segunda-feira, 16 de outubro de 2017

PETIÇÃO CONTRA A EXTRADIÇÃO DE CESARE BATTISTI



http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR102530


PETIÇÃO CONTRA A EXTRADIÇÃO DE CESARE BATTISTI
Por Carlos A. Lungarzo

Queridos amigos:
Numerosas organizações, sindicatos, movimentos sociais, partidos, entidades culturais, e pessoas de todos os setores e atividades, estamos pedindo assinaturas em favor do direito de Cesare Battisti de conservar sua condição de residente permanente no Brasil.

Ao mesmo tempo, em nossa petição exigimos o fim da interminável perseguição contra ele, movida por interesses políticos, por ódio ideológico e cultural, por sentimento de vingança, e, sobretudo, pelo interesse tortuoso de ambos os governos, o italiano e o brasileiro, de distrair a atenção de seus povos fazendo um circo romano.

Há seis anos e meio que Battisti vive em liberdade no Brasil, escrevendo livros que são publicados em diversos países, e cuidando de sua família e de sua vida social. Ele tem um filho brasileiro de quatro anos que é dependente econômica e afetivamente dele.
Apesar da extrema perseguição por parte das elites, de duas graves tentativas de sequestro apoiadas por grupos ligados à polícia, o MP, e, agora, ao governo, Battisti manteve sempre a serenidade, a dignidade e a observância da lei Brasileira.
Pedimos a todos os amigos que cliquem este link, assinem e façam conhecer a seus amigos e contatos.




Contra a Extradição de Cesare Battisti

Para: Excelentíssimo Senhor Presidente da República Michel Temer; Excelentíssimos (as) Senhores (as) Ministros (as) do STF


Battisti foi militante do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), na Itália, nos chamados “anos de chumbo”, década de 70, foi preso e condenado naquele país por acusações de luta armada. 

Conseguiu escapar e depois de passar por vários países, acabou por se radicar no Brasil. 
Aqui tem a nacionalidade, com todos os documentos em ordem, tem filho nascido no Brasil e não pesa contra ele nenhum crime neste país. 

A Itália quer sua extradição a qualquer custo! Lá sua pena será de prisão perpétua, sem direito ao sol. Além disso, a associação de carcereiros já fez manifestação pública na Itália, enforcando um boneco de Cesare Battisti: assim fica demonstrado que sua extradição será uma sentença de morte! 

O governo Lula assinou um decreto, em 2010, contra a extradição solicitada pela Itália. Esse decreto só poderia ser revogado no prazo de 5 anos! Como já se passaram 7 anos, não há como revogar legalmente esse decreto. Ademais, o STF afirmou, em 2009, que a acusação de crime se extinguiria em 5 anos, portanto, também já prescreveu. 

Porém, o governo Temer está revogando essa decisão, para agradar ao governo italiano, cometendo, dessa forma, uma ilegalidade absurda. 

Nós, abaixo assinados, não concordamos com a extradição de Cesare Battisti e exigimos do governo Temer o respeito às leis e à soberania brasileira. 

ATENÇÃO: Este abaixo assinado contrário à extradição de Cesare Battisti tem EXTREMA URGÊNCIA, pois será enviado às autoridades responsáveis o mais brevemente possível. Pedimos aos apoiadores que além de assinar, ajude-nos a divulgar. 

Dalmo de Abreu Dallari 
Carlos Lungarzo 
Eduardo Matarazzo Suplicy 
Luis Eduardo Greenhalgh 
Magno de Carvalho (pelo Comitê de Solidariedade a Cesare Battisti) 
3° Congresso Nacional da CSP-Conlutas 


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Arte como forma de resistência em Auschwitz


Arte como forma de resistência em Auschwitz

Exposição na Polônia reúne obras feitas pelos presos no campo de concentração nazista


https://brasil.elpais.com/brasil/2017/10/12/album/1507824136_347077.html?id_externo_rsoc=FB_BR_CM#1507824136_347077_1507826023



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Eva viu a Uva - CONTEE - com trecho de Paulo Freire e música censurada Cálice de C.Buarque e Milton Nascimento

