação do público em experimentos ilustrativos.
Já a palestra seguinte, proferida pelo Dr. André A.G. Bianco, “O que a química tem a ver com a Copa do mundo e a Olimpíada no Brasil?” mostrou ao público a relação da química com os esportes e como algumas reações químicas que ocorrem no nosso organismo podem ajudar ou prejudicar o desempenho nos esportes.
Após o almoço foi a vez da Dr. Luciana A.Farias com a palestra “O mundo amadureceu e a química ficou verde”. Ela mostrou a importância que o mundo foi dando ao longo do tempo para a utilização de produtos sustentáveis e criou a polêmica de até que ponto é bom utilizar sacolas plásticas biodegradáveis.
E por último a Dr. Thays C. M. Forato, nos apresentou a palestra “Alquimia, o conceito secreto de Issac Newton”. Esta palestra levou o público para a história desde antes de Newton, chegando nos conceitos usados pelo cientista para criar e desenvolver as suas teorias. Foi enfatizado que as ideias newtonianas não foram apenas físicas, embora estas sejam as mais conhecidas.
De acordo com o professor Leonardo S. F. dos Santos, “o evento foi uma metáfora da própria Química . Não pedimos verba da universidade para realizar o evento, os professores fizeram um trabalho voluntário, o público compareceu em uma manhã ensolarada de sábado e a divulgação ficou por conta dos estudantes da própria UNIFESP. A boa vontade de professores e estudantes foi transformada em popularização da Química”.
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O USO DA IMAGEM NA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA
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OS CIENTISTAS - João Garcia
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Expediente Diretoria:
Presidente de Honra: Prof. Dr. Crodowaldo Pavan
Presidente: Prof. Osmir Nunes
Secretaria Geral: Profª Dra. Glória Kreinz
Tesoureiro: Profª. Drª. Márcia M. Rebouças
Conselho editorial:
José Arbex Jr. (ABRADIC)
Maria Julieta S. Ormastroni (UNESCO/IBECC)
Marcia M. Rebouças (Instituto Biológico)
Notícias ABRADIC:
Supervisão Editorial: Profª Dra. Glória Kreinz
Supervisão Técnica: Osmir J. Nunes e George Barbosa
Editor: Everton Magalhães
Editora Assistente: Claudete Aparecida B. Mira
Edição Final: Everton Magalhães e Raquel Nunes
Comissão Editorial: Mauro Celso Destácio, Marcelo Afonso, Renato Pignatari e Yuri Gonzaga
Recursos Audiovisuais: Everton Magalhães V. Santos e Marcelo Afonso
Nadia Gal Stabile ( Blog Sarau Para Todos)
Colaboração: (nacional) João Garcia; (internacional) Manuel Calvo Hernando e Etienne Delacroix
Layout original: Marcelo Afonso
Conselho Científico: Prof. Dr. Célio da Cunha (UNESCO) e Dr. Julio Abramczyk (AIPC)
E-mail para contatos: abradic@abradic.com
Telefone: (11) 9185-8655 ou (11) 4508-8589
Esta publicação é integrada ao PTDC - Projeto de Pesquisa e Treinamento em Divulgação
Científica, apoiada pelo CNPq, de autoria da Profª Dra. Glória Kreinz e Crodowaldo Pavan.
