quinta-feira, 20 de julho de 2017

Moro bloqueia aposentadoria e planos de previdência de Lula


 Moro bloqueia aposentadoria e planos de previdência de Lula
http://www.plantaobrasil.net/news.asp?nID=98000&po=s

 Nova decisão do juiz federal Sérgio Moro sequestrou nesta quinta-feira, 20, R$ 9 milhões em planos de previdência privada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Segundo informação divulgada pela Folha, a BrasilPrev informou que bloqueou o saldo de duas aplicações em previdência privada. Uma delas está em nome da empresa de palestras de Lula, a LILS, com saldo de R$ 7,19 milhões; outra, individual, tem saldo de R$ 1,8 milhão.
Decisão ocorre um dia depois que R$ 606 mil em contas bancárias de Lula, além de quatro imóveis e dois carros, haviam sido bloqueados pela Justiça por determinação do juiz Sérgio Moro.

O magistrado atendeu pedido do Ministério Público Federal para recuperação do produto do suposto crime de corrupção no caso do tríplex do Guarujá (SP).
MAIS
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Desde quando você odeia o Lula…

O desprezo a Lula é uma velha e consolidada tradição de certos grupos brasileiros e, se você tiver o cuidado de examinar que gente é esta que cultiva com esmero ódio tão arraigado, talvez você não vá se sentir muito confortável com a companhia que lhe cerca.
Por Professor Wilson Gomes

Em 1978 e 1980 você odiava Lula porque ele era baderneiro, grevista e provocador da Ordem Constituída.
Em 1989 você odiava Lula porque era um sapo barbudo, comunista e vagabundo.
Em 1994 você odiava Lula porque era um torneiro mecânico achando que merecia ser presidente mais do que o professor da Sorbonne que com ele concorria.
Em 1998 você odiava Lula porque era um urubu agourento contra o Plano Real e o Brasil que dá certo.
Em 2002 você tinha medo de Lula porque ele “tinha mudado muito” e porque, com ele, a inflação iria voltar.
Em 2006 você odiava Lula porque era um analfabeto, apedeuta e cachaceiro que recebia um monte de títulos de doutorado honoris causa de Universidades cujo nome você nem sequer conseguia pronunciar.
Em 2010 você odiava Lula porque ele havia hipnotizado multidões de desdentados, nordestinos e habitantes de grotões (desculpe a redundância) ao ponto de conseguir eleger um poste para o seu lugar.
Em 2014 você odiava Lula porque ele era uma enganação, uma farsa, ainda aclamado e respeitado no Brasil e no mundo, enquanto você tinha certeza de que ele não valia nada.
Em 2017 você odeia o Lula porque ele é corrupto, chefe de quadrilha, além de baderneiro, comunista, analfabeto, enganador e falso.
Meu amigo, há mais 40 anos o ódio que você professa a Lula se mantém idêntico. A única coisa que mudou, nesses anos todos, foram os argumentos que se usou para a autorização social do ódio. Bem sei que alguém poderá alegar que é mais jovem, que começou a odiar Lula mesmo apenas em 1998 ou em 2010, que um dia chegou até a gostar dele. Mas, meu amigo, se você entrou no vagão na 1ª estação ou na 8ª não faz a menor diferença em se tratando do mesmo trem. Você pode ser novo, mas este ódio que você professa é muito velho, vem de longe e vem dos mesmos.
O desprezo a Lula é uma velha e consolidada tradição de certos grupos brasileiros e, se você tiver o cuidado de examinar que gente é esta que cultiva com esmero ódio tão arraigado, talvez você não vá se sentir muito confortável com a companhia que lhe cerca. Não, não creio nem digo que Lula é um coitadinho perseguido, inocente, pela elite. O que digo é que o rancor contra Lula, nunca, nunquinha mesmo, precisou realmente de razão ou motivo: um bom pretexto sempre lhe foi o bastante. Meu amigo, eu acompanho há muito este ódio arcaico e sei bem qual é a fonte sombria de onde ele brota.
 


