*12 de outubro de 2015(um mês justo antes do atentado de Paris, e o que a mídia e o Facebook fizeram em relação a isto?)
http://br.blastingnews.com/mundo/2015/10/turquia-sofre-atentato-terrorista-e-deixa-muitas-pessoas-mortas-00599307.html
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| Peruas Veraneios com chapas 'frias' eram a marca registrada dos órgãos de repressão |
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A GRANDE ESPERANÇA BRANCA

"O CMI Brasil é uma rede de produtores e produtoras independentes de mídia que busca oferecer ao público informação alternativa e crítica de qualidade que contribua para a construção de uma sociedade livre, igualitária e que respeite o meio ambiente.No entanto, ao permitir que qualquer cidadão postasse qualquer coisa, sem nem mesmo obrigá-lo a identificar-se, acabou sendo repositório de uma enxurrada de baixarias dos fakes de extrema-direita, com seus textos falaciosos e difamatórios, suas montagens de mau gosto e que frequentemente descambam para a pornografia, suas fichas falsas, etc.
"O CMI Brasil quer dar voz à quem não têm voz constituindo uma alternativa consistente à mídia empresarial que frequentemente distorce fatos e apresenta interpretações de acordo com os interesses das elites econômicas, sociais e culturais.
"A ênfase da cobertura é sobre os movimentos sociais, particularmente, sobre os movimentos de ação direta (os 'novos movimentos') e sobre as políticas às quais se opõem.
"A estrutura do site na internet permite que qualquer pessoa disponibilize textos, vídeos, sons e imagens tornando-se um meio democrático e descentralizado de difusão de informações."
| Alvo de críticas por parte de entidades patronais de comunicação, o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH) é apoiado por especialistas na área. Para eles, o plano será um marco regulatório para o País e conterá os excessos contra a dignidade humana. O PNDH foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e seguirá para avaliação do Congresso. Um dos objetivos do plano é regular os meios de comunicação para que mantenham uma linha editorial de acordo com os Direitos Humanos, com punições para os que desrespeitarem as normas. A proposta foi contestada pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner) e a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) que afirmam que o plano é uma tentativa de limitar a liberdade de expressão. Regulação e censura “No Brasil há uma prática dos empresários atribuírem como censura qualquer possibilidade de ampliar a discussão sobre conteúdo veiculado pela mídia. A proposta nada mais é do que a vontade da sociedade no sentido de exigir que os meios respeitem a dignidade humana”, defende Laurindo Leal Filho, jornalista, professor da ECA/USP e ouvidor da Empresa Brasil de Comunicação. Laurindo também ressalta que a mesma proposta já estava presente no 1º PNDH na gestão de Fernando Henrique Cardoso e que não há motivos para polêmicas. “Isso é uma prática consagrada no mundo. Eu não sei por que no Brasil se faz tamanho escarcéu sobre algo que deveria ser corriqueiro”, emenda. Carlos Chaparro, doutor em Ciências da Comunicação e professor de jornalismo da USP, também acredita que o plano não interfere na liberdade de expressão. “Isso não altera muito o que está na Constituição, não mexe com a liberdade de expressão, isso faz parte da democracia e reproduz o que está na Constituição”. Apesar de concordar que o programa não afeta a liberdade de imprensa, Chaparro reprova a forma como o PNDH foi encaminhado. “Não penso que seja papel do governo produzir documentos desse tipo, mas sim do Congresso, que representaria a sociedade. O governo deveria apenas cumprir a Constituição, porque é só olhar ao redor e ver que ele não cumpre”, critica. Para Edson Spenthof, presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), as críticas das empresas apenas reproduzem o mesmo que aconteceu na elaboração de outras propostas de comunicação para o País. “O que eu vejo é a ladainha de sempre das empresas de comunicação. Tudo o que é regulação e democratização eles veem como censura, o que não é. É o mesmo que aconteceu na Confecom, com a Lei de Imprensa, o diploma de jornalismo, o Conselho Federal de Jornalistas, entre tantos outros”. Lula defende legalidade da proposta O presidente Lula, que assinou o programa alterando apenas um ponto referente à repressão