Quem já teve ou tem um gato, ou melhor dizendo, quem já conviveu com um felino, conhece uma das mais incríveis experiências deste planeta! Achei esta matéria no Google+ de uma amiga. Incríveis e inesquecíveis fotografias desta senhora simpática e seu gato.
Veja a matéria aqui: http://dailygeekshow.com/2013/04/28/la-magnifique-amitie-entre-une-grand-mere-et-son-chat-immortalisee-par-une-serie-de-photos/
e veja mais fotos aqui : http://www.mundodosanimais.pt/gatos/fotografias-apaixonantes-avo-gato/
Mostrando postagens com marcador AGRICULTURA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AGRICULTURA. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 6 de maio de 2014
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
COMO TRANSFORMAR AS COISAS? Economia Solidária, Soberania Alimentar e Agroenergia no PR
Conhecimento prático aliado
ao conhecimento científico e técnico,
podem transformar muitas coisas!
com a união das pessoas,
que enxergam problemas e que estão dispostas
a encontrar soluções,tudo é passível de melhora!
é só querer!
e já dizia minha avó : QUERER É PODER!
Nadia Gal Stabile - 26/11/10
Seminário sobre Economia Solidária, Soberania Alimentar e Agroenergia, realizado em Maringá (PR) com a presença de Paul Singer e João Pedro Stédile. Encontro foi parceria entre a Unitrabalho, a Universidade Estadual de Maringá e o Sindicato dos Engenheiros do Paraná.
ao conhecimento científico e técnico,
podem transformar muitas coisas!
com a união das pessoas,
que enxergam problemas e que estão dispostas
a encontrar soluções,tudo é passível de melhora!
é só querer!
e já dizia minha avó : QUERER É PODER!
Nadia Gal Stabile - 26/11/10
Seminário sobre Economia Solidária, Soberania Alimentar e Agroenergia, realizado em Maringá (PR) com a presença de Paul Singer e João Pedro Stédile. Encontro foi parceria entre a Unitrabalho, a Universidade Estadual de Maringá e o Sindicato dos Engenheiros do Paraná.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Agricultura ecológica e a saúde humana
Por Fernando Bignard *
Há cerca de 50 anos surgiu nos consultórios médicos um paciente atípico: ele não trazia queixas específicas de um órgão em especial, como uma dor de cabeça ou no estômago ou uma febre. Queixava-se apenas de não estar bem; de não estar motivado para o trabalho; dizia que dormia mal a noite apesar de se sentir sonolento durante o dia; sem ânimo para o trabalho e até mesmo para o lazer e para a vida relacional. Durante décadas esse paciente foi medicado com tranquilizantes e ansiolíticos pois supunha-se que se tratava de um desequilíbrio psíquico. A situação elevou em dezenas de vezes o consumo mundial de benzodiazepínicos (ansiolíticos como o Valium e o Diempax).
Há pouco mais de uma década uma nova especialidade médica, a medicina ortomolecular, começou a estudar o metabolismo humano como um todo e percebeu que estes pacientes estavam na verdade micro desnutridos e intoxicados, isto é, apresentavam deficiência de vitaminas e sais minerais e os metais pesados e outras substâncias estavam nocivamente em excesso em seu organismo. Esta medicina desenvolveu uma forma de retirar quimicamente estas substâncias nocivas do sangue e repor aquelas faltantes através da suplementação vitamínico-mineral, procurando normalizar o metabolismo.
Mas, se transcendermos a medicina do indivíduo e olharmos ecologicamente em busca da origem dessa situação encontraremos transformações profundas nas formas de produção agropecuária que se disseminaram pelo mundo nos anos 50. Nesse período pós-guerra, a tecnologia bélica perdeu sua finalidade, mas encontrou um escoamento para sua produção transformando tanques de guerra em tratores! A prática de arar o solo era justificável e até ecológica nas áreas de clima temperado, pois trazia para a superfície do solo a camada vital que ficou latente a 40 centímetros de profundidade durante o inverno gelado. Esse método, aplicado numa região fria, auxilia a natureza expondo ao calor do suave sol de primavera a camada viva do solo possibilitando que a prática agrícola se inicie mais cedo.