 Texto do prof. Wilson Gomes, da Federal da Bahia.
*UFRB

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Espertirina Vai Falar - Revolução Russa e Kronstadt



https://www.youtube.com/watch?v=M9vaEWanEkk&feature=em-uploademail

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Assassinato de catador pela PM evidencia pena de morte no Brasil



https://www.youtube.com/watch?v=egzHPAA2-h4



Publicado em 20 de jul de 2017
Sociedade se reúne para protestar contra a violência de Estado da gestão tucana e homenagear o catador Ricardo Nascimento, o Negão, assassinado pela PM de Alckmin. Moradores de rua também denunciaram violência da GCM de Doria, que arrancou os cobertores e jogou jatos de água na manhã mais fria do ano.

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João Doria expulso por pessoas em situação de rua na área de acesso ao m...



https://www.youtube.com/watch?v=k8_DspAlslc&feature=em-uploademail

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Lula tem que morrer de fome



https://www.youtube.com/watch?v=7bRkh0qk3co&feature=em-uploademail

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Cinco idiotices sobre a reforma trabalhista



https://www.youtube.com/watch?v=7URtGASbH1w

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DOSSIÊ DO SÉRGIO MORO, DESMASCARANDO COM MUITA CONVICÇÃO A MAIOR ABERRAÇ...

DOSSIÊ DO SÉRGIO MORO, DESMASCARANDO COM MUITA CONVICÇÃO A MAIOR ABERRAÇÃO JURÍDICA DO BRASIL


https://www.youtube.com/watch?v=yhzGVZRd_i0 



Publicado em 29 de mai de 2017
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Por que ninguém quer a delação do Palocci contra a Globo



https://www.youtube.com/watch?v=0Yr68C2adK4

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ITHA - Aula 2 (parte 2/2) - Crítica Marxista e Episódios do Anarquismo. ...

ITHA - Aula 2 (parte 2/2) - Crítica Marxista e Episódios do Anarquismo. Prof. Rafael V. da Silva

https://www.youtube.com/watch?v=3gu_uu3aynE
 
 

Publicado em 29 de fev de 2016
Entre 20 e 24 de julho de 2015, em parceria com a Escola de Artes, Ciências e
Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP), o Instituto de
Teoria e História Anarquista (ITHA) realizou o curso Teoria e História
do Anarquismo. Foram cinco dias -- cada um com mais de 3h de aulas
ministradas por professores pesquisadores vinculados ao ITHA -- que
tiveram por objetivo proporcionar aos participantes um conhecimento
relativamente aprofundado do anarquismo e de sua história. Os temas das
aulas foram os seguintes: 1.) Anarquismo redefinido: abordagens
teórico-metodológicas, conceitos e princípios; 2.) Respondendo à crítica
marxista: aspectos gerais e grandes episódios do anarquismo; 3.)
Contextualização histórica do período de emergência do anarquismo; 4.)
Processo de surgimento do anarquismo, seus grandes debates e suas
correntes; 5.) Anarquismo e sindicalismo revolucionário no Brasil:
aspectos historiográficos e debates fundamentais. Graças ao valoroso
auxílio de companheiras e companheiros, conseguimos registrar todo o
curso em vídeo e áudio. Disponibilizamos agora todo o material,
permitindo que os interessados possam fazer o curso online.

Acesse: https://ithanarquista.wordpress.com/teoria-e-historia-do-anarquismo/


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A FORÇA DO POVO - PROTESTOS EM CASAMENTO DA FILHA DO MINISTRO EM CURITIBA

 

Casamento da filha do ministro da Saúde é marcado por confusão



http://g1.globo.com/jornal-hoje/videos/t/edicoes/v/casamento-da-filha-do-ministro-da-saude-e-marcado-por-confusao/6009902/

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou neste sábado (15) que o casamento da filha Maria Victoria, que é deputada estadual do Paraná pelo Partido Progressista (PP), "correu como deveria". (...)

http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/ministro-pai-de-deputada-cujo-casamento-foi-alvo-de-protesto-diz-que-tudo-correu-como-deveria.ghtml

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O Livro Que Não Livrou Cristovam, o Buarque



https://www.youtube.com/watch?v=IvkJaOwR2u8
 
 

