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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

'FAKE NEWS' a palavra do ano! e os equívocos na comunicação via sistema móvel

'Fake News' é eleita a palavra do ano, mesmo que não seja uma palavra




 
https://www.tecmundo.com.br/internet/123772-fake-news-eleita-palavra-ano-mesmo-nao-seja-palavra.htm


Fake News" foi escolhida como a palavra do ano pelo dicionário inglês da editora Collins — mesmo que não seja uma palavra e, sim, uma expressão. O termo "Fake News" ("Notícias falsas") nasceu com Donald Trump, presidente dos EUA, usado para caracterizar veículos de mídia que "atacavam" o candidato na época — obviamente, atacavam na suposição de Trump.

Além de Fake News, outras palavras entraram no dicionário e foram finalistas na escolha da palavra do ano:
  • Echo-chamber (Câmara de eco): "é uma descrição metafórica de uma situação em que informações, ideias ou crenças são amplificadas ou reforçadas pela comunicação e repetição dentro de um sistema definido"
  • Antifa: "movimento contra qualquer forma de autoritarismo, fascismo e nazismo".
Ano passado, a palavra do ano foi "Brexit", que definiu a saída do Reino Unido da União Europeia.

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https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/11/1932402-fake-news-e-eleita-palavra-do-ano-e-vai-ganhar-mencao-em-dicionario-britanico.shtml

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os equívocos na comunicação via sistema móvel

Com o intenso uso da telefonia móvel, muitas coisas mudaram para pior.
Se antes os usuários de Internet já demonstravam muita falta de informação e conhecimento para usar de forma eficiente a Internet, agora piorou bem!
Compartilham via Whatsapp e Messenger, vídeos sem links, ou geralmente o vídeo é de um ano atrás e nem se dão ao trabalho de clicar no link e checar em qual data foi postado no Facebook, ou no Youtube. A confusão é geral, é desanimador presenciar tanta falta de atenção e vontade de aprender a usar melhor esta incrível tecnologia que poderá um dia, por certo, cooperar muito com os direitos de todos! Por enquanto continuam compartilhando Fake news, e se for do partido ou da posição política contrária, melhor, ai se esbaldam espalhando mentiras!
Isto é o que resultou de um povo  que tem mania de dizer que detesta manuais ou tecnologia, e que prefere ir na orelhada ou dando o tal do jeitinho, característico do brasileiro! A Internet é algo incrível pois se pode aprender tudo sobre ela, nela mesma, é só querer! Se antigamente se dizia que um bom design é aquele que já trás a "receita" ou o "manual" nele mesmo...a Internet vai muito além disto, e pode surpreender qualquer um.
Certa vez uma garota queria ter aulas particulares sobre Excel, mas quando lhe disseram que ela encontraria inúmeros tutoriais no Youtube sobre isto, ela se assustou e ficou muito feliz!! Esta predisposição de muitos se proporem a compartilhar conhecimento em vídeos,
é ótima! E prova aos individualistas, que sua falta de generosidade é ridícula e inapropriada para esta nossa época de produção cooperativa do conhecimento!
Dia chegará em que a totalidade das pessoas compreenderá a importância da boa comunicação e a nossa evolução mais rapidamente se concretizará!

Nadia Gal Stabile - SP, 10 11 2017

*ver também: 
http://sarauxyz.blogspot.com.br/2017/11/mst-vitima-de-fake-news.html#.WgZYHGhSxHY


INÍCIO 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

SINAIS - Marcelo Roque

Mergulhado em teu universo
busco nas profundezas do silêncio
qualquer vestígio do teu ser
Por onde andas ?
Qual novo caminho estarás traçando ?
Entre quais sonhos estarás voando ?
Qual novo tempo terás inventado ?
Bastaria-me apenas uma resposta
Ainda que sem resposta ...

