segunda-feira, 14 de agosto de 2017

SIRIÚS - O ACELERADOR DE PARTÍCULAS BRASILEIRO

http://www1.folha.uol.com.br/tec/2017/02/1855954-novo-acelerador-de-particulas-brasileiros-deve-ficar-pronto-ate-2018.shtml

https://www.youtube.com/watch?v=HO17Xo4pc3I



https://www.youtube.com/watch?v=S_cx96fFFss


https://www.tecmundo.com.br/fisica/39687-sirius-o-acelerador-de-particulas-brasileiro.htm 

Para que vai servir o novo acelerador de partículas brasileiro


http://www.inova.jor.br/2016/08/30/sirius-acelerador-particulas/
 

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Crimes contra a vida da dupla tucana




https://www.revistaforum.com.br/2017/08/09/alexandre-padilha-os-crimes-contra-vida-da-dupla-tucana-alckmin-doria/

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o vício dos covardes - ditadura do machismo




do que os covardes necessitam mais do que a própria vida é da complacência daqueles que estão abaixo deles...não, isto não é um texto acadêmico, isto é só mais uma carta minha numa garrafa jogada ao mar por uma náufraga, que sou eu.
todos os vômitos contidos pelas mulheres, por exemplo (risos), em relação aos machistas covardes e cafajestes que cruzam seus caminhos...alimentam, fortalecem e até agradam os pobres machistas covardes. o machismo é a maior praga deste planeta, parece que todas as porcas ditaduras brotam dele. o vício mortal dos machistas, que nós mulheres e todos os oprimidos e reprimidos deste mundo alimentam, acabará mesmo com tudo.

nadia gal stabile - são paulo, 14 de agosto de 2017


 *fonte da imagem:
http://www.taringa.net/posts/ciencia-educacion/18766996/Forma-real-de-la-Tierra-Vivimos-en-una-farsa.html


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A Terra entrou no cheque especial: o ser humano, Satã da Terra




http://www.jb.com.br/leonardo-boff/noticias/2017/08/13/a-terra-entrou-no-cheque-especial-o-ser-humano-sata-da-terra/

A Terra entrou no cheque especial: o ser humano, Satã da Terra
Leonardo Boff

Slam Resistência - Pam Espertirina



https://www.youtube.com/watch?v=Gg1RQuLpERY

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Slam Resistência - Mariana Felix / Edição de julho 2017



https://www.youtube.com/watch?v=mTWGdgS5ut8

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Slam Resistêmcia - Gustavo Marano



https://www.youtube.com/watch?v=7hEcaAlWkm0

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VERGONHA - O CRIME DA SAMARCO "SUSPENSO"!!




https://www.cartacapital.com.br/sociedade/justica-suspende-acao-criminal-por-homicidio-contra-a-samarco


http://g1.globo.com/minas-gerais/desastre-ambiental-em-mariana/noticia/comissao-dos-atingidos-por-fundao-reclama-da-suspensao-de-acao-criminal-contra-samarco.ghtml

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Slam Resistência - Lucas afonso ( Finalista)



https://www.youtube.com/watch?v=_pj13s4MGy4

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Slam Resistência - Lucas Penteado Kóka ( Vencedor edição de Dezembro)



https://www.youtube.com/watch?v=zRD81DYoMcQ

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Poeta Antonio Marinho durante Sessão Solene da Câmara dos Deputados que homenageou Eduardo Campos



