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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

A importância do ensino de artes resumida por ninguém menos do que a Dra. Professora Ana Mae Barbosa.


A importância do ensino de artes resumida por ninguém menos do que a Dra. Professora Ana Mae Barbosa. 

https://www.facebook.com/adriana.fresquet/videos/10211263637893279/

https://www.facebook.com/groups/668564143309135/permalink/669081486590734/

http://sarauxyz.blogspot.com.br/2017/10/2016-mantenham-as-artes-no-curriculo-e.html#.WeBXx2iPJHY

INÍCIO 

(2016) "Mantenham as artes no currículo" e "A Experiência Artística Melhora o Desempenho Escolar?"




http://sarauxyz.blogspot.com.br/2017/10/a-importancia-do-ensino-de-artes.html#.WeBYTmiPJHY


Mantenham no currículo como disciplinas as Artes Visuais, Teatro, Música e Dança!

Publicado em: 31/01/2016 às 09:15


https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1019829378056198&id=297220866983723

https://www.change.org/p/bncc-mantenham-as-disciplinas-artes-visuais-teatro-música-e-dança-no-currículo?recruiter=311540697&utm_source=share_petition&utm_medium=copylink



Hoje temos Artes Visuais, Música, Teatro e Dança com disciplinas no currículo, do 6º ano ao Ensino Médio com professores formados em cada área. A Fundação Lemann, aliada ao MEC, quer transformar estas disciplinas em meros sub-componentes curriculares.
A estratégia de considerar as Artes SUB-componentes é SUB-repticiamente intencional com o objetivo de, sem ferir a Lei de Diretrizes e Bases, retirar Arte do currículo, não contratando professores de Artes, que ficarão atreladas as outras disciplinas.
Por exemplo, o professor de Português ilustraria suas aulas, com obras de Arte. Ao discutir o tema “ponto de vista” em Literatura, usaria a tela “As meninas” de Velasquez. Teremos aí uma excelente aula interdisciplinar mas não é apenas Arte como tema transversal que nossos estudantes do Ensino Fundamental e Médio precisam.
Precisamos de professores bem preparados e espaço para as Artes no currículo pois Arte desenvolve a inteligência, como provam as pesquisas feitas por James Catterall.
Para assinar essa petição clique aqui.
Lutemos contra a SUB ARTE no currículo!
Fonte: Change
http://desacato.info/mantenham-no-curriculo-como-disciplinas-as-artes-visuais-teatro-musica-e-danca/


A Experiência Artística Melhora o Desempenho Escolar? Resposta a Eisner | 0 comentários
Autor(a): James S. Catterall*
O significado do envolvimento de crianças com as artes para o êxito escolar anda despertando polêmicas interessantes. As razões da controvérsia certamente incluem a popularização das idéias de Gardner sobre múltiplas inteligências (1983), além da atenção dada pela mídia às pesquisas de neurocientistas da Universidade da Califórnia que ligam formação musical a desenvolvimento cognitivo (Rauscher et al., 1997). Os argumentos a favor da instrumentalidade acadêmica são especialmente caros aos defensores das artes entre gestores de escolas e assembléias legislativas, os quais compreensivelmente procuram todas as munições disponíveis para apoiar suas campanhas em prol do aumento de verbas ou da restauração de programas de arte-educação desaparecidos já há muito tempo.

Eisner é perturbado por essas tendências. Sua reação é vigorosa e razoável. O que mais preocupa Eisner é a possibilidade de que o entusiasmo pelos fins instrumentais ou acadêmicos das artes acabe “enterrando” a correta avaliação dos resultados da arte-educação baseados nas artes e relacionados com as artes. Ele teme que se não houver um claro enfoque nas principais metas da arte-educação ligadas às artes, e dada a fragilidade dos argumentos instrumentais a favor das artes, nossa sociedade corre o risco de perder qualquer apreensão da real importância do ensino das artes.
Eisner utiliza duas abordagens para fomentar a apreciação das metas mais enfocadas nas artes. Em primeiro lugar, oferece um esquema de três níveis para ajudar o leitor a perceber e diferenciar as várias finalidades centradas nas artes e os fins ancilares que visamos com a arte-educação. Organiza com a lucidez de sempre as finalidades que descreve e as torna mais compreensíveis através de imagens.
Em seguida, Eisner constrói uma crítica feroz das pesquisas que visam demonstrar o elo entre artes e desempenho acadêmico. Diz que está cansado de ouvir tantas afirmações sobre arte e capacidade de refletir ou sobre música e geometria. Uma resposta eficaz, especialmente vindo de uma autoridade renomada tanto na arte-educação quanto em pesquisa na área educacional, é desarmar a oposição através da demolição de sua idoneidade e credibilidade. Eisner acredita que a importância da interrelação entre artes e aprendizagem escolar está sendo exagerada e que toda essa argumentação deve ser deixada de lado de modo a abrir espaço para um debate sobre o que as artes deveriam fazer.

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