El País
Silvia Blanco
O Twitter se transformou em uma arma explosiva contra a censura. Às vezes, como no Irã, na única arma à disposição da dissidência. E muitos governos, como o chinês, a temem. Por isso na segunda-feira, quando irrompeu a violência étnica em Xinjiang, o Twitter foi bloqueado.
"Fizeram isso porque é uma mídia instantânea, e porque os que têm maiores conhecimentos tecnológicos o utilizam para ensinar outros a enviar mensagens para o exterior", conta da Califórnia Xiao Qiang, fundador do site China Digital Times. Essa página está recebendo e traduzindo do chinês para o inglês os "tweets" [mensagens] sobre a violência em Urumqi que estão conseguindo escapar da censura.
Mas essa ferramenta dos cidadãos ainda não leva pessoas à rua. "Pena que os revolucionários de antigamente não tinham o Twitter", diz Enrique Dans, professor de sistemas de informática na IE Business School e blogueiro (www.enriquedans.com). "Sua capacidade é a de aquecer um protesto, ampliá-lo e acelerá-lo. É muito fácil criar adesões, o difícil é transportá-las para o mundo real. A fagulha que acende um protesto virtual quase sempre vem de um fato. Isso ocorreu com a repressão no Tibete no ano passado, e ocorreu no Irã. As redes sociais amplificam o protesto, mas ainda não o provocam", acrescenta.
Mobilizar a solidariedade e a adesão de centenas de milhares de pessoas no mundo sobre o que aconteceu no Irã já é uma mudança. Ramine Darabiha, um francês de 25 anos, passou a madrugada de 13 de junho grudado no computador. A cerca de 3 mil quilômetros de Teerã, estava tão atônito quanto seus pais em Paris e seus parentes e amigos no Irã pelo fato de que tanto Mousavi quanto Ahmadinejad se atribuíam a vitória nas eleições.(...)
LEIA MAIS EM : http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/07/10/ult581u3355.jhtm
Sábado, 11 de Julho de 2009
Expectativa é de 12 mil pessoas para SBPC(Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) em Manaus
10 de julho de 2009
Fonte: Assessoria
MANAUS - O presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Marco Antônio Raupp, anunciou, durante entrevista coletiva, que são esperadas 12 mil pessoas, entre pesquisadores, professores, estudantes e público em geral para participarem da 61ª Reunião Anual da SBPC. O evento científico será aberto ao público às 19 horas de domingo (12), no Largo de São Sebastião e encerra no dia 17.
Raupp afirmou que as reuniões anuais da SBPC são fundamentais para o desenvolvimento social brasileiro e para o entendimento do uso racional da ciência e da tecnologia. Ele afirmou ainda que para promover um evento desse porte na Amazônia é necessário ter um cuidado especial com a realidade da região.
- Se nós não tivermos um cuidado racional em termo de lógica e medições, não adianta. É preciso a realização de mais reuniões regionais preparatórias, explicou Raupp.
Evento
A SBPC oferecerá cerca de 160 atividades, entre conferências, simpósios, mesas-redondas, grupos de trabalho e encontros, além de uma exposição que contará com 2.290 pôsteres científicos de 50 universidades e fundações de pesquisas de 20 Estados do país.
Em sua 61ª edição da reunião anual, a SBPC conta com o apoio e coordenação da Sect-AM para a realização do SBPC Jovem que terá a participação de 3.500 jovens. (VB)
FONTE: http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?pag=old&idN=88092
SBPC/2009: Simpósio discute a modernidade e o fim da Amazônia
09 de julho de 2009
Fonte: Portal Amazônia
MANAUS - Porque a catástrofe anunciada – as mudanças climáticas globais – não têm estimulado os governos, as empresas e a sociedade civil a enfrentar o desafio de transformar a sociedade humana global em uma sociedade sustentável?
E ainda: quais são as mudanças socioeconômicas e pessoais essenciais para alcançar a sustentabilidade?
Estas e outras questões serão debatidas durante o simpósio ‘A modernidade e o fim da Amazônia’, que acontece na próxima sexta-feira, 17, durante a 61ª Reunião Anual da SBPC.
O simpósio, realizado no horário de 15h30 às 18h, na Faculdade de Educação da Ufam, Auditório Rio Jatapú, será coordenado pelo pesquisador Charles Clement, do Inpa, com a participação dos cientistas Philip Fearnside, INPA, Marilene Corrêa, reitora da UEA, e Alexandre Rivas, da UFAM.
O encontro será dividido em três momentos de reflexão: as ciências das mudanças climáticas; o atual sistema econômico; e a sociedade frente ao sistema político-econômico.
Mudanças Climáticas
As ciências das mudanças climáticas em andamento, bem como os modelos que ajudam a comunidade científica explorar o futuro dessas mudanças, serão apresentadas pelo doutor Philip Fearnside, ecólogo, pesquisador do Inpa e membro do IPCC. (...)
Leia mais em : http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?pag=old&idN=87977
Fonte: Assessoria
MANAUS - O presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Marco Antônio Raupp, anunciou, durante entrevista coletiva, que são esperadas 12 mil pessoas, entre pesquisadores, professores, estudantes e público em geral para participarem da 61ª Reunião Anual da SBPC. O evento científico será aberto ao público às 19 horas de domingo (12), no Largo de São Sebastião e encerra no dia 17.
Raupp afirmou que as reuniões anuais da SBPC são fundamentais para o desenvolvimento social brasileiro e para o entendimento do uso racional da ciência e da tecnologia. Ele afirmou ainda que para promover um evento desse porte na Amazônia é necessário ter um cuidado especial com a realidade da região.
- Se nós não tivermos um cuidado racional em termo de lógica e medições, não adianta. É preciso a realização de mais reuniões regionais preparatórias, explicou Raupp.
Evento
A SBPC oferecerá cerca de 160 atividades, entre conferências, simpósios, mesas-redondas, grupos de trabalho e encontros, além de uma exposição que contará com 2.290 pôsteres científicos de 50 universidades e fundações de pesquisas de 20 Estados do país.
Em sua 61ª edição da reunião anual, a SBPC conta com o apoio e coordenação da Sect-AM para a realização do SBPC Jovem que terá a participação de 3.500 jovens. (VB)
FONTE: http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?pag=old&idN=88092
SBPC/2009: Simpósio discute a modernidade e o fim da Amazônia
09 de julho de 2009
Fonte: Portal Amazônia
MANAUS - Porque a catástrofe anunciada – as mudanças climáticas globais – não têm estimulado os governos, as empresas e a sociedade civil a enfrentar o desafio de transformar a sociedade humana global em uma sociedade sustentável?
E ainda: quais são as mudanças socioeconômicas e pessoais essenciais para alcançar a sustentabilidade?
Estas e outras questões serão debatidas durante o simpósio ‘A modernidade e o fim da Amazônia’, que acontece na próxima sexta-feira, 17, durante a 61ª Reunião Anual da SBPC.
O simpósio, realizado no horário de 15h30 às 18h, na Faculdade de Educação da Ufam, Auditório Rio Jatapú, será coordenado pelo pesquisador Charles Clement, do Inpa, com a participação dos cientistas Philip Fearnside, INPA, Marilene Corrêa, reitora da UEA, e Alexandre Rivas, da UFAM.
O encontro será dividido em três momentos de reflexão: as ciências das mudanças climáticas; o atual sistema econômico; e a sociedade frente ao sistema político-econômico.
Mudanças Climáticas
As ciências das mudanças climáticas em andamento, bem como os modelos que ajudam a comunidade científica explorar o futuro dessas mudanças, serão apresentadas pelo doutor Philip Fearnside, ecólogo, pesquisador do Inpa e membro do IPCC. (...)
Leia mais em : http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?pag=old&idN=87977
Dostoievski - FRASES
*Decididamente não compreendo por que é mais glorioso bombardear de projécteis uma cidade do que assassinar alguém a machadadas.
*Aos olhos do artista, o público é um mal necessário; é preciso vencê-lo, nada mais.
*A falta de liberdade não consiste jamais em estar segregado, e sim em estar em promiscuidade, pois o suplício inenarrável é não se poder estar sozinho.
*Todas as mulheres sabem que os ciumentos são os primeiros a perdoar.
*Compara-se muitas vezes a crueldade do homem à das feras, mas isso é injuriar estas últimas.
*Não há assunto tão velho que não possa ser dito algo de novo sobre ele.
*Não será preferível corrigir, recuperar, e educar um ser humano que cortar-lhe a cabeça?
*Todos somos responsáveis de tudo, perante todos
*A melhor definição que posso dar de um homem é a de um ser que se habitua a tudo.
*Não há ideia nem fato que não possam ser vulgarizados e apresentados a uma luz ridícula.
*Às vezes o homem prefere o sofrimento à paixão.
*A verdadeira verdade é sempre inverosímil.
*A maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz.
*Aos olhos do artista, o público é um mal necessário; é preciso vencê-lo, nada mais.
*A falta de liberdade não consiste jamais em estar segregado, e sim em estar em promiscuidade, pois o suplício inenarrável é não se poder estar sozinho.
*Todas as mulheres sabem que os ciumentos são os primeiros a perdoar.
*Compara-se muitas vezes a crueldade do homem à das feras, mas isso é injuriar estas últimas.
*Não há assunto tão velho que não possa ser dito algo de novo sobre ele.
*Não será preferível corrigir, recuperar, e educar um ser humano que cortar-lhe a cabeça?
*Todos somos responsáveis de tudo, perante todos
*A melhor definição que posso dar de um homem é a de um ser que se habitua a tudo.
*Não há ideia nem fato que não possam ser vulgarizados e apresentados a uma luz ridícula.
*Às vezes o homem prefere o sofrimento à paixão.
*A verdadeira verdade é sempre inverosímil.
*A maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz.
Marcadores:
FRASES,
HISTÓRIA,
HOMEM,
LITERATURA
Frases de Blaise Pascal
*A arte de persuadir consiste tanto mais em agradar do que em convencer, quanto os homens se guiam mais pelo capricho do que pela razão
*A coisa mais importante para toda a vida é a escolha da profissão: quanto a isso, só o acaso dispõe
*A consciência é o melhor livro de moral e o que menos se consulta
*A eloquência é uma pintura do pensamento
*A grandeza do homem está em ele se reconhecer como miserável. Uma árvore não se dá conta da sua miséria
*A imaginação tem todos os poderes: ela faz a beleza, a justiça, e a felicidade, que são os maiores poderes do mundo
*A justiça sem a força é impotente; a força sem a justiça é tirânica
*A maior fraqueza do homem é poder tão pouco por aqueles que ama
*A moral é a ciência por excelência; é a arte de ser feliz
*A morte é mais fácil de suportar sem nela se pensar do que o pensamento da morte sem risco
*A natureza detesta o vazio
*A natureza tem perfeições que mostram que é a imagem de Deus, e defeitos que mostram que é apenas a imagem
*A nossa dignidade consiste no pensamento. Procuremos pois pensar bem. Nisto reside o princípio da moral
*A nossa natureza consiste em movimento; o repouso completo é a morte
*A opinião é a rainha do mundo
*A própria moda e os países determinam aquilo a que se chama beleza
*A razão manda em nós muito mais imperiosamente do que um senhor; é que, desobedecendo a um, é-se infeliz, desobedecendo a outro, é-se tolo
*A razão, por mais que grite, não pode negar que a imaginação estabeleceu no homem uma segunda natureza
*A verdadeira moral não se preocupa com a moral: quer isto dizer que a moral do juízo não se importa nada com a moral do espírito - que não tem regras
*A vida é um sonho um pouco menos inconstante
*Agrada-nos repousar em sociedade com os nossos semelhantes: miseráveis como nós, impotentes como nós, eles não nos ajudarão; morreremos sozinhos
*Ao ver um estilo natural, ficamos surpreendidos e encantados, pois esperávamos ver um autor, e encontramos um homem
*Apenas acredito nas histórias cujas testemunhas estivessem dispostas a deixar-se degolar
*Aquele que sem autoridade mata um criminoso, torna-se tão criminoso como este
*As alegrias passageiras encobrem os males eternos que elas próprias causam
*As paixões, quando mandam em nós, são vícios
*As palavras organizadas de maneira diversa produzem um sentido diverso, e os sentidos organizados de maneira diversa produzem efeitos diferentes
*Condição do homem: inconstância, tédio, inquietação
*Corremos alegres para o precipício, quando pomos pela frente algo que nos impeça de o ver
*Corremos sem preocupação para um precipício, após termos posto uma venda para o não poder ver
*De que serve ao homem conquistar o mundo inteiro se perder a alma ?
*Deixemos um rei sozinho, sem nenhuma satisfação dos sentidos, sem nenhuma preocupação do espírito, sem companhia, a pensar apenas em si mesmo; e ver-se-á que um rei sem divertimentos é um homem muito desgraçado
*Desejais que vos tenham em boa conta? Nada de o dizer!
*Dois excessos: excluir a razão, admitir apenas a razão
*Duas coisas instruem o homem, qualquer que seja a sua natureza: o instinto e a experiência
*Eloquência positiva é aquele que persuade com doçura, não com violência, ou seja, como um rei, não como um tirano
*Em amor um silêncio vale mais do que uma linguagem. É bom ficar sem palavras; há uma eloquência no silêncio que penetra mais do que a língua o conseguiria
*Em matéria de amor, o silêncio vale mais do que a fala
*Entre nós e o inferno e o céu, há somente a vida entre os dois, que é a coisa mais frágil do mundo
*Esta cobardia mole e tímida que não deixa nem ver, nem seguir a verdade
*Fazer troça da filosofia, é, na verdade, filosofar
*Há duas espécies de homens: os justos, que se julgam pecadores e os pecadores que se crêem justos
*Há duas espécies de homens: uns, justos, que se consideram pecadores, e os pecadores que se consideram justos
*Jamais vivemos, mas esperamos viver; e, dispondo-nos sempre a ser felizes, é inevitável que jamais o sejamos
*Nada há de bom nesta vida salvo a esperança de uma outra vida
*Nem a contradição é sinal de falsidade nem a falta de contradição é sinal de verdade
*Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a ensinar. Ninguém é tão sábio que não tenha algo a aprender
*Normalmente, convencem-nos com mais facilidade as razões que nós próprios encontramos do que as que vieram ao espírito dos outros
*Numa grande alma, tudo é grande
*Nunca se ama alguém mas somente as qualidades
*Não há nada de justo ou de injusto que não mude de qualidade ao mudar de clima
*Não podendo fazer que se fosse obrigado a obedecer à justiça, fizeram que fosse justo obedecer à força
*Não sendo possível fazer-se com que aquilo que é justo seja forte, faz-se com que o que é forte seja justo
*O afecto ou o ódio mudam a face da justiça
*O amor não tem idade; está sempre a nascer
*O amor é cego, a amizade fecha os olhos
*O coração tem razões que a razão ignora
*O eu é odioso
*O homem nasceu para o prazer: ele sente-o e não precisa de mais provas. Ele segue assim a razão, entregando-se ao prazer
*O homem não é nem anjo nem animal, e a infelicidade exige que quem pretende fazer de anjo faça de besta
*O homem é feito visivelmente para pensar; é toda a sua dignidade e todo o seu mérito; e todo o seu dever é pensar bem
*O hábito é uma segunda natureza que anula a primeira
*O prazer dos grandes homens consiste em poder tornar os outros felizes
*O que é o homem na natureza ? Um nada em comparação com o infinito, um tudo em face do nada, um intermediário entre o nada e o tudo
*O que é o homem na natureza? Um nada em relação ao infinito, um tudo em relação ao nada, um ponto a meio entre nada e tudo
*O silêncio é o maior dos martírios; nunca os santos se calaram
*O último esforço da razão é reconhecer que existe uma infinidade de coisas que a ultrapassam
*Os olhos são os intérpretes do coração
*Os olhos são os intérpretes do coração, mas só os interessados entendem essa linguagem
*Para mim é um facto que, se todos os homens soubessem o que os outros dizem deles, não haveria quatro amigos no mundo. Isto resulta das contendas, que referências indiscretas ocasionalmente originam
*Pensar faz a grandeza do homem
*Pesemos o lucro e a perda tomando por coroa (no jogo de cara ou coroa) que Deus existe. Avaliemos estes dois casos: se vencerdes, ganhais tudo; se perderdes, não perdeis nada. Apostai, portanto, que ele existe, sem hesitar
*Posso nunca ter sido (...), por conseguinte não sou um ser necessário
*Poucas amizades subsistiriam se cada um soubesse aquilo que o amigo diz de si nas suas costas
*Quando a paixão nos domina esquecemos o dever
*Quando considero a duração mínima da minha vida, absorvida pela eternidade precedente e seguinte, o espaço diminuto que ocupo, e mesmo o que vejo, abismado na infinita imensidade dos espaços que ignoro e me ignoram, assusto-me e assombro-me de me ver aqui e não lá. Quem me pôs aqui? Por ordem de quem me foram destinados este lugar e este espaço?
*Quando descobrimos um estilo natural, ficamos espantados e satisfeitos, pois esperávamos um autor e encontramos um ser humano
*Quando estamos de boa saúde, admiramo-nos de como seria possível estarmos doentes; quando isso acontece, medicamo-nos alegremente
*Quando se vê o estilo natural (do escritor), é-se assombrado e arrebatado, pois esperava-se ver um autor e encontra-se um homem
*Quanto mais inteligente um homem é mais originalidade encontra nos outros. Os medíocres acham toda a gente igual
*Se o nariz de Cleópatra tivesse sido mais pequeno, toda a face da Terra teria mudado
*Somos tão presunçosos que desejaríamos ser conhecidos em todo o mundo... E tão vaidosos que a estima de cinco ou seis pessoas que nos rodeiam, nos alegra e nos satisfaz
*Todas as boas máximas se encontram no mundo: só falhamos ao aplicá-las
*Todas as máximas já foram escritas. Resta apenas pô-las em prática
*Todas as ocupações dos homens tendem à posse de alguma coisa; e eles não têm nem título para a possuir justamente nem força para a possuir com segurança
*Todos os homens, sem excepção, procuram ser felizes. Embora por meios diferentes, tendem todos para este fim
*Tudo o que sei é que devo morrer em breve; mas o que mais ignoro é essa mesma morte, que não saberei evitar
*Tudo o que é incompreensível, nem por isso deixa de existir
*Tudo o que é incompreensível, não deixa de o ser
*Uma indiferença pacífica é a mais sábia das virtudes
*Uma vez que não podemos ser universais e saber tudo quanto se pode saber acerca de tudo, é preciso saber-se um pouco de tudo, pois é muito melhor saber-se alguma coisa de tudo do que saber-se tudo apenas de uma coisa
*À força de falarmos de amor, apaixonamo-nos
*À medida que vamos tendo mais espírito, achamos que há mais homens originais. As pessoas vulgares não fazem distinções entre os homens
( Blaise Pascal )
*É falso que sejamos dignos de que os outros nos amem. E é injusto que o queiramos
( Blaise Pascal )
*É indispensável conhecermo-nos a nós próprios; mesmo se isso não bastasse para encontrarmos a verdade, seria útil, ao menos para regularmos a vida, e nada há de mais justo
( Blaise Pascal )
*É necessário que nasçamos culpados - ou Deus seria injusto
( Blaise Pascal )
*É o coração que sente Deus e não a razão
( Blaise Pascal )
*É uma doença natural no homem acreditar que possui a verdade
( Blaise Pascal )
FONTE : http://www.frases.mensagens.nom.br/frases-autor-b2-blaisepascal.html
*A coisa mais importante para toda a vida é a escolha da profissão: quanto a isso, só o acaso dispõe
*A consciência é o melhor livro de moral e o que menos se consulta
*A eloquência é uma pintura do pensamento
*A grandeza do homem está em ele se reconhecer como miserável. Uma árvore não se dá conta da sua miséria
*A imaginação tem todos os poderes: ela faz a beleza, a justiça, e a felicidade, que são os maiores poderes do mundo
*A justiça sem a força é impotente; a força sem a justiça é tirânica
*A maior fraqueza do homem é poder tão pouco por aqueles que ama
*A moral é a ciência por excelência; é a arte de ser feliz
*A morte é mais fácil de suportar sem nela se pensar do que o pensamento da morte sem risco
*A natureza detesta o vazio
*A natureza tem perfeições que mostram que é a imagem de Deus, e defeitos que mostram que é apenas a imagem
*A nossa dignidade consiste no pensamento. Procuremos pois pensar bem. Nisto reside o princípio da moral
*A nossa natureza consiste em movimento; o repouso completo é a morte
*A opinião é a rainha do mundo
*A própria moda e os países determinam aquilo a que se chama beleza
*A razão manda em nós muito mais imperiosamente do que um senhor; é que, desobedecendo a um, é-se infeliz, desobedecendo a outro, é-se tolo
*A razão, por mais que grite, não pode negar que a imaginação estabeleceu no homem uma segunda natureza
*A verdadeira moral não se preocupa com a moral: quer isto dizer que a moral do juízo não se importa nada com a moral do espírito - que não tem regras
*A vida é um sonho um pouco menos inconstante
*Agrada-nos repousar em sociedade com os nossos semelhantes: miseráveis como nós, impotentes como nós, eles não nos ajudarão; morreremos sozinhos
*Ao ver um estilo natural, ficamos surpreendidos e encantados, pois esperávamos ver um autor, e encontramos um homem
*Apenas acredito nas histórias cujas testemunhas estivessem dispostas a deixar-se degolar
*Aquele que sem autoridade mata um criminoso, torna-se tão criminoso como este
*As alegrias passageiras encobrem os males eternos que elas próprias causam
*As paixões, quando mandam em nós, são vícios
*As palavras organizadas de maneira diversa produzem um sentido diverso, e os sentidos organizados de maneira diversa produzem efeitos diferentes
*Condição do homem: inconstância, tédio, inquietação
*Corremos alegres para o precipício, quando pomos pela frente algo que nos impeça de o ver
*Corremos sem preocupação para um precipício, após termos posto uma venda para o não poder ver
*De que serve ao homem conquistar o mundo inteiro se perder a alma ?
*Deixemos um rei sozinho, sem nenhuma satisfação dos sentidos, sem nenhuma preocupação do espírito, sem companhia, a pensar apenas em si mesmo; e ver-se-á que um rei sem divertimentos é um homem muito desgraçado
*Desejais que vos tenham em boa conta? Nada de o dizer!
*Dois excessos: excluir a razão, admitir apenas a razão
*Duas coisas instruem o homem, qualquer que seja a sua natureza: o instinto e a experiência
*Eloquência positiva é aquele que persuade com doçura, não com violência, ou seja, como um rei, não como um tirano
*Em amor um silêncio vale mais do que uma linguagem. É bom ficar sem palavras; há uma eloquência no silêncio que penetra mais do que a língua o conseguiria
*Em matéria de amor, o silêncio vale mais do que a fala
*Entre nós e o inferno e o céu, há somente a vida entre os dois, que é a coisa mais frágil do mundo
*Esta cobardia mole e tímida que não deixa nem ver, nem seguir a verdade
*Fazer troça da filosofia, é, na verdade, filosofar
*Há duas espécies de homens: os justos, que se julgam pecadores e os pecadores que se crêem justos
*Há duas espécies de homens: uns, justos, que se consideram pecadores, e os pecadores que se consideram justos
*Jamais vivemos, mas esperamos viver; e, dispondo-nos sempre a ser felizes, é inevitável que jamais o sejamos
*Nada há de bom nesta vida salvo a esperança de uma outra vida
*Nem a contradição é sinal de falsidade nem a falta de contradição é sinal de verdade
*Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a ensinar. Ninguém é tão sábio que não tenha algo a aprender
*Normalmente, convencem-nos com mais facilidade as razões que nós próprios encontramos do que as que vieram ao espírito dos outros
*Numa grande alma, tudo é grande
*Nunca se ama alguém mas somente as qualidades
*Não há nada de justo ou de injusto que não mude de qualidade ao mudar de clima
*Não podendo fazer que se fosse obrigado a obedecer à justiça, fizeram que fosse justo obedecer à força
*Não sendo possível fazer-se com que aquilo que é justo seja forte, faz-se com que o que é forte seja justo
*O afecto ou o ódio mudam a face da justiça
*O amor não tem idade; está sempre a nascer
*O amor é cego, a amizade fecha os olhos
*O coração tem razões que a razão ignora
*O eu é odioso
*O homem nasceu para o prazer: ele sente-o e não precisa de mais provas. Ele segue assim a razão, entregando-se ao prazer
*O homem não é nem anjo nem animal, e a infelicidade exige que quem pretende fazer de anjo faça de besta
*O homem é feito visivelmente para pensar; é toda a sua dignidade e todo o seu mérito; e todo o seu dever é pensar bem
*O hábito é uma segunda natureza que anula a primeira
*O prazer dos grandes homens consiste em poder tornar os outros felizes
*O que é o homem na natureza ? Um nada em comparação com o infinito, um tudo em face do nada, um intermediário entre o nada e o tudo
*O que é o homem na natureza? Um nada em relação ao infinito, um tudo em relação ao nada, um ponto a meio entre nada e tudo
*O silêncio é o maior dos martírios; nunca os santos se calaram
*O último esforço da razão é reconhecer que existe uma infinidade de coisas que a ultrapassam
*Os olhos são os intérpretes do coração
*Os olhos são os intérpretes do coração, mas só os interessados entendem essa linguagem
*Para mim é um facto que, se todos os homens soubessem o que os outros dizem deles, não haveria quatro amigos no mundo. Isto resulta das contendas, que referências indiscretas ocasionalmente originam
*Pensar faz a grandeza do homem
*Pesemos o lucro e a perda tomando por coroa (no jogo de cara ou coroa) que Deus existe. Avaliemos estes dois casos: se vencerdes, ganhais tudo; se perderdes, não perdeis nada. Apostai, portanto, que ele existe, sem hesitar
*Posso nunca ter sido (...), por conseguinte não sou um ser necessário
*Poucas amizades subsistiriam se cada um soubesse aquilo que o amigo diz de si nas suas costas
*Quando a paixão nos domina esquecemos o dever
*Quando considero a duração mínima da minha vida, absorvida pela eternidade precedente e seguinte, o espaço diminuto que ocupo, e mesmo o que vejo, abismado na infinita imensidade dos espaços que ignoro e me ignoram, assusto-me e assombro-me de me ver aqui e não lá. Quem me pôs aqui? Por ordem de quem me foram destinados este lugar e este espaço?
*Quando descobrimos um estilo natural, ficamos espantados e satisfeitos, pois esperávamos um autor e encontramos um ser humano
*Quando estamos de boa saúde, admiramo-nos de como seria possível estarmos doentes; quando isso acontece, medicamo-nos alegremente
*Quando se vê o estilo natural (do escritor), é-se assombrado e arrebatado, pois esperava-se ver um autor e encontra-se um homem
*Quanto mais inteligente um homem é mais originalidade encontra nos outros. Os medíocres acham toda a gente igual
*Se o nariz de Cleópatra tivesse sido mais pequeno, toda a face da Terra teria mudado
*Somos tão presunçosos que desejaríamos ser conhecidos em todo o mundo... E tão vaidosos que a estima de cinco ou seis pessoas que nos rodeiam, nos alegra e nos satisfaz
*Todas as boas máximas se encontram no mundo: só falhamos ao aplicá-las
*Todas as máximas já foram escritas. Resta apenas pô-las em prática
*Todas as ocupações dos homens tendem à posse de alguma coisa; e eles não têm nem título para a possuir justamente nem força para a possuir com segurança
*Todos os homens, sem excepção, procuram ser felizes. Embora por meios diferentes, tendem todos para este fim
*Tudo o que sei é que devo morrer em breve; mas o que mais ignoro é essa mesma morte, que não saberei evitar
*Tudo o que é incompreensível, nem por isso deixa de existir
*Tudo o que é incompreensível, não deixa de o ser
*Uma indiferença pacífica é a mais sábia das virtudes
*Uma vez que não podemos ser universais e saber tudo quanto se pode saber acerca de tudo, é preciso saber-se um pouco de tudo, pois é muito melhor saber-se alguma coisa de tudo do que saber-se tudo apenas de uma coisa
*À força de falarmos de amor, apaixonamo-nos
*À medida que vamos tendo mais espírito, achamos que há mais homens originais. As pessoas vulgares não fazem distinções entre os homens
( Blaise Pascal )
*É falso que sejamos dignos de que os outros nos amem. E é injusto que o queiramos
( Blaise Pascal )
*É indispensável conhecermo-nos a nós próprios; mesmo se isso não bastasse para encontrarmos a verdade, seria útil, ao menos para regularmos a vida, e nada há de mais justo
( Blaise Pascal )
*É necessário que nasçamos culpados - ou Deus seria injusto
( Blaise Pascal )
*É o coração que sente Deus e não a razão
( Blaise Pascal )
*É uma doença natural no homem acreditar que possui a verdade
( Blaise Pascal )
FONTE : http://www.frases.mensagens.nom.br/frases-autor-b2-blaisepascal.html
Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
"INSTRUÇÕES PARA CHORAR" - Júlio Cortázar
Deixando de lado os motivos, atenhamo-nos à maneira correta de chorar, entendendo por isto um choro que não penetre no escândalo, que não insulte o sorriso com sua semelhança desajeitada e paralela. O choro médio ou comum consiste numa contração geral do rosto e um som espasmódico acompanhado de lágrimas e muco, este no fim, pois o choro acaba no momento em que a gente se assoa energicamente.
Para chorar, dirija a imaginação a você mesmo, e se isto lhe for impossível por ter adquirido o hábito de acreditar no mundo exterior, pense num pato coberto de formigas e nesses golfos do estreito de Magalhães nos quais não entra ninguém, nunca.
Quando o choro chegar, você cobrirá o rosto com delicadeza, usando ambas as mãos com a palma para dentro. As crianças chorarão esfregando a manga do casaco na cara, e de preferência num canto do quarto. Duração média do choro, três minutos.
FONTE : "Histórias de Cronópios e Famas"-Julio Cortázar
Para chorar, dirija a imaginação a você mesmo, e se isto lhe for impossível por ter adquirido o hábito de acreditar no mundo exterior, pense num pato coberto de formigas e nesses golfos do estreito de Magalhães nos quais não entra ninguém, nunca.
Quando o choro chegar, você cobrirá o rosto com delicadeza, usando ambas as mãos com a palma para dentro. As crianças chorarão esfregando a manga do casaco na cara, e de preferência num canto do quarto. Duração média do choro, três minutos.
FONTE : "Histórias de Cronópios e Famas"-Julio Cortázar
Marcadores:
AMÉRICA LATINA,
FRAGMENTOS,
LITERATURA,
LIVRO
JULIO CORTÁZAR
Lo que me gusta de tu cuerpo es el sexo.
Lo que me gusta de tu sexo es la boca.
Lo que me gusta de tu boca es la lengua.
Lo que me gusta de tu lengua es la palabra.
© Julio Cortázar - Papeles Inesperados, 2009
Lo que me gusta de tu sexo es la boca.
Lo que me gusta de tu boca es la lengua.
Lo que me gusta de tu lengua es la palabra.
© Julio Cortázar - Papeles Inesperados, 2009
Marcadores:
AMÉRICA LATINA,
PALAVRA,
POESIA,
POETAS,
SEXO
Violeta Parra - Rin del Angelito
Mercedes Sosa - Gracias a La Vida - MÚSICA DE VIOLETA PARRA
Las Últimas Composiciones de Violeta Parra (1966):
1. Gracias a la Vida
2. El "Albertío"
3. Cantores que Reflexionan
4. Pupila de Águila
5. Run Run se fue pa'l Norte
6. Maldigo del Alto Cielo
7. La Cueca de los Poetas.
8. Mazúrquica Modérnica
9. Volver a los Diecisiete
10. Rin del Angelito
11. Una Copla me ha Cantado
12. El Guillatún
13. Pastelero a tus Pasteles
14. De Cuerpo Entero.
"Las Últimas Composiciones" is the greatest chilean album of all times.
Marcadores:
AMÉRICA LATINA,
ARTE,
ARTISTA,
BRASIL,
DIREITOS HUMANOS,
DITADURA MILITAR,
HISTÓRIA,
HOMENAGEM,
MULHER,
MÚSICA,
POESIA,
POETA,
RAIZES CULTURAIS,
VÍDEO
Violeta Parra - Run run se fue pal norte
El video no esta espectacularmente realizado, pero ahora por lo menos hay un tema de Violeta en Youtube
Marcadores:
AMÉRICA LATINA,
ARTE,
ARTISTA,
HISTÓRIA,
HOMENAGEM,
MULHER,
MÚSICA,
RESISTÊNCIAS,
Violeta Parra,
VÍDEO
Titas -Go Back - Torquato Neto - Acustico MTV con Fito Paez
Plunct, Plact, Zum! Raul Seixas - Carimbador Maluco
Marcadores:
ARTE,
BIZARRICES,
BRASIL,
CRIANÇA,
HISTÓRIA,
MÚSICA,
RAIZES CULTURAIS,
TELEVISÃO,
UNIVERSO,
VÍDEO
Jorge Mautner - "Guzzy Muzzy" Video Multishow
Jorge Mautner - Todo Errado
Música de Jorge Mautner e Caetano Veloso, gravada no show "Revirão" de Jorge Mautner no Sesc Araraquara em 17/05/07.
Caubí Peixoto - Conceição
Marcadores:
ARTE,
ARTISTA,
BIZARRICES,
BRASIL,
DITADURA MILITAR,
HISTÓRIA,
MÚSICA,
RAIZES CULTURAIS,
VÍDEO
ORIGEM - ADÃO VENTURA
Vestir a camisa
de um poeta negro
- espetar seu coração
com uma fina
ponta de faca
- dessas antigas,
marca Curvelo,
em aço sem corte,
feito para a morte
- E acomodar
no exíguo espaço
de uma bainha
sua dor-senzala.
de um poeta negro
- espetar seu coração
com uma fina
ponta de faca
- dessas antigas,
marca Curvelo,
em aço sem corte,
feito para a morte
- E acomodar
no exíguo espaço
de uma bainha
sua dor-senzala.
NEY MATOGROSSO - Homem Com H
Nunca vi rastro de cobra
Nem couro de lobisomem
Se correr o bicho pega
Se ficar o bicho come
Marcadores:
ARTE,
ARTISTA,
BIZARRICES,
BRASIL,
DANÇA,
DITADURA MILITAR,
HISTÓRIA,
HOMEM,
HOMENAGEM,
MÚSICA,
RAIZES CULTURAIS,
VÍDEO
EXPO- CU - Exposição de Cus de gente famosa.
Marcadores:
ARTE,
BIZARRICES,
ESTÉTICA,
fotografia,
VÍDEO
CQC - CQteste com Roger Moreira do Ultraje a Rigor
Marcadores:
BRASIL,
ENTREVISTAS,
INTELIGÊNCIA,
MÚSICA,
RAIZES CULTURAIS,
SEXO,
VÍDEO
CQteste com Elke Maravilha
Marcadores:
ARTISTA,
BIZARRICES,
BRASIL,
ENTREVISTAS,
ESTÉTICA,
HISTÓRIA,
RAIZES CULTURAIS,
TELEVISÃO,
VÍDEO
Chamada do Programa Flávio Cavalcanti - 1978
Chamada do Programa Flávio Cavalcanti de 1978 - Fala sobre o contato de 3o. grau vivenciado pelo casal Hermínio Reis e Bianca.
Marcadores:
BIZARRICES,
BRASIL,
DITADURA MILITAR,
HISTÓRIA,
TELEVISÃO,
VÍDEO
Juca Chaves fala sobre a Mídia.
Grande Menestrel Juca Chaves fala verdades sobre a Mídia nacional e internacional com bom humor no programa Dose Dupla com Bob Coutinho.
Com direito a risadas da saudosa Nair Belo. Para músicas tocadas por meu grupo e cantadas por mim acesse http://www.esnips.com/web/tonycorea
Marcadores:
ARTE,
ARTISTA,
BRASIL,
CINEMA,
CONSUMO,
DIREITOS HUMANOS,
DOGMAS,
ENTREVISTAS,
HISTÓRIA,
IMPERIALISMO,
LIBERDADE,
MÍDIA,
MÚSICA,
POLÊMICA,
RAIZES CULTURAIS,
TELEVISÃO,
VÍDEO
Ari Toledo - Pau de Arara ( Comedor de Gilete)
Marcadores:
ALIMENTAÇÃO,
BRASIL,
FOME,
HISTÓRIA,
HUMOR,
MÚSICA,
RAIZES CULTURAIS,
TELEVISÃO,
TERRA,
VÍDEO,
ZONA RURAL
À Meia Noite Levarei Sua Alma - FRAGMENTO -FILME DE ZÉ DO CAIXÃO
O cruel agente funerário Zé do Caixão, temido e odiado pelos humildes moradores de um vilarejo, vive a demente obsessão de gerar o filho perfeito, que possa garantir a perpetuidade de seu sangue. Ele busca pela mulher ideal, aquela que será capaz de conceber sua criança, e não hesita em matar todos que ousam interferir em seus planos.
Marcadores:
BRASIL,
CINEMA,
FRAGMENTOS,
TERROR,
VÍDEO
Guilherme de Almeida diz Rudyard Kipling
POema Si (If, de Rudyard Kipling), versão de Gulherme de Almeida, dito ao som de Doce Mistério da Vida (Victor Hebert)interpretada pela Orquestra de Câmera Hector Lagna Fietta. LP Paulo Bonfim, Gulherme de Almeida, gravadora RGE, selo Prosa e Poesia, 1989, republicando gravações mais antigas.
Embevecido Amor (Walder Maia do Carmo)
O desejo daquele dia
tinha urgência
Vi com semblante doirado
Amor naquele sentimento,
na pureza de sua luz.
Meu ser em renovação
correspondeu com eloquência
o instante prazeroso.
Naquela existência perturbadora
ressurge o poeta
tecendo frases,cuidadosamente,
para que não acontecesse semântica.
Estava feliz!
Na reconstrução de mim...
Embevecido Amor.
tinha urgência
Vi com semblante doirado
Amor naquele sentimento,
na pureza de sua luz.
Meu ser em renovação
correspondeu com eloquência
o instante prazeroso.
Naquela existência perturbadora
ressurge o poeta
tecendo frases,cuidadosamente,
para que não acontecesse semântica.
Estava feliz!
Na reconstrução de mim...
Embevecido Amor.
Marcadores:
AMOR,
POESIA,
POETAS DESTE BLOG
BLOG MODOVESTIR - (clique nos links)
- ▼ Julho (17)
- Tempo de Transcendência (Leonardo Boff) - 1/6
- Curso Direitos Humanos DHnet - Leonardo Boff Camin...
- Programa Sempre um Papo - Professor Hermógenes
- SUPERFÍCIE ESFÉRICA (2008)
- Hermógenes - Deus me Livre de Ser Normal
- Prof. Hermórgenes_(Aternativa Saúde)
- ALTERNATIVA SAÚDE 11 - ALINHAMENTO DOS CHAKRAS
- NUNO COBRA - CORPO,ESPIRITUALIDADE,VIDA,SAÚDE... (...
- ERGONOMIA
- BATERIA ONLINE (clique aqui)
- American way of life,eletrodomésticos e mulheres
- PENSAR PRA TODOS OS LADOS!!
- AQUÁRIOS
- VELHICE E TRANSGRESSÃO
- O DESENHO E TRANSFORMAÇÕES
- DIA DOS PAIS - PRESENTES PERSONALIZADOS - FOTOPROD...
- "ÍNDICE DESTE BLOG DE JUNHO 2009" (clique nos link...
Marcadores:
MODOLINKAR,
ÍNDICES
Hermógenes - Deus me Livre de Ser Normal
Poema do documentário Hermógenes - Deus me Livre de Ser Normal , produzido por Marcelo Buainain, e exibido pela TV Cultura. Locução de Carlos Vereza.
UMA DITADURA É UMA DITADURA É UMA DITADURA
Preso em 1936 e em 1939, Carlos Marighella foi um dos camaradas bestialmente torturados pela polícia política de Filinto Muller, o carrasco da ditadura getulista.Companheiros vieram contestar a avaliação que eu fiz da Revolução Constitucionalista de 1932 como um movimento libertário, batendo na surrada tecla de que a oligarquia de outros estados era melhor que a oligarquia de São Paulo.
Para revolucionários, oligarquias são oligarquias, pouco importando se compostas por industriais ou pecuaristas. Por aí não se justifica coisa nenhuma.
O que importa era o que defendiam os legalistas (uma nova Constituição que pusesse fim aos desmandos e arbitrariedades) e o que defendiam os repressores (o prosseguimento dos desmandos e arbitrariedades, sem uma Lei maior para atrapalhar).
O fato é que até hoje a historiografia está contaminada pelas avaliações nada isentas dos historiadores que oscilavam na órbita do Partido Comunista (muitos, naquele tempo), os mesmos que minimizaram absurdamente a Grande Greve de 1917 por ter sido de inspiração anarquista. Só com a reaparição triunfal do anarquismo nas barricadas parisienses de 1968 é que historiadores de uma nova geração resgataram a importância histórica da primeira greve geral brasileira.
Como o Partidão não se colocou frontalmente contra o golpe de 1930, os acadêmicos progressistas impingiram a cascata de que, no início, a coisa não havia sido tão ruim assim...
Depois, veio um daqueles ziguezagues caracteristicamente stalinistas, a súbita mudança de posição para o polo diamentralmente oposto. O PCB, que estava sendo complacente demais com os tiranos, de repente recebeu ordem de derrubar a ditadura!
A orientação foi de que partisse para a tomada revolucionária do poder, com Luiz Carlos Prestes, convertido ao comunismo no exílio, voltando como uma espécie de interventor, já que conquistara a confiança dos dirigentes da Internacional.
O PCB era não só contrário ao ingresso de Prestes (ainda mais como principal dirigente!), por considerá-lo apenas um pequeno-burguês radicalizado, como também se opunha a planos insurrecionais que não encontravam respaldo na correlação de forças brasileira. Mas, teve de se submeter aos iluminados da Internacional.
E deu no que deu - um retumbante fracasso e uma arma propagandística que os reacionários ainda utilizavam na minha juventude, três décadas depois, vertendo lágrimas oportunísticas sobre a tumba dos oficiais que teriam sido surpreendidos na calada da noite e assassinados na cama pelos comunistas insidiosos...
Enfim, a historiografia inspirada pelo PCB absolve a ditadura getulista nos primeiros anos e só a recrimina a partir de quando, até como reação ao putsch de 1935, passou a pender mais para a direita, daí resultando o Estado Novo (quando Vargas esteve aliado aos integralistas de Plínio Salgado, ou seja, à versão cabocla do nazismo).
CENTRALIZAÇÃO POLÍTICA E ECONÔMICA - Eis algumas informações sobre o levante paulista de 1932 que esses historiadores não consideraram importantes, mas eu considero:
E, se relevarmos os traços tirânicos da de 1930 por ter sido até certo ponto modernizante, teremos que conceder igual tratamento à de 1964, que também remodelou o Estado.
O fato de uma modernização haver tido viés populista e outra viés direitista pode significar algo para quem comunga com o utilitarismo. Mas nada significa para quem, como eu e os bem formados na tradição marxista, não considera que os fins justifiquem os meios.
Que o digam Olga Benário, que Getúlio Vargas despachou para morrer na Alemanha hitlerista, bem como os camaradas barbaramente torturados pela polícia política de Filinto Muller, a quem o jornalista David Nasser se referiria depois como o réu que ficou faltando no julgamento de Nuremberg.
O carrasco Filinto Muller, aliás, é um dos personagens que fizeram ligação entre os dois regimes de exceção: foi dirigente importante do partido de sustentação da ditadura de 1964.
Para revolucionários, oligarquias são oligarquias, pouco importando se compostas por industriais ou pecuaristas. Por aí não se justifica coisa nenhuma.
O que importa era o que defendiam os legalistas (uma nova Constituição que pusesse fim aos desmandos e arbitrariedades) e o que defendiam os repressores (o prosseguimento dos desmandos e arbitrariedades, sem uma Lei maior para atrapalhar).
O fato é que até hoje a historiografia está contaminada pelas avaliações nada isentas dos historiadores que oscilavam na órbita do Partido Comunista (muitos, naquele tempo), os mesmos que minimizaram absurdamente a Grande Greve de 1917 por ter sido de inspiração anarquista. Só com a reaparição triunfal do anarquismo nas barricadas parisienses de 1968 é que historiadores de uma nova geração resgataram a importância histórica da primeira greve geral brasileira.
Como o Partidão não se colocou frontalmente contra o golpe de 1930, os acadêmicos progressistas impingiram a cascata de que, no início, a coisa não havia sido tão ruim assim...
Depois, veio um daqueles ziguezagues caracteristicamente stalinistas, a súbita mudança de posição para o polo diamentralmente oposto. O PCB, que estava sendo complacente demais com os tiranos, de repente recebeu ordem de derrubar a ditadura!
A orientação foi de que partisse para a tomada revolucionária do poder, com Luiz Carlos Prestes, convertido ao comunismo no exílio, voltando como uma espécie de interventor, já que conquistara a confiança dos dirigentes da Internacional.
O PCB era não só contrário ao ingresso de Prestes (ainda mais como principal dirigente!), por considerá-lo apenas um pequeno-burguês radicalizado, como também se opunha a planos insurrecionais que não encontravam respaldo na correlação de forças brasileira. Mas, teve de se submeter aos iluminados da Internacional.
E deu no que deu - um retumbante fracasso e uma arma propagandística que os reacionários ainda utilizavam na minha juventude, três décadas depois, vertendo lágrimas oportunísticas sobre a tumba dos oficiais que teriam sido surpreendidos na calada da noite e assassinados na cama pelos comunistas insidiosos...
Enfim, a historiografia inspirada pelo PCB absolve a ditadura getulista nos primeiros anos e só a recrimina a partir de quando, até como reação ao putsch de 1935, passou a pender mais para a direita, daí resultando o Estado Novo (quando Vargas esteve aliado aos integralistas de Plínio Salgado, ou seja, à versão cabocla do nazismo).
CENTRALIZAÇÃO POLÍTICA E ECONÔMICA - Eis algumas informações sobre o levante paulista de 1932 que esses historiadores não consideraram importantes, mas eu considero:
- não há provas incontestáveis de que Vargas tenha perdido a eleição presidencial de 1930 para Júlio Prestes por fraude, nem de que só um lado tenha fraudado (a prática mais frequente era a de fraude generalizada, com as urnas ungindo sempre o candidato do governador em exercício, e Getúlio levava a desvantagem de ser apoiado por apenas três governos estaduais);
- a exemplo do de 1964 (o ouro de Moscou e outras tolices), o golpe de 1930 utilizou falso pretexto, já que João Pessoa não foi assassinado por motivos políticos, mas sim como vingança de João Dantas pela publicação na imprensa das cartas de amor por ele trocadas com Anayde Beiriz e que haviam sido confiscadas em sua casa pela polícia;
- Getúlio tomou posse instalando uma ditadura, já que suspendeu a Constituição; destituiu os governadores e nomeou interventores em quase todos os estados (a única exceção foi Minas Gerais); dissolveu o Congresso nacional, os Congressos Estaduais (câmaras e senados estaduais) e as Câmaras Municipais, além de exilar Júlio Prestes, o presidente deposto Washinton Luís e vários de seus apoiadores;
- afora a adoção de medidas despóticas de centralização política, praticamente idênticas às de 1964, o golpe de 1930 adotou figurino similar também em termos de centralização econômica (os estados foram proibidos de contratar empréstimos externos sem autorização do governo federal; o Banco do Brasil passou a deter o monopólio de compra e venda de moeda estrangeira, controlando, assim, o comércio exterior; foram impostas medidas para controlar os sindicatos e as relações trabalhistas; e criadas instituições para intervir no setor agrícola como forma de enfraquecer os estados);
- jornais foram empastelados, a imprensa intimidada;
- a resposta ao arbítrio foram comícios constitucionalistas em São Paulo, o maior deles reunindo cerca de 200 mil pessoas, um assombro para a época;
- a demanda civil por uma nova Constituição esbarrava no veto dos tenentes radicais, exatamente como as tentativas de devolução do poder aos civis no golpe seguinte esbarrariam na resistência da linha dura militar;
- o estopim da revolta de 1932 foi o assassinato de cinco jovens no centro da cidade de São Paulo (os quatro do MMDC morreram imediatamente e o quinto após agonia mais longa), baleados por partidários da ditadura pertencentes à Legião Revolucionária, um grupo paramilitar consentido pelos déspotas, assim como o CCC seria depois consentido pelo regime de 1964.
E, se relevarmos os traços tirânicos da de 1930 por ter sido até certo ponto modernizante, teremos que conceder igual tratamento à de 1964, que também remodelou o Estado.
O fato de uma modernização haver tido viés populista e outra viés direitista pode significar algo para quem comunga com o utilitarismo. Mas nada significa para quem, como eu e os bem formados na tradição marxista, não considera que os fins justifiquem os meios.
Que o digam Olga Benário, que Getúlio Vargas despachou para morrer na Alemanha hitlerista, bem como os camaradas barbaramente torturados pela polícia política de Filinto Muller, a quem o jornalista David Nasser se referiria depois como o réu que ficou faltando no julgamento de Nuremberg.
O carrasco Filinto Muller, aliás, é um dos personagens que fizeram ligação entre os dois regimes de exceção: foi dirigente importante do partido de sustentação da ditadura de 1964.
NOVO LAYOUT DO SARAU PARA TODOS - 09/07/09 (o antigo layout >> desde setembro de 2008) Nadia Stabile
Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
MAIAKOVSKI - POESIA
Não acabarão com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme
fiel
e verdadeiramente.
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme
fiel
e verdadeiramente.
Boris Pasternak
O DOM DA POESIA
Deixa a palavra escorregar,
Como um jardim o âmbar e a cidra,
Magnânimo e distraído,
Devagar, devagar, devagar.
Deixa a palavra escorregar,
Como um jardim o âmbar e a cidra,
Magnânimo e distraído,
Devagar, devagar, devagar.
ISTO É O BRASIL
Hoje é feriado estadual em São Paulo: foi em 9 de julho de 1932 que os paulistas pegaram em armas contra a ditadura de Getúlio Vargas.A desigualdade de forças era acentuada, com 35 mil legalistas confrontando 100 mil defensores da tirania - aos quais, claro, não foi explicado o verdadeiro papel que desempenhavam.
Exortaram-nos a lutar contra o "separatismo" paulista e outras invencionices, explorando o preconceito que os estados mais pobres nutriam em relação a São Paulo, o mais industrializado do País. Em tempo de guerra, mentira como terra.
A esquerda também não associou-se à chamada Revolução Constitucionalista, por considerá-la uma mera disputa de poder econômico entre setores da burguesia. Para os discípulos de Stalin, direitos constitucionais não passavam de perfumaria.
O certo é que a liberdade nunca deu muito ibope no Brasil. Não fosse uma lei que facultou a criação de feriados estaduais, nem mesmo em São Paulo seria reverenciado esse episódio da eterna luta contra o despotismo, que move os melhores seres humanos através dos tempos. Restariam apenas as comemorações melancólicas dos velhinhos remanescentes de 1932.
Pior: os feriados com menos clima de feriado em São Paulo são os da deflagração da Revolução Constitucionalista, o da morte de Tiradentes e o Dia da Consciência Negra, três que têm conteúdo político libertário. As pessoas só se lembram deles como oportunidade para uma esticada até o litoral.
Há quem diga que faltou por aqui uma revolução burguesa. Não chegamos ao capitalismo mediante um enfrentamento com o feudalismo, mas sim com o lento deslocamento da primazia para o polo mais avançado da economia, sem que o atraso fosse combatido. Os estágios diferentes de desenvolvimento ficaram superpostos e amalgamados.
Ou seja, conciliaram-se os interesses com a partilha de territórios, à maneira dos gangstêres: o capitalismo vicejou no Sul e os resquícios feudais sobreviveram no Norte -- tanto que o último coronel da política brasileira continua ocupando (e conspurcando) a presidência do Senado e, volta e meia, pipocam no noticiário casos de escravidão ainda flagrados no Brasil, em pleno século XXI!
Nem sequer a independência política conquistamos pela via altaneira de um Bolivar, mas sim trocando de amo e senhor: subjugamo-nos economicamente à Inglaterra, que tratou de dissuadir Portugal de qualquer tentativa de restabelecer o jugo colonial. Tiradentes deve ter revirado na cova.
Então, 1932 nada significa para a grande maioria dos brasileiros.
Idem a Força Expedicionária Brasileira, quando nossos compatriotas morreram nos campos de batalha da Europa para ajudarem a dar um fim ao nazifascismo.
E a resistência à ditadura militar de 1964/85 só é reverenciada por alguns contingentes mais esclarecidos da classe média, incluindo formadores de opinião.
A obtusidade dos militares comprometidos com os genocídios e atrocidades dos anos de chumbo, paradoxalmente, ajuda a manter aqueles episódios deprimentes no noticiário. Se disponibilizassem todas as informações e indicassem onde estão os cadáveres sonegados às famílias, reconhecendo seus crimes e pedindo civilizadamente desculpas, a tendência seria o gradual esquecimento.
Isto é o Brasil, que aos dignos, aos justos e aos idealistas sempre traiu...
TEUS OLHOS
Morro por estes teus calados olhos
de uma cor que eu nem sei mais,
e que tornam-se ainda mais belos,
por serem assim,
calados
Estes doces olhos de fruta
de encorpada e vermelha polpa
que de tão saborosamente frescos,
derramam-se inteiros sobre minhas madrugadas
Olhos de luzes e ventos,
sereníssimas tempestades,
pequenas e cristalinas fronteiras
entre o amor,
o céu
e a carne
Benditos olhos que se calam
e calados, me matam
desta morte que eu tanto desejo
Marcelo Roque
de uma cor que eu nem sei mais,
e que tornam-se ainda mais belos,
por serem assim,
calados
Estes doces olhos de fruta
de encorpada e vermelha polpa
que de tão saborosamente frescos,
derramam-se inteiros sobre minhas madrugadas
Olhos de luzes e ventos,
sereníssimas tempestades,
pequenas e cristalinas fronteiras
entre o amor,
o céu
e a carne
Benditos olhos que se calam
e calados, me matam
desta morte que eu tanto desejo
Marcelo Roque
Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
GUI CANTA PARA LOU (Guillaume Apollinaire)
Louzinha querida queria morrer num dia em que tivesses me amado
Queria ser bonito para que me amasses
Queria ser forte para que me amasses
Queria ser jovem jovem para que me amasses
Queria que a guerra começasse outra vez para que me amasses
Queria te agarrar para que me amasses
Queria te dar palmadas no traseiro para que me amasses
Queria te pisar para que me amasses
Queria que ficássemos sós num quarto de hotel em Grasse para
que me amasses
Queria que fosses minha irmã para eu te amar incestuosamente
Queria que fosses minha prima que nos amássemos desde criança
Queria que fosses o meu cavalo para eu te montar muito muito tempo
Queria que fosses meu coração para eu te sentir sempre em mim
Queria que fosses o paraíso ou o inferno de acordo com o lugar
onde eu vá
Queria que fosses um menino e eu o teu preceptor
Queria que fosses a noite para nos amarmos no escuro
Queria que fosses a minha vida para eu existir só por ti
Queria que fosses um obus boche para me matar de súbito amor
Queria ser bonito para que me amasses
Queria ser forte para que me amasses
Queria ser jovem jovem para que me amasses
Queria que a guerra começasse outra vez para que me amasses
Queria te agarrar para que me amasses
Queria te dar palmadas no traseiro para que me amasses
Queria te pisar para que me amasses
Queria que ficássemos sós num quarto de hotel em Grasse para
que me amasses
Queria que fosses minha irmã para eu te amar incestuosamente
Queria que fosses minha prima que nos amássemos desde criança
Queria que fosses o meu cavalo para eu te montar muito muito tempo
Queria que fosses meu coração para eu te sentir sempre em mim
Queria que fosses o paraíso ou o inferno de acordo com o lugar
onde eu vá
Queria que fosses um menino e eu o teu preceptor
Queria que fosses a noite para nos amarmos no escuro
Queria que fosses a minha vida para eu existir só por ti
Queria que fosses um obus boche para me matar de súbito amor
Terça-feira, 7 de Julho de 2009
LUIZ VIEIRA
Luiz Vieira:
Quem tem menos de 50 anos provavelmente não ouviu falar de Luiz Vieira. Nascido em Caruaru (PE), em 1928. Foi criado pelo avô em Alcântara, distrito de São Gonçalo, Rio de Janeiro. Desde cedo buscou um espaço nas emissoras, grande celeiro de artistas nas décadas de 40 e 50. Uma greve de cantores num programa foi a oportunidade para ele entrar no mundo do rádio. De reserva a titular, também na noite carioca: no Cabaré Novo México, na Lapa, faltou o cantor principal; Luiz, na hora e lugar certos, assumiu o posto. Lá pelos anos 40/50 circulou pelas casas de espetáculo e participou de produções nas estações radiofônicas e na recém inaugurada televisão. Seu primeiro sucesso foi I Menino de Braçanã, de 1953, em parceria com Arnaldo Passos. Algumas outras canções: Estrada de Columbandê, Prelúdio para ninar gente grande (sucesso de 1963), Guarânia da lua nova, etc. Em muitas de suas composições, um traço de regionalismo, com destaque para a incorporação da fala do povo. Um exemplo é Na asa do vent o em parceia com João do Vale . “Na época não fazíamos música para ganhar dinheiro apenas; fazíamos com o prazer de ouvi-las no rádio. Hoje, os compositores são fabricados para fazer circular muita grana. Com cinco anos de sucesso, o cara já compra três BMWs! Nenhum dos compositores de minha época ganhava tanto como hoje. Mas os frutos que os jovens colhem hoje foram plantados por antigos como Pixinguinha, Ataulfo Alves ”, analisa Vieira.
Que país é esse?

Do blog do Noblat
Que país é este onde o chefe de um poder independente como é o presidente do Senado pede socorro ao chefe de outro - no caso, o presidente da República - por que se sente ameaçado de perder o lugar?
E ainda justifica o seu comportamento prestando contas do que fez, explicando o que não pode fazer e prometendo fazer mais isso e mais aquilo?
Um gesto desses é de servilismo.
Sarney entrou puxando por uma perna para despachar com Lula na última sexta-feira. Saiu amparado em um par de muletas.
Os norte-americanos chamam de “pato manco” o presidente que decidiu não disputar a reeleição, ou que a perdeu ou que não pode mais disputar.
Sarney só cumpriu cinco de um total de 24 meses como presidente do Senado. Tem direito de concorrer a um novo mandato. Não é certo que complete sequer metade do atual.
Em defesa dele, Lula, a ministra Dilma Rousseff e o PMDB puseram em circulação uma série de mentiras ou de falsas verdades. A maior delas: Sarney não é mais culpado do que seus colegas pela crise do Senado. É, sim. Somente ele presidiu o Senado três vezes.
Foi ele que nomeou e ajudou a manter Agaciel Maia como diretor-geral do Senado durante 14 anos. A Agaciel são atribuídas grossas patifarias que não poderia ter cometido sem o consentimento dos seus superiores.
Que outro senador mais do que Sarney está sendo alvejado por fatos embaraçosos?
Ora é um auxílio-moradia para ele que dispõe de duas casas em Brasília. Ora é um neto empregado em gabinete de senador. Ora é outro que vendia seguros de saúde e agenciava crédito consignado para servidores. Ora é uma penca de parentes e de afilhados pendurados na folha de pagamento do Senado. Ora é uma casa que comprou e que esqueceu duas vezes de declarar à Justiça Eleitoral.
Da série de mentiras para atarraxar Sarney na cadeira de presidente do Senado: se ele cair, a oposição herdará o lugar. O PMDB romperá com o governo e sentará no colo de José Serra, o provável candidato do PSDB à sucessão de Lula. A CPI da Petrobras será instalada no dia seguinte. A governabilidade irá para o espaço. Em resumo: o fim do mandato de Lula chegará mais cedo do que o previsto. Sem falar que a recuperação da economia poderá sofrer um forte abalo.
Se Sarney sair, seu substituto será escolhido em um prazo de 15 dias.
Dono da maior bancada do Senado, o PMDB comandado por Renan Calheiros (AL) tratará logo de ocupar a vaga com outro nome. Estão em curso a esse respeito negociações preventivas e sigilosas.
De resto, dá para imaginar o pragmático e fisiológico PMDB devolvendo seis ministérios e uma centena de cargos importantes só por que Sarney acabou defenestrado da presidência do Senado?
Perguntem ao PMDB da Câmara dos Deputados se ele está disposto a dar às costas ao governo em solidariedade a Sarney. Está, sim, disposto a oferecer Michel Temer (SP) para vice de Dilma.
Perguntem aos governadores do PMDB se Sarney vale mais do que um naco das milionárias verbas do Programa de Aceleração do Crescimento.
Conservar Sarney na presidência do Senado ou tirá-lo não assegura desde já o passe do PMDB na eleição presidencial de 2010. Na hora certa, a maior fatia do partido irá com quem for ganhar.
A CPI da Petrobras ainda não foi instalada porque a oposição não quis. CPI é direito da minoria reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal. Basta acioná-lo para que ela funcione. A oposição prefere deixá-la para depois das férias de julho.
O estado de saúde da economia depende dos acertos do governo. Às vésperas de eleições, deputados e senadores mendigam junto ao governo a liberação de verbas para seus currais de votos. Cadê clima para rebeliões?
Lula deve a Sarney o apoio que ele lhe deu durante a crise do mensalão. Quer zerar a conta. E levar de troco um presidente de Senado combalido.
Pouco se lhe dá que para isso tenha de humilhar o PT outra vez. O PT é apenas uma fotografia na parede.
Comentário: Grande texto. Inicia com a famosa frase "Que país é esse?" e termina parodiando o poema de Drummond
"(...)Hoje sou funcionário público.
Itabira é apenas uma fotografia na parede.
Mas como dói". ANDRADE, Carlos Drummond de. Confidência do itabirano.
Marcadores:
BRASIL,
drummond,
José Sarney
Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
HISTÓRIA DA MÚSICA - FRAGMENTOS DE OBRAS MUSICAIS - STOCKHAUSEN E OUTROS GRANDES ...
Marcadores:
FRAGMENTOS,
HISTÓRIA,
MÚSICA,
VÍDEO
Mesa 11 - Alex Ross e o dissonante século XX - FLIP 2009
Alex Ross explica por que deixou de fora de seu livro compositores brasileiros, como Villa-Lobos.
Alex Ross: O resto é ruído.(livro lançado na FLIP 2009)
Alex Ross nasceu na cidade de Washington em 1968. Aos dez anos, começou a tocar piano e a compor. Depois, estudou música e chegou a tocar oboé em orquestras escolares. Na faculdade, porém, além de apresentar programas de rádio dedicados à música erudita contemporânea, iniciou-se na crítica musical. Em 1992, depois de se mudar para Nova York, atuou como crítico do New York Times, até ser contratado pela revista New Yorker, da qual é crítico de música.
“Em uma narrativa envolvente, de interesse tanto para o especialista como para o leigo, O resto é ruído conduz o leitor por esse labirinto da música contemporânea, buscando elucidar os contextos social e político que lhe deram origem. Crítico brilhante, Alex Ross nos leva da Viena do início do século até a Paris dos anos 1920; da Alemanha de Hitler e da Rússia de Stálin à Nova York dos anos 60 e 70, mesclando o erudito e o popular, a música e a política de um século tão fecundo quanto conturbado. O resultado, mais do que uma história da música, é uma leitura da história do século XX por intermédio da música que ele produziu.”
Fonte: Companhia das Letras
Leia aqui um trecho de O Resto é Ruído: escutando o século XX.
O resto é ruído: escutando o século XX
Autor: Alex Ross
Editora: Cia. das Letras
Tradução: Claudio Carina, Ivan Weisz Kuck
Capa: Retina _ 78
Páginas: 688
Formato: 16,00 x 23,00 cm
Peso: 0,922 kg
Acabamento: Brochura
ISBN: 9788535913934
Preço: R$ 64,00
Livraria da Travessa: por R$ 50,90 (s/ frete para R. de Janeiro)
Livraria Submarino: por R$ 50,90 (livre de frete)
Livraria Cultura: R$ 64,00
http://recorte.org/flip2009/2009/05/19/alex-ross-o-resto-e-ruido/
Vollmond - Pina Bausch - DIA 30/06/09 morreu Pina Bausch(68 anos),seu ballet Em setembro o Tanztheater Wuppertal viria a São Paulo.
A coreógrafa e bailarina alemã Pina Bausch morreu aos 68 anos na manhã desta terça (30) em Wuppertal, Alemanha. Bausch, nascida Philippine Bausch, era diretora artística do Teatro de Dança de Wuppertal desde 1973.
"Pina Bausch morreu no hospital e teve uma morte repentina e rápida, cinco dias depois de ter um câncer diagnosticado", anunciou a porta-voz do Teatro Wuppertal, Ursula Popp.
:: Veja fotos da carreira de Pina Bausch ::
Pina Bausch nasceu em 27 de julho de 1940 na cidade de Solingen, Alemanha. Em 1958, ela se formou na escola Folkwang, em Essen, também na Alemanha. Depois ela continuou aprendendo dança nos EUA, onde passou três anos e estudou na Juilliard School of Music, em Nova York, de 1959 a 1962.(...) leia mais em :
http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/2009/06/30/ult4326u1342.jhtm
CONTRA :"a força da grana que ergue e destrói coisas belas". Comunidades Tradicionais Protestando na FLIP 2009
Não era escpecificamente contra a FLIP. Era contra "a força da grana que ergue e destrói coisas belas". Era contra a especulação imobiliária que o turismo acabou trazendo para a região e que os desaloja, excluí... enfim, acaba com sua cultura.
É provável que os participantes da FLIP tenham prestado atenção e/ou entendido após Chico Buarque explicar um pouco do movimento no final de sua mesa.
Mais sobre o movimento em: http://forumtradicionais.blogspot.com
Publicado em:http://veredaestreita.org/2009/07/04/quem-sao-os-forasteiros/
Marcadores:
$$$$$$$,
BRASIL,
CULTURA,
CULTURA AFRO,
EVENTO,
FLIP,
GRANA,
HABITAÇÃO,
MANIFESTAÇÃO,
VÍDEO
ADRIANA CALCANHOTO RASGA MANUEL BANDEIRA NA FLIP - 2009
(...)Centro para e ouve Calcanhotto
Pouco depois, Romulo Fróes e banda subiram ao palco da Tenda do Telão, ao lado da Praça da Matriz, para o primeiro show da noite, enquanto funcionárias da Flip distribuíam champagne a quem entrava. O compositor paulistano pagou o preço de ser a atração de abertura e sofreu com a indiferença do público, que perdeu a excelente performance do grupo, em especial pelas atuações de Fábio Sá no baixo e Curumin na bateria.
Adriana Calcanhotto apareceu em seguida, entrando em cena enquanto declamava "Poética", um poema de Manoel Bandeira. “Estou farto do lirismo comedido, do lirismo bem comportado, do lirismo funcionário público”, diziam os versos, que a cantora interpretava com vigor, para ao final rasgar o papel e jogar os pedaços ao alto. Lotado, o centro histórico da cidade parou para assistir: a tenda aberta nas laterais e telões estratégicos permitiam que o povo sem ingresso também pudesse se divertir.(...)
leia mais em :http://ultimosegundo.ig.com.br/flip/2009/07/01/inspiracao+e+humildade+de+bandeira+dominam+conferencia+de+abertura+da+flip+7062916.html
O Livreiro na FLIP 2009 - Família Bandeira - Manuel Bandeira e sua família.
http://www.conhecaolivreiro.com.br/home/
Marcadores:
BRASIL,
ENTREVISTAS,
EVENTO,
FLIP,
HISTÓRIA,
HOMENAGEM,
LITERATURA,
LIVRO,
POESIA,
POETA,
RAIZES CULTURAIS,
VÍDEO
Maracatu de Paraty durante a FLIP 2009 - 2º vídeo E FLIPINHA (parte1)
Marcadores:
BRASIL,
CANTAR,
CULTURA AFRO,
DANÇA,
EVENTO,
FESTA,
FLIP,
LITERATURA,
MÚSICA,
RAIZES CULTURAIS,
VÍDEO
Assinar:
Postagens (Atom)


![Validate my Atom 1.0 feed [Valid Atom 1.0]](valid-atom.png)

