https://www.youtube.com/watch?v=thdOnWrNxGw

 Publicado em 12 de ago de 2015
Por Antonio Marinho: "Eu nasci onde o sol é mais presente e o céu plenamente descoberto é mais azul e mais incandescente como quisesse estar de nós mais perto. Sente o meu povo a sede do deserto quando a água que mina é tão somente o pranto é o filho do destino incerto ressecado ao vigor do sol nascente. Mas também é o chão da abundância quando o pranto do céu afoga a ânsia e outra vez é tão fértil o coração. Eu sou da terra onde viver é arte e a vida insiste em ser em toda parte. Sou mais um fruto vindo do sertão. Eu venho lá de São José do Egito no sertão do Pajeú, no Sertão de Pernambuco, o miolo do Nordeste brasileiro. A terra da cantoria e da poesia. Mas também uma terra onde dignidade e política tem nome e sobrenome: É Miguel Arraes de Alencar. Uma terra onde esperança e saudade do futuro também tem um nome e um sobrenome. E esse nome e esse sobrenome é Eduardo Campos. O Eduardo que tanto ainda vai ser falado aqui. Mas o Eduardo que eu acredito que a melhor homenagem que a gente possa tentar fazer a ele não é adivinhar onde ele estaria hoje. Mas é tentar sentir onde Eduardo estaria hoje. Para que nós tentemos perseguir este seus passos. Eduardo com certeza estaria no centro chamando todo mundo para o diálogo, para a conversa. Porque Eduardo, eu sei e vocês sabem, não acreditava em nenhum meio de legitimação do poder senão fosse pelo voto direto e pelo respeito à democracia. E é em homenagem a esse Eduardo que faz falta neste momento, a este País, não só no coração da gente, como dizia lá em Recife, que no coração da esposa e dos amigos todos fazem falta. Eduardo faz falta até para quem nunca o viu, nunca conheceu Eduardo. E é esse Eduardo que eu venho homenagear com um poema de um sertanejo também. Um poeta lá da minha terra, de São José do Egito, nascido em Umburanas que hoje é a cidade de Itapetim. Mas que pertencia a São José. Esse poema que defende, acredito eu, o mesmo caminho que Eduardo defendia. O caminho de não jogar nas costas do povo brasileiro os erros históricos do Estado brasileiro. Este Estado capenga, corrupto, militaresco e intolerante do Brasil que joga nas costas do povo o que o povo tem que aguentar."

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GREG NEWS com Gregório Duvivier | O Descaso Do Brasil Com A Ciência



https://www.youtube.com/watch?v=QBAwbYuy-Ts

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RECITAL DE PIANO - MAESTRO SOARES BRANDÃO



https://www.facebook.com/tavibis/photos/a.261070150603139.63212.117161338327355/1450878528288956/?type=3&theater

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1592556480795907&set=rpd.1275453777&type=3
Ibis Soares Brandão atualizou a foto da capa dela.
RECITAL DE PIANO -MAESTRO SOARES BRANDÃO
https://www.facebook.com/ibisfsb/videos/1203689563015936/

PROGRAMA DE CONCERTO
Parte I – Interpretações experimentais
- Preludio nº 1, 2, 3, 5 e 6 de JS Bach do Cravo Bem Temperado, Volume I.
- Partita nº 3 de JSBach
- Trenzinho Caipira criação de Soares Brandão sobre a obra de Heitor Villa-Lobos

Parte II Composições de Soares Brandão
- Tocata para Ibis, de Soares Brandão
- Resposta a Schaeffer XI, de Soares Brandão

INGRESSOS - PREÇOS POPULARES
INTEIRA: R$ 20,00 - MEIA ENTRADA R$ 10,00

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GREG NEWS com Gregório Duvivier | Aborto



https://www.youtube.com/watch?v=CfvkWHHC9jQ


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(2014) - Cientista mineira revoluciona física com fotografia quântica


http://jornalggn.com.br/noticia/cientista-mineira-descobre-tipo-de-fotografia-quantica

Cientista mineira descobre tipo de fotografia quântica


Do Núcleo de Pesquisa de Ciências
Tudo o que enxergamos é o reflexo da luz sobre os corpos. Quando você tira uma fotografia, o que a lente da sua câmera capta é esse mesmo reflexo. Assim, pelos princípios básicos da óptica – parte da física que trata da luz e dos fenômenos da visão –, se não há luz, não há imagem. Mas a descoberta de uma pesquisadora mineira veio para virar esse conceito de cabeça para baixo.
Gabriela Barreto Lemos, 32, pós-doutoranda do Instituto de Óptica Quântica e Informação Quântica de Viena, na Áustria, conseguiu fazer uma foto não a partir da iluminação de um corpo, mas de um tipo de “telepatia” entre fótons – partículas minúsculas e elementares que formam a luz. Assim como a matéria é formada pelos átomos, um feixe de luz é formado por fótons.
Nessa técnica de fotografia quântica, a cientista e sua equipe dispararam um feixe de laser verde para um cristal, que aniquila um fóton verde do laser e, no lugar dele, cria dois fótons gêmeos, um vermelho e outro infravermelho. “É como se fosse um gêmeo gordo e um magro”, explica ela. O fóton infravermelho é enviado em uma trajetória e atravessa uma placa de silício com a imagem de um gato. Já o fóton vermelho segue um caminho diferente: é refletido em um espelho e enviado para uma câmera fotográfica.