Marcelo Roque





Um grupo de cientistas europeus conseguiu estabelecer uma
comunicação com um paciente em estado vegetativo, em que este respondia mentalmente "sim" ou "não" às perguntas dos estudiosos.
A pesquisa foi publicada no New England Journal of Medicine

Leia mais no link abaixo :

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/02/100204_vegetativo_comunicacao_vdm.shtml

sábado, 9 de janeiro de 2010

1ª Conferência Nacional de Comunicação ocorrida em dezembro de 2009 (clique aqui para saber mais)

Bechara ressalta coragem e tolerância

Marcelo Bechara, assessor jurídico do Ministério das Comunicações, é o presidente da Comissão Organizadora Nacional da 1ª Conferência Nacional de Comunicação , convocada pelo Governo Federal em abril e que, entre os dias 14 e 17 de dezembro, reuniu em Brasília 1.684 delegados das 27 unidades da Federação para discutir a comunicação no Brasil. Ao fim dos trabalhos, Bechara resumiu em duas palavras a Confecom: “coragem e tolerância”.

Agora que terminou, como o senhor descreve a Confecom?

Foi a Conferência do impossível. Era muito mais fácil ela não acontecer. Ainda assim, a sociedade civil conseguiu sensibilizar o Governo e também agregar a sociedade civil empresarial. Foi um exemplo de coragem e tolerância. Coragem do presidente Lula e dos ministros envolvidos e tolerância dos setores que entraram na discussão. Todas as diversidades e pluralidades estavam bem representadas aqui.

Quais as maiores dificuldades encontradas ao longo do processo?

Foi uma conferência que foi convocada em abril, mas que, na prática, começou no dia 1º de junho e teve pouquíssimo tempo para ser organizada. Mas contamos com a ajuda dos estados, que formularam mais de 6 mil propostas, que viraram 1.500 na etapa nacional.

E durante os dias de trabalho em Brasília, o que mais impressionou?

Os grupos de trabalho conseguiram aprovar muitas propostas. Alguns deles nem chegaram a encaminhar a cota de 10 propostas para a plenária final. No fim, todos saíram daqui contemplados, propostas importantes para todos os segmentos foram apreciadas. Foi muito bonito ver os grupos de trabalho fazendo acordos inimagináveis tempos atrás.

O que será feito agora?

As propostas aprovadas vão compor o relatório final, que terá também uma retrospectiva de todo o processo realizado. Teremos uma fotografia das idéias da sociedade aqui representada. Acho que temos subsídios importantes para a construção de políticas públicas de comunicação daqui para frente.

A Confecom não teve a participação de algumas entidades da sociedade civil empresarial. Isso atrapalhou?

Se tivéssemos mais tempo para trabalhar e estruturar a Conferência, mais associações estariam aqui. Mas a delegação do segmento empresarial estava extremamente significativa. E mesmo assim, muitas das entidades que não estavam na organização estiveram aqui com observadores. Isto é fazer parte da Conferência também.

Qual o resultado final?

O mais importante na Conferência é que foi aberto um canal de diálogo entre segmentos importantes da indústria de comunicação. Vi que os delegados saíram daqui com a sensação de dever cumprido e todos com a impressão de ter conquistado grande parte das reivindicações. Foi uma contribuição histórica, uma conquista da sociedade no sentido mais amplo. Empresários, movimentos sociais e poder público. Estivemos aqui como funcionários, mas somos todos cidadãos.(...)

LEIA MAIS EM :

FONTE:http://www.confecom.com.br/boletim

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O BOLETIM DA CÁTEDRA UNESCO NJR/ECA/USP SAIU AGORA , COM POESIA DE MARCELO ROQUE, TEXTO DE GLÓRIA KREINZ E CITA O SARAU PARA TODOS

SARAU PARA TODOS E LUZES/FOGOS NA NOITE


http://www.eca.usp.br/nucleos/njr/catedra/ BOLETIM
EM TEXTO QUE FAZ HOMENAGEM AO JORNALISTA NICODEMO SPOSSATO NETO O BOLETIM DA CÁTEDRA UNESCO NJR/ECA/USP SAIU AGORA PARA 15 MIL EMAILS CADASTRADOS, CITANDO O SARAU PARA TODOS.JUNTOS NESTE BLOG, É O QUE PROCURAMOS FAZER...QUE NOSSA PRESENÇA SEJA UMA LUZ NA NOITE...
JUNTOS
Mesmo quando distantes
um do outro
estamos sempre
no mesmo lugar ...
no centro do mundo
Marcelo Roque

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

dos polegares opositores até nós no olho do furacão da 4ª revolução da comunicação

polegares opositores
grunhidos
tambores
fumaça
escrita
gutemberg
comunicação de massa
e agora nós aqui...

