Mostrando postagens com marcador SENTIR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SENTIR. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

APLAUSOS INFINITOS










































não, não, não,
eu não gosto de Carnaval oficial,
com cordões de isolamento...não!!!
não sou Corinthiana,nem torço pra futebol!
o que sei é que aplausos verdadeiros
não são coisa fácil!!
e fácil também não foi resolver tentar escrever
o que senti com esta foto...
QUE FOTO?
QUE CARNAVAL?
QUE CORINTHIANS?
QUE SAMBÓDROMO?
QUE DESFILE?
AQUI VEJO OUTRAS COISAS!
ou...OUTRA COISA!
fico perplexa,atônita,muda mesmo!
recobrei a fala só hoje,
dois dias depois...
e só quero saber agora
quem clicou a foto,
....e quem é este ser,
que junto com São Jorge e o Brasil
fez-me ver inimagináveis
estrelas de minha terra!

Nadia Stabile - 16/02/10

(aplausos para o autor da foto e mais aplausos
a foto...e mais aplausos aos fotografados e....)

sábado, 12 de setembro de 2009

...cantadas...

parecia querer dizer-me o indizível
quando eu pensava nele
um email dele chegava em minha caixa
hoje até pensei...
seria ele um espírito distante
que por causa da web encontrou-me!?
a tecnologia...a tecnologia...


Nadia Stabile - 12/09/09

domingo, 9 de agosto de 2009

"O OLHO DA RUA" - LIVRO DE ELIANE BRUN




Eliane Brum ensina arte da subversão em "O Olho da Rua"
03/11/08
Guilherme Azevedo

Se há uma palavra muito cara ao repertório jornalístico-literário da repórter Eliane Brum é esta aqui: subversão. Está presente em quase todas as suas reportagens, desde o início da carreira, em 1988, como repórter do jornal Zero Hora, de Porto Alegre.

E o ato de subverter de Eliane é como revela o dicionário: “revolver-se de baixo para cima”. Isto é, levar o que está embaixo para o alto.

No jornalismo, esse ato de subverter a ordem, de levar o que está no fundo para a superfície, se configura em Eliane, essencialmente, na disposição de revelar o extraordinário que há em cada homem dito comum, aquele que nunca interessou muito aos jornais.

Eliane tem um claro projeto: tirar esse homem comum, o homem simples, o homem que padece por falta de amparo básico, da invisibilidade.

Segundo o espírito sempre afetuoso e, às vezes, também furioso de subversão de Eliane, o pequeno é, na verdade, o grande; o anônimo é a celebridade; o louco é o sábio; o pobre é o pródigo.

O jornalismo de Eliane tem uma outra característica peculiar e, com isso, ela se assemelha muito a um de seus ilustres conterrâneos, o repórter gaúcho Marcos Faerman (1944-99): a absoluta sinceridade.

Suas reportagens, publicadas, desde 2000, na revista Época, onde é repórter especial, fazem de suas indagações, de suas dúvidas, de suas emoções, de seus “bastidores” de repórter assuntos presentes no texto final. É o reconhecimento e o anúncio explícito, a bem da honestidade e do respeito pelo leitor, das limitações do jornalista, diante, muitas vezes, daquilo que mal compreende, que apenas intui.

A repórter, vencedora dos principais prêmios nacionais de jornalismo, o Esso e o Vladimir Herzog, entre outros, vem agora com novo livro: O Olho da Rua – Uma repórter em busca da literatura da vida real (Globo, 424 páginas, R$ 48,00).

O lançamento está marcado para o dia 11 de novembro, das 19h às 22h, na Livraria da Vila: rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena, região oeste de São Paulo.

É o terceiro livro de Eliane: o primeiro fora Coluna Prestes – O avesso da lenda (1994), em que a repórter refez a marcha da Coluna Prestes, revelando uma trajetória de crimes até então ignorados; e o segundo, A vida que ninguém vê (2006), coletânea de reportagens sobre o homem (in)comum das ruas gaúchas, principalmente de Porto Alegre.

O Olho da Rua tem prefácio do repórter Caco Barcellos e reúne dez reportagens originalmente publicadas na Época, mas com um atrativo extra: textos inéditos de Eliane sobre os bastidores de cada história, as indagações que nasceram do embate com a realidade, as escolhas feitas e os erros cometidos, também.

Sim, porque repórter também erra, não é ser acima do bem ou do mal, feito de completude. E o reconhecimento do erro, como muitos já notaram, é que, dialeticamente, revela a grandeza de uma obra e de um homem – e de uma mulher.