Publicado em 19 de jul de 2017
Constrangedor que um Senador da República, ex-reitor da UNB não possa lançar um
livro numa Universidade.Veja e inscreva-se no Canal. Obs.: Os
comentários dos espectadores são de responsabilidade dos próprios e
podem não corresponder à minha opinião


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O ódio não é à corrupção. Mas ao PT e à ralé! - "a classe média nada mais é do que o capataz da casa grande"

O ódio não é à corrupção. Mas ao PT e à ralé! - "a classe média nada mais é do que o capataz da casa grande"


https://www.youtube.com/watch?v=dZp1FLzITMc




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NÓS, NOSSO $$ E O SISTEMA MOBILE






https://www.tecmundo.com.br/dispositivos-moveis/119411-android-ios-windows-phone-mercado.htm

Software grátis para iOS

Aqui está uma lista de programas iOS gratuitos que também podem ser executados no Replicant e / ou podem trocar dados com os programas Replicant - juntamente com os aplicativos proprietários que eles substituem. Usar esses programas é apenas um pequeno passo em direção à liberdade, e instamos todos os usuários do iOS a mudarem para um dispositivo móvel que suporte o Replicant (ou uma distribuição GNU / Linux livre) o mais rápido possível .
Há muito tempo temos uma página que lista substituições gratuitas para programas populares do Windows como um primeiro passo para a substituição do Windows por GNU / Linux. Alguém sugeriu fazer uma página similar para iOS, mas os dois casos são bastante diferentes. O Windows pode ser facilmente substituído por um sistema operacional gratuito na maioria dos PCs, mas não no iOS: existem maneiras de instalar o Android em alguns iThings, mas sua contraparte gratuita, Replicant, não pode ser instalada em nenhum deles.
Esses motivos (juntamente com outros motivos listados na nossa página dedicada ao malware da Apple ) podem ser suficientes para que possamos evitar a recomendação de todos os aplicativos iOS; No entanto, sentimos que é válido e útil listar esses poucos programas gratuitos que também podem ser executados no Replicant ou podem interoperar com programas no Replicant.(...)

http://translate.google.com/translate?hl=pt&sl=auto&tl=pt&u=https%3A%2F%2Fwww.gnu.org%2Fsoftware%2Ffor-ios.html

https://www.gnu.org/software/for-ios.html

 

Os números não mentem: Android ou iOS, qual é o melhor?

https://canaltech.com.br/produtos/os-numeros-nao-mentem-android-ou-ios-qual-e-o-melhor-7657/


https://canaltech.com.br/ios/10-motivos-para-preferir-o-ios-ao-android/

 

Android ou iOS? Entenda a diferença entre os sistemas mobile 

http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2011/12/iphone-ou-android-entenda-diferenca-entre-os-sistemas-mobile.html

 

Microsoft habilita desenvolvedores Windows, iOS, Android, Mac e Linux a alcançar bilhões de novos clientes
https://news.microsoft.com/pt-br/microsoft-habilita-desenvolvedores-windows-ios-android-mac-e-linux-a-alcancar-bilhoes-de-novos-clientes/#sm.0000f6pg9r1bz7fqfukq2ij54ilul

Migrar do Android para o iPhone, iPad ou iPod touch


Pronto para transferir dados para o iOS? Faça download do app Migrar para iOS para transferir conteúdo de um dispositivo Android para um iPhone, iPad ou iPod touch novo.
https://support.apple.com/pt-br/HT201196






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Eu gosto é de gente doida!│Ariano Suassuna



https://www.youtube.com/watch?v=A0YaavA75bY

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Livro: Trabalhe 4 horas por semana - via Nômades Digitais




Esqueça o velho conceito de trabalho. Não espere chegar a aposentadoria para começar a aproveitar a vida. Se o seu sonho é escapar da rotina, experimentar grandes viagens pelo mundo, ter uma renda mensal de cinco dígitos ou apenas viver mais e trabalhar menos, Trabalhe 4 horas por semana é o livro de que você precisa. Este guia para um novo estilo de vida ensina:
• Como Timothy Ferriss passou de 40 mil dólares por ano e 80 horas de trabalho por
semana para 40 mil dólares POR MÊS e 4 horas por semana
• Como treinar seu chefe para que ele valorize desempenho em vez de presença
• Como trocar uma longa carreira por pequenos períodos de trabalho e miniaposentadorias
frequentes
• Mais de 50 dicas práticas e estudos de caso de leitores (inclusive família) que
dobraram sua renda, superaram obstáculos em comum e reinventaram si
mesmos usando as dicas do livro original como ponto de partida
• Modelos do mundo real que você pode copiar para eliminar seus e-mails, negociar com chefes e clientes, ou conseguir um chef
particular por menos de 8 dólares por refeição
• Como alguns princípios do estilo de vida podem ser substituídos e adequados para imprevisíveis tempos de crise
• Os mais novos truques e ferramentas, bem como atalhos de alta tecnologia, para viver com um diplomata ou milionário sem ser nenhum dos dois. 


https://www.saraiva.com.br/trabalhe-4-horas-por-semana-2-ed-2016-9262886.html



http://www.projeto.camisetafeitadepet.com.br/imagens/banco_imagem_livros/91_livro_site.pdf

http://nomadesdigitais.com/o-livro-que-voce-precisa-ler-se-quiser-mudar-de-vida-ganhar-dinheiro-e-viajar-o-mundo/

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É raro o uso das criptomoedas entre os grupos do crime organizado



É raro o uso das criptomoedas entre os grupos do crime organizado


https://www.criptomoedasfacil.com/e-raro-o-uso-das-criptomoedas-entre-os-grupos-do-crime-organizado/
 
Um relatório recém-lançado pela Comissão Européia comenta sobre o pouco uso das criptomoedas entre os grupos do crime organizado.
Chamando os casos de crime organizado e tecnologia como “bastante raro”, o relatório foi publicado no dia 4 de julho pela Comissão Européia. Confira o relatório.
Os autores do relatório argumentaram que as limitações tecnológicas – especialmente a falta de especialização – estão por trás das aparentes baixas de uso.
Eles concluíram:
Poucas investigações foram conduzidas em moedas digitais que parecem ser raramente usadas por organizações criminosas. Embora eles possam ter uma alta intenção de usar devido a características do anonimato em particular, o nível de capacidade é menor devido a alta tecnologia necessária.
O relatório também observa que alguns grupos podem ter algum interesse em usar para financiar atividades terroristas, apontando para que haja uma coleta de informações das aplicações da lei que identificaram postagens em mídias sociais. As deficiências técnicas são novamente citadas como um fator limitante.
Em uma última análise, os autores argumentam que a falta de um quadro legal a nível da EU cria vulnerabilidades na frente do monitoramento das transações. Particularmente a criação de um banco de dados de usuários e endereços de carteiras associados – uma possível rota que atraiu críticas de defensores da tecnologia e da privacidade em geral.
“A Comissão emitiria um relatório para ser acompanhado, se necessário, de propostas, incluindo, quando apropriado, capacitações para configurar e manter uma base de dados central que registre identidades de usuários e endereços de carteiras acessíveis a FIUs, como uma forma de auto-declaração para o uso das criptomoedas”, sugere.


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Slam da Guilhermina - Jade Fanny



https://www.youtube.com/watch?v=qn9nCRmMvCg

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Slam da Guilhermina - Mel Gomes /Junho de 2017



https://www.youtube.com/watch?v=PLk-k8a4lqQ

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terça-feira, 18 de julho de 2017

Clóvis Moura: marxismo e questão racial


http://www.vermelho.org.br/noticia/279023-11

10 de abril de 2016 - 14h21

Clóvis Moura: marxismo e questão racial


 
Clóvis Moura: por uma sociologia da práxis negra
 
Por Erika Mesquita* (1)
 
Revisitar a obra de Clóvis Moura é repensar a história social do Brasil. É com um sentimento saudoso e de enorme gratidão que inicio uma sucinta apresentação de sua obra, construída ao longo de sua trajetória (2), quer sobre estudos sobre o negro da qual trata esse dossiê ou como exímio poeta.
 
Clóvis Moura, em nossas conversas, sempre ressaltava a importância de se transformar o conhecimento livresco em arma para revolução, e essa acepção perpassa sua obra na categoria de análise basilar que é a práxis negra.
 
