sábado, 30 de setembro de 2017

Carta aberta de 70 académicos americanos contra a represión política na Cataluña

Noam Chomsky e Saskia Sassen, entre os intelectuais que aderiram ao manifesto. Na carta, – a mesma que os profesores británicos e irlandeses tornaran pública- os académicos relatan que “canto mais próximo se aproxima o referendo, mais a represión é intensificada”. “O que está acontecendo nos dias de hoxe na Cataluña non foi visto desde o tempo de Franco”, afirman.
Noam Chomsky (Photo by David Corio/Redferns)
Entre as personalidades condenando as accións repressivas de Madrid, o cientista, lingüista e filósofo Noam Chomsky. Chomsky xa se expresou anteriormente sobre a situacion na Cataluña. En 2014, dixo nunha rolda de imprensa que entendeu o referendo catalán como unha loita en defensa da identidade cultural contra o imperialismo de Estado.

Exiximos que a España imediatamente interrompa a represión política na Cataluña e permita que os cidadán da Cataluña expresen libremente suas opinións políticas “, afirmou a carta.

http://ollaparo.gal/2017/09/29/carta-aberta-de-70-academicos-americanos-contra-a-represion-politica-na-cataluna/

Carta aberta  contra a represión política na Cataluña
http://ollaparo.gal/wp-content/uploads/2017/09/Carta_Academicos_EUA.pdf



*via Karlotti Valle : https://www.facebook.com/karlotti/posts/10155711521469417?pnref=story



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Mediação cultural para professores andarilhos na cultura - Resenha do livro de Martins e Picosque

 

RESENHA DE FRANCIONE OLIVEIRA CARVALHO 


https://revistas.pucsp.br/index.php/aurora/article/view/12875/10550

MARTINS, Mirian Celeste; PICOSQUE, Gisa.  Mediação cultural para professores andarilhos na cultura .
   São Paulo: Intermeios, 2012.

Francione Oliveira Carvalho1

“São muitas as atuações envolvidas na mediação cultural, porém, sua paisagem conceitual e o fazer da mediação em diferentes situações e lugares é ainda nova e sedenta de pesquisas e reflexões, embora isto venha se transformando nos últimos anos (MARTINS. PICOSQUE, 2012, p.7)”. O trecho inicial da obra Mediação cultural para professores andarilhos na cultura, de Mirian Celeste Martins e Gisa Picosque, indica os territórios que serão explorados nos doze capítulos que formam esse livro. As autoras, referência nas discussões sobre o ensino-aprendizagem da Arte e da mediação cultural, compartilham inquietações, sensibilidades e provocações que pretendem instigar conversações e diálogos e não estabelecer verdades ou categorizações com fronteiras fixas. É justamente o chamado para o diálogo e a troca que faz da leitura da obra uma experiência mediadora e, parafraseando Deleuze, de afecto, pois para o filósofo francês, os afectos nos obrigam a pensar.   Como tocar o outro para um encontro sensível com a arte? Como tornar significativa uma visita a uma exposição ou o contato com reproduções ou livros de arte? Como propiciar uma experiência estética integral? Como o mediador pode superar o modelo positivista que pretende fazer pontes discursivas entre duas realidades preexistentes: a obra e o fruidor? Como criar desafios estéticos para mobilizar fruidores ao encontro com a poética da linguagem da arte? Como o professor pode impedir de ser tomado pelas exigências impessoais do cotidiano da escola que o coisificam e se sensibilizar para a articulação da complexidade e do processo de mediação? As questões trazidas pelas autoras agregam discussões presentes nas suas atuações como pesquisadoras e mediadoras culturais. No caso de Mirian Celeste Martins, também do exercício acadêmico tanto no Instituto de Artes da Unesp quanto na Pós-Graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde coordena o Grupo de  Pesquisa em Mediação Cultural: Provocações e contaminações estéticas. Isso revela o caráter agregador e de pesquisa da obra, pois as ideias e posicionamentos tomados ao longo dos textos foram fruto de um exercício colaborativo e investigativo que se estendeu ao longo do tempo, que maturou conceitos e ecoou conversações e encontros. Inclusive, diversas categorias operatórias brotaram desses encontros e ajudaram a estruturar os textos tal como rizoma (Deleuze e Guattari), curadoria educativa (Luiz Guilherme Vergara), aprendizagem inventiva (Virginia Kastrup) e experiência estética (John Dewey). É interessante apontar que esses conceitos não surgem para simplesmente dar nomes a fenômenos ou legitimar teses, mas um arcabouço conceitual que ajuda a ampliar o vivido. Ou, em outros momentos, estimular a experiência, como os objetos propositores (Lygia Clark) que se tornam provocadores para a criação das ideias de nutrição estética e professorpropositor.      O texto Objetos propositores: a mediação provocada, resultante das discussões realizadas na disciplina A mediação Arte/Público ministrada por Mirian Celeste no Instituto de Artes da Unesp,  é um dos capítulos mais interessantes da obra, por revelar como de discussões teóricas e acadêmicas é possível recriar tanto a teoria quanto a prática. A partir do trabalho coletivo que visou a pensar em possibilidades alternativas para a mediação cultural, foram propostos jogos que perpassam diversas experiências e territórios da Arte e da Cultura. Olhando no conjunto, é possível perceber que as propostas revelam tanto interesses pessoais quanto uma atitude investigativa que oportuniza diferentes encontros estéticos. As questões trazidas pela contemporaneidade estão presentes nos textos que formam a obra. A arte contemporânea transforma os modos de participação do contemplador, tirando-o do território da contemplação passiva e exigindo que esse novo fruidor convoque todos os seus sentidos para não só se comunicar com a obra, mas recriá-la.  Por isso, torna-se território fértil para a atuação do mediador cultural. Para as autoras, mediar é propiciar espaços de recriação da obra, e essa deve ser vista como a sua própria mediadora. Assim, a mediação cultural precisa ser pensada como uma ação específica que visa a dar autonomia e consciência ao olhar.  O mediador é, como o professor, poeticamente construído pelas autoras, um escavador de sentidos, “pois não lida com certezas e com reducionismos simplistas, mas com a compreensão e articulação da complexidade” (MARTINS. PICOSQUE, 2012, p. 116). O sentido das coisas nos é dado pela experiência, pela reflexão e pela troca com os outros, e é justamente nesse tripé que a educação e a mediação são cotidianamente construídas. A leitura da obra de Mirian Celeste Martins e Gisa Picosque é uma experiência sensível e ao mesmo tempo provocadora, pois não será provocador afirmar que vivemos uma crise dos nossos sentidos? Que anestesiados pela rotina nos automatizamos e deixamos de compartilhar experiências e afetos?     O livro termina com um interessante levantamento de obras, dissertações e teses que discutem as questões da mediação cultural a partir de seus diversos olhares, propondo a continuidade do diálogo. Pelo desejo de novos encontros, pela alma inquieta e pelo fôlego criativo das autoras essa conversa ainda vai longe.
                                                          



 1 Doutor e Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Membro do Grupo de Mediação Cultural: Contaminações e provocações estéticas do PEHC/Mackenzie. Docente dos cursos de Licenciatura em História e Pedagogia do Centro Universitário Estácio Uniradial. 


Aurora: revista de arte, mídia e política, São Paulo, v.6, n.16, p.65-67, fev.-mai. 2013


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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Jessé: a Lava Jato afundou o Brasil!



https://www.youtube.com/watch?v=5pv8PDtajSY

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Jessé: classe média pensa que é elite



https://www.youtube.com/watch?v=qVOEAi1EsbI


Conversa Afiada com Paulo Henrique Amorim

Publicado em 26 de set de 2017


No segundo bloco da entrevista à TV Afiada, o sociólogo Jessé Souza fala sobre a contribuição da Rede Globo e do PiG - o Partido da Imprensa Golpista - para o atraso do Brasil. O professor, autor do livro "A Elite do Atraso", comenta também o ódio da classe média aos avanços sociais do governo Lula.

Assista também à primeira parte da entrevista: a Lava Jato afundou o Brasil!
conversaafiada.com.br/tv-afiada/jesse-lava-jato-afundou-o-brasil

Inscreva-se no canal da TV Afiada no YouTube e fique por dentro das nossas atualizações. Saiba mais: youtube.com/watch?v=jEPepZFyHNE


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MST colhendo frutos



https://www.youtube.com/watch?v=nED0IwNidfA&index=3&list=WL




Publicado em 19 de mai de 2017
MST se torna o maior produtor de arroz orgânico da América latina, tendo adotado a agroecologia como base de sua produção. Movimento tem uma história de lutas e conquistas, mas ainda há muito a se fazer no campo, para diminuir a violência e a voracidade do agronegócio
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QuatroV - http://www.quatrov.com.br/

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Raízes - Raul Seixas


https://www.youtube.com/watch?v=LK18C2cC9GY


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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Profissionais do livro para a infância criam movimento contra o 'desmonte da cultura'



Profissionais do livro para a infância criam movimento contra o 'desmonte da cultura'
PublishNews, Redação, 20/09/2017

http://www.publishnews.com.br/materias/2017/09/20/profissionais-do-livro-para-a-infancia-criam-movimento-contra-o-desmonte-da-cultura

Ilustradores como Ciça Fittipaldi e Lúcia Hiratsuka participam do movimento que é encabeçado pela editora Daniela Padilha, pelas autoras Rosinha e Aline Abreu e pela livreira Gislene Gambini
 
Uma exposição que será aberta no próximo dia 30, na Livraria NoveSete (Rua França Pinto, 97 – Vila Mariana – São Paulo/SP), vai marcar o lançamento do Movimento Literatura e Resistência, encabeçado pela editora Daniela Padilha (Jujuba), pelas ilustradoras e escritoras Rosinha e Aline Abreu e pela livreira Gislene Gambini (NoveSete). Com o movimento, que ganhou a adesão de nomes do quilate de Ciça Fittipaldi, Lúcia Hiratsuka, Ionit Zilberman, Marilda Castanha e Renato Moriconi, elas querem articular ações de atores da cadeira produtiva do livro infantil e juvenil contra o que chamam de "desmonte da Cultura". “Desde 2014, já tínhamos notícias da suspensão das compras de governo. Mas tem algo maior, que mais nos apavora dentre outras coisas mais: o congelamento por 20 anos do investimento em Educação e Cultura, e a destruição do ensino público em geral. Isso nos impacta a curto prazo, mas nos impacta ainda mais a longo prazo", explica a pernambucana Rosinha.
“A exposição é a manifestação artística encontrada para dar início ao Movimento. O que nos moveu foi a possibilidade do encontro, da conversa e partilha, ponto-chave do Movimento. Pretendemos trazer outros atores da cadeia do livro e leitura para discutirmos os caminhos de resistência desse momento que estamos vivendo. Os cartazes e ilustrações estarão à venda e com o valor arrecadado queremos multiplicar esses encontros em outros estados”, completou Daniela Padilha.
Para marcar a abertura da mostra, que fica em cartaz na NoveSete até o dia 4 de fevereiro, a livraria receberá um bate-papo intitulado Como resistir? A cadeia produtiva do livro de literatura. A conversa será mediada pela ilustradora Rosinha, e contará com a participação de Aline Abreu, Daniela Padilha, Zeco Montes, Silvana Gili, Silvana Tavano e Gislene Gambini. O papo acontece no dia 30, às 13h30, com entrada é gratuita.
Além da exposição e do evento, as organizadoras prepararam um manifesto no qual estão listadas as diretrizes do movimento. O documento, que pode ser lido na íntegra logo abaixo, aponta que “uma das trágicas consequências do golpe parlamentar sofrido pelo país é a desarticulação da rede de literatura para crianças e jovens. Seja pela diminuição ou enfraquecimento dos eventos do livro, pelo fechamento de várias editoras e livrarias, pela extinção ou deformação das políticas de acesso ao livro com encerramento de atividades ou privatizações de bibliotecas públicas, pelo deslocamento dos profissionais para outras áreas, ou ainda, e talvez principalmente, pelo silêncio dos atores que compõem a cadeia do livro”.
Veja abaixo a íntegra do manifesto do movimento e algumas das ilustrações que compõem a mostra
Carta-manifesto
Uma das trágicas consequências do golpe parlamentar sofrido pelo país é a desarticulação da rede de literatura para crianças e jovens. Seja pela diminuição ou enfraquecimento dos eventos do livro, pelo fechamento de várias editoras e livrarias, pela extinção ou deformação das políticas de acesso ao livro com encerramento de atividades ou privatizações de bibliotecas públicas, pelo deslocamento dos profissionais para outras áreas, ou ainda, e talvez principalmente, pelo silêncio dos atores que compõem a cadeia do livro.
Esse silêncio precisa ser urgentemente rompido.

Escravidão define a sociedade brasileira


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Escravidão define a sociedade brasileira

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2017/09/escravidao-define-sociedade-brasileira.html

Do site Vermelho:

Reescrever a história dominante de que a corrupção é o que marca a sociedade brasileira é o tema do novo livro do sociólogo Jessé Souza. Para o autor do recém-lançado “A Elite do Atraso – da Escravidão à Lava Jato”, obra que faz o contraponto à ideia dominante sobre o país, é a escravidão o que de fato marca a sociedade brasileira. Em artigo publicado na última sexta-feira (22) na Folha de S.Paulo, o autor volta ao tema

O sociólogo classifica como “ridícula se não fosse trágica” a abordagem de Raymundo Faoro de que “a história do Brasil é a história da corrupção transplantada de Portugal e aqui exercida pela elite do Estado”.

“Faoro imagina a semente da corrupção já no século 14, em Portugal, quando não havia nem sequer a concepção de soberania popular, que é parteira da noção moderna de bem público. É como ver um filme sobre a Roma antiga cheio de cenas românticas que foram inventadas no século 18. Não obstante, o país inteiro acredita nessa bobagem”.
Escravidão
Jessé argumenta que os que apoiam essa interpretação dominante “parecem não se dar conta de que, em uma sociedade, cada indivíduo é criado pela ação diária de instituições concretas, como a família, a escola, o mundo do trabalho”.

Segundo o autor, a escravidão era a instituição que influenciava todas as outras e se mantém até os dias de hoje: “A "ralé de novos escravos", mais de um terço da população, é explorada pela classe média e pela elite do mesmo modo que o escravo doméstico: pelo uso de sua energia muscular em funções indignas, cansativas e com remuneração abjeta”.

Ele explicou que o que ele define de maneira “provocativa” como ralé é uma continuação direta dos escravos. “Ela é hoje em grande parte mestiça, mas não deixa de ser destinatária da superexploração, do ódio e do desprezo que se reservavam ao escravo negro. O assassinato indiscriminado de pobres é atualmente uma política pública informal de todas as grandes cidades brasileiras”.

Na opinião de Jessé, a elite econômica “é uma continuidade perfeita da elite escravagista” e continua condenando “os de baixo” à reprodução de sua miséria enquanto amplia o próprio “capital social e cultural”.

O escritor complementa que “o recente golpe comprova, ainda predomina o "quero o meu agora", mesmo que a custo do futuro de todos”. Ele diferencia as elites de outros países do Brasil: “Ficam com a melhor fatia do bolo do presente, mas além disso planejam o bolo do futuro. Por aqui, a elite dedica-se apenas ao saque da população via juros ou à pilhagem das riquezas naturais”.

Concert for Europe - The Schönbrunn Concert - Bobby McFerrin - Wiener Blut




https://www.youtube.com/watch?v=fiJgEwgR6Lg

Bobby McFerrin (New York, 11 de Março de 1950), é um cantor com forte influência de jazz.
Gravou vários clássicos do Jazz e da música erudita, além de outros géneros. Fez grande sucesso sua canção "Don't Worry, Be Happy", de 1988, ano em que venceu um Grammy.
Nascido em Nova Iorque, é filho do renomado barítono operístico Robert McFerrin (o primeiro cantor negro de prestígio na ópera). McFerrin trabalhou também com instrumentistas como Chick Corea, Herbie Hancock, Joe Zawinul, Richard Bona e Yo-Yo Ma.
É muito conhecido pela sua enorme extensão vocal de quatro oitavas e pela sua habilidade de usar a voz para criar efeitos diversos.
Além das performances ao vivo, McFerrin criou álbuns em que é o único músico, cantando e simulando instrumentos. É também capaz de entoar canto difônico -- prática muito comum em países asiáticos como Tuva -- em que o cantor produz intervalos harmônicos e acordes a partir de uma só voz.
Em 1987, ele cantou a música tema de The Cosby Show e logo depois também forneceu a música para um comercial do chocolate Cadburys.
Em1989, ele compôs e executou uma música para o curta-metragem Knick Knack da Pixar. O corte brusco ao qual McFerrin gravou tinha as palavras "blá blá blá", no lugar dos créditos finais (para indicar que ele improvisou). McFerrin espontaneamente decidiu cantar "blá blá blá", como letras, e a versão final da curta-metragem inclui estas letras durante os créditos finais.
Em 1993, ele também cantou Henry Mancini's Pink Panter música tema do filme O filho da Pantera Cor-de-Rosa.
Além da sua carreira vocal do espectáculo, o Sr. McFerrin foi nomeado em 1994 como presidente criativo da Saint Paul Chamber Orchestra. Ele faz visitas regulares como regente convidado de orquestras sinfônicas nos Estados Unidos e Canadá. Nas suas aparições em concertos, ele combina a realização de peças clássicas com seu próprio e único estilo de improvisação vocal, muitas vezes com a participação do público e da orquestra. (Por exemplo, os seus concertos finais muitas vezes com McFerrin a regir a orquestra numa versão de "William Tell Overture"a capella, no qual os membros da orquestra cantam as suas partes musicais no estilo vocal de McFerrin, em vez de tocar as suas partes nos seus instrumentos.)
McFerrin tambem participa de varios programas de educação musical, e faz aparições voluntárias como professor de música convidado e palestrante em escolas públicas de todo os Estados Unidos. McFerrin tem um filho, Taylor, e pai e filho têm colaborado em diversas iniciativas musicais.
Pelo fato de alternar falsetto rapidamente com profundas notas graves, McFerrin pode soar como se fosse dois ou três cantores. Seus reflexos rápidos aliados a um profundo conhecimento dos estilos musicais faz com que suas performances de solista sejam inesquecíveis, além de um grande entretenimento.
A despeito disso tudo, a carreira de Bobby McFerrin ainda não explorou todo o seu potencial. Filho de cantores de ópera, McFerrin foi treinado para ser pianista, mas em 1977 ele se decidiu pelo canto. Ele trabalhou durante algum tempo com Jon Hendricks e realizou sua primeira gravação para o selo Elektra Musician em 1982.
No ano seguinte ele começou a realizar apresentações como solista desacompanhado e em 1984 realizou o álbum "The Voice" que até hoje é considerado como o melhor. Em 1988 McFerrin teve um grande sucesso com "Don't Worry, Be Happy" e ele ficou embaraçado com seu inesperado sucesso comercial, ganhando até o Grammy.
Depois, ele manteve o seu low profile, conduzindo orquestras clássicas, criando o conjunto "Voicestra" com outros cantores e gravando de forma irregular para os selos EMI e Blue Note.
Desse período se destaca o feliz encontro que teve com Chick Corea, retomando seu estilo performático no jazz. Bobby McFerrin é ainda um grande nome no jazz vocal, mas ainda não se tornou uma grande influência à altura do seu talento.
Na metade dos anos 90 em diante, McFerrin realizou várias gravações para o selo Sony, só retornando para a Blue Note em 2002 quando lançou seu último álbum, "Beyond Words".(...)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bobby_McFerrin


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Bobby McFerrin - Say Ladeo



https://www.youtube.com/watch?v=b__9YQLJSZo

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Sing! Day of song - Bobby McFerrin - Improvisation



https://www.youtube.com/watch?v=81uJZIF9TCs 



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Zé Ramalho - Frevo Mulher



https://www.youtube.com/watch?v=dJ7ysapYc3M

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Zé Ramalho - Admirável Gado Novo



https://www.youtube.com/watch?v=YwqoeKlaJQs


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Zé Ramalho - Último Pau de Arara



https://www.youtube.com/watch?v=2Cau_bWVBzg

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Luiz Gonzaga - Pau-de-arara



https://www.youtube.com/watch?v=GPe0kyb6CIk

 




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Anna Aggio - Lamento Sertanejo



https://www.youtube.com/watch?v=YLkGaAxnCcA

 




Composição de Dominguinhos e Gil

 

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Anna Aggio ao vivo no Ideário S.A.



https://www.youtube.com/watch?v=XR4ULa5FPwQ

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Anna Aggio - Tristeza não (Itamar Assumpção / Alice Ruiz)



https://www.youtube.com/watch?v=A6e6NHdaZCw
   

Anna Aggio

Publicado em 17 de mar de 2017
Ensaios audiovisuais com Calejon.


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Andrea Drigo | Programa Instrumental Sesc Brasil



https://www.youtube.com/watch?v=xErnmlk3ixY

 

Publicado em 27 de abr de 2014

Neste show a compositora e violonista Andrea Drigo propõe um percurso pelos territórios sonoros que integram "Sucuridan", seu segundo álbum solo, lançado em 2012. Tendo como base a erudição instrumental, o trabalho de Andrea é fortemente marcado pelo hibridismo, reunindo elementos afro-brasileiros, regionalistas e orientais sob um olhar experimental e contemporâneo. É um pouco dessa paisagem sonora que a artista apresenta as composições de seus dois discos e outras músicas inéditas.


Ficha técnica:
ANDREA DRIGO
Violão

Participação especial
CAITO MARCONDES
percussão

Produção
NATHALIA LETER


Repertório:
PAU DE ARARA (Luiz Gonzaga)
MAZURCA CHORO (Villa Lobos)
ÀS FOLHAS (Andrea Drigo)
DANÇA AO SOL (Andrea Drigo)
RIO LI (Andrea Drigo)
BEIRA RIO (Caito Marcondes)
VOLTANDO PRA CASA (Andrea Drigo)
NÓS DUAS (Andrea Drigo)
ÁGUA DOURADA (Andrea Drigo)
A PAIXÃO (Andrea Drigo)

domingo, 24 de setembro de 2017

L'estaca con subtítulos en castellano



https://www.youtube.com/watch?v=evk3iEMI9w0&feature=share

Publicado em 28 de ago de 2009

L'estaca, en castellano, La estaca, popular e histórica canción compuesta en 1968 por el cantautor catalán Lluís Llach.

Esta canción, que se ha traducido a multitud de idiomas, ha llegado a popularizarse tanto que en muchos sitios se considera autóctona. Fue compuesta en plena dictadura del General Franco en España y es un llamamiento a la unidad de acción para liberase de las ataduras, para conseguir la libertad. Se ha convertido en un símbolo de la lucha por la libertad.


L'avi Siset em parlava de bon matí al portal

mentre el sol esperàvem i els carros vèiem passar.

Siset, que no veus l'estaca on estem tots lligats?

Si no podem desfer-nos-en mai no podrem caminar!



Si estirem tots, ella caurà i molt de temps no pot durar.

Segur que tomba, tomba, tomba, ben corcada deu ser ja.

Si jo l'estiro fort per aquí i tu l'estires fort per allà,

segur que tomba, tomba, tomba, i ens podrem alliberar.



Però, Siset, fa molt temps ja, les mans se'm van escorxant,

i quan la força se me'n va ella és més ampla i més gran.

Ben cert sé que està podrida però és que, Siset, pesa tant,

que a cops la força m'oblida. Torna'm a dir el teu cant:



Si estirem tots, ella caurà i molt de temps no pot durar.

Segur que tomba, tomba, tomba, ben corcada deu ser ja.

Si jo l'estiro fort per aquí i tu l'estires fort per allà,

segur que tomba, tomba, tomba, i ens podrem alliberar.



L'avi Siset ja no diu res, mal vent que se l'emporta,

ell qui sap cap a quin indret i jo a sota el portal.

I mentre passen els nous vailets estiro el coll per cantar

el darrer cant d'en Siset, el darrer que em va ensenyar.



Si estirem tots, ella caurà i molt de temps no pot durar.

Segur que tomba, tomba, tomba, ben corcada deu ser ja.

Si jo l'estiro fort per aquí i tu l'estires fort per allà,

segur que tomba, tomba, tomba, i ens podrem alliberar.



via  Karlotti Valle 


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A PAZ E ETC



Vasco Gargalo
https://www.rebelion.org/imagenes/p_23_09_2017.jpeg










Ladrão! Temer e Meirelles são recebidos em NY - Parte I e II



https://www.youtube.com/watch?v=VvRqR16KNDw

Ladrão! Temer e Meirelles são recebidos em NY - Parte I
15.554 visualizações
1 mil



Conversa Afiada com Paulo Henrique Amorim"

Publicado em 20 de set de 2017

O Conversa Afiada reproduz imagens do escracho realizado pelos bravos ativistas do Coletivo BRADO, em Nova York, contra o presidente ladrão e o Ministro Meirelles.

O escracho aconteceu na tarde desta quarta-feira, 20/set, ao final de um almoço do Financial Times no Hotel The Pierre. 



Ladrão! Temer e Meirelles são recebidos em NY - Parte II
16.823 visualizações

https://www.youtube.com/watch?v=Bt7kFExg1aQ


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#artemobile #artedigital #glitchart #nadiagalstabile

https://www.instagram.com/stabilenadia/
https://www.instagram.com/nadia.stabile/
https://www.facebook.com/NADIAGALSTABILE/app/168188869963563/









Empoderar crianças e jovens para a cidadania global - Seminário Cidadania Global

Tema fundamental: o poder das crianças, cidadania global e currículo. 
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2050472991644803&set=a.187039347988186.52014.100000463656848&type=3&theater

Inscrições aqui: https://docs.google.com/forms/d/160jfzB7RPI2GaTRkwJydaSP0aTd69YGOAqqLTeinLQE/viewform?edit_requested=true


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"Alike Short Film" - Uma forma diferente de ver o mundo




https://www.youtube.com/watch?v=L_U6gOBPvy0

 "Alike Short Film" é uma animação dirigida por Daniel Martínez Lara & Rafa Cano Méndez. Mais informações em: www.alikeshort.com


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MANIFESTO CONTRASSEXUAL: PRÁTICAS SUBVERSIVAS DE IDENTIDADE SEXUAL



https://www.travessa.com.br/manifesto-contrassexual-praticas-subversivas-de-identidade-sexual/artigo/6c08682c-af6d-4c9e-ae64-54de643ee431?pcd=041&gclid=CjwKCAjwjJjOBRBVEiwAfvnvBNvi4wz0M5RlgNqwYzHPKZE9Ql8NM3pG-8QShlVcIW-oOl7LoZyDZBoCUcoQAvD_BwE


SINOPSE
Este manifesto não se parece com nada que você já tenha lido. Aqui, o aclamado filósofo espanhol Beatriz Preciado dinamita, com seu humor corrosivo e rigor teórico, tudo aquilo que se entende por sexualidade. Os estereótipos homem/mulher, homo/hétero, natural/artificial vão progressivamente sendo despedaçados através das análises que o autor faz sobre o dildo, a história do orgasmo e a atribuição de sexo. Se de início é curiosamente divertido, a cada capítulo aprofunda-se nas contradições relacionadas às noções contemporâneas de gênero e desejo. É inspirado pelo pensamento de Michel Foucault, Gilles Deleuze, Judith Butler e Jacques Derrida que o autor inaugura a contrassexualidade: uma teoria do corpo que é, também, estratégia de resistência ao poder.

DADOS DO PRODUTO
título: MANIFESTO CONTRASSEXUAL: PRATICAS SUBVERSIVAS DE IDENTIDADE SEXUAL título original: Manifesto contra-sexual isbn: 9788566943139 idioma: Português encadernação: Brochura formato: 13 x 20 páginas: 224 ano de edição: 2017 ano copyright: 2004 edição:
capa de Laerte
PAUL B. PRECIADO
Beatriz Preciado (Burgos/Espanha, 1970) é filósofa, com Mestrado em Filosofia Contemporânea e Teoria de Gênero pela New School for Social Research, de Nova York, onde estudou com Agnes Heller e Jacques Derrida. Tem Doutorado em Filosofia e Teoria da Arquitetura na Universidade de Princeton, EUA. É uma participante ativa do atual debate sobre os modos de subjetivação e identidade, não somente na Espanha como também em distintos foros internacionais. Seu livro Manifiesto Contrasexual (2002) converteu-se em uma referência indispensável à teorização queer contemporânea. É também autora de numerosos ensaios e publicou também o livro Testo Yonqui (2008). Ensina Teoria de Gênero em diferentes universidades como a Universidade de Paris VIII, a École des Beaux Arts de Bourges e o Programa de Estudos Independentes do Museu d’Art Contemporani de Barcelona.
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