Todos nossos livros podem ser pedidos pelo email da ABRADIC
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
NÚCLEO JOSÉ REIS / ABRADIC - MARCELO ROQUE, GLÓRIA KREINZ NO LIVRO "PODER, POLÊMICA E POESIA" PARA CRODOWALDO PAVAN E JOSÉ REIS
Ao Mestre Com Carinho
Infeliz daquele que, em gaiola de ouro,
aprisiona o canto do saber
E bendito sejas tu, cientista,
que soube dar asas ao teu saber,
e assim, tão bem fazer,
a partilha do teu canto
Homenagem do Núcleo José Reis e da ABRADIC a Crodowaldo Pavan
Que além de brilhante cientista, também dedicou boa
parte de sua vida a divulgação científica
Contribuindo decisivamente para a democratização
do conhecimento
Marcelo Roque
domingo, 20 de novembro de 2011
JOSÉ REIS E CRODOWALDO PAVAN - HOMENAGEM DE MARCELO ROQUE, Glória Kreinz divulga
NENHUMA IRREGULARIDADE PROVADA CONTRA O NÚCLEO JOSÉ REIS
CUMPRIMENTOS, MESTRES QUERIDOS

O BELO
José Reis já sabia,
e também Pavan,
que bela, sempre foi a flor
antes mesmo do olhar
e do amor...
"Homenagem a estes dois grandes cientistas,
José Reis e Crodowaldo Pavan, que sempre
perceberam a intrínseca relação existente
entre a beleza, a ciência e a natureza"
Marcelo Roque
sábado, 2 de julho de 2011
EDITORA DO GLOBO RECEBE PRÊMIO JOSÉ REIS; Glória Kreinz divulga

www.abradic.com/njr
A ABRADIC fez parte ontem, dia 30 de junho, do julgamento do prêmio José Reis, representada por Osmir Nunes. Presidiu o juri Carlos Vogt. Lemos agora a seguinte publicação emitida pela Globo.
"Editora do GLOBO recebe prêmio José Reis de Divulgação Científica, do CNPq
O Globo (ciencia@oglobo.com.br)
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/07/01/editora-do-globo-recebe-premio-jose-reis-de-divulgacao-cientifica-do-cnpq-924818858.asp#ixzz1QusihnMj
...Ver mais
Editora do GLOBO recebe prêmio José Reis de Divulgação Científica, do CNPq - O Globo
oglobo.globo.com
RIO - A editora de Ciência e História do jornal, Ana Lucia Azevedo, é a ganhadora deste ano de um dos mais importantes prêmios do país, o José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica, na categoria 'jornalismo científico'."
sexta-feira, 2 de julho de 2010
AOS QUE ESTÃO TRISTES E FRUSTRADOS HOJE POR CAUSA DA COPA - NOS LEMBREMOS DE CERTAS COISAS (CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR) (CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)
(frase colocada no vídeo de Glória Kreinz com poesia de Marcelo Roque,em homenagem aos nossos grandes cientistas "JOSÉ REIS" e "CRODOWALDO PAVAN".
UM DE MEUS MAIORES SONHOS, SENÃO O PRINCIPAL DELES,E QUE TALVEZ SEJA O SONHO DE MUITOS DE NÓS,É CHEGAR A VER O POVO BRASILEIRO PENSANDO E SENTINDO "CERTO".
SABENDO QUE A BELEZA, A CIÊNCIA E A NATUREZA ESTÃO EM NOSSAS MÃOS!!
SOMOS DONOS DE NOSSOS CAMINHOS,A AUTONOMIA QUE É O CERNE DA ALMA HUMANA!!
AQUELA QUE DECIDE SOBRE COISAS VITAIS....ENTÃO...DECIDAMOS NÃO BUSCAR A BELEZA SOMENTE NUM JOGO DE FUTEBOL!...temos muito mais a buscar,muito a fazer para sermos
um grande povo...!!!! AGRADEÇO A BELEZA QUE GLÓRIA KREINZ,MARCELO ROQUE E TODOS DO NJR ECA/USP PRODUZIRAM E AINDA PRODUZEM!! NADIA STABILE - 02/07/10
quinta-feira, 11 de março de 2010
"QUEM É,É E TÁ ACABADO!"
às vezes o cara é doutor, mas não faz nada que presta!
meu pai sabia mais que engenheiro formado pela USP!
na época (década de 20,30,do séculoXX)tinha estudado
na escola técnica Getúlio Vargas e no Liceu de Artes e Ofícios!
A educação antiga era bem melhor.
