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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Edgar - Plástico (Videoclipe Oficial)


https://www.youtube.com/watch?v=j4CJ6OVFceY
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Publicado em 8 de jun de 2018
Videoclipe oficial da faixa "Plástico" Autores: Edgar/Pupillo/Mauricio Fleury Ouça e baixe nas plataformas digitais: https://Edgar.lnk.to/PlasticoSingleID Direção: Edgar e Gustavo Egus * O clipe contempla o curta metragem Nihil de Joaquim Macruz e Gustavo Egus * Câmera: Lucas Negrelli, Giovanna Rodrigues, Gustavo Egus. * Montagem: Gustavo Egus * Desenhos e Efeitos Especiais: Raphael Gonzales e Rafael Souza * Atores : Franz Granja e Silvana Pimpinato. ________________________________________________________________ Letra Plástico Já é hora de voltar à internet, puxe os cabos. #precisamosdespertar. Se não WWW vamos destruir o espaço, saia da frente da tela. Toneladas de materiais registrados como peças de refugo chegam em Gana, África Hi-tec de resíduos. As calotas de glitter e de sucata não afetam em nada o ecossistema, só o ego sistema dos nossos fotógrafos. O novo ébano vem com tétano, a realidade ainda vai explodir Em um breakout o tsunami de glith A máquina versus homem Já estamos testando uber sem motorista Aumