quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Índice deste Blog - novembro 2017





Novembro (111)

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Janine Jansen & Mikhail Pletnev | Tchaikovsky: Violin Concerto op.35 - L...


https://www.youtube.com/watch?v=paej5gg5UEk




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A Globo, do outro lado do paraíso


A Globo, do outro lado do paraíso

Chamada por uma parte da sociedade brasileira de “golpista”, por outra parte de “comunista”, o momento vivido pela maior e mais influente rede de comunicação do país é revelador do Brasil atual

https://brasil.elpais.com/brasil/2017/11/27/politica/1511789919_861528.html?id_externo_rsoc=FB_CC

Nenhuma rede de comunicação foi – e ainda é – tão influente na história recente do Brasil como a Globo. Na época da ditadura civil-militar, o grupo Globo se consolidou como o maior do país e um dos maiores do mundo. A redemocratização chegou, e as Organizações Globo seguiram fortes. Nos protestos de junho de 2013, a cobertura da TV Globo e da Globo News foram decisivas para consolidar a narrativa de que os manifestantes eram “vândalos”. A Globo influenciou a opinião nacional na forma como cobriu a Lava Jato, os movimentos pelo impeachment de Dilma Rousseff e contra o PT, assim como na divulgação dos grampos ilegais da conversa gravada entre Lula e a então presidente do país. E, finalmente, foi em O Globo, principal jornal do grupo, que foi denunciada uma conversa altamente comprometedora entre o presidente Michel Temer (PMDB) e Joesley Batista, dono da JBS, à noite, no palácio residencial e fora da agenda, e que culminou com um editorial defendendo a renúncia de Temer – mas não eleições diretas. Como todos sabem, Temer não caiu até hoje.
Até bem pouco tempo atrás seria difícil alguém acreditar que viveria para ver a Globo ser chamada de “comunista”
Há algo novo no horizonte da Globo neste momento. Para parte daqueles identificados com a esquerda, a Globo é “golpista”. Essa parcela aponta a rede, em especial a TV Globo e a Globo News, como protagonista do “golpe parlamentar” que tirou Dilma Rousseff, uma presidente ruim, mas legitimamente eleita, do poder. Essa narrativa é alimentada não só pelos fatos atuais, mas pelo passado da emissora: em especial a edição do último debate entre Fernando Collor de Mello e Luiz Inácio Lula da Silva, nas eleições de 1989. Era o primeiro pleito presidencial após o fim de uma ditadura que durou 21 anos, detonada por um golpe civil-militar que a Globo apoiou, fato pelo qual pediu desculpas em 2013. A desconfiança contra a Globo, disseminada em uma parcela considerável dos que pertencem ao campo progressista, é permanente. E vem se acirrando desde 2013, amplificada pela facilidade de difusão das redes sociais. Essa ligação com o “golpismo”, mais incisiva neste momento, está intimamente ligada ao passado da Globo, mas também a algumas escolhas do presente.

‘Parem de nos matar’: 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres tem ato no sábado (2)

Cerca de 3 mil mulheres se reuniram em ato no Centro de Porto Alegre | Foto: Joana Berwanger/ Sul21


'Parem de nos matar’: 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres tem ato no sábado (2)

https://www.sul21.com.br/jornal/parem-de-nos-matar-16-dias-de-ativismo-pelo-fim-da-violencia-contra-as-mulheres-tem-ato-no-sabado-2/

Da Redação*

Porto Alegre terá, na manhã do próximo sábado (2), uma intervenção que integra a Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. A Rede Minha Porto Alegre promove a manifestação “Parem de nos matar”, a partir das 10h, no Viaduto Otávio Rocha, no centro da Capital. O evento é aberto e faz parte da campanha Isso é feminicídio e do projeto Mapa do Acolhimento.
Mundialmente, os 16 Dias de Ativismo têm início no Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, 25 de novembro. No Brasil, a campanha acontece desde 2003 e inicia no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, para destacar a dupla discriminação vivida pelas mulheres negras.
De acordo com a Rede Minha Porto Alegre, a campanha na Capital surgiu do contexto falho de políticas para as mulheres que a cidade possui atualmente: sem contar com uma Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres e com uma casa abrigo para vítimas de violência que não comporta a procura. O Conselho Municipal de Direitos das Mulheres não foi empossado e não tem sede, enquanto o Centro de Referência Márcia Calixto não segue a norma técnica nacional. Além disso, o Rio Grande do Sul ainda não aderiu ao Protocolo Latino-Americano de Investigação de Mortes Violentas  de Mulheres por Razões  de Gênero.
Assim como a Minha Porto Alegre, diversos grupos e organizações participam da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres propondo atividades. São eles: 8M Porto Alegre, Bloco Não Mexe Comigo Que Eu Não Ando Só, Coletivo Feminino Plural, Movimento de Mulheres Olga Benário, Ocupação Mulheres Mirabal e União Brasileira de Mulheres (UBM), dentre outros.
As atividades da Campanha 16 Dias de Ativismo ocorrem até 16 de dezembro em diversos pontos de Porto Alegre e Canoas.
*Com informações da Rede Minha Porto Alegre

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Gênero não é ideologia: explicando os Estudos de Gênero

Diversidade e respeito são questões importantes na perspectiva social dos Estudos de Gênero. Foto: Pixaby.

https://www.cafehistoria.com.br/explicando-estudos-de-genero/




Gênero não é ideologia: explicando os Estudos de Gênero


Nos últimos anos, este campo de estudos acadêmicos tem sofrido com a difusão de termos estranhos a ele, como o de “ideologia de gênero”, e com a propagação de informações falsas ou questões há tempos superadas.

Por Georgiane Garabely Heil Vázquez
Nos últimos anos, pesquisadores e pesquisadoras dos Estudos de Gênero vêm sofrendo uma série de ataques (alguns, violentos) contra as temáticas que estudam e problematizam. A princípio, nada de novo, uma vez que os Estudos de Gênero foram durante muito tempo marginalizados por setores dentro das próprias universidades. No entanto, o aumento da propagação de discursos equivocados sobre o campo nos últimos anos, especialmente no Brasil, chama a atenção para um de seus principais combustíveis: a desinformação.
A fim de desfazer certas confusões – algumas mal-intencionadas – proponho discutir o que é, afinal de contas, o conceito de gênero. De uma forma simples, direta e acadêmica, pretendo contribuir para um debate bastante pertinente tanto no campo das pesquisas como nos debates públicos que ocorrem pelo país.

P.Hindemith : Sonata for Viola and Piano, op.11 No.4


https://www.youtube.com/watch?v=0c7v0P6uFI0




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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Tiago Gasta - A melhor Cultura e Saindo do Quadro (com Luciano de Sá)


https://www.youtube.com/channel/UCXUYcDjmyGM24y73pey1ywg

https://www.youtube.com/watch?v=CLeCaWrWgjs


https://www.youtube.com/watch?v=W1M_TJ1XJPM&feature=youtu.be



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Arte digital - #nadiagalstabile e iconografia digital destes nossos tempos absurdos

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Nadia Gal Stabile - #artemobile #artedigital

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sábado, 25 de novembro de 2017

Primeira escultora a explorar sexualidade no Brasil, Maria Martins é tema de documentário

Primeira escultora a explorar sexualidade no Brasil, Maria Martins é tema de documentário


  1. https://revistacult.uol.com.br/home/maria-martins-nao-esqueca-que-eu-venho-dos-tropicos/#


“Maria é um exemplo bem sucedido do que foi um processo de libertação, autorrealização e emancipação de uma mulher na primeira metade do século 20, é uma pré-feminista”. Assim o diretor e roteirista Francisco Martins define a escultora Maria Martins (1894-1973). Ao lado da produtora e co-diretora Elisa Gomes, ele é responsável pelo documentário Maria, não esqueça que eu venho dos trópicos, que chegou neste mês aos cinemas brasileiros.
“Não existia um debate de afirmação de gênero, como existe hoje. Quando ela se divorciou a mulher nem votava no Brasil”, diz o diretor. “Maria teve uma força impressionante porque conseguiu romper esses cercos de opressão praticamente sozinha, com seus próprios meios, e colocou-se de igual para igual com outros artistas homens.”
A qualidade e radicalidade de sua obra são motivos que a tornam a maior escultora brasileira da primeira metade do século 20, diz o crítico Paulo Herkenhof. Maria foi uma das primeiras artistas brasieleiras a experimentar o caminho da sexualidade nas artes plásticas.

Seminário debaterá Semana Nacional pela Não Violência contra a Mulher


Seminário debaterá Semana Nacional pela Não Violência contra a Mulher

23 de novembro de 2017 - 16h56 
http://www.vermelho.org.br/noticia/304632-1


O deputado federal Chico Lopes, autor da lei da Semana Nacional pela Não Violência contra a Mulher, a deputada estadual Augusta Brito, procuradora Especial da Mulher da AL, e a vereadora Eliana Gomes, integrantes da organização das atividades, também estarão presentes

A partir deste ano, o Brasil passou a contar com a Semana Nacional pela Não Violência contra a Mulher, estabelecida pela lei 13.421/2017, de autoria do deputado federal cearense Chico Lopes (PCdoB). A lei, sancionada em março deste ano, estabelece que a Semana pela Não Violência contra a Mulher deverá ser articulada durante os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres — uma campanha mundial vigente desde 1991 contra a violência de gênero. As atividades vão de 25 de novembro até 10 de dezembro (Dia Internacional dos Direitos Humanos), e passam por 6 de dezembro (Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres), sendo promovidas por diversas entidades e instituições ligadas a essa luta.

Sem-terras ocupam fazenda de Roger Abdelmassih no interior de SP


Sem-terras ocupam fazenda de Roger Abdelmassih no interior de SP


BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - O MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) anunciou neste sábado (25) a ocupação de uma fazenda do ex-médico Roger Abdelmassih em Avaré (SP), a 270 km da capital paulista.
Segundo o MST, cerca de 200 mulheres sem-terra estão no local em protesto pelo Dia Internacional de Combate à Violência contra Mulheres.
Abdelmassih foi condenado a 181 de prisão por 48 estupros de 37 mulheres. Em setembro, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), permitiu que o ex-médico voltasse a cumprir prisão domiciliar.
"As mulheres sem-terra seguem em luta pelo direito à terra e por uma política de reforma agrária; contra o machismo e a violência contra as mulheres e LGBTs; e contra a cultura do estupro", diz a nota do movimento.
A fazenda em Avaré chegou a ser monitorada pela Polícia Civil e documentos encontrados ali podem ter ajudado a capturar Abdelmassih no Paraguai, em 2014, para onde havia fugido.
O ex-médico era produtor de laranja na região e chegou a ter 17 fazendas no interior de São Paulo. José Luiz Cutrale, genro de Abdelmassih, é um dos maiores produtores de laranja do mundo.
A reportagem entrou em contato com a defesa de Abdelmassih para comentários a respeito da ação do MST, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.
Nos últimos meses, a Justiça alterou diversas vezes o local de cumprimento da pena do ex-médico.
https://br.noticias.yahoo.com/sem-terras-ocupam-fazenda-roger-190300970.html


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Dmitri Hvorostovsky "The Toreador Song"


https://www.youtube.com/watch?v=-snRz5L3Ups


Dmitri Hvorostovsky / Igor Krutoy. "Deja vu"

https://www.youtube.com/watch?v=ESSRv3mb5H0

A.Netrebko e D.Hvorostovsky in sublime melodie russe (sottotitoli italia...


https://www.youtube.com/watch?v=eAjR0GoAEw8

http://sarauxyz.blogspot.com.br/2017/11/morre-dmitri-hvorostovsky-um-embaixador.html#.WhnT3UqnFHY


http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/11/1937649-morre-o-baritono-russo-dmitri-hvorostovsky-aos-55-anos.shtml

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Morre Dmitri Hvorostovsky, um embaixador da música clássica russa



https://oglobo.globo.com/cultura/musica/morre-dmitri-hvorostovsky-um-embaixador-da-musica-classica-russa-22098794

https://www.youtube.com/watch?v=3ZtaEInqOos

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/11/1937649-morre-o-baritono-russo-dmitri-hvorostovsky-aos-55-anos.shtml

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A CADA 11 MINUTOS UMA MULHER É ESTUPRADA NO BRASIL - '25 de novembro- Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher'

'25 de novembro - Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher'



A CADA 11 MINUTOS UMA MULHER É ESTUPRADA NO BRASIL.
Um problema que se agrava a cada 11 minutos não pode esperar nem mais um segundo. O Mapa do Acolhimento é uma plataforma que conecta mulheres vítimas de violência a pessoas e serviços prontos para ajudá-las. Se você chegou até esse site, é porque pode nos ajudar a garantir que nenhuma outra mulher fique desamparada diante de uma situação dessas. Vamos juntas?

https://www.apoie.mapadoacolhimento.org

https://www.apoie.mapadoacolhimento.org/#block-5504

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