Para surpresa geral – até do famoso físico Albert Einstein, se estivesse vivo –, a câmera registrou a imagem do gato. “É como se eu iluminasse um objeto em um quarto e a imagem aparecesse em uma câmera que está em outro quarto diferente”, compara Gabriel.
Resultado. As imagens do gato foram produzidas por um fóton que nunca chegou a iluminar a matriz
O experimento demonstrou o chamado “entrelaçamento quântico” – fenômeno pelo qual duas partículas podem estar interconectadas de forma a uma “sentir” o que acontece com a outra, mesmo que elas estejam separadas. “Se considerarmos dois irmãos gêmeos, é como se um deles tivesse uma dor de barriga e o outro sentisse a dor, mesmo sem estar passando mal”, explica a cientista.
Aplicação. Ainda que pareça coisa de ficção científica, o experimento de Gabriela pode ter aplicações práticas muito próximas da vida de qualquer um. “O que andamos conversando e discutindo são aplicações na área da biologia. Uma amostra sensível, por exemplo, poderia ser iluminada por um fóton de energia mais baixa e a imagem poderia ser produzida por seu gêmeo de energia mais alta”. Isso poderia abrir novos horizontes para uma série de exames, para citar um uso possível.
Novos passos
Pesquisa. Gabriela agora pretende testar seu sistema em modelos vivos. Se tudo der certo, em breve ela poderá fazer uma fotografia quântica de um gato de verdade.
Para estudiosa, falta dinheiro para pesquisas no Brasil
A pesquisadora Gabriela Barreto Lemos afirma que pretende voltar para o Brasil, mas ainda não tem certeza. “O problema no Brasil é que o dinheiro para pesquisas é muito mais difícil. Conhecimento, bons pesquisadores e professores há, mas o dinheiro disponível é muito menor”, critica.
Essa restrição financeira, segundo ela, compromete os resultados. “Poderíamos fazer muito mais se pudéssemos comprar equipamentos”.
Ela ainda defende que o país deveria investir em intercâmbios entre cientistas brasileiros e estrangeiros. “Muitas vezes, trabalhos de alta qualidade do Brasil têm menos visibilidade do que um da Áustria. Precisamos ter mais colaborações internacionais e trazer mais instituições estrangeiras para ver o que está sendo feito no Brasil”, sugere.



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A ditadura do machismo - Amelinha Teles e a incansável luta contra o machismo: dos anos 1960 aos dias de hoje



https://www.sul21.com.br/jornal/amelinha-teles-e-incansavel-luta-contra-o-machismo-dos-anos-1960-aos-dias-de-hoje/



Amelinha Teles e a incansável luta contra o machismo: dos anos 1960 aos dias de hoje




Amelinha Teles lança livro com Rosalina Santa Cruz sobre imprensa feminista e construção do feminismo no período pós-ditadura | Foto: Ramiro Furquim/Sul21
Samir Oliveira
Ex-militante do PCdoB e ex-presa política, Maria Amélia de Almeida Teles integrou organizações da luta armada contra a ditadura militar no Brasil e atuou como militante feminista em diversas frentes. De 1975 a 1980, fez parte do jornal Brasil Mulher. Desde então, publicou diversos livros a respeito do movimento feminista brasileiro.
Sua última obra, “Da guerrilha à imprensa feminista: a construção do feminismo pós-luta armada no Brasil (1975-1980)”, em co-autoria com Rosalina Santa Cruz Leite, foi lançada em Porto Alegre na última segunda-feira (18), em um evento promovido pela revista Aedos, do corpo discente do programa de pós-graduação em História da UFRGS. Na ocasião, Amelinha, como é conhecida, conversou por quase uma hora com a reportagem do Sul21 a respeito de sua trajetória e do machismo que enfrentou – à direita e à esquerda – ao longo de sua militância.

 | Foto: Ramiro Furquim/Sul21
“O Brasil Mulher foi uma frente de esquerda” | Foto: Ramiro Furquim/Sul21
Aos 69 anos, Maria Amélia de Almeida Teles era professora de artes quando foi presa em 28 de dezembro de 1972, em São Paulo. Após a liberdade, seguiu militando no movimento feminista e concluiu a faculdade de Direito. Em 1987, foi expulsa do PCdoB: “Tentei muito discutir feminismo com o PCdoB”, recorda.
Atualmente, Amelinha se dedica a militar na União de Mulheres de São Paulo e nos projetos Promotoras Legais Populares e Maria-Maria. Ela também trabalha como assessora na Comissão da Verdade de São Paulo.