militar, respondeu as críticas contra o plano. "Não brinco com esse assunto. Para mim, não existe democracia sem liberdade de imprensa. O decreto não propõe controle sobre nenhuma mídia. Se propõe que sejam apurados os abusos contra os direitos humanos, caberá aos órgãos responsáveis verificar o que está ocorrendo, como é hoje”, declarou. Leia mais: Fenaj declara apoio ao Programa Nacional de Direitos Humanos Controle da mídia também consta em plano de direitos humanos de FHC Programa Nacional de Direitos Humanos prevê lei para a comunicação no País Entidades reprovam decreto do Programa Nacional de Direitos Humanos http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D54740%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%2 6pid%3D42324832900%26fnt%3Dfntnl |
O BONDE SÃO JANUÁRIO ===
(Composição: Wílson Batista e Ataulfo Alves) ===
Patrick Angello - Violão 7 Cordas =======
Dizzy - Pandeiro ======
Quem trabalha é que tem razão
Eu digo e não tenho medo de errar
O bonde São Januário
Leva mais um operário:
Sou eu que vou trabalhar
Antigamente eu não tinha juízo
Mas resolvi garantir meu futuro
Vejam vocês:
Sou feliz, vivo muito bem
A boemia não dá camisa a ninguém
É, digo bem
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
(...)Wilson Batista, em parceria com Ataulfo Alves, seria vítima da intervenção do DIP em 1940 com o samba O bonde de São de Januário, referência ao bairro onde ficava o estádio do Vasco da Gama, palco dos discursos de Getúlio Vargas, dirigidos aos “Trabalhadores do Brasil”. A letra original zombava dos sindicatos atrelados ao Estado:
O Bonde São Januário/ Leva mais um sócio otário/ Sou eu que vou trabalhar.
A canção, acusada pelo DIP de promover a vadiagem, só foi liberada com uma alteração na letra que não atrapalhou a rima, mas mudou completamente o sentido. Tornou-se um hino ao trabalho:
O BONDE DE SÃO JANUÁRIO (1940)
Quem trabalha é que tem razão
Eu digo e não tenho medo de errar
O Bonde São Januário
Leva mais um operário [sócio otário]
Sou eu que vou trabalhar
http://www.hiphopdosul.com.br/principal.php?arq=mostra-materia&id=16.

O jornalismo desportivo enfrenta outro tipo de "ameaça" à liberdade de imprensa. Em entrevista ao JPN, dois jovens jornalistas denunciam a "auto-censura" em relação aos clubes.
Jornalista do "Record", André Monteiro acredita que "não se pode dizer que não há liberdade de imprensa em Portugal". Contudo, esta é "muitas vezes condicionada pelo interesse de alguns jornalistas em defenderem as suas posições e as suas carreiras dentro de uma redacção".
Isso acontece, afirma o jovem, devido a diversos factores que influenciam os jornalistas, que se "auto-censuram", "seja por causa do grupo ao qual o seu órgão pertence, seja por afinidade profissional ou pessoal com alguém".
Quanto ao jornalismo desportivo que se faz em Portugal, André Monteiro admite que "as relações de muitos anos" entre jornalistas e clubes e organismos que tutelam actividades desportivas podem levar a alguma promiscuidade. "Não me parece que seja 100% límpido o processo de liberdade de imprensa e parece-me que, em última instância, é dentro do próprio meio que este corte de liberdade se faz", admite André Monteiro.
Mesmo assim, o jovem jornalista refere que, desde que começou a trabalhar, nunca sentiu "qualquer limitação ao nível da liberdade de imprensa, no sentido em que alguém te proíbe de escrever alguma coisa".
Já Duarte Monteiro, um dos fundadores do, também, jovem ogolo.net, entende que a liberdade de imprensa é "relativa", pois é "exagerado falar em liberdade de imprensa". "Não quero dizer que os jornalistas não têm liberdade para escrever aquilo que querem, mas a verdade é que têm de pensar muito bem naquilo que escrevem", diz.
"No jornalismo desportivo, esse fenómeno é "muito mais vincado", reforça Duarte Monteiro Nesse sentido, o jovem diz que "não se pode dizer que há uma censura clara e óbvia, descarada", mas entende que "há censura subtil", pois o jornalismo é "um pouco um terreno onde se dá hoje para receber amanhã".
Para combater esse facto, Duarte Monteiro diz que "é preciso alguma coragem" e que os jornalistas têm de ter a "noção da responsabilidade" bem presente, "mesmo nos momentos mais difíceis". "Com a liberdade de imprensa tem de haver um enorme sentido de responsabilidade", conclui.
FONTE: http://jpn.icicom.up.pt/2009/05/03/imprensa_desportiva_o_perigo_da_autocensura.html