Como outros intérpretes contemporâneos do Brasil, Clóvis Moura lançou mão da análise marxista, mas ao contrário de outros autores, ele buscou se aprofundar sobre um assunto repleto de subterfúgios, que era a luta dos escravos contra o cativeiro. Moura estabeleceu, através da análise dos quilombos e das numerosas insurreições escravas, uma nova interpretação da formação da sociedade brasileira.
 
Observou ele que a sociedade brasileira se formou através de uma contradição fundamental, senhores versus escravos, e em sendo as demais contradições decorrentes dessa, pautadas por extrema violência, aspecto central do sistema escravista. Clóvis Moura remete ao pensamento marxista quando relaciona o negro como o sujeito histórico da sua própria transformação e quando observa que as relações de produção têm como base o racismo como elemento estrutural e estruturante no Brasil. Portanto, da mesma forma que Marx entendia a classe operária como sujeito da revolução, e esta descoberta foi feita a partir da experiência com os movimentos sociais mais avançados de sua época, Clóvis coloca no negro o sujeito revolucionário e protagonista de sua autoemancipação dentro de uma práxis histórica negra.
 
Dessa forma, Clóvis conclui que todos os movimentos que desejam mudança social são movimentos políticos apesar do fato dos seus agentes coletivos não terem total consciência disso.
 
Logo, esse fenômeno se apresenta pelo nível de consciência social de cada um e as propostas subsequentes para a mudança projetada, mas todos se enquadram (com maior ou menor nível de consciência social) na proposta da transformação revolucionária (ou não) da sociedade.
 
Como já mencionado, a noção de práxis é a categoria-chave para pensar uma tradução do marxismo europeu para um, pode-se dizer, marxismo enegrecido. É a práxis – considerada como ação de rebeldia e resistência ao escravismo – que confere ao negro o papel de sujeito de sua própria história. Para Moura, o exemplo desse fenômeno máximo do negro como sujeito é Palmares que se colocou, simultaneamente, como uma síntese entre república e monarquia: República, pois cada quilombo que integrava Palmares tinha seu representante, e este decidia de forma autônoma, ou seja, conjuntamente com o seu povo, como solucionar problemas incidentes em seu reduto, e monarquia, porque possuíam um rei com toda distinção hierárquica-social, muitas vezes não só social como também religiosa e que em tempos de guerra exercia poderes absolutos. Era dessa forma um modelo singular de governar o povo.
 
Clovis Moura ainda sustentava que as revoltas negras representaram, no que ele denomina por escravismo pleno (3), um proto-abolicionismo, mas um abolicionismo radical que não se concretizou, pois foi atropelado nos dois últimos decênios anteriores à abolição, por um pseudo-abolicionismo ou abolicionismo conservador que foi liderado, não pela classe que deveria nortear o movimento, mas por uma classe de homens preocupados em manter a sociedade sob controle, sem uma autêntica emancipação negra. Clóvis Moura entendia o protocampesinato com referência aos homens livres que – como agregados, meeiros, trabalhadores de condição, parceiros ou colonos e envoltos numa economia de miséria – trabalhavam nas lavouras canavieiras ou cafeeiras e entregavam ao dono da terra parte de sua produção (4) como sendo escravos disfarçados. Portanto, para ele seria um protocampesinato dentro ainda do modus da estrutura escravista, mas que em nada a transformou neste período de transição para o capitalismo propriamente.
 

"A VERGONHA" - REFORMA TRABALHISTA








https://theintercept.com/2017/07/11/reforma-trabalhista-quem-sao-os-senadores-da-tropa-de-choque-para-aprovacao/

https://theintercept.com/document/2017/07/11/como-votaram-os-senadores-na-reforma-trabalhista/

https://www.facebook.com/TheInterceptBr/photos/a.1769338316687542.1073741828.1754956431459064/1911994089088630/?type=3

https://theintercept.com/2017/07/09/apoiada-pela-grande-imprensa-reforma-trabalhista-reduzira-o-poder-do-trabalhador/

https://theintercept.com/2017/07/12/manobra-de-rodrigo-maia-trava-possibilidade-de-amenizar-reforma-trabalhista/


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Curso Feminismo Negro | com Angela Davis