”O marco é o ano de 1968, com a revolução sexual e cultural. Enfrentei todo o machismo e a ideologia patriarcal da esquerda”

Sul21 – Como surgiu a ideia de escrever o livro? Amelinha Teles – Eu e a Rosalina somos feministas históricas e temos uma história de vida muito parecidas. Há 20 anos, escrevi um livro chamado “Breve história do feminismo”. Depois, escrevi outros livros sobre as várias possibilidades de experiências do feminismo. Eu e a Rosa nos reunimos muito em função da Comissão da Verdade (de São Paulo). Ela tinha uma tese sobre a imprensa feminista e eu tinha aquele livro, então pensamos: por que não reunir as duas experiências? Nós duas fomos presas políticas e militamos em organizações da luta armada. Ela tem um irmão desaparecido político e eu fui testemunha ocular de um assassinado dentro do Doi-Codi. Quando eu saí da cadeia, se começou a falar em Anistia e se criou um jornal chamado Brasil Mulher. Foi o primeiro jornal feminista da segunda onda do feminismo no Brasil, entre os anos 1960 e 1970. A Rosa também integrou o Brasil Mulher. Tivemos a experiência de fazer um jornal feminista, enfrentando a ditadura, entre 1975 e 1980. Então pensamos em escrever esse livro, organizado em nove capítulos, de forma a mostrar o trabalho da imprensa, que teve um papel preponderante naquele momento para organizar o movimento feminista no Brasil. Era um jornal para mulheres, feito por mulheres, distribuído por mulheres, que falava de tudo. Entendíamos que praticávamos um feminismo bem inserido no movimento de luta contra a ditadura, pela transformação social, pela construção da democracia e pela anistia.
Sul21 – O livro também fala sobre o jornal Nós, Mulheres. Amelinha – Foi um jornal que nasceu depois do Brasil Mulher e teve uma duração mais ou menos idêntica, mas com uma frequência menor. Também era um jornal feminista. Eram dois jornais separados, de grupos diferentes e com características diferentes, mas os temas eram os mesmos. Os dois jornais eram feministas, políticos, voltados a um feminismo de esquerda e popular, de origem marxista. A temática era muito parecida. No quarto capítulo do livro comparamos o que eles publicavam. Eram posições políticas parecidas e as pessoas que faziam os dois jornais não se conheciam. O Brasil Mulher foi uma frente de esquerda. Todas as organizações clandestinas tinham sua representação dentro do Brasil Mulher. E o Nós Mulheres, não. Eram feministas que não tinham participado de nenhuma organização política. Eram mulheres de classe média, muitas tinham vivido no exílio e conheciam o feminismo mais no exterior do que dentro do país. Nós nunca tínhamos vivido no exílio.
Sul21 – Quanto tempo duraram os dois jornais? Amelinha – O Brasil Mulher foi de 1975 a 1980. E o Nós Mulheres foi de 1976 a 1978.

”Nós lutamos igual aos homens, em todos os sentidos. Nunca chegamos a ser comandantes – do ponto de vista político, nunca tivemos esse reconhecimento”


 | Foto: Ramiro Furquim/Sul21
“Já era tempo de a esquerda se abrir mais, deixar de ser machista e pensar mais feministicamente” | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Matilha Cultural promove curso sobre cinematografia no documentário


Matilha Cultural promove curso sobre direção de fotografia no documentário
Curso é voltado para todas as pessoas com interesse em cinema. 
  Mauro Martins trata do papel do diretor de fotografia ao passar por todas as etapas de elaboração de um filme 
 
São Paulo, agosto de 2017- A Matilha Cultural promove nos dias 26 de Agosto e 02 de Setembro o curso  Direção de Fotografia no Documentário, realizado pelo cineasta Mauro Martins www.mauromartins77.wix.com/mauromartins . O objetivo é promover o entendimento das atividades do diretor de fotografia na elaboração de filmes documentais. O curso conta com apoio da Canon, que cederá duas câmeras modelo EOS C300 MKII e EOS C100, da loja Hollywood Store e da marca de refletores Dedoligth.
 
Por meio de aulas expositivas, Mauro Martins expõe conceitos, formatos e abordagens relativas à linguagem fotográfica. Trata do papel do fotógrafo na produção de um documentário, desde sua concepção até a finalização passando obviamente pela captação das imagens.
 