O leitor interessado em boas histórias, contadas com muito talento, generosidade e poesia, cheias de emoção (porque no jornalismo em que Eliane acredita repórter precisa se emocionar, abaixo a neutralidade), certamente vai gostar de O Olho da Rua. É jornalismo como deve ser.

Título: O Olho da Rua – Uma repórter em busca da literatura
da vida real (424 páginas)

Autora: Eliane Brum
Prefácio: Caco Barcellos
Preço: R$ 48,00


FONTE: http://jornalirismo.terra.com.br/jornalismo/14/544

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

"catapultar-se ao longínquo mundo de nós mesmos"


"pisar as próprias vestes,
arrancar máscaras e véus,
despir-se,ser transparente...
seria só para naturistas!?"

"homens vivem usando
ferramentas erradas,
talvez por isso as mulheres
estejam encrencadas há muito tempo"

"as coisas tecnológicas
tentam substituir
o insubstituível!"
"e a distância entre um homem
muito "culto" (erudito)
e um não culto,
é maior do que entre
o homem e o macaco,
assim disse Fernando Pessoa.
seria isso verdade mesmo!?
ou minha distância de Pessoa é muito grande!?"

"o insubstituível é aquilo
que só a natureza pode me dar,
por exemplo,um homem
interessante e viril!"

"se o homem interessante e viril
não surge em estado bruto na natureza,
aí eu não sei...só sei que a minha
natureza precisa disso!
mas o que é um homem deste tipo?
um anormal? uma ovelha negra?
um fora de padrões?
um homem ar ti fi cial!?
opa!! desculpe, me equivoquei!"

"dia chegará que os mecânicos
não mais existirão,
neste dia as máquinas
cruzarão os braços"

"um dia não mais existirão encanadores,
entraremos pelo cano"

"um dia não existirão eletricistas,
ficaremos todos no escuro"

"um dia as ovelhas negras
e os ursos polares
tirarão as roupas,
e nós desmaiaremos de tesão"

"quando a paranóia deixará de existir!?
capitalismo gera riqueza e socialismo
respeita o ser humano..."

" a tecnologia está aí,
use-a e abuse-a,
entenda-a,
antes que ela te use e te abuse!"

"catapultar-se ao longínquo mundo
de nós mesmos"

"transformemo-nos
e arranquemos
nossas camisas de força!"

"uma nação só existe se houver cidadãos
que se importam com seus concidadãos"

Nadia Stabile - 06/08/09

*imagem : (detalhe) gestos cegos com pincel e guache(2003) de Nadia Stabile

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Explicando: Eu me calo - o clip

Fiz este clip de um poema de Oswaldo Antônio Begiato, dedicado ao meu filho André, de 27 anos, após seu transplante de duplo pulmão – Outubro/2008, musicado pelo seu pai, Sinédei Moura, e transformado por mim num clip de agradecimentos: em primeiro lugar a Deus, em segundo aos Deuses de todos os Sóis, em terceiro, pela coragem, força e alegria que aprendo a cada dia com a minha estória, e com a de todos que estão em minha volta, e a mim transmitem bons fluidos.

Amém.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

domingo, 21 de junho de 2009

O Assunto É Solidariedade - Parte 01 e 02 de 3 partes (TV PUC CAMPINAS)





Assista a parte 02: http://www.youtube.com/watch?v=Q0Q7hT...
Assista a parte 03: http://www.youtube.com/watch?v=Xx4b1l...

Sinopse: Mesmo o mais cínico dos mortais fica incomodado e vira o rosto ao presenciar o sofrimento de alguém estirado no chão. Esse exercício de se colocar na pele do outro, conhecido como compaixão, é natural do ser humano. E faz muito bem à alma, segundo a percepção de especialistas. Para debater esse tema, esta semana O Assunto É Solidariedade. Nosso entrevistado é o professor da Faculdade de Ciências Sociais Marko Monteiro. Você ainda vai conhecer o trabalho do Grupo de Ação Solidária, o GAS, que realiza trabalho de arrecadação e distribuição de doações nos campi da PUC-Campinas e a história de pessoas que de uma forma ou de outra, encontram uma maneira de ajudar alguém.

Créditos:
Produção, roteiro e edição: Du Paulino
Imagens: Francisco Silva, Rodrigo Nunes, Emiliano Vassoler, Oscar Herculano, Marcos Doretto
Edição de Imagens: Ruberlei Consta, Joaquim David Neto, João Solimeo
Realização: TV PUC-Campinas e Laboratório de Imagem e Som
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...