Eva viu a Uva - CONTEE - com trecho de Paulo Freire e música censurada Cálice de C.Buarque e Milton Nascimento


https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=uP3fnl6PeHE

http://contee.org.br/contee/index.php/lei-da-mordaca/

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domingo, 15 de outubro de 2017

La escuela capitalista - Christian Baudelot, Roger Establet



La escuela capitalista 
Siglo XXI, 1999 - 301 páginas

La escuela es un aparato ideológico del estado, es decir, un instrumento de lucha de clases marcado por las condiciones históricas del país donde se efectúa esta lucha, así como por las formas concretas que toma. La escuela capitalista va unida al capitalismo y debe desaparecer con él. Este proceso, largo y difícil, ha sido ya iniciado en muchos países del mundo y por ello un estudio como éste es aplicable a procesos semejantes que se cumplen en los países de nuestra América que viven bajo este mismo sistema.

https://books.google.com.br/books/about/La_escuela_capitalista.html?hl=pt-BR&id=KggWAAAACAAJ

https://br.images.search.yahoo.com/images

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Bwoles y Gintis La instruccion escolar en la America Capitalista



https://www.youtube.com/watch?v=a1uTj6wOEb4

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005 Bowles&Gintis, la Escuela, motor de desigualdad



https://www.youtube.com/watch?v=L8Yrl0GW4Mc 

Publicado em 4 de jul de 2013
INSCREVER-SE 109


La Escuela, para ser considerada útil no debe entregar mayores herramientas para la autodeterminación de futuros adultos.
Bowles y Gintis nos muestran un sistema donde el fin de la escuela es de de generar personas que amen la desigualdad y acepten lo que les tocó.
 

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Samuel Bowles y Herbert Gintis



https://www.youtube.com/watch?v=Kb1WAtD1yFE

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Samuel Bowles Aula Magna



https://www.youtube.com/watch?v=Sl-q42sW11M

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sábado, 14 de outubro de 2017

OBRA ABERTA - UMBERTO ECO


Mesmo a obra "acabada", "fechada", é também aberta, na medida que serve a inúmeras interpretações. "Cada fruição é uma interpretação e uma execução, pois em cada fruição uma obra revive dentro de uma perspectiva original"
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https://pt.scribd.com/doc/56308435/ECO-Umberto-Obra-Aberta

]

Obra aberta é um livro escrito por Umberto Eco, que reúne uma coletânea de ensaios a respeito das formas de indeterminação das poéticas contemporâneas, tanto em literatura, como em artes plásticas e música. Sua primeira edição data de 1962, momento em que a arte europeia assistia à proliferação de obras de arte indeterminadas com relação à forma, convidando o intérprete a participar ativamente na construção final do objeto artístico. São exemplos desse tipo de obra as séries permutáveis de partitura do músico Henri Pousseur e os móbiles de Alexander Calder. O livro contou com várias outras edições, acrescentadas de novos ensaios por parte do seu autor. Além disso, a obra foi traduzida para inúmeras línguas em todo o mundo, sendo que a versão brasileira foi lançada pela Editora Perspectiva, com tradução de Giovanni Cutolo.

O Conceito[editar | editar código-fonte]

Na sua introdução à segunda edição, Umberto Eco é bastante sugestivo. Dela decorrem três conclusões fundamentais:
  • toda obra de arte é aberta porque não comporta apenas uma interpretação;
  • a "obra aberta" não é uma categoria crítica, mas um modelo teórico para tentar explicar a arte contemporânea;
  • qualquer referencial teórico usado para analisar a arte contemporânea não revela suas características estéticas, mas apenas um modo de ser dela segundo seus próprios pressupostos.
Em "A poética da obra aberta", a intencionalidade é considerada um pressuposto da obra aberta. Além de toda obra possibilitar várias interpretações, a obra aberta apresenta-se de várias formas e cada uma delas se submete ao julgamento do público. À medida que o autor cria várias obras, deixando ao executante escolher uma das seqüências possíveis e definir, por exemplo, a duração dos sons, a própria execução da obra torna-se um ato de criação. Nesse sentido, autoria e co-autoria acabam se confundindo de tal maneira que já não se pode falar de uma obra de arte, mas de várias "obras". Cumpre lembrar que, apesar de seu caráter indeterminado, que pode culminar num sem-número de configurações formais, ainda assim, segundo a visão de Eco, se pode falar de "obra", única e individual, na medida em que as várias possibilidades combinatórias estão de antemão previstas pela estrutura mesma da obra que se propõe aberta. Em todo caso, a antinomia é bastante clara, servindo de ponto de discórdia entre os leitores e comentadores do livro.
Na avaliação de Umberto Eco, as motivações para a poética da obra aberta podem ser encontradas nas teorias da relatividade, na física quântica, na fenomenologia, no desconstrucionismo, entre outras. De acordo com o semioticista italiano, essas teorias científicas e essas correntes filosóficas modernas promovem uma espécie de "descentralização", de ampliação dos horizontes imagináveis para a concepção da realidade. Nesse sentido, diante do reconhecimento de que as poéticas clássicas (identificadas, aqui, com as poéticas anteriores à poética da abertura) não são mais capazes de lidar com a pluralidade de sentidos do mundo, nem tampouco com o seu caráter multifacetado, os artistas da obra aberta se lançam na busca de uma linguagem artística capaz de promover no intérprete justamente esse sentimento de descentralização e pluralidade.
Além desse primeiro sentido do conceito de obra aberta, há, porém, segundo Eco, uma segunda categoria de obras que podem ser denominadas "abertas": aquelas que são determinadas quanto à forma, mas indeterminadas quanto ao conteúdo. Nesse caso, poder-se-ia dizer que a abertura é efeito da combinatória de signos que formam a estrutura da obra, que, evocando os mais diversos sentidos, permitem ao intérprete fazer, durante a fruição, as mais diversas conjecturas interpretativas. Dito de outro modo, a forma, acabada em si, é dotada de uma estrutura que desafia constantemente o intérprete a construir sentido, mediante inferências a respeito de como a obra foi criada e como ela pode ser interpretada dentro de um determinado contexto. De certo modo, portanto, a reflexão da relação entre a indeterminação de sentidos e a participação ativa na construção dos mesmos por parte do intérprete, ponto crucial da teoria semiótica de Eco nas suas obras sobre os limites da interpretação, estão, de alguma forma, presentes em Obra aberta.
Cumpre lembrar que, de algum modo, toda e qualquer obra de arte tem em si a abertura como característica fundamental. Isso se deve ao fato de que Eco reconhece na linguagem da arte a pluralidade de sentidos como traço definidor, em contraposição à linguagem cotidiana. Sendo assim, devemos distinguir, portanto, duas categorias de abertura: 1) a abertura como definição da arte; e 2) a abertura como intenção da obra (decorrente da intenção do autor, mas não necessariamente dependente dela), que caracteriza o surplus de abertura que define o conceito de obra aberta(...)

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Canalhas e Caos (Por Alfredo Herkenhoff)



https://www.youtube.com/watch?v=97jg-r9DfNE



Canalhas e Caos. (Por Alfredo Herkenhoff)

http://www.dimasroque.com.br/2017/09/canalhas-e-caos-por-alfredo-herkenhoff_25.html

Imagine o Brasil em que Rocha Loures com a mala de dinheiro fosse Graça Forster e Temer fosse Dilma. Como reagiriam os juízes Bonner und Waack e os jornalistas Gilmar e Moro?:

Imagine o Brasil em que o telefonema de um senador para um ministro do Supremo recebendo ordens não fosse de Aécio para Gilmar, mas de Gleisi para Rogério Favreto, do TRF-4?

Imagine o Brasil em que o Ministro da Fazenda que recebeu 170 milhões como consultoria de 2015 para cá fosse não o Henrique Meirelles mas o Guido Mantega ou o José Dirceu?

Imagine o Brasil em que as provas materiais, a documentação em papel, extratos de depósitos,  com os números e endereço de contas bancarias em tal paraíso fiscal dissesse respeito a  milhões de dólares de Caixa 2, ou dinheiro sujo não contabilizado, guardado lá na Suíça e que essa grana não fosse em favor do senador José Serra e do governador Alckmin, mas em favor de Lindberg e do governador petista Wellington Dias!

Imagine o Brasil em que as denúncias com provas cabais, incluindo fotos nunca mostradas, da entrega de milhões de reais numa mala no Centro de São Paulo não fossem relativas a um dinheirão vivo nas mãos dos assessores da Presidência José Yunes e Rocha Loures, mas nas mãos das assessoras da Dilma  Maria da Solidade de Oliveira Costa e Deise Ramos?

Imagine o Brasil em que as denúncias com provas cabais mostrassem hierarcas petistas do governo Dilma  fazendo 5 por cento do que fazem hierarcas tucanos e peemedebistas ao redor de Temer?

Imagine se o Jornal Nacional mostrasse todo dia que o maior número de políticos acusados de corrupção pertence ao PP, PMDB e PSDB, e não ao PT?

Imagine o Brasil em que as denúncias com provas cabais mostrassem que Lula tem apartamento de luxo em Paris, que deu apartamento na Europa para uma ex-amante, deu apartamento  nos Estados Unidos para o filho da ex=amante, deu apartamento em Higienópolis para uma namorada que chegou depois da viuvez? E ainda tem uma fazenda em Minas e outras em SP! 

Pois este Brasil existe e se chama ditadura dos ladrões com apoio da mídia e de juízes que viraram policiais e de policiais que viraram juízes. Todos eles odeiam História. Alguns odeiam por herança, são doutores escravocratas que odeiam os brasileiros da base da pirâmide. Outros, os policiais, odeiam por desinformação, são vítimas violentíssimas do ódio e passam a odiar tanto ou mais do que seus patrões, que são governadores e por vezes governadores  marajás ou controlados pelos marajás. 

A República é dos Marajás Tropicais do último país a acabar com a escravidão negra e o primeiro a reinstaurar a escravidão dos mais pobres, entre os quais está a maioria negra.

Está rolando um Apartheid econômico racial no Brasil. Você vê a panorâmica da Globo na arquibancada do Maraca na vitória domingo passado do Fogão em cima do meu Mengão e não tem negro quase no estádio.

Agora no Rock in Rio só tem negro no palco. Na plateia, está o resultado do Apartheid.

Não adianta gritar Fora, Temer. O substituto será ainda pior.

Ou os ministros do Supremo anulam o golpe ou levam o Brasil para onde estão levando: ao caos,  a antessala do inferno, estão arando o terreno para safras tóxicas, ou pré-revolucionárias.

Triste! 

Até as polícias no Brasil estão ficando esbranguiçadas! 

Em algum momento a corda rói!

Por Alfredo Herkenhoff.

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Ariano Suassuna • Riqueza e Encantos da Cultura Brasileira






https://www.youtube.com/watch?v=3GR3h0KO18Y



Publicado em 3 de set de 2017

INSCRITO

íntegra ► https://youtu.be/klrD8B4dIlA playlist Ariano Suassuna ► https://goo.gl/XFw3xC facebook ► www.facebook.com/territorioconhecimento twitter ► https://twitter.com/T_Conhecimento Fonte Original: UnBTV ► https://goo.gl/hr4DtD Ano: 1997 Ariano Suassuna (1927 - 2014) foi dramaturgo, romancista, poeta e membro da Academia Brasileira de Letras Ariano. "O Auto da Compadecida", sua obra-prima, foi adaptada para a televisão e para o cinema. Sua obra reúne, além da capacidade imaginativa, seus conhecimentos sobre o folclore nordestino. Foi poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo, professor e advogado.