Nadia Stabile - 24/08/09

cultura,nascente,união, força...

"a cultura brota livremente como água na nascente"

"quem faz cultura escrevendo como os amigos deste blog,ou que simplesmente se expressam comunicando coisas tão importantes quanto uma entrevista de Clarice Lispector,ou seja lá o que for...sentem-se vivos, sentem-se gente e chegam a animar uma amiga meio desanimada demais (como eu estava agora há pouco)...esta é a força da comunicação!!!...esta é a nossa força!! a cultura une forças que a gente nem sabia que tinha!"

Nadia Stabile - 24/08/09

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Projeto Acessa São Paulo




Projeto Acessa São Paulo
Usuário aprende a usar a internet e a se beneficiar da rede para melhorar a sua realidade
FONTE: http://www.iptvcultura.com.br/sections/ondemand/?id=436

segunda-feira, 15 de junho de 2009

OBRA ABERTA - UMBERTO ECO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Obra aberta é um livro escrito por Umberto Eco, que reúne uma coletânea de ensaios a respeito das formas de indeterminação das poéticas contemporâneas, tanto em literatura, como em artes plásticas e música. Sua primeira edição data de 1962, momento em que a arte européia assistia à proliferação de obras de arte indeterminadas com relação à forma, convidando o intéprete a participar ativamente na construção final do objeto artístico. São exemplos desse tipo de obra as séries permutáveis de partitura do músico Henri Pousseur e os móbiles de Alexander Calder. O livro contou com várias outras edições, acrescentadas de novos ensaios por parte do seu autor. Além disso, a obra foi traduzida para inúmeras línguas em todo o mundo, sendo que a versão brasileira foi lançada pela Editora Perspectiva, com tradução de Giovanni Cutolo.

O Conceito

Na sua introdução à segunda edição, Umberto Eco é bastante sugestivo. Dela decorrem três conclusões fundamentais:

* toda obra de arte é aberta porque não comporta apenas uma interpretação;
* a "obra aberta" não é uma categoria crítica, mas um modelo teórico para tentar explicar a arte contemporânea;
* qualquer referencial teórico usado para analisar a arte contemporânea não revela suas características estéticas, mas apenas um modo de ser dela segundo seus próprios pressupostos.

Em "A poética da obra aberta", a intencionalidade é considerada um pressuposto da obra aberta. Além de toda obra possibilitar várias interpretações, a obra aberta apresenta-se de várias formas e cada uma delas se submete ao julgamento do público. À medida que o autor cria várias obras, deixando ao executante escolher uma das seqüências possíveis e definir, por exemplo, a duração dos sons, a própria execução da obra torna-se um ato de criação. Nesse sentido, autoria e co-autoria acabam se confundindo de tal maneira que já não se pode falar de uma obra de arte, mas de várias "obras". Cumpre lembrar que, apesar de seu caráter indeterminado, que pode culminar num sem-número de configurações formais, ainda assim, segundo a visão de Eco, se pode falar de "obra", única e individual, na medida em que as várias possibilidades combinatórias estão de antemão previstas pela estrutura mesma da obra que se propõe aberta. Em todo caso, a antinomia é bastante clara, servindo de ponto de discórdia entre os leitores e comentadores do livro.

Na avaliação de Umberto Eco, as motivações para a poética da obra aberta podem ser encontradas nas teorias da relatividade, na física quântica, na fenomenologia, no desconstrucionismo, entre outras. De acordo com o semioticista italiano, essas teorias científicas e essas correntes filosóficas modernas promovem uma espécie de "descentralização", de ampliação dos horizontes imagináveis para a concepção da realidade. Nesse sentido, diante do reconhecimento de que as poéticas clássicas (identificadas, aqui, com as poéticas anteriores à poética da abertura) não são mais capazes de lidar com a pluralidade de sentidos do mundo, nem tampouco com o seu caráter multifacetado, os artistas da obra aberta se lançam na busca de uma linguagem artística capaz de promover no intérprete justamente esse sentimento de descentralização e pluralidade.

Além desse primeiro sentido do conceito de obra aberta, há, porém, segundo Eco, uma segunda categoria de obras que podem ser denominadas "abertas": aquelas que são determinadas quanto à forma, mas indeterminadas quanto ao conteúdo. Nesse caso, poder-se-ia dizer que a abertura é efeito da combinatória de signos que formam a estrutura da obra, que, evocando os mais diversos sentidos, permitem ao intérprete fazer, durante a fruição, as mais diversas conjecturas interpretativas. Dito de outro modo, a forma, acabada em si, é dotada de uma estrutura que desafia constantemente o intérprete a construir sentido, mediante inferências a respeito de como a obra foi criada e como ela pode ser interpretada dentro de um determinado contexto. De certo modo, portanto, a reflexão da relação entre a indeterminação de sentidos e a participação ativa na construção dos mesmos por parte do intérprete, ponto crucial da teoria semiótica de Eco nas suas obras sobre os limites da interpretação, estão, de alguma forma, presentes em Obra aberta.

Cumpre lembrar que, de algum modo, toda e qualquer obra de arte tem em si a abertura como característica fundamental. Isso se deve ao fato de que Eco reconhece na linguagem da arte a pluralidade de sentidos como traço definidor, em contraposição à linguagem cotidiana. Sendo assim, devemos distinguir, portanto, duas categorias de abertura: 1) a abertura como definição da arte; e 2) a abertura como intenção da obra (decorrente da intenção do autor, mas não necessariamente dependente dela), que caracteriza o surplus de abertura que define o conceito de obra aberta.(...)

LEIA MAIS EM : http://pt.wikipedia.org/wiki/Obra_Aberta.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

LIBERDADE VIGIADA

PERSEGUIÇÕES EM BLOG: STOA É VÍTIMA DA REITORIA DA USP.IDADE MÉDIA NESTE PRIMEIRO DE MAIO...SAIBA MAIS LENDO www.eca.usp.br/njr/proscientiae

Escola de São Paulo - Ciro Marcondes Filho

Alguns citam a Escola de Birmingham, outros, a Escola de Chicago, a Escola de Toronto, todos, evidentemente sabem da Escola de Frankfurt. Mas já é mais do que hora de chamar a atenção de nossos amigos nacionais e internacionais que aqui, na Universidade de São Paulo, há uma escola de pensamento comunicacional que já opera há mais de vinte anos, já envolveu mais de cinquenta pensadores, promoveu vários congressos nacionais e internacionais, publicou muitos livros, centenas de cadernos, e, mais do que tudo, elaborou nesse seu período de produção uma teoria da comunicação original, atual, dinâmica e que tem vocação para se tornar uma das mais importantes correntes do pensamento comunicacional no país, não só por propor um novo olhar à comunicação e suas pesquisas mas também por ser uma opção para aqueles que não se encontram nas teorias latino-americanas, nas teorias inglesas e mesmo nas europeias. No seio desta comunidade surgiu espontaneamente e foi muito benvinda a ideia de este grupo de chamar a “Escola de São Paulo” de estudos comunicacionais.

