segunda-feira, 16 de outubro de 2017

PETIÇÃO CONTRA A EXTRADIÇÃO DE CESARE BATTISTI



http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR102530


PETIÇÃO CONTRA A EXTRADIÇÃO DE CESARE BATTISTI
Por Carlos A. Lungarzo

Queridos amigos:
Numerosas organizações, sindicatos, movimentos sociais, partidos, entidades culturais, e pessoas de todos os setores e atividades, estamos pedindo assinaturas em favor do direito de Cesare Battisti de conservar sua condição de residente permanente no Brasil.

Ao mesmo tempo, em nossa petição exigimos o fim da interminável perseguição contra ele, movida por interesses políticos, por ódio ideológico e cultural, por sentimento de vingança, e, sobretudo, pelo interesse tortuoso de ambos os governos, o italiano e o brasileiro, de distrair a atenção de seus povos fazendo um circo romano.

Há seis anos e meio que Battisti vive em liberdade no Brasil, escrevendo livros que são publicados em diversos países, e cuidando de sua família e de sua vida social. Ele tem um filho brasileiro de quatro anos que é dependente econômica e afetivamente dele.
Apesar da extrema perseguição por parte das elites, de duas graves tentativas de sequestro apoiadas por grupos ligados à polícia, o MP, e, agora, ao governo, Battisti manteve sempre a serenidade, a dignidade e a observância da lei Brasileira.
Pedimos a todos os amigos que cliquem este link, assinem e façam conhecer a seus amigos e contatos.




Contra a Extradição de Cesare Battisti

Para: Excelentíssimo Senhor Presidente da República Michel Temer; Excelentíssimos (as) Senhores (as) Ministros (as) do STF


Battisti foi militante do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), na Itália, nos chamados “anos de chumbo”, década de 70, foi preso e condenado naquele país por acusações de luta armada. 

Conseguiu escapar e depois de passar por vários países, acabou por se radicar no Brasil. 
Aqui tem a nacionalidade, com todos os documentos em ordem, tem filho nascido no Brasil e não pesa contra ele nenhum crime neste país. 

A Itália quer sua extradição a qualquer custo! Lá sua pena será de prisão perpétua, sem direito ao sol. Além disso, a associação de carcereiros já fez manifestação pública na Itália, enforcando um boneco de Cesare Battisti: assim fica demonstrado que sua extradição será uma sentença de morte! 

O governo Lula assinou um decreto, em 2010, contra a extradição solicitada pela Itália. Esse decreto só poderia ser revogado no prazo de 5 anos! Como já se passaram 7 anos, não há como revogar legalmente esse decreto. Ademais, o STF afirmou, em 2009, que a acusação de crime se extinguiria em 5 anos, portanto, também já prescreveu. 

Porém, o governo Temer está revogando essa decisão, para agradar ao governo italiano, cometendo, dessa forma, uma ilegalidade absurda. 

Nós, abaixo assinados, não concordamos com a extradição de Cesare Battisti e exigimos do governo Temer o respeito às leis e à soberania brasileira. 

ATENÇÃO: Este abaixo assinado contrário à extradição de Cesare Battisti tem EXTREMA URGÊNCIA, pois será enviado às autoridades responsáveis o mais brevemente possível. Pedimos aos apoiadores que além de assinar, ajude-nos a divulgar. 

Dalmo de Abreu Dallari 
Carlos Lungarzo 
Eduardo Matarazzo Suplicy 
Luis Eduardo Greenhalgh 
Magno de Carvalho (pelo Comitê de Solidariedade a Cesare Battisti) 
3° Congresso Nacional da CSP-Conlutas 


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Arte como forma de resistência em Auschwitz


Arte como forma de resistência em Auschwitz

Exposição na Polônia reúne obras feitas pelos presos no campo de concentração nazista


https://brasil.elpais.com/brasil/2017/10/12/album/1507824136_347077.html?id_externo_rsoc=FB_BR_CM#1507824136_347077_1507826023



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Eva viu a Uva - CONTEE - com trecho de Paulo Freire e música censurada Cálice de C.Buarque e Milton Nascimento

Eva viu a Uva - CONTEE - com trecho de Paulo Freire e música censurada Cálice de C.Buarque e Milton Nascimento


https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=uP3fnl6PeHE

http://contee.org.br/contee/index.php/lei-da-mordaca/

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domingo, 15 de outubro de 2017

La escuela capitalista - Christian Baudelot, Roger Establet



La escuela capitalista 
Siglo XXI, 1999 - 301 páginas

La escuela es un aparato ideológico del estado, es decir, un instrumento de lucha de clases marcado por las condiciones históricas del país donde se efectúa esta lucha, así como por las formas concretas que toma. La escuela capitalista va unida al capitalismo y debe desaparecer con él. Este proceso, largo y difícil, ha sido ya iniciado en muchos países del mundo y por ello un estudio como éste es aplicable a procesos semejantes que se cumplen en los países de nuestra América que viven bajo este mismo sistema.

https://books.google.com.br/books/about/La_escuela_capitalista.html?hl=pt-BR&id=KggWAAAACAAJ

https://br.images.search.yahoo.com/images

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Bwoles y Gintis La instruccion escolar en la America Capitalista



https://www.youtube.com/watch?v=a1uTj6wOEb4

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005 Bowles&Gintis, la Escuela, motor de desigualdad



https://www.youtube.com/watch?v=L8Yrl0GW4Mc 

Publicado em 4 de jul de 2013
INSCREVER-SE 109


La Escuela, para ser considerada útil no debe entregar mayores herramientas para la autodeterminación de futuros adultos.
Bowles y Gintis nos muestran un sistema donde el fin de la escuela es de de generar personas que amen la desigualdad y acepten lo que les tocó.
 

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Samuel Bowles y Herbert Gintis



https://www.youtube.com/watch?v=Kb1WAtD1yFE

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Samuel Bowles Aula Magna



https://www.youtube.com/watch?v=Sl-q42sW11M

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sábado, 14 de outubro de 2017

OBRA ABERTA - UMBERTO ECO


Mesmo a obra "acabada", "fechada", é também aberta, na medida que serve a inúmeras interpretações. "Cada fruição é uma interpretação e uma execução, pois em cada fruição uma obra revive dentro de uma perspectiva original"
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https://pt.scribd.com/doc/56308435/ECO-Umberto-Obra-Aberta

]

Obra aberta é um livro escrito por Umberto Eco, que reúne uma coletânea de ensaios a respeito das formas de indeterminação das poéticas contemporâneas, tanto em literatura, como em artes plásticas e música. Sua primeira edição data de 1962, momento em que a arte europeia assistia à proliferação de obras de arte indeterminadas com relação à forma, convidando o intérprete a participar ativamente na construção final do objeto artístico. São exemplos desse tipo de obra as séries permutáveis de partitura do músico Henri Pousseur e os móbiles de Alexander Calder. O livro contou com várias outras edições, acrescentadas de novos ensaios por parte do seu autor. Além disso, a obra foi traduzida para inúmeras línguas em todo o mundo, sendo que a versão brasileira foi lançada pela Editora Perspectiva, com tradução de Giovanni Cutolo.

O Conceito[editar | editar código-fonte]

Na sua introdução à segunda edição, Umberto Eco é bastante sugestivo. Dela decorrem três conclusões fundamentais:
  • toda obra de arte é aberta porque não comporta apenas uma interpretação;
  • a "obra aberta" não é uma categoria crítica, mas um modelo teórico para tentar explicar a arte contemporânea;
  • qualquer referencial teórico usado para analisar a arte contemporânea não revela suas características estéticas, mas apenas um modo de ser dela segundo seus próprios pressupostos.
Em "A poética da obra aberta", a intencionalidade é considerada um pressuposto da obra aberta. Além de toda obra possibilitar várias interpretações, a obra aberta apresenta-se de várias formas e cada uma delas se submete ao julgamento do público. À medida que o autor cria várias obras, deixando ao executante escolher uma das seqüências possíveis e definir, por exemplo, a duração dos sons, a própria execução da obra torna-se um ato de criação. Nesse sentido, autoria e co-autoria acabam se confundindo de tal maneira que já não se pode falar de uma obra de arte, mas de várias "obras". Cumpre lembrar que, apesar de seu caráter indeterminado, que pode culminar num sem-número de configurações formais, ainda assim, segundo a visão de Eco, se pode falar de "obra", única e individual, na medida em que as várias possibilidades combinatórias estão de antemão previstas pela estrutura mesma da obra que se propõe aberta. Em todo caso, a antinomia é bastante clara, servindo de ponto de discórdia entre os leitores e comentadores do livro.
Na avaliação de Umberto Eco, as motivações para a poética da obra aberta podem ser encontradas nas teorias da relatividade, na física quântica, na fenomenologia, no desconstrucionismo, entre outras. De acordo com o semioticista italiano, essas teorias científicas e essas correntes filosóficas modernas promovem uma espécie de "descentralização", de ampliação dos horizontes imagináveis para a concepção da realidade. Nesse sentido, diante do reconhecimento de que as poéticas clássicas (identificadas, aqui, com as poéticas anteriores à poética da abertura) não são mais capazes de lidar com a pluralidade de sentidos do mundo, nem tampouco com o seu caráter multifacetado, os artistas da obra aberta se lançam na busca de uma linguagem artística capaz de promover no intérprete justamente esse sentimento de descentralização e pluralidade.
Além desse primeiro sentido do conceito de obra aberta, há, porém, segundo Eco, uma segunda categoria de obras que podem ser denominadas "abertas": aquelas que são determinadas quanto à forma, mas indeterminadas quanto ao conteúdo. Nesse caso, poder-se-ia dizer que a abertura é efeito da combinatória de signos que formam a estrutura da obra, que, evocando os mais diversos sentidos, permitem ao intérprete fazer, durante a fruição, as mais diversas conjecturas interpretativas. Dito de outro modo, a forma, acabada em si, é dotada de uma estrutura que desafia constantemente o intérprete a construir sentido, mediante inferências a respeito de como a obra foi criada e como ela pode ser interpretada dentro de um determinado contexto. De certo modo, portanto, a reflexão da relação entre a indeterminação de sentidos e a participação ativa na construção dos mesmos por parte do intérprete, ponto crucial da teoria semiótica de Eco nas suas obras sobre os limites da interpretação, estão, de alguma forma, presentes em Obra aberta.
Cumpre lembrar que, de algum modo, toda e qualquer obra de arte tem em si a abertura como característica fundamental. Isso se deve ao fato de que Eco reconhece na linguagem da arte a pluralidade de sentidos como traço definidor, em contraposição à linguagem cotidiana. Sendo assim, devemos distinguir, portanto, duas categorias de abertura: 1) a abertura como definição da arte; e 2) a abertura como intenção da obra (decorrente da intenção do autor, mas não necessariamente dependente dela), que caracteriza o surplus de abertura que define o conceito de obra aberta(...)

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Canalhas e Caos (Por Alfredo Herkenhoff)



https://www.youtube.com/watch?v=97jg-r9DfNE



Canalhas e Caos. (Por Alfredo Herkenhoff)

http://www.dimasroque.com.br/2017/09/canalhas-e-caos-por-alfredo-herkenhoff_25.html

Imagine o Brasil em que Rocha Loures com a mala de dinheiro fosse Graça Forster e Temer fosse Dilma. Como reagiriam os juízes Bonner und Waack e os jornalistas Gilmar e Moro?:

Imagine o Brasil em que o telefonema de um senador para um ministro do Supremo recebendo ordens não fosse de Aécio para Gilmar, mas de Gleisi para Rogério Favreto, do TRF-4?

Imagine o Brasil em que o Ministro da Fazenda que recebeu 170 milhões como consultoria de 2015 para cá fosse não o Henrique Meirelles mas o Guido Mantega ou o José Dirceu?