Especial: Homenagem a Ariano Suassuna




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II CONGRESSO INTERNACIONAL PAULO FREIRE: O LEGADO GLOBAL


II CONGRESSO INTERNACIONAL PAULO FREIRE: O LEGADO GLOBAL

Normas para submissão de propostas de trabalhos

Todas as propostas de trabalho serão submetidas apenas na forma de resumo expandido, em português, em espanhol ou inglês.
Para escrever a sua proposta de trabalho, siga as seguintes instruções: salve a sua proposta de trabalho em arquivo pdf, em página formato A4 (210 x 297mm), com margens superior e esquerda de 3 cm e inferior e direita de 2 cm; fonte Arial, tamanho 12, com espaçamento simples, com uma linha entre os parágrafos sem recuo. Os textos deverão possuir de 8 mil a 21 mil caracteres e, no máximo, cinco páginas.
Há três tipos de propostas de trabalho que poderão ser submetidos para o II Congresso Internacional Paulo Freire: O Legado Global. São eles:
Trabalhos acadêmicos (papers)
Relatos de experiência
Oficina e/ou mini-curso
Poderão ser submetidas propostas de oficinas ou de mini-cursos com duração de 2, 4 ou 6 horas cada (no máximo, 2 horas por dia).
As propostas de trabalhos acadêmicos (papers) e de relatos de experiências devem ser submetidas a um dos seguintes temas geradores:
  1. “A leitura do mundo precede a leitura da palavra”
    Há pelo menos duas possibilidades de submissão de propostas de trabalho para este tema gerador: 1. propostas que discutam, dentro de uma perspectiva freireana, questões sobre leitura e produção de texto e/ou analisem experiências concretas de alfabetização e de letramento voltadas para minorias sociais, étnicas e raciais; e 2. propostas que analisem o contexto político atual, os desafios que ele nos coloca e as ações necessárias para superação desses desafios.
  2. Cartas freireanas
    Escrever cartas foi um estilo adotado por Paulo Freire em sua trajetória intelectual. O mesmo estilo será aceito neste tema gerador para as propostas de trabalho que desejam dialogar com conceitos e ideias freireanos.
  3. Denunciar e anunciar
    Freire defendeu a ideia de que além de denunciar as injustiças e as opressões em nossas sociedades, nós deveríamos sempre anunciar alternativas ou estratégias de luta para combatê-las. Se é isso o que o seu trabalho faz, este é o tema gerador para enviar a sua proposta.
  4. Pedagogias dos Oprimidos
    Questões relativas aos processos de educação, (re)escolarização e ensino-aprendizagem dos chamados “coletivos diversos” serão tratadas aqui por meio das propostas de trabalho a serem submetidas para este tema gerador.
  5. Reinventando Paulo Freire
    Paulo Freire nos convida a reinventar suas ideias para cada contexto específico. Não se trata de simplesmente “aplicar” suas ideias e sim de reinventá-las para cada situação específica. Se é isso o que seu trabalho faz, aqui é o lugar correto para enviar a sua proposta.
  6. Para ir além de Paulo Freire
    Caso você queira discutir limitações da obra de Paulo Freire e propor questões de como ir além de suas ideias, este é o tema gerador para enviar a sua proposta de trabalho.
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
  1. Período para envio de propostas de trabalhos: de 21 de setembro (início da “primavera” no Brasil) a 15 de outubro (Dia da Professora/Dia do Professor no Brasil) de 2017.

A importância do ensino de artes resumida por ninguém menos do que a Dra. Professora Ana Mae Barbosa.


A importância do ensino de artes resumida por ninguém menos do que a Dra. Professora Ana Mae Barbosa. 

https://www.facebook.com/adriana.fresquet/videos/10211263637893279/

https://www.facebook.com/groups/668564143309135/permalink/669081486590734/

http://sarauxyz.blogspot.com.br/2017/10/2016-mantenham-as-artes-no-curriculo-e.html#.WeBXx2iPJHY

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(2016) "Mantenham as artes no currículo" e "A Experiência Artística Melhora o Desempenho Escolar?"




http://sarauxyz.blogspot.com.br/2017/10/a-importancia-do-ensino-de-artes.html#.WeBYTmiPJHY


Mantenham no currículo como disciplinas as Artes Visuais, Teatro, Música e Dança!

