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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

FRIDA KAHLO - POEMA DE CONCHA ROUSIA

https://www.youtube.com/watch?v=tu4st9b1ZpU






Enviado em 18 de jun de 2009
INTERPRETAÇÃO LIVRE DE POEMA ,COM AUTORIA DE CONCHA ROUSIA, 
POETA GALEGA.
IMAGENS DE RETRATOS E OBRAS DE FRIDA KAHLO, ARTISTA PLÁSTICA MEXICANA.
MÚSICA DE ERNESTO NAZARETH
EDIÇÃO /VÍDEO DE NADIA STABILE
IMAGENS DO GOOGLE
JUNHO DE 2009 - MÉXICO - GALIZA - BRASIL

SITE DA POETA :  

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

COLHEITAS DO FUTURO - TV BRASIL

Como alimentar a humanidade sem pesticidas?


É preciso repensar a organização e gestão da cadeia alimentar


http://tvbrasil.ebc.com.br/colheitasdofuturo

http://tvbrasil.ebc.com.br/noticia/2015-01-06-documentario-as-colheitas-do-futuro-discute-uso-de-pesticidas-na-agricultura-a



A diretora Marie-Monique Robin viaja a diversas partes do mundo encontrando agricultores, experts, economistas e militantes em busca de experiências bem-sucedidas em relação à agricultura tradicional. Ela encontra várias alternativas à agricultura industrial, que é baseada no largo uso de pesticidas químicos ou em alimentos geneticamente modificados. Entre estas alternativas, destacam-se a agricultura familiar e a agroecologia. Com um sexto da população mundial passando fome, segundo estatísticas da ONU, uma mudança de paradigma na agricultura se faz urgente.



Como alimentar a humanidade sem pesticidas?

É preciso repensar a organização e gestão da cadeia alimentar

Numa investigação otimista sobre as soluções possíveis para a crise de alimentos no mundo, o Colheita do futuro é um documentário dirigido por Marie-Monique Robin que mostra como muitos agricultores ao redor do mundo são capazes de obter as suas colheitas sem pesticidas e que existem muitas maneiras de cultivar com sucesso, sem produtos químicos, sem poluir a água, o ar e o solo e sem prejudicar as pessoas.

O filme aponta as razões pelas quais hoje um sexto da humanidade não tem o suficiente para comer e demonstra que nada é inevitável, desde que se mude o paradigma agrícola e se repense a organização e gestão da cadeia alimentar. No México e nos Estados Unidos, o documentário mostra o legado da agricultra tradicional ameaçado por um tratado comercial injusto. No Malawi, na Alemanha e no Quênia, ele nos faz descobrir a sofisticação e eficácia das técnicas de cultivo bio.

Direção: Marie-Monique Robin
Produção: Arte France


http://www.cinefrance.com.br/filmes/a-colheita-do-futuro-2012




https://pt.wikipedia.org/wiki/Gliricidia



MILPA - México (agroecologia)   

http://www.milpacollective.org/
(milho, feijão e abóbora - a biodiversidade das culturas equilibra o solo e o ataque de insetos e pragas) 
http://www.agroecology.org/Case%20Studies/milpa.html

http://www.themilpaproject.com/the_story.html

https://en.wikipedia.org/wiki/Milpa



Documentário "As Colheitas do Futuro" discute uso de pesticidas na agricultura a partir de quarta (7) 

06/01/2015 - 08h50



A jornalista Marie-Monique Robin analisa o tema no filme que a TV Brasil exibe em dois episódios
A jornalista francesa Marie-Monique Robin em ação no documentário “As Colheitas do Futuro”A jornalista francesa Marie-Monique Robin em ação no documentário “As Colheitas do Futuro”Alimentar o planeta Terra sem pesticidas é possível, segundo a jornalista francesa Marie-Monique Robin, que defende a agroecologia no filme "As Colheitas do Futuro", que a TV Brasil apresenta, em versão para a televisão dividida em dois episódios, nas próximas duas quartas-feiras, 7 e 14 de janeiro de 2015, às 22h. Os documentários apontam soluções possíveis para a crise de alimentos no mundo.
Com um sexto da população mundial passando fome, segundo estatísticas da ONU, é urgente que ocorra uma mudança de paradigma na agricultura. Em busca de alternativas, a produção viajou a diversos continentes encontrando agricultores, especialistas, economistas e militantes, em busca de experiências bem-sucedidas em relação à agricultura tradicional.
A diretora Marie-Monique Robin encontrou várias alternativas à agricultura industrial, que é baseada no largo uso de pesticidas químicos ou em alimentos geneticamente modificados. Ela exemplifica a agricultura familiar e a agroecologia, mostrando como muitos agricultores ao redor do mundo são capazes de obter as suas colheitas sem pesticidas, sem poluir a água, o ar e o solo e sem prejudicar as pessoas.
"Os estudos demonstram que os sistemas agrícolas mais produtivos são os que apresentam uma densidade importante de árvores", destaca a jornalista ao ressaltar que o modelo agroindustrial não conseguiu alimentar o planeta.
Diretora fecha a trilogia sobre a contaminação alimentar com o filme “As Colheitas do Futuro”Diretora fecha a trilogia sobre a contaminação alimentar com o filme “As Colheitas do Futuro”Em dois episódios, o telespectador vai conhecer, no México e nos Estados Unidos, o legado da agricultura tradicional ameaçado por um tratado comercial injusto e, no Malawi, na Alemanha e no Quênia, a sofisticação e a eficácia das técnicas de cultivo bio.
Também vai ver um balanço do modelo agroindustrial, que, depois de meio século, não é capaz de alimentar o mundo, enquanto aumenta o aquecimento global, esgota os solos, os recursos hídricos e a biodiversidade, e empurra para as favelas milhões de camponeses.
O filme “As Colheitas do Futuro” destaca que é possível buscar alternativas para a questão da alimentação de uma forma ambientalmente sustentável. Com este documentário, a jornalista Marie-Monique Robin encerra a trilogia sobre a contaminação alimentar que começou em 2008 com "O mundo segundo Monsanto", sobre a gigante agroquímica americana Monsanto, e "Nosso veneno cotidiano" (2010).
Serviço
Documentário – As Colheitas do Futuro
Estreia dia 7 de janeiro (quarta), às 22h, na TV Brasil
Dois episódios de 50 minutos, nos dias 7 e 14/01, às 22h, na TV Brasil


http://tvbrasil.ebc.com.br/noticia/2015-01-06-documentario-as-colheitas-do-futuro-discute-uso-de-pesticidas-na-agricultura-a

domingo, 20 de abril de 2014

Gabriel Garcia Márquez

Gabriel José García Márquez (Aracataca, 6 de março de 1927 — Cidade do México, 17 de abril de 2014)

"Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja. Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia. Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre." Gabriel García Marquez
Fonte :  http://pensador.uol.com.br/gabriel_garcia_marquez_poemas/
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