Curso Feminismo Negro | com Angela Davis
O Curso Feminismo Negro e Decolonial é iniciativa de uma rede internacional de organizações feministas (International School of Transnational Decolonial Black Feminism) que traz à cidade de Cachoeira (Bahia) a filósofa e ativista Angela Davis, referência internacional das lutas antirracista e feminista contemporâneas e autora de duas obras lançadas em português pela Boitempo: Mulheres, raça e classe e o recém-lançado Mulheres, cultura e política. As professoras Ochy Curiel (Colômbia) e Gina Dent (Estados Unidos), também serão docentes do curso, que é voltado para pesquisadoras, ativistas e feministas negras brasileiras e de outros países.
Confira o vídeo da aula inaugural que ocorreu na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
Na terça-feira (25/7), Angela Davis realizará na UFBA uma conferência aberta ao público geral para discutir os rumos do movimento antirracista no mundo. O dia 25 de julho celebra o Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha. O mês inteiro estará repleto de atividades com foco na mulher negra e suas peculiaridades, além de discutir temas relacionados ao gênero e à etnia.

Conferência de abertura
"Angela Davis: atravessando o tempo e construindo o futuro da luta contra o racismo"


25 de julho | 18h às 21h
Salão Nobre da Reitoria da UFBA | Rua Augusto Viana, s/n - Palácio da Reitoria, Canela
Salvador, Bahia, CEP: 40110909

Confira a página oficial do evento no Facebook

Organização: Instituto Odara, Coletivo Angela Davis, Núcleo de Estudos Interdisciplinar da Mulher (NEIM), UFRB e UFBA.

UFBA.

Destaque




Mulheres, cultura e política
Angela Davis
R$ 48,00



Nesta compilação de discursos e artigos, a ativista política Angela Davis apresenta um balanço de sua luta por uma mudança social progressista. Dividida em três eixos temáticos, a obra aborda as mudanças políticas e sociais pelas quais o mundo passou nas últimas décadas em relação à igualdade racial, sexual e econômica.
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Livro de Angela Davis e outras 5 indicações | Redação | 18.07.2017 | Folha de S. Paulo |
Em seu segundo título publicado no Brasil, a ativista política Angela Davis (1944) apresenta as mudanças pelas quais o mundo passou nas últimas décadas em relação a questões raciais, econômicas e sexuais. Dividida em três eixos temáticos, a obra mostra o enfraquecimento das minorias no governo de Ronald Reagan (1981-1989), a influência dos EUA no mundo e as ações de resistência dos movimentos sociais.
Julho das Pretas: Angela Davis no Brasil | Redação | 17.07.2017 | Combate Racismo Ambiental |
A renomada ativista Angela Davis, autora de diversas obras, entre as quais Mulheres, raça e classe (2006) e o recém-lançado Mulheres, cultura e política, ambas traduzidas para o português pela Boitempo, estará no Brasil para participar de atividades que integram o Julho das Pretas, organizado pelo Instituto Odara, Coletivo Angela Davis, Núcleo de Estudos Interdisciplinar da Mulher (NEIM), UFRB e UFBA.
O livro de Angela Davis que leva o ativismo para a prática e exalta a luta política das mulheres | Andréa Martinelli | 17.07.2017 | HuffPost Brasil |
Mulheres, cultura e política, publicado nos anos 80 nos Estados Unidos, ganha sua primeira versão em português pela Boitempo Editorial. Enquanto Mulheres, raça e classe (1981) expõe as bases do sistema político e da configuração das relações sociais nos Estados Unidos com base em gênero (mulheres), raça (negra) e classe (trabalhadoras), o novo livro pode ser visto como a continuidade prática do primeiro.
Angela Davis estará no Brasil para o Julho das Pretas | A redação | 12.07.2017 | O Grito |
A ativista Angela Davis, autora de obras como Mulheres, raça e classe (2006) e o recém-lançado Mulheres, cultura e política, ambas publicadas pela Boitempo, estará no Brasil para participar de atividades que integram o Julho das Pretas, no dia 25 de julho, em Salvador.



Mulheres, raça e classe
Angela Davis
R$ 54,00


Mais importante obra de Angela Davis, Mulheres, raça e classe traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe.
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