Publicado em: 31/01/2016 às 09:15


https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1019829378056198&id=297220866983723

https://www.change.org/p/bncc-mantenham-as-disciplinas-artes-visuais-teatro-música-e-dança-no-currículo?recruiter=311540697&utm_source=share_petition&utm_medium=copylink



Hoje temos Artes Visuais, Música, Teatro e Dança com disciplinas no currículo, do 6º ano ao Ensino Médio com professores formados em cada área. A Fundação Lemann, aliada ao MEC, quer transformar estas disciplinas em meros sub-componentes curriculares.
A estratégia de considerar as Artes SUB-componentes é SUB-repticiamente intencional com o objetivo de, sem ferir a Lei de Diretrizes e Bases, retirar Arte do currículo, não contratando professores de Artes, que ficarão atreladas as outras disciplinas.
Por exemplo, o professor de Português ilustraria suas aulas, com obras de Arte. Ao discutir o tema “ponto de vista” em Literatura, usaria a tela “As meninas” de Velasquez. Teremos aí uma excelente aula interdisciplinar mas não é apenas Arte como tema transversal que nossos estudantes do Ensino Fundamental e Médio precisam.
Precisamos de professores bem preparados e espaço para as Artes no currículo pois Arte desenvolve a inteligência, como provam as pesquisas feitas por James Catterall.
Para assinar essa petição clique aqui.
Lutemos contra a SUB ARTE no currículo!
Fonte: Change
http://desacato.info/mantenham-no-curriculo-como-disciplinas-as-artes-visuais-teatro-musica-e-danca/


A Experiência Artística Melhora o Desempenho Escolar? Resposta a Eisner | 0 comentários
Autor(a): James S. Catterall*
O significado do envolvimento de crianças com as artes para o êxito escolar anda despertando polêmicas interessantes. As razões da controvérsia certamente incluem a popularização das idéias de Gardner sobre múltiplas inteligências (1983), além da atenção dada pela mídia às pesquisas de neurocientistas da Universidade da Califórnia que ligam formação musical a desenvolvimento cognitivo (Rauscher et al., 1997). Os argumentos a favor da instrumentalidade acadêmica são especialmente caros aos defensores das artes entre gestores de escolas e assembléias legislativas, os quais compreensivelmente procuram todas as munições disponíveis para apoiar suas campanhas em prol do aumento de verbas ou da restauração de programas de arte-educação desaparecidos já há muito tempo.

Eisner é perturbado por essas tendências. Sua reação é vigorosa e razoável. O que mais preocupa Eisner é a possibilidade de que o entusiasmo pelos fins instrumentais ou acadêmicos das artes acabe “enterrando” a correta avaliação dos resultados da arte-educação baseados nas artes e relacionados com as artes. Ele teme que se não houver um claro enfoque nas principais metas da arte-educação ligadas às artes, e dada a fragilidade dos argumentos instrumentais a favor das artes, nossa sociedade corre o risco de perder qualquer apreensão da real importância do ensino das artes.
Eisner utiliza duas abordagens para fomentar a apreciação das metas mais enfocadas nas artes. Em primeiro lugar, oferece um esquema de três níveis para ajudar o leitor a perceber e diferenciar as várias finalidades centradas nas artes e os fins ancilares que visamos com a arte-educação. Organiza com a lucidez de sempre as finalidades que descreve e as torna mais compreensíveis através de imagens.
Em seguida, Eisner constrói uma crítica feroz das pesquisas que visam demonstrar o elo entre artes e desempenho acadêmico. Diz que está cansado de ouvir tantas afirmações sobre arte e capacidade de refletir ou sobre música e geometria. Uma resposta eficaz, especialmente vindo de uma autoridade renomada tanto na arte-educação quanto em pesquisa na área educacional, é desarmar a oposição através da demolição de sua idoneidade e credibilidade. Eisner acredita que a importância da interrelação entre artes e aprendizagem escolar está sendo exagerada e que toda essa argumentação deve ser deixada de lado de modo a abrir espaço para um debate sobre o que as artes deveriam fazer.