Imagine o Brasil em que as provas materiais, a documentação em papel, extratos de depósitos,  com os números e endereço de contas bancarias em tal paraíso fiscal dissesse respeito a  milhões de dólares de Caixa 2, ou dinheiro sujo não contabilizado, guardado lá na Suíça e que essa grana não fosse em favor do senador José Serra e do governador Alckmin, mas em favor de Lindberg e do governador petista Wellington Dias!

Imagine o Brasil em que as denúncias com provas cabais, incluindo fotos nunca mostradas, da entrega de milhões de reais numa mala no Centro de São Paulo não fossem relativas a um dinheirão vivo nas mãos dos assessores da Presidência José Yunes e Rocha Loures, mas nas mãos das assessoras da Dilma  Maria da Solidade de Oliveira Costa e Deise Ramos?

Imagine o Brasil em que as denúncias com provas cabais mostrassem hierarcas petistas do governo Dilma  fazendo 5 por cento do que fazem hierarcas tucanos e peemedebistas ao redor de Temer?

Imagine se o Jornal Nacional mostrasse todo dia que o maior número de políticos acusados de corrupção pertence ao PP, PMDB e PSDB, e não ao PT?

Imagine o Brasil em que as denúncias com provas cabais mostrassem que Lula tem apartamento de luxo em Paris, que deu apartamento na Europa para uma ex-amante, deu apartamento  nos Estados Unidos para o filho da ex=amante, deu apartamento em Higienópolis para uma namorada que chegou depois da viuvez? E ainda tem uma fazenda em Minas e outras em SP! 

Pois este Brasil existe e se chama ditadura dos ladrões com apoio da mídia e de juízes que viraram policiais e de policiais que viraram juízes. Todos eles odeiam História. Alguns odeiam por herança, são doutores escravocratas que odeiam os brasileiros da base da pirâmide. Outros, os policiais, odeiam por desinformação, são vítimas violentíssimas do ódio e passam a odiar tanto ou mais do que seus patrões, que são governadores e por vezes governadores  marajás ou controlados pelos marajás. 

A República é dos Marajás Tropicais do último país a acabar com a escravidão negra e o primeiro a reinstaurar a escravidão dos mais pobres, entre os quais está a maioria negra.

Está rolando um Apartheid econômico racial no Brasil. Você vê a panorâmica da Globo na arquibancada do Maraca na vitória domingo passado do Fogão em cima do meu Mengão e não tem negro quase no estádio.

Agora no Rock in Rio só tem negro no palco. Na plateia, está o resultado do Apartheid.

Não adianta gritar Fora, Temer. O substituto será ainda pior.

Ou os ministros do Supremo anulam o golpe ou levam o Brasil para onde estão levando: ao caos,  a antessala do inferno, estão arando o terreno para safras tóxicas, ou pré-revolucionárias.

Triste! 

Até as polícias no Brasil estão ficando esbranguiçadas! 

Em algum momento a corda rói!

Por Alfredo Herkenhoff.

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Ariano Suassuna • Riqueza e Encantos da Cultura Brasileira






https://www.youtube.com/watch?v=3GR3h0KO18Y



Publicado em 3 de set de 2017

INSCRITO

íntegra ► https://youtu.be/klrD8B4dIlA playlist Ariano Suassuna ► https://goo.gl/XFw3xC facebook ► www.facebook.com/territorioconhecimento twitter ► https://twitter.com/T_Conhecimento Fonte Original: UnBTV ► https://goo.gl/hr4DtD Ano: 1997 Ariano Suassuna (1927 - 2014) foi dramaturgo, romancista, poeta e membro da Academia Brasileira de Letras Ariano. "O Auto da Compadecida", sua obra-prima, foi adaptada para a televisão e para o cinema. Sua obra reúne, além da capacidade imaginativa, seus conhecimentos sobre o folclore nordestino. Foi poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo, professor e advogado.


Especial: Homenagem a Ariano Suassuna




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