O curso Direção de Fotografia no Documentário  tem duração de 12 horas (6 horas em cada um dos dias, das 10h às 13h e das 14h às 17hs) e é composto por 4 módulos. Foi concebido para estudantes, profissionais da área do audiovisual e amantes do cinema. O investimento é de R$ 500,00 com opção de parcelamento em 2 vezes (para pagamentos realizados até dia 20 de Agosto ou efetuados via cartão de crédito).
 
Sobre Mauro Martins
Documentarista, diretor e diretor de fotografia, é formado em Cinema pela FAAP. Como diretor de cena, fez documentários e programas de TV (HBO, TV Brasil, Multishow, Animal Planet e Dicovery). Como diretor de fotografia, realizou curtas, programas e séries de TV (HBO, Natgeo, SescTV, TV Brasil, Multishow, GNT, TLC) documentários (Animal Planet, Discovery, TV Brasil, TV Cultura e Futura) e uma novela (TV Record). Realizou seis filmes de Longa Metragem, trabalhando como operador de câmera (Bicho de Sete Cabeças, Querô, Chega de Saudades e Meu País, Divórcio 190, Talvez Uma História de Amor). Produziu ainda diversos trabalhos coorporativos. Na formação de Mauro Martins, estão cursos extracurriculares (Fotografia de Estúdio e Linguagem Fotográfica) na Escola Politécnica de Londres. Mora em São Paulo, mas já gravou nos quatro cantos do Brasil e em outros países. Participou como palestrante de duas edições da Jornada Paulista de Cinema e Psicanálise e é autor de um capítulo da Coleção Cinema e Psicanálise de NVerso editora.
 
PROGRAMAÇÃO DETALHADA
Módulo 1 - Entendendo o Documentário
- O que é um documentário- A ficção e a não ficção- Expressão artística ou mera documentação?- Contando uma história
Módulo 2
- Abordagens- Tipos de documentários- Subjetividade X Objetividade- Escolha do tema / enfoque- Escolha da linguagem fotográfica / o olhar do fotógrafo- Lidando com o imponderável
Módulo 3 - Linguagem fotográfica
- Mostrar ao invés de falar- O diretor de fotografia com coautor- A câmara é um instrumento que ensina a gente a ver sem câmara - Enquadramentos / o olho do espectador (escolha do que mostrar) - O movimento de câmera- A luz da cena (dramaticidade)- Motivação do autor / Motivação do expectador
Módulo 4 - O Set de Filmagem
- - Montagem da equipe- Escolha da câmera- Escolha das lentes- Escolha das fontes de luz - Maquinaria - Ajustes dos set ups da câmera
 
 
Curso Cinematografia no Documentário
Realização: Mauro Martins
Dias 26 de Agosto e 02 de Setembro
Duração: de 12 horas (6 horas em cada um dos dias, das 10h às 13h e das 14h às 17hs).
Investimento: R$ 500,00 com opção de parcelamento em 2 vezes (para pagamentos realizados até dia 20 de Agosto ou efetuados via cartão de crédito).
Pagamentos à vista tem 5% de desconto.
Apoio: Canon e Telem
 
 
MATILHA CULTURAL
Rua Rego Freitas, 542 - São Paulo
Horários de funcionamento: terça-feira a domingo, da 12h às 20h/ exceto sábados: 14h às 20h
Wi-fi grátis
Cartões: VISA (débito/ crédito)
--
Informações
(11) 98196-9290
--
Informações para Imprensa
Andréa Antonacci/Patrícia Rabello
Tel: (11) 98196-9290/3062-2276
 
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sábado, 5 de agosto de 2017

Vai pra Cuba! Saiba por que esse insulto da direita pode não ser ruim



https://www.youtube.com/watch?v=Y8hV9lYSuXg 




Publicado em 3 de ago de 2017
Quando alguém te mandar para a ilha socialista, veja bem o que os números
dizem. O cientista político Danilo Strano te convida a comparar os
desempenhos econômico e social de Cuba, do Brasil e dos Estados Unidos.

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Luiz Melodia - (07 01 1951 - 04 08 2017) até um dia Luiz Melodia!




https://www.youtube.com/watch?v=X07AiWixrjg

Publicado em 15 de abr de 2013
Teatro Rival 13 de Abril de 2013

Renato Piau - Violão
Leandro Saramago- Violão 7 cordas
Alessandro Cardozo - Cavaquinho.
 