Porém, quando são derrubadas as matas das zonas tropicais com os potentes tratores de esteira ligados por pesadas e grossas correntes, a camada viva superficial do solo é aquecida a 60ºC ou até 80ºC pelo tórrido sol tropical, mata-se a flora e a a fauna subterrânea pelo calor e pela destruição provocada pelo arado mecânico. Nesse solo morto a matéria orgânica não pode ser reciclada. A única alternativa é alimentar as plantas com adubo químico, pois elas só conseguem absorver a matéria orgânica que foi mineralizada pelo organismos vivos do solo. A lavoura alimentada com NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) é microdesnutrida, apesar de aparentar saúde.
A Natureza porém não se engana e, seguindo suas leis de equilíbrio e homeostase envia seus agentes para eliminar as plantas de seiva doce (sintoma decorrente do uso de NPK) como verificou Chaboussou em 1.981. estes organismos são chamados de pragas e "tratados" com defensivos agrícolas, isto é, venenos poderosíssimos que adoecem e matam os agricultores. Grando, em 1.998, constatou que somente no Estado de Santa Catarina são registrados np Centro de Informação Toxicológica da Universidade Federal de Santa Catarina 30 a 40 casos de intoxicação por agrotóxicos ao mês, chegando a 500 casos por ano, dos quais 15 em média vão a óbito.
Bortoletto em 1.993 afirma que este índice é subestimado quando pensamos no Brasil todo. Os agricultores apresentam sintomas vagos que por vezes passam desapercebidos evoluindo até dores de cabeça e estômago, fraqueza, sonolência; chegando a danos neurológicos irreversíveis, neoplasias e malformações congênitas além de abortos. Essas manifestações variam segundo a susceptibilidade do indivíduo, podendo ocorrer em pessoas que não sejam trabalhadores rurais, mas sim consumidores inconscientes que estão se intoxicando cronicamente! Além de danificar de forma irreversível o meio ambiente, a agricultura convencional está produzindo alimentos inadequados, microdesnutridos e intoxicados estendendo a mesma condição aos consumidores.
A Revolução Verde da década de 50, baseada em um olhar neomalthusiano, subordinou a agricultura ao capital industrial e ignorou métodos tradicionais de manejo ecológico do solo como o plantio direto (utilizado tradicionalmente pelos índios), adubação verde com cobertura permanente do solo, etc (Miller 2.002) A saúde e principalmente o bem-estar e a qualidade de vida decorrem não só da qualidade dos alimentos consumidos por uma população mas também do seu estilo de vida. A História mostra que os povos mais longevos e saudáveis ingeriam alimentos naturais produzidos no local que habitavam sem conservantes através de uma verdadeira agricultura, isto é, de uma cultura humana alicerçada no solo vivo reverenciado por vários rituais, integrados por uma convivência consciente e saudável com a Natureza. São exemplo desses modelos os Mayas, os habitantes da Nova guiné e também do Vale dos Hunza e Vilcabamba no Equador, bem como as populações que habitam hoje a Serra Gaúcha do Brasil. A longevidade dos colonos da região de Taquari (RS) é uma das maiores do país. Eles tem uma cultura alimentar mediterrânea (consagrada pela literatura médica mundial como preventiva de doenças crônicas) mas também tem uma relação direta com a produção agropecuária que os sustenta e tem uma forte estrutura familiar que gera confiança (Azevedo, 2.003).
Acredita-se que a natureza da espécie humana seja matriarcal. Recentes estudos arqueológicos realizados na Europa meridional sugerem que os primórdios da agricultura tenham acontecido por volta de 7.000 a.C. (...)
CONTINUE A LER EM: http://www.aao.org.br/dicas2.asp
Há cerca de 50 anos surgiu nos consultórios médicos um paciente atípico: ele não trazia queixas específicas de um órgão em especial, como uma dor de cabeça ou no estômago ou uma febre. Queixava-se apenas de não estar bem; de não estar motivado para o trabalho; dizia que dormia mal a noite apesar de se sentir sonolento durante o dia; sem ânimo para o trabalho e até mesmo para o lazer e para a vida relacional. Durante décadas esse paciente foi medicado com tranquilizantes e ansiolíticos pois supunha-se que se tratava de um desequilíbrio psíquico. A situação elevou em dezenas de vezes o consumo mundial de benzodiazepínicos (ansiolíticos como o Valium e o Diempax).
Há pouco mais de uma década uma nova especialidade médica, a medicina ortomolecular, começou a estudar o metabolismo humano como um todo e percebeu que estes pacientes estavam na verdade micro desnutridos e intoxicados, isto é, apresentavam deficiência de vitaminas e sais minerais e os metais pesados e outras substâncias estavam nocivamente em excesso em seu organismo. Esta medicina desenvolveu uma forma de retirar quimicamente estas substâncias nocivas do sangue e repor aquelas faltantes através da suplementação vitamínico-mineral, procurando normalizar o metabolismo.
Mas, se transcendermos a medicina do indivíduo e olharmos ecologicamente em busca da origem dessa situação encontraremos transformações profundas nas formas de produção agropecuária que se disseminaram pelo mundo nos anos 50. Nesse período pós-guerra, a tecnologia bélica perdeu sua finalidade, mas encontrou um escoamento para sua produção transformando tanques de guerra em tratores! A prática de arar o solo era justificável e até ecológica nas áreas de clima temperado, pois trazia para a superfície do solo a camada vital que ficou latente a 40 centímetros de profundidade durante o inverno gelado. Esse método, aplicado numa região fria, auxilia a natureza expondo ao calor do suave sol de primavera a camada viva do solo possibilitando que a prática agrícola se inicie mais cedo.
Porém, quando são derrubadas as matas das zonas tropicais com os potentes tratores de esteira ligados por pesadas e grossas correntes, a camada viva superficial do solo é aquecida a 60ºC ou até 80ºC pelo tórrido sol tropical, mata-se a flora e a a fauna subterrânea pelo calor e pela destruição provocada pelo arado mecânico. Nesse solo morto a matéria orgânica não pode ser reciclada. A única alternativa é alimentar as plantas com adubo químico, pois elas só conseguem absorver a matéria orgânica que foi mineralizada pelo organismos vivos do solo. A lavoura alimentada com NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) é microdesnutrida, apesar de aparentar saúde.
A Natureza porém não se engana e, seguindo suas leis de equilíbrio e homeostase envia seus agentes para eliminar as plantas de seiva doce (sintoma decorrente do uso de NPK) como verificou Chaboussou em 1.981. estes organismos são chamados de pragas e "tratados" com defensivos agrícolas, isto é, venenos poderosíssimos que adoecem e matam os agricultores. Grando, em 1.998, constatou que somente no Estado de Santa Catarina são registrados np Centro de Informação Toxicológica da Universidade Federal de Santa Catarina 30 a 40 casos de intoxicação por agrotóxicos ao mês, chegando a 500 casos por ano, dos quais 15 em média vão a óbito.
Bortoletto em 1.993 afirma que este índice é subestimado quando pensamos no Brasil todo. Os agricultores apresentam sintomas vagos que por vezes passam desapercebidos evoluindo até dores de cabeça e estômago, fraqueza, sonolência; chegando a danos neurológicos irreversíveis, neoplasias e malformações congênitas além de abortos. Essas manifestações variam segundo a susceptibilidade do indivíduo, podendo ocorrer em pessoas que não sejam trabalhadores rurais, mas sim consumidores inconscientes que estão se intoxicando cronicamente! Além de danificar de forma irreversível o meio ambiente, a agricultura convencional está produzindo alimentos inadequados, microdesnutridos e intoxicados estendendo a mesma condição aos consumidores.
A Revolução Verde da década de 50, baseada em um olhar neomalthusiano, subordinou a agricultura ao capital industrial e ignorou métodos tradicionais de manejo ecológico do solo como o plantio direto (utilizado tradicionalmente pelos índios), adubação verde com cobertura permanente do solo, etc (Miller 2.002) A saúde e principalmente o bem-estar e a qualidade de vida decorrem não só da qualidade dos alimentos consumidos por uma população mas também do seu estilo de vida. A História mostra que os povos mais longevos e saudáveis ingeriam alimentos naturais produzidos no local que habitavam sem conservantes através de uma verdadeira agricultura, isto é, de uma cultura humana alicerçada no solo vivo reverenciado por vários rituais, integrados por uma convivência consciente e saudável com a Natureza. São exemplo desses modelos os Mayas, os habitantes da Nova guiné e também do Vale dos Hunza e Vilcabamba no Equador, bem como as populações que habitam hoje a Serra Gaúcha do Brasil. A longevidade dos colonos da região de Taquari (RS) é uma das maiores do país. Eles tem uma cultura alimentar mediterrânea (consagrada pela literatura médica mundial como preventiva de doenças crônicas) mas também tem uma relação direta com a produção agropecuária que os sustenta e tem uma forte estrutura familiar que gera confiança (Azevedo, 2.003).
Acredita-se que a natureza da espécie humana seja matriarcal. Recentes estudos arqueológicos realizados na Europa meridional sugerem que os primórdios da agricultura tenham acontecido por volta de 7.000 a.C. (...)
CONTINUE A LER EM: http://www.aao.org.br/dicas2.asp
Desde setembro de 2008 - Feira Orgânica da AAO também aos domingos,
FEIRA DA ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTURA ORGÂNICA
PARQUE DA ÁGUA BRANCA
AV. FRANCISCO MATARAZZO, 455 – PERDIZES/SP
A Feira do Produtor Orgânico é um espaço institucional administrado pela AAO – Associação de Agricultura Orgânica. Os participantes são produtores orgânicos, certificados e estão pessoalmente envolvidos com a divulgação e o fortalecimento da Agricultura Orgânica no Brasil.
SÁBADOS, TERÇAS E DOMINGOS* (DENTRO DO PARQUE)
7h ÀS 12h
VERDURAS, LEGUMES, FRUTAS, CEREAIS, RAÍZES, ERVAS, SUCOS, LATICÍNIOS, MEL, PÃES, BOLOS, PIZZAS, PALMITO, SHIITAKE, OVOS E MUITO MAIS.
CAFÉ DA MANHÃ ORGÂNICO.

Plantas Medicinais
8/11/2009
Agroecologia e Permacultura na Prática
21/11/2009
Agricultura Orgânica e Alimentação Desintoxicante
21/11/2009
Minhocultura: Curso Prático
22/11/2009
http://www.aao.org.br/noticias.asp?u_action=display&u_log=25
PARQUE DA ÁGUA BRANCA
AV. FRANCISCO MATARAZZO, 455 – PERDIZES/SP
A Feira do Produtor Orgânico é um espaço institucional administrado pela AAO – Associação de Agricultura Orgânica. Os participantes são produtores orgânicos, certificados e estão pessoalmente envolvidos com a divulgação e o fortalecimento da Agricultura Orgânica no Brasil.
SÁBADOS, TERÇAS E DOMINGOS* (DENTRO DO PARQUE)
7h ÀS 12h
VERDURAS, LEGUMES, FRUTAS, CEREAIS, RAÍZES, ERVAS, SUCOS, LATICÍNIOS, MEL, PÃES, BOLOS, PIZZAS, PALMITO, SHIITAKE, OVOS E MUITO MAIS.
CAFÉ DA MANHÃ ORGÂNICO.
Plantas Medicinais
8/11/2009
Agroecologia e Permacultura na Prática
21/11/2009
Agricultura Orgânica e Alimentação Desintoxicante
21/11/2009
Minhocultura: Curso Prático
22/11/2009
http://www.aao.org.br/noticias.asp?u_action=display&u_log=25
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
ANALISANDO DADOS - AGRICULTURA FAMILIAR X CONCENTRAÇÃO DE TERRAS (AMIGA REGINA ENVIA)
A comparação entre estas duas noticias me parece muito esclarecedora e diretamente ligada ao:
- crescimento das favelas
- aumento da criminalidade
- destruição de florestas e rios em volta das cidades
- mortalidade infantil e alimentação deficiente entre populações carentes
A analise que faço é que, enquanto um contribui diretamente para a alimentação da população e ocupa tão pouco espaço, a outra é fator de concentração de riquezas, destruição do meio ambiente, etc. – e ocupa cada vez mais espaço tanto geograficamente quanto economicamente. Conclusão pelo menos provisória: assim não vai dar certo!...
REGINA - 02/10/09
Concentração de terras piorou nos últimos 20 anos
A agropecuária brasileira permanece marcada pela desigualdade e com um nível de concentração de terras cada vez mais grave, como mostra o Censo Agropecuário 2006, divulgado ontem pelo IBGE. O censo retrata as mudanças ocorridas no setor na última década, já que o levantamento anterior refere-se a 1996. No entanto, a concentração de terras permanece praticamente inalterada há mais de 20 anos, desde 1985. Segundo o IBGE, enquanto as propriedades de menos de 10 hectares ocupam menos de 2,7% da área agrícola, a área dos estabelecimentos de mais de 1.000 hectares concentram mais de 43%. O Índice de Gini - medida internacional de desigualdade - no meio rural chegou a 0,872, superando o dos anos de 1985 (0,857) e 1995 (0,856). Pela tabela de Gini, que vai de zero a 1, quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade na renda - OESP, 1/10, Economia, p.B10; FSP, 1/10, Dinheiro, p.B6; O Globo, 1/10, Economia, p.25.