“Tão careta e retrógrado. País anda para trás”, diz Marieta Severo sobre censura a exposições


“Tão careta e retrógrado. País anda para trás”, diz Marieta Severo sobre censura a exposições

https://www.revistaforum.com.br/2017/10/12/tao-careta-e-retrogrado-pais-anda-para-tras-diz-marieta-severo-sobre-censura-exposicoes/


Da Redação
A atriz Marieta Severo, aos 70 anos, está preocupada com os rumos do Brasil, após a censura de diversas exposições de arte.  “A gente está vivendo um momento tão careta. Tão careta, tão retrógrado, tão de fechamento”, disse ela em entrevista coletiva sobre a vilã que será na próxima novela da Globo.
“Isso é de uma tristeza inenarrável. Eu não tenho mais idade para passar por isso de novo, gente! Eu tenho 70 anos, pelo amor de Deus! O que é isso? A gente viveu isso na ditadura. É horrível você viver com censura”, revelou.

Ela ainda disse que se sente assustada: “Não vamos brincar com isso, pelo amor de Deus. É muito grave, é muito sério. É horrível o espaço que essas pessoas retrógradas, caretas, de mentes fechadas, estão tendo de fechar por uma exposição. O que é isso? Isso é revoltante. Isso não pode existir. Não vá! Como a televisão, não gosta, muda de canal, malandro. Vai ver outra coisa. É assustador. Para mim, é um motivo de tristeza, de medo, de pânico. De pensar que a gente está andando para trás. E tem um pessoal jovem regredindo”.
Por fim, questionada qual seria seu “outro lado do paraíso”, nome da nova novela de Walcyr Carrasco, ela foi categórica: “Meu outro lado do paraíso é pensar que o meu país está andando para trás. É isso. Juro por Deus, isso está sendo o meu inferno. O outro lado do paraíso é o inferno. Esse é o meu inferno”.
(Foto: Divulgação/Globo)

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CASO BATTISTI NA HORA DA DECISÃO: ESTÁ EM JOGO O DESTINO DE UM HOMEM E A CREDIBILIDADE DO SUPREMO.

Fux tomará a decisão mais importante de sua carreira...

https://naufrago-da-utopia.blogspot.com.br/2017/10/caso-battisti-na-hora-da-decisao-esta.html


CASO BATTISTI NA HORA DA DECISÃO: ESTÁ EM JOGO O DESTINO DE UM HOMEM E A CREDIBILIDADE DO SUPREMO.


Por Celso Lungaretti de seu blog

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

A má notícia é que o presidente Michel Temer pretende atender às pressões italianas, extraditando o escritor e perseguido político Cesare Battisti.

A boa notícia é que não pretende fazê-lo antes que o Supremo Tribunal Federal dê sua decisão sobre o pedido de habeas corpus da defesa de Battisti.

Ao contrário da leitura simplista que muitos devem estar fazendo, a boa notícia tem grande chance de prevalecer sobre a má, em termos de consequências práticas. Recapitulemos.

A Itália, tão pérfida agora como no tempo dos Bórgias, vinha mantendo tratativas secretas com o Governo Temer para obter a cabeça de Battisti, passando insidiosamente por cima da decisão soberana e definitiva que o Brasil tomou em 2010.

Apoiando com entusiasmo as pretensões italianas, o ministro da Justiça Torquato Jardim, ou apresentou uma fórmula mágica para viabilizar uma extradição ilegal mediante uma decisão administrativa (vide aqui), ou concordou com um artifício sugerido pela Itália. Pouco importa. O fundamental é que não há atalho jurídico nenhum que permita a extradição, deportação ou expulsão de Battisti sem estuprar as Leis brasileiras, conforme provou o professor Carlos Lungarzo (vide aqui).
...ao optar entre servir fielmente a Justiça...
Se Temer houvesse dado sinal verde antes do jornal O Globo revelar a existência das tratativas secretas, Battisti teria sido vítima de um espécie de sequestro relâmpago praticado entre nações. Hoje o fato estaria consumado, com Battisti na Itália ou sob sete palmos de terra (no passado ele jurou que, na impossibilidade de evitar a repatriação, optaria pela morte).

Temer, contudo, quis ouvir antes a sub-chefia de Assuntos Jurídicos da Presidência da República. E, nesse meio tempo, O Globo jogou a tramoia no ventilador, eliminando ofator surpresa que facilitaria a concretização da ilegalidade. 
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