Estácio Holly Estácio
Luiz Melodia


Se alguém quer matar-me de amor
Que me mate no Estácio
Bem no compasso, bem junto ao passo
Do passista da escola de samba
Do Largo do Estácio
O Estácio acalma o sentido dos erros que eu faço
Trago não traço, faço não caço
O amor da morena maldita do Largo do Estácio
Fico manso, amanso a dor
Holliday é um dia de paz
Solto o ódio, mato o amor
Holliday eu já não penso mais

Link: http://www.vagalume.com.br/luiz-melod...


https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Melodia

Haroldo de Campos: “O barroco é a literatura das Américas”



Haroldo de Campos: “O barroco é a literatura das Américas”

https://revistacaliban.net/haroldo-de-campos-o-barroco-%C3%A9-a-literatura-das-am%C3%A9ricas-591e9fae1de2

por Pedro Maciel

Haroldo de Campos é um dos mais polêmicos intelectuais do Brasil. Traduziu tanto Dante quanto os provençais, Ezra Pound e os poetas russos, entre outros nomes da literatura. Fazendo a ponte entre modernos e clássicos, ele desempenhou um papel importante na redescoberta de poetas esquecidos como Sousândrade e na revalorização de personagens como Oswald de Andrade. Haroldo é um dos fundadores do Movimento Concretista, juntamente com Décio Pignatari e Augusto de Campos. Poeta laico não hesitou em enfrentar o desafio de traduzir o capítulo inicial do Gênesis, texto básico do Judaísmo e do Cristianismo, Bere’shith. Sem ver contradição entre “sacralidade e poeticidade”, ele estudou hebraico durante cinco anos para se desincumbir da tarefa.
Como é fazer poesia em um país em que quase ninguém lê?
É aquilo que se poderia chamar: o princípio esperança. Faz-se a poesia em um país em que a maioria não lê; e não lê por duas razões: porque faltam duas reformas fundamentais, uma de melhor e mais justa de distribuição de renda e outra agrária, mas para valer. Quando isso acontecer, sem dúvida, os auditórios aumentarão. E é esperando esses melhores tempos e semeando para aqueles que hoje podem contribuir para isso, que alguém faz poesia. A esperança, como dizia Walter Benjamin, existe por causa dos desesperados.
A poesia é uma espécie de religião natural do homem?
Quando você faz esta pergunta, eu me recordo daquela colocação magnifica… Eu que, recentemente traduzi trechos da Bíblia Hebraica e muitas vezes me via confrontando com a pergunta como é que alguém pode, do ponto de vista laico, traduzir uma obra clássica da religião tanto cristã, quanto hebraica, ou seja, o poeta laico traduzir o texto religioso. Eu dizia que entre poeticidade e sacralidade não há incompatibilidade e lembrava o grande poeta alemão, Novalis, que colocava que “a poesia é o único real absoluto. Quanto mais poético, mais verdadeiro”.
A poesia é a revelação de um mundo sagrado, profano, real, abandonado…
A poesia é a linguagem elevada a sua última potência. O poeta é aquele que é o configurador por excelência da linguagem, qualquer que seja a sua escola; o poeta clássico, o poeta romântico, o poeta simbolista ou um poeta de vanguarda, só pode ser digno do nome de poeta se ele realmente souber manipular a materialidade dos signos, aquilo que o lingüista Roman Jacobson chamava a função poética. Aquilo que faz com que a atenção do poeta se volte para a própria linguagem e saiba configurar a sua mensagem, qualquer que seja o tipo dessa mensagem. Vou dar um exemplo no romantismo brasileiro. Sousândrade é muito mais importante do que Cassimiro de Abreu e os dois publicaram as suas obras na mesma época, em torno de 1857. Sousândrade não era só um poeta romântico, era um designer da linguagem, um configurador da linguagem, seja no nível fônico, seja no nível sintático. Quando esta função lingüistica, a função poética da linguagem não é dominada pelo poeta pode acontecer que ele tenha bons sentimentos, respeitáveis idéias a transmitir, mas não conseguirá fazê-lo através de um poema.
A poesia é também tudo que poderia ter sido…
Certamente. A poesia é uma saudade, em muitos momentos, daquilo que poderia ter sido e que não foi, como dizia Manuel Bandeira. Mas ela também, muitas vezes, é uma previsão do futuro, é o resgate do passado. A poesia trabalha em várias dimensões do tempo.