Sobre a “Escola de São Paulo” de estudos de comunicação - Glória Kreinz

Ciro Marcondes Filho


Sediada na Escola de Comunicações e Artes da USP, a Escola de São Paulo de estudos de comunicação esteve vinculada ao NTC – Centro de Estudos e Pesquisas em Comunicação, Cultura e Tecnologia e ao FiloCom – Núcleo de Estudos Filosóficos da Comunicação. Seus membros reuniram-se primeiramente em 1989, logo após o encerramento do ciclo “Psicanálise da Comunicação”, em quatro módulos, que rendeu a obra A construção social da loucura (Paulus, 2003), durou até 1992. Foi o momento em que o discurso pós-moderno avançava na Academia, e a comunicação, em vista das mudanças tecnológicas e diante da falência das ideologias e da “crise de paradigmas” que havia se instalado nas ciências humanas, exigia uma nova teoria. Ainda não existia um núcleo de pesquisa, apenas pesquisadores associados ao Projeto. Começaram a ser ministrados os primeiros dos 23 cursos de pós-graduação com o título “Nova Teoria da Comunicação”. Os colaboradores desta época foram Wilson Roberto Ferreira Vieira, Jair Marcatti Jr., Liv Sovik, Fernando Barone, Maria Christina Daniels e Arim Soares do Bem. As principais obras do período foram A sociedade Frankenstein (1991), Televisão (Scipione, 1994), Quem manipula quem (Vozes, 1986).
Dois fatos marcaram essa época e o início do Projeto “Nova Teoria da Comunicação”. O primeiro, a constatação surgida em pequenos grupos de debates da época, de que o novo surge da troca informal entre membros de um grupo teórico de discussão. São os insights que posteriormente irão revolucionar a teoria e instaurar o novo, realizar a comunicação. Neste encontro livre, espontâneo e criativo de cabeças pensantes nasce efetivamente a ciência. O segundo, exemplificado na tese de Arim Soares do Bem sobre a televisão e a empregada doméstica (ECA-USP), seguindo uma idéia antes esboçada por Dieter Prokop, demonstrou-se que seria possível estudar o fenômeno da comunicação no exato momento em que ela ocorria (a razão que comanda o estudo da comunicação opera no “durante”).A segunda fase, de 1992 a 1998, foi o período da criação do NTC – Centro de Estudos e Pesquisas em Novas Tecnologias, Comunicação e Cultura, de sua editora, da rede nacional de colaboradores, e de sua revista Atrator Estranho, que inovou a discussão das tecnologias comunicacionais pelo país afora. Foi um período preparatório à Nova Teoria, em que os 37 volumes publicados da revista, resultados de 45 encontros de debates, assim como a obra coletiva Pensar-Pulsar (NTC, 1996), e os demais volumes Cenários do Novo Mundo (NTC, 1998), Vivências eletrônicas (NTC, 1998) e Super-Ciber, a sociedade místico-tecnológica do século XXI (Ática, 1997), ampliaram o debate e introduziram novos temas e achados diversos, resultantes de intensivo trabalho de debates, publicações e trocas nacionais e internacionais de proposições teóricas e intelectuais. Participaram desta fase da Nova Teoria, como membros e colaboradores do NTC, Rose Rocha, Beltrina Corte, Solange Wajnman, Eugênio Rondini Trivinho, Mayra Rodrigues Gomes, Vani Kenski, Denise Conceição, Rodrigo Assunção e Marta Catunda.
Entre 1998 e o ano 2000, a Escola de São Paulo de estudos de comunicação continuou a operar, contando com o ingresso das pesquisadoras Danielle Naves de Oliveira, Tarcyanie Cajueiro Santos e Ana Célia Mantinez Guarnieri. Em Grenoble, o coordenador avançou os estudos e as investigações, produzindo a obra Viagem na irrealidade da comunicação (Grenoble, 2000), que deu origem ao primeiro volume, ainda provisório, da Trilogia “Nova Teoria da Comunicação”, que sairia na primeira década no novo século.
A terceira fase começa em 2000, com a criação do FiloCom e a orientação do Núcleo para a apresentação efetiva da Nova Teoria. Desta nova fase fizeram parte as obras O espelho e a máscara. O enigma da comunicação e o caminho do meio (Discurso, 2002), Da arte de envenenar dinossauros e outros ensaios mediáticos (2003), O escavador de silêncios, formas de construir e desconstruir a comunicação (Paulus, 2004), Até que ponto, de fato, nos comunicamos (Paulus, 2004) e, mais recentemente, Para entender a comunicação. Contatos antecipados com a Nova Teoria (Paulus, 2008). Participaram ativamente neste período os seguintes colaboradores Elenildes Dantas, Marco Toledo de Assis Bastos, Eliany Machado Salvatierra, Maria Helena Charro, Cristina Pontes Bonfiglioli, Ana Elisa Antunes Viviani, Paulo Masella, Rafael Elias Teixeira, Paulo da Silva Quadros, Pe. Valdir Castro. Naiara Raggiotti fez o trabalho de revisão da obra Da Arte de Envenenar Dinossauros e a obra foi, por isso, a ela dedicada. Mauro Celso Destácio, do Núcleo José Reis, foi assíduo participante dos cursos e das discussões. Neste período mais recente, a Escola de São Paulo conta com novos colaboradores, recém-ingressos na equipe: Ana Paula de Morais Teixeira, Karenine M. R. Cunha, Cristina Valéria Flausino, Eliana Costa Simões e Claudenir Módulo.
Membros efetivos e permanentes de todas as fases da equipe foram José Alberto Sheik Pereira e eu, Glória Kreinz.
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