Quem tem talento pras coisas, títulos não querem dizer nada!
existe escola pra formar poeta? dizia meu pai!
José Reis é um exemplo e tanto!
o que ele fazia...era dom, era vocação, era missão,
independente de diplomas e títulos!
nós brasileiros precisamos parar de valorizar tanto
certas coisas e valorizar as coisas e pessoas que tem valor mesmo!
tantos empreendedores no Brasil, que quase nem estudaram formalmente!
geralmente fazem as coisas na raça,
buscando por conta deles as ferramentas para produzir coisas essenciais!
mentalidades precisam mudar! professores precisam ser informados,
que o mundo mudou! Paulo Freire e Ivan Illich há muito
alertaram ... a escola está obsoleta, o sapato velho furou,
a sociedade mudou, as pessoas não são mais as mesmas de 30 anos atrás!
todos sabem que num país de contrastes e de privilégios,
diplomas de doutor nas paredes são suspeitíssimos!
hoje o que vale é o profissional que vive seu tempo!
Brasil, o país dos coronéis!...e...
O país dos grandes anarquistas!
o futuro é anarquista!
Nadia Stabile - 11/03/10
sábado, 6 de março de 2010
IDEALISTAS ISOLADOS - LIVRO LANÇADDO EM 1999 - NJR-ECA/USP
Idealistas Isolados é lançado na Estação Ciência
O Núcleo José Reis de Divulgação Científica promove, dia 18 de agosto(1999), a partir das 14h30, na Estação Ciência, em São Paulo, o lançamento do livro Idealistas Isolados. Ensaios sobre Divulgação Científica: Linguagem e Posturas. Estarão presentes ao evento, entre outras personalidades do meio científico e acadêmico, o Reitor da USP, Jacques Marcovitch, e o diretor da Estação Ciência, Ernst Hamburguer.Momentos relevantes da carreira do mestre da divulgação científica no Brasil são mostrados no livro, em textos que abordam desde trechos de artigos de José Reis nos anos 30 e 40 até as reuniões de que participou no Instituto Biológico de São Paulo.
Idealistas Isolados ainda traz textos de análise da divulgação de Ciência & Tecnologia nos quatro mais importantes jornais brasileiros (Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo e Jornal do Brasil).
No mesmo dia e local, será aberta a 4a Mostra de Material de Divulgação e Ensino das Ciências, cujo tema é "O Desafio de Ensinar Ciências no Século XXI", com encerramento no dia 22.
O endereço da Estação Ciência é Rua Guaicurus, 1274, no bairro da Lapa.
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Um idealista isoladoEdição Impressa 47 - Outubro 1999
Aos 92 anos, José Reis é um símbolo vivo do trabalho de divulgação científica no Brasil. O médico carioca, formado pela Faculdade Nacional de Medicina, especializado em microbiologia e patologia pelo Instituto Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro, contratado pelo Instituto Biológico de São Paulo em 1929, experimentou suas primeiras possibilidades de explicar problemas científicos para um público não especializado escrevendo folhetos e artigos para seções agrícolas de jornais e, principalmente, colaborações sistemáticas para a revista Chácaras e Quintais, a partir de 1932.
Ele falava então, para granjeiros, das doenças, das pragas, dos muitos problemas e dos cuidados que deviam ser tomados na criação de galinhas. Mas sua atividade regular no jornalismo científico começa, de fato, em abril de 1947, quando ele passa a colaborar com as Folhas (da Manhã, da Tarde e da Noite), e desde então não mais interrompe esse trabalho. As Folhas tornaram-se o poderoso jornal Folha de S. Paulo e lá está, no caderno Mais, a cada domingo, a coluna Periscópio, do doutor José Reis - um profissional tão respeitado no jornal que se tornou seu diretor de redação de 1962 a 1967.