O programa secreto do capitalismo totalitário



O programa secreto do capitalismo totalitário


http://outraspalavras.net/destaques/o-programa-secreto-do-capitalismo-totalitario

 
Como Charles Koch e outros bilionários financiaram, nas sombras, um projeto político que implica devastar o serviço público e o bem comum, para estabelecer a “liberdade total” do 1% mais rico

Por George Monbiot | Tradução: Antonio Martins
É o capítulo que faltava, uma chave para entender a política dos últimos cinquenta anos. Ler o novo livro de Nancy MacLean, Democracy in Chains: the deep history of the radical right’s stealth plan for America [“Democracia Aprisionada: a história profunda do plano oculto da direita para a América] é enxergar o que antes permanecia invisível.
170725-ChainsO trabalho da professora de História começou por acidente. Em 2013, ela deparou-se com uma casa de madeira abandonada no campus da Universidade George Mason, em Virgínia (EUA). O lugar estava repleto com os arquivos desorganizados de um homem que havia morrido naquele ano, e cujo nome é provavelmente pouco familiar a você: James McGill Buchanan. Ela conta que a primeira coisa que despertou sua atenção foi uma pilha de cartas confidenciais relativas a milhões de dólares transferidos para a universidade pelo bilionário Charles Koch1.
Suas descobertas naquela casa de horrores revelam como Buchanan desenvolveu, em colaboração com magnatas e os institutos fundados por eles, um programa oculto para suprimir a democracia em favor dos muito ricos. Tal programa está agora redefinindo a política, e não apenas nos Estados Unidos.
TEXTO-MEIO Buchanan foi fortemente influenciado pelo neoliberalismo de Friedrich Hayek e Ludwig von Mises e pelo supremacismo de proprietários de John C Carlhoun. Este último argumentava, na primeira metade do século XIX, que a liberdade consiste no direito absoluto de usar a propriedade – inclusive os escravos – segundo o desejo de cada um. Qualquer instituição que limitasse este direito era, para ele, um agente de opressão, que oprime homens proprietários em nome das massas desqualificadas.
James Buchanan reuniu estas influências para criar o que chamou de “teoria da escolha pública. Argumentou que uma sociedade não poderia ser considerada livre exceto se cada cidadão tivesse o direito de vetar suas decisões. Queria dizer que ninguém deveria ser tributado contra sua vontade. Mas os ricos, dizia ele, estavam sendo explorados por gente que usa o voto para reivindicar o dinheiro que outros ganharam, por meio de impostos involuntários usados para assegurar o gasto e o bem-estar social. Permitir que os trabalhadores formassem sindicatos e estabelecer tributos progressivos eram, sempre segundo sua teoria, formas de “legislação diferencial e discriminatória” sobre os proprietários do capital.
Qualquer conflito entre o que ele chamava de “liberdade” (permitir aos ricos fazer o que quiserem) e a democracia deveria ser resolvido em favor da “liberdade”. Em seu livro The Limits of Liberty [“Os limites da liberdade”], ele frisou que “o despotismo pode ser ser a única alternativa para a estrutura política que temos”. O despotismo em defesa da liberdade…
James Buchanan, colaborador de Pinochet e partidário do despotimo -- em nome da "liberdade"...
James Buchanan, colaborador de Pinochet e partidário da ditadura — em nome da “liberdade”…
Ele prescrevia o que chamou de uma “revolução constitucional”: criar barreiras irrevogáveis para reduzir a escolha democrática. Patrocinado durante toda sua vida por fundações riquíssimas, bilionários e corporações, ele desenvolveu uma noção teórica sobre o que esta revolução constitucional seria e uma estratégia para implementá-la.
Ele descreveu como as tentativas de superar a segregação racial no sistema escolar do sul dos Estados Unidos poderiam ser frustradas com o estabelecimento de uma rede de escolas privadas, patrocinadas pelo Estado. Foi ele quem primeiro propôs a privatização das universidades e cobrança de mensalidades sem nenhum subsídio estatal: seu propósito original era esmagar o ativismo estudantil. Ele recomendou a privatização da Seguridade Social e de muitas outras ações do Estado. Queria romper os laços entre os cidadãos e o governo e demolir a confiança nas instituições públicas. Ele queria, em síntese, salvar o capitalismo da democracia.
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