Mostrando postagens com marcador direito à comunicação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador direito à comunicação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

MÍDIA (TV) E ALIMENTAÇÃO - ÓRGÃOS REGULATÓRIOS

 *esta frase de Deleuze é demais:
 *sempre lembro da história do penico de minha prima. Ela era pequena e ganhou um penico. Logo ela começou a brincar com o penico, era de alumínio, até jogá-lo pra cima, amassá-lo, mas menos usá-lo para a finalidade a que se destina um penico, e só bem depois aprendeu a usá-lo. Assim somos nós até depois de crescermos, usamos a Internet assim como fazia minha prima com o penico. Quando será que a maior parte de nós vai resolver utilizar a Internet como se deve e como se pode para colaborar com todos?


Brasil está hiper atrasado em matéria de órgãos regulatórios. A presidenta em sua campanha propôs algo neste sentido http://www.pt.org.br/dilma-ira-discutir-regulacao-da-midia-no-segundo-mandato/ , mas até agora... o que precisamos é  nos mobilizarmos, senão, nada acontecerá.

http://www.ipea.gov.br/desafios/index.php?option=com_content&view=article&id=2723:catid=28&Itemid=23

*médico rebate matéria veiculada pela Rede Globo no dia 18 de agosto de 2015:
https://www.facebook.com/drcacciari/photos/a.1627232434157869.1073741828.1616002881947491/1651100735104372/?type=1

A questão da tv brasileira e da alimentação cheia de problemas e de injustiças,
atreladas ao grande capital, deixam invisíveis ao povo, questões hiper relevantes, vitais, e que nos atingem diretamente, só poderão começar a serem resolvidos se o povo estiver informado de verdade e pra isto, coisas como estas precisam acabar :  http://revistaforum.com.br/digital/146/democratizacao-das-midias-e-uma-outra-comunicacao-possivel/

Informação é tudo para um povo que não tem a educação formal que merece, inclusive a educação no Brasil, país continental, que na minha opinião só irá melhorar quando as emissoras de rádio e tv forem democratizadas de verdade!

É preciso nos reunirmos, criarmos espaços de debates sobre como  iniciar estes tais órgão regulatórios da mídia e da alimentação,(e tantos quanto forem surgindo, populares e livres)  porque continuar sem fazer nada perante problemas graves de alimentos envenenados, não me parece algo de gente que estudou, que se formou em universidades e que faz parte de um grupo seleto da Internet brasileira e que poderia muito bem tomar iniciativas para começar a fazer algo.

Mas porque as pessoas privilegiadas que usam a Internet há anos não fazem algo para cooperar com a maioria do povo brasileiro que ainda está excluido de muitas coisas? inclusive de tomar conhecimento de coisas primárias que prejudicam sua saúde?  e não se organizam para enfrentar esta meia dúzia de famílias brasileiras que sentem-se donas deste quarto poder (a mídia) e com o consentimento dos outros 3 poderes, enganam diariamente este povo carente daquilo que eles nunca poderiam ser carentes, direitos, boa informação e etc. 
Os priveligiados da Internet precisam fazer alguma coisa, proponho que advogados, médicos, biólogos, publicitários, jornalistas, professores, engenheiros, enfim de todas as áreas, cada um  comece a pensar em possíveis mobilizações, reuniões, debates...

A regulação da mídia feita pelo povo, não tem nada a ver com censura, trata-se de se opor a coisas absurdas que são veiculadas nas emissoras de tv e rádio, trata-se de fazer uma oposição, porque nada neste mundo pode deixar de ter algo que se oponha pra que possa ser útil para todos.

Trata-se de injustiça e egoismo daqueles que podem fazer algo pela maioria e não fazem. Cada um pode cooperar com aquilo que tem capacidade de fazer e melhorar a vida de todos, nenhum governo pode ir em frente se as pessoas com alguma formação se alienam e deixam de cooperar, negam o que uma pessoa possa ter pra ser chamada de pessoa.

Nadia Gal Stabile - 31 08 2015

* o exemplo deste médico que  se opôs a matéria do óleo de coco, da Rede Globo, é só uma amostra para nos fazer acordar sobre toda a informação nula ou enganosa a que estamos submetidos e deixamos milhões de pessoas serem submetidas sobre por exemplo, o envenenamento de nossos alimentos e de nossa água, ou da falta dela... enfim, muito o que resolver, muito o que fazer!


https://www.google.com.br/search?q=%C3%B3rg%C3%A3o+regulat%C3%B3rio+m%C3%ADdia+brasileira&gws_rd=cr,ssl&ei=epPkVdK-GIumwASJzqTYDw#q=%C3%B3rg%C3%A3o+regulat%C3%B3rio+m%C3%ADdia+brasileira&safe=off&tbs=qdr:m



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

SEMINÁRIO DIREITO À COMUNICAÇÃO E JUSTIÇA RACIAL

https://www.facebook.com/events/281116078762507/?fref=ts

http://observatoriodefavelas.org.br/projetos/comunicacao-projetos/direito-a-comunicacao-e-justica-racial



No dia 28 de agosto, a partir das 14h, o Observatório de Favelas, em parceira com a Redes de Desenvolvimento da Maré e apoio da Fundação Ford, realiza o seminário de lançamento da publicação do projeto Direito à Comunicação e Justiça Racial.

Além da equipe do Observatório de Favelas que irá apresentar os principais resultados da pesquisa, também estarão presentes Sueli Carneiro (Portal Geledés); Joel Zito Araujo (cineasta) e Marcelo Paixão (Laeser- UFRJ), discutindo questões relativas a gênero, raça e mídia.

O evento é gratuito e todos(as) estão convidados(as). A publicação será distribuída no final do evento. Contamos com a sua presença!

Para outras informações: (21) 3105-0204 ou comunicacao@observatoriodefavelas.org.br

--------------------------------

Programa de democratização da comunicação que visa aumentar o reconhecimento da relação entre as violências simbólicas e físicas promovidas pelo racismo contra a população negra, moradora das favelas e espaços populares.

Historicamente, a cidade apresenta uma ordem espacial racializada, na qual a população negra predomina em áreas periféricas. Segundo o Censo 2010, o Brasil é composto 47,7% de brancos e 50,7% de negros. Considerando a população das favelas, essa proporção muda radicalmente. Nestes espaços, são 68,3% de negros contra 30,5% de brancos (mais que o dobro).

No país, enquanto os homicídios de homens brancos vem caindo ao longo dos últimos anos, com os negros ocorre o inverso. Entre os primeiros, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes caiu de 20,6 para 15, dos anos de 2002 a 2010. Para os segundos, no mesmo período, a taxa de homicídios subiu de 30 para 100 mil habitantes para 35,9. Isto é, em 2010, para cada dois brancos assassinados, 4,6 negros foram vítimas de homicídio.

O racismo, portanto, opera tentando eliminar física e simbolicamente a população negra. A questão é que mesmo com dados e análises sobre a questão em relativa profusão, a violência e a injustiça raciais, em geral, sensibilizam pouco a sociedade. Tal constatação motivou a criação deste projeto que aposta no direito à comunicação – de produzir e difundir narrativas – como forma de romper o círculo de violência simbólica e física do racismo.

A negação da correspondência entre o racismo e as violências sofridas nas periferias urbanas tem contribuído para “autorizar” e tornar invisíveis as violações de direitos nestes espaços. Portanto, é necessário romper com esta espécie de “sanção” social da violência racial. E isto depende da produção de representações capazes de reafirmar a condição de sujeitos de direitos dos moradores – em sua maioria negros – das periferias urbanas, por meio de suas próprias vozes.

Para isso, Direito à Comunicação e Justiça Racial busca atingir os seguintes objetivos:

1) Produzir e difundir conhecimento sobre o nível de democratização da comunicação, tomando a comunicação como direito fundamental para a superação do racismo;

2) Contribuir para a construção e legitimação de políticas públicas de democratização da comunicação (e fomento de veículos populares), formando uma rede de atores e instituições que trabalham com comunicação nas periferias;

3) Incidir junto a mídia corporativa para difundir conhecimentos e representações das favelas e espaços populares que contribuam com o enfrentamento do racismo.

http://migre.me/l2dCC
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...