Agricultura familiar chega a 84%
A agricultura familiar tem forte peso na cesta básica dos brasileiros, segundo revela o Censo Agropecuário. Dos 5,2 milhões de estabelecimentos agropecuários do País, 4,4 milhões, ou 84%, eram desse tipo. O alcance da agricultura familiar na produção de algumas culturas brasileiras impressiona. Esse tipo de exploração da terra foi responsável por 87% da produção nacional de mandioca, 70% de feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz, 21% do trigo e, na pecuária, 58% do leite, 59% do plantel de suínos, 50% das aves e 30% dos bovinos. No entanto, a área média dos estabelecimentos familiares (18,37 hectares) é muito inferior a dos não familiares (309,18 hectares). Dos 80,25 milhões de hectares da agricultura familiar, 45% eram destinados a pastagens, 28% com matas, florestas ou sistemas agro florestais e 22% com lavouras - OESP, 1/10, Economia, p.B11; FSP, 1/10, Dinheiro, p.B6.
Fonte: Manchetes Socioambientais [manchetes@socioambiental.org]
http://www.socioambiental.org/manchetes/
- crescimento das favelas
- aumento da criminalidade
- destruição de florestas e rios em volta das cidades
- mortalidade infantil e alimentação deficiente entre populações carentes
A analise que faço é que, enquanto um contribui diretamente para a alimentação da população e ocupa tão pouco espaço, a outra é fator de concentração de riquezas, destruição do meio ambiente, etc. – e ocupa cada vez mais espaço tanto geograficamente quanto economicamente. Conclusão pelo menos provisória: assim não vai dar certo!...
REGINA - 02/10/09
Concentração de terras piorou nos últimos 20 anos
A agropecuária brasileira permanece marcada pela desigualdade e com um nível de concentração de terras cada vez mais grave, como mostra o Censo Agropecuário 2006, divulgado ontem pelo IBGE. O censo retrata as mudanças ocorridas no setor na última década, já que o levantamento anterior refere-se a 1996. No entanto, a concentração de terras permanece praticamente inalterada há mais de 20 anos, desde 1985. Segundo o IBGE, enquanto as propriedades de menos de 10 hectares ocupam menos de 2,7% da área agrícola, a área dos estabelecimentos de mais de 1.000 hectares concentram mais de 43%. O Índice de Gini - medida internacional de desigualdade - no meio rural chegou a 0,872, superando o dos anos de 1985 (0,857) e 1995 (0,856). Pela tabela de Gini, que vai de zero a 1, quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade na renda - OESP, 1/10, Economia, p.B10; FSP, 1/10, Dinheiro, p.B6; O Globo, 1/10, Economia, p.25.
Agricultura familiar chega a 84%
A agricultura familiar tem forte peso na cesta básica dos brasileiros, segundo revela o Censo Agropecuário. Dos 5,2 milhões de estabelecimentos agropecuários do País, 4,4 milhões, ou 84%, eram desse tipo. O alcance da agricultura familiar na produção de algumas culturas brasileiras impressiona. Esse tipo de exploração da terra foi responsável por 87% da produção nacional de mandioca, 70% de feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz, 21% do trigo e, na pecuária, 58% do leite, 59% do plantel de suínos, 50% das aves e 30% dos bovinos. No entanto, a área média dos estabelecimentos familiares (18,37 hectares) é muito inferior a dos não familiares (309,18 hectares). Dos 80,25 milhões de hectares da agricultura familiar, 45% eram destinados a pastagens, 28% com matas, florestas ou sistemas agro florestais e 22% com lavouras - OESP, 1/10, Economia, p.B11; FSP, 1/10, Dinheiro, p.B6.
Fonte: Manchetes Socioambientais [manchetes@socioambiental.org]
http://www.socioambiental.org/manchetes/
Assinar:
Postagens (Atom)






