
LIBERDADE É O NOSSO NOME
ou recuar,
um único milímetro que seja;
nem o medo,
nem a morte,
e nem mesmo o próprio silêncio,
pois,
somos muito mais do que livres,
somos a própria liberdade
MARCELO GLEISER, MARCELO ROQUE E ALBERTO DINES: LIVRES PARA OPTAR E DIVULGAR
Glória Kreinz
Neste número da ABRADIC há notícias agradáveis e preocupantes para a divulgação científica, que visa melhorar a qualidade de vida com as conquistas da ciência e tecnologia. Índios sofrem discriminação e são presos, e temos a queda do diploma de jornalista afetando redações e seres humanos. A estrutura do tempo e como ela deixa de fazer sentido na poesia e na divulgação científica mostra como diferentes linguagens falam sobre um mesmo tema.
Marcelo Gleiser, em sua coluna Macro/Micro publicada domingo, 21 de Junho de 2009, no jornal Folha de S. Paulo comenta o tempo e sua relação com os famosos “buracos negros” declarando:"Dessa fronteira para dentro, o caminho é um só: em direção ao centro do buraco negro, ou "singularidade", um ponto onde a gravidade atinge um valor infinito e a estrutura do espaço e do tempo deixa de fazer sentido."[texto completo de Marcelo Gleiser no blog Micro/ Macro].
Na poesia "A Vida Não Pára" de Marcelo Roque, publicada dia 22 no seu blog, também o tempo deixa de fazer sentido, em linguagem poética,o que mostra diferentes linguagens para se fazer divulgação científica e ilustrar temas que pretendemos divulgar:
A VIDA NÃO PÁRA
Minha vida passa tão depressa
que muitas vezes,
quando me dou conta,
já parti,
e me deixei para trás...