Em seu já longuíssimo tempo de trabalho, José Reis teve garra para batalhar, na primeira metade da década de 40, pela criação da FAPESP e, na segunda metade, pela criação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, a SBPC, da qual foi o primeiro secretário-geral, em 1948. Fundou e tornou-se o primeiro editor da revista Ciência e Cultura da SBPC, em 1949 (até 1954 e, depois, de 1972 a 1985). Em 1958, aposentando-se do Instituto Biológico, fundou com outros dois sócios a editora Ibrasa-Instituição Brasileira de Difusão Cultural S/A, para lançar livros-fermentos que trouxessem idéias novas e provocassem debate.
Sua atuação na editora estende-se até 1978. Conquistou prêmios (Prêmio Governador do Estado de Jornalismo Científico, em 1962, Prêmio John R. Reitemeyer de Jornalismo Científico, da Sociedade Pan-Americana de Imprensa e União Pan-Americana de Imprensa, em 1964, Prêmio Kalinga, da Unesco, em 1975) e tornou-se nome do primeiro prêmio nacional de jornalismo científico, instituído pelo CNPq, em 1979. Tornou-se alvo e nome de um núcleo de estudos sobre divulgação científica na Escola de Comunicação e Artes da USP, em 1992.
Essa trajetória impressionante tem sido cumprida por um homem definido por aqueles que o conhecem mais de perto como extremamente discreto e suave. E que sem nenhuma dúvida mereceria o epíteto que ele, em agosto de 1988, num de seus artigos no Mais, atribuiu a cientistas e jornalistas que, há muitos anos, vêm fazendo a divulgação da ciência e da tecnologia e de sua importância para o desenvolvimento econômico, social e político do país: idealistas isolados.
FONTE : http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=803&bd=1&pg=1&lg=
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Cem anos de divulgação científica com José Reis
Por Osmir Nunes
Posso marcar uma entrevista com Sr. José Reis? É impressionante, mas essa pergunta tem sido muito persistente de diversas partes do Brasil, dirigidas ao NJR. Não se trata de desinformação, ou até brincadeira de mau gosto, pelo contrário, como afirmam os interessados. Trata-se de um nome tão presente que é difícil imaginá-lo ausente. A maioria acha que o Núcleo é o seu atual espaço de atuação. Essas pessoas estão certas. Neste ano comemoramos 100 anos de atuação de José Reis.
O primeiro centenário de nascimento desse homem significam 100 anos de Divulgação Científica. Seu DNA já previa isso. Aos dez anos, “menino pobre”, como afirmava, conhecia o desafio da linguagem quando produzia seu primeiro livro de poemas e os irmãos mais velhos, a platéia obrigatória, tinham que ouvir suas declamações.
José Reis não inventou a divulgação científica. Tratou de fazê-la. Fez por gosto e necessidade e, sobretudo com persistência. Começou a prática de divulgador sistemático em 1931 e nunca parou até morrer, em 2002. Fez uso de todos os veículos de comunicação e expressão que dispunha em cada época e tempo de sua vida: folhetos, livros, jornais, revistas, filmes de cinema, programa de TV, peça de teatro, programa de radio, radioteatros, furgão adaptado, feiras de ciência, cursos, conferências, pesquisa científica, aulas, entidades de política científica, política, literatura, traduções, desenhos, paródias, concursos diversos etc.
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Sua ação comunicativa era total, expressava-se e lia avidamente e além da língua portuguesa conhecia latim, inglês, francês, alemão, italiano, espanhol e brincava com o grego. Médico de formação, cientista de doenças de aves no Instituto Biológico, teve artigos publicados em diversas publicações internacionais. Tornou-se administrador público e ajudou a fundar a atual FEA/USP, FAPESP, SBPC, para ficarmos em algumas das inúmeras entidades que ajudou a criar.
Neste momento em que a crise educacional se agrava mostrando claramente, através dos exames nacionais de avaliação educacional, que ano a ano estamos perdendo qualidade, é hora de retomar alguns princípios que José Reis deixou no seu livro, ainda fundamental e atual: Educação é investimento.
Com um espírito de iniciativa sem precedentes participou de diversos projetos educacionais, sendo a Feira de Ciências o mais contundente deles. Percorreu boa parte de escolas públicas do Estado de São Paulo participando de debates e incentivando diretamente os alunos e professores, pois acreditava no investimento daqueles que manteriam o saber no dia seguinte. Apostava em projetos para incentivar vocações de futuros cientistas, tanto é que hoje encontramos diversos deles espalhados em diversas universidades pesquisando e oferecendo resultados.
Por esse motivo aproveitamos para convocar todas essas pessoas que em um dia, perdido na história de sua vida passada de formação, tiveram contado com José Reis, seja nas Feiras de Ciências, Jovem Cientista, Ciranda da Ciência, etc., para dar um breve testemunho para empreendermos uma publicação da geração de cientistas, pesquisadores, educadores que em um certo dia tiveram contato com um certo cidadão chamado José Reis.
A Cátedra e o Núcleo que levam seu nome, instituíram este ano, do primeiro centenário de José Reis, o Ano da Divulgação Científica. Nas palavras dos Coordenadores e da Profª Dra. Glória Kreinz, autora do Projeto José Reis Unidade na Diversidade, em desenvolvimento desde 1991 – envolvendo nomes como as doutoras Nair Lemos Gonçalves, Maria Julieta Ormastroni, Márcia Maria Rebouças, e doutores Crodowaldo Pavan, Oswaldo Frota Pessoa, entre outros que conviveram com José Reis –, “estão sendo preparados livro e encontro para comemorarmos, não o indivíduo, mas as responsabilidades que esse homem idealista assumiu tornando a divulgação científica um projeto de melhoria de vida para população brasileira. A ele devemos muito do que sabemos e fazemos e a equipe de divulgadores científicos presta sua homenagem”.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
José Reis e o pioneirismo no estudo da doença aviária* - OSMIR J.NUNES
É surpreendente folhear esta antiga revista, que intercala entre os textos a mais variada gama de anúncios sobre granjas, mudas e produtos diversos para uso agrícola. Só esse campo visual já prepara o leitor, distante desta data, para uma viagem ao “décor” dos anos 30, bem como para extrair uma visão sociológica diametralmente oposta ao atual universo industrializado. É possível encontrar vários anúncios, chamando atenção para os produtos oferecidos pelas chácaras de Santo Amaro, onde hoje se localizam os bairros Chácara Flora, Alto da Boa Vista e Granja Julieta.
Nesse contexto é que vamos encontrar o Dr. José Reis e sua iniciação na divulgação científica, ou na popularização dos conhecimentos científicos, como gosta de afirmar em algumas de suas entrevistas. No trecho inicial do primeiro artigo publicado na revista Chácaras e Quintais, em 15 de março de 1932, que consideramos seu primeiro artigo de divulgação científica, já é possível identificar a linguagem simples usada para discutir um assunto árido, tendo por objetivo um público não especialista no assunto, neste caso chacareiros e sitiantes: “Cremos oportuna a época para lembrar aos criadores algumas questões fundamentais de ornipatologia e de profilaxia geral, cujo desconhecimento é responsável pelo naufrágio de muitas tentativas avícolas.
“Em São Paulo, o Instituto Biológico, apesar de suas instalações precárias e da falta de recursos decorrente da atual situação financeira, conseguiu já, em menos de dois anos, levantar o censo das principais moléstias contagiosas que atacam as aves, em todo o território do Estado, preparando contra elas, regularmente, vacinas e soros específicos e disseminando as noções indispensáveis à prevenção das mesmas doenças.”
Sob o comando de Rocha Lima este era o período de implantação de uma série de pesquisas que o Instituto Biológico estava pondo em prática, voltado para a produção agrícola do Estado de São Paulo. As propriedades pequenas eram dominantes no estado paulista. Entre numerosas atividades que esses sítios e chácaras proporcionavam, uma delas era a criação de aves. Por falta de informações e recursos técnicos muitos desses empreendimentos não davam certos.
As primeiras pesquisas no Instituto Biológico, no início de 1930, e conseqüentes visitas ao campo não ficaram na rotina burocrática do pesquisador microbiologista José Reis. Era necessário passar informações o mais rápido possível a essa população do campo. Publicar artigos em revistas especializadas para entidades científicas era, e ainda é, um caminho natural de divulgação de um cientista pesquisador. Publicar artigos em órgãos de comunicação de massa não era e ainda hoje, para alguns, não é o caminho usual.
Lembrando esse período determinante em sua vida, o Dr. José Reis, em entrevista no Ciência Hoje - nº 1, julho/agosto de 1982, nos informa que de fato foi nesse episódio que se deu o início de sua trajetória de divulgador científico. Comenta sobre sua ida para São Paulo, recém formado em medicina, para trabalhar no Instituto Biológico: “Pois foi aí que eu comecei de fato minha carreira de divulgador da ciência. Eu trabalhava ao lado do grande cientista Hermann von Ihering, que um dia entrou na minha sala com o seguinte problema: um modesto sitiante procurava o Instituto para esclarecer qual era o problema que atacava suas galinhas que eram dizimadas por uma “peste”. O Dr. Von Ihering me perguntou: “Que peste é essa? Aí está uma coisa que você pode descobrir para ajudar esse pessoal”. Aceitei o desafio e, resolvido esse, outros foram-se apresentando. Mas para desincumbir-me bem dessa missão de aconselhar, informar os sitiantes, tornava-se importante estabelecer contato com eles e aprender a falar-lhes e escrever-lhes com a maior simplicidade. Ao fim de pouco tempo, eu estava escrevendo artigos em revistas agrícolas, como Chácaras e Quintais”.
A informação, oficializando os primeiros textos em Chácaras e Quintais, vem anunciada pelo editor: “chamamos a atenção dos avicultores todos, sobre a douta colaboração que inicia neste número o jovem e competente cientista do Instituto Biológico de S. Paulo”.
Por essa ocasião o Dr. Reis dedicava-se a estudar patologias das aves, no caso das galinhas. Entretanto o trabalho foi tão extenso, reunindo farta documentação iconográfica, que resultou no livro Tratado de Ornitopatologia, publicado posteriormente em 1936, com a colaboração de P. Nóbrega e Annita Swenson Reis. Esta obra republicada e atualizada em 1957, tornou-se conhecida pela comunidade internacional de cientistas da área, que a adotaram como um clássico.
Em outra entrevista ao Biológico, v.57, p.58, jan/dez 95, conta-nos a mesma história com mais detalhes; explica como se iniciou nesse campo de pesquisa e a conseqüente divulgação de sua atuação.
“A carreira então iniciada me permitiu desbravar o campo da ornitopatologia, antes perlustrado apenas ocasionalmente. Criei o termo ornitopatologia em lugar que se usava o velho Rivolta, onitoiatria, porque pretendi estudar as doenças das aves de maneira global, desde a etiologia até a patogenia e a anatomia patológica, para chegar às medidas de prevenção e terapêutica, e não como assunto clínico. Para desincumbir-me completamente da missão, urgia estabelecer contato com os sitiantes e aprender a falar-lhes e escrever-lhes com maior simplicidade”.
Lendo Chácaras e Quintais vamos encontrar José Reis subordinado a um problema real: os sitiantes queriam criar galinhas, mas o que persistia eram as doenças. Essa preocupação aumentava na medida em que sua pesquisa observava comportamentos e procedimentos daqueles criadores.
Ao mesmo tempo em que ele se envolvia em uma pesquisa exaustiva sabia da necessidade urgente de comunicar o que ia descobrindo. É interessante verificar a instauração desse processo, observando como os textos se transformaram em um diálogo do cientista com seus leitores.
Os textos, na medida em que vão sendo publicados, vão se tornando peças de um diálogo que na verdade é um jogo pedagógico. Não adianta falar para o criador apenas como é a doença da galinha, mas como os criadores se comportam diante dela. Na Chácara e Quintais de 15 de maio de 1932, com o título “Alguns erros que os avicultores gostam de cometer”, fica bem clara essa relação do divulgador com seu público, em pleno início de uma aula de comunicação: “Certamente não recolhi todos os erros habituais dos avicultores. Alguns, entretanto, aqui estão, talvez os mais freqüentes e comprometedores”.
Relaciona no artigo cinco tipos de erros, baseados evidentemente em suas observações e andanças. No exemplo a seguir, com o subtítulo “Onde comprar aves para iniciar criação?”, fica patente o uso da linguagem coloquial, longe do ranço considerado “resumo de tese de mestrado ou doutorado”. Estabelece empatia com o seu público leitor: “O Jeca vai ao mercado e arremata verdadeiras pechinchas, pois compra por dois mil réis uma galinha com dezenas de vermes, centenas de micróbios patogênicos e milhares de piolhos. Os mercados públicos são especialistas na venda de aves portadoras de cólera: para eles convergem todos os resíduos das criações particulares. “Não solte em seus galinheiros aves adquiridas no mercado. Do contrário, chamá-lo-ão de Jeca, e com justiça...
“Não menos Jecas do que o legítimo caipira são certos doutores (que coisa engraçada os doutores!). As exposições costumam ser boas mostras de penas: diante de uma Plymouth Barrada em exposição é mais lógico dizer: “que belas penas!” do que: “ótima ave!”. Só Deus sabe o que vai pelas tripas do pobre animal (não se esqueçam os leitores de que há portadores de cólera e disseminadores de coccidiose que se vestem garbosamente com penas merecedoras de todos os primeiros prêmios). “Afinal de contas, quem monta granja é para auferir lucros e não para ter parque de belos exemplares... Conheci um pobre maníaco que de tal modo se entretinha em contar os bicos da crista de seus Leghorns que se esqueceu de vaciná-los contra a bouba... Como é de prever, com ou sem bicos padrões, as cristas se encheram de pipocas.
“Os que além de doutores são frandunos, estes têm sempre olhos compridos para a América e não concebem regular criação que não comece pelo empate de algumas dezenas de contos em aves de refinadíssimas linhagens. Importam galos condecorados e galinhas detentoras de recordes: depois...coçam a cabeça, porque os campeões negam fogo. Pretendem reclamar e bombardeiam o vendedor estrangeiro com granadas de retórica; nada, porém, conseguem porque, si exigiram mil garantias, desta, muito elementar, se esqueceram: um atestado de saúde.”
Eis aí parte do segundo texto de divulgação científica do Dr. José Reis, em 1932. Uma verdadeira aula, onde o jogo das palavras, com expressões certeiras, nos seduz de forma inusitada.
Referências bibliográficas
REIS, José. “Alguns erros que os avicultores gostam de cometer”, in Chácaras e Quintais, São Paulo, 15 de maio de 1932, pp. 612/614.
REIS, José. “Professor José Reis: Um divulgador da Ciência” (Entrevista), in Ciência Hoje, Rio de Janeiro, nº1, Julho/Agosto de 1982, pp. 77/78.
REIS, José. “José Reis, em foco” (Entrevista), in O Biológico, São Paulo, jan./dez., pp. 53/61.
sábado, 9 de janeiro de 2010
PLAYER DE VÍDEOS DO NÚCLEO JOSÉ REIS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA - ECA/USP (CLIQUE AQUI PARA VER O PLAYER TODO)
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
O que é, afinal, divulgação científica? - JOSÉ REIS RESPONDE ESTA E OUTRAS PERGUNTAS
Esquema de aparelho de Rutheford desenhado por José ReisPublicação que José Reis utilizava para informar os avicultores sobre as doenças das aves
Entrevista concedida a Alzira Alves de Abreu (CPDOC/FGV e UFRJ)
Publicada em julho/agosto de 1982.
(JOSÉ REIS -1907-2002)
JOSÉ REIS RESPONDE A ALZIRA A.DE ABREU :
O QUE É AFINAL,DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA?
É a veiculação em termos simples da ciência como processo, dos princípios nela estabelecidos, das metodologias que emprega. Durante muito tempo, a divulgação se limitou a contar ao público os encantos e os aspectos interessantes e revolucionários da ciência. Aos poucos, passou a refletir também a intensidade dos problemas sociais implícitos nessa atividade. Para muitos divulgadores, a popularização da ciência perdeu sentido como relato dos progressos científicos, porque o cidadão se acha hoje cercado desse tipo de informação. Embora concorde em parte com essa posição, considero que a divulgação pela imprensa é muito importante, principalmente em países como o Brasil, onde as dificuldades e as precariedades das escolas fazem com que estudantes e professores obtenham informações sobre os progressos da ciência por meio de artigos de jornais. Para mim, depois de um longo caminho percorrido como divulgador, é com a maior alegria que encontro por toda parte professores e pesquisadores que dizem haver encontrado em meus escritos o despertar de sua vocação, assim como pessoas de variado nível cultural que em artigos meus descobriram pistas para resolver até problemas pessoais.
Como assim?
Recebi muitas cartas de leitores com perguntas sobre a origem, causas e tratamento de anomalias que atingiam membros da família. Em alguns casos mantive longa correspondência com leitores e, sem me imiscuir nos aspectos profissionais que o caso comportava, sugeria a procura de centros especializados, capazes de esclarecer as dúvidas e orientar o tratamento.
O leitor que se habitua a ler os escritos de um divulgador científico muitas vezes acaba fazendo dele uma espécie de conselheiro. É esta, pelo menos, minha experiência: creio que o leitor identifica nesses escritos a única virtude que eles realmente têm, a sinceridade.
A carreira de divulgador parece ter-lhe dado muita alegria e significado uma grande realização profissional.
Uma das maiores recompensas do meu trabalho tem sido aprender, tentando ensinar. E uma das maiores alegrias é quando escrevo por sugestão do leitor, o que não é raro, mesmo quando a pergunta está longe de minha imediata cogitação; isto me obriga a enveredar por um caminho novo, fazer meu aprendizado e transformá-lo depois em ensinamento. A divulgação envolve para mim dois dos maiores prazeres desta vida: aprender e repartir.
LEIA NA ÍNTEGRA EM :
FONTE : http://www.canalciencia.ibict.br/notaveis/txt.php?id=30
*LEIA MAIS SOBRE JOSÉ REIS EM :
http://www.biologico.sp.gov.br/docs/pag/v3_1/jose_reis.htm
sábado, 26 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
JOSÉ REIS, COM O BLOG SARAU PARA TODOS, DIVULGANDO CIÊNCIA DE FORMA POPULAR-VÍDEOS, CIÊNCIA E POESIA, SÉCULO 21-CIBERESPAÇO
domingo, 15 de novembro de 2009
MUTIRÃO PELO CONHECIMENTO LIVRE E POEMA "O BELO"-HOMENAGEM A JOSÉ REIS E CRODOWALDO PAVAN-MARCELO ROQUE; GLÓRIA KREINZ DIVULGA
sexta-feira, 17 de julho de 2009
O BELO
e também Pavan,
que bela, sempre foi a flôr
antes mesmo do olhar
e do amor ...
Marcelo Roque
"Homenagem a estes dois grandes cientistas,
José Reis e Crodowaldo Pavan, que sempre
perceberam a intrínseca relação existente entre
a beleza, a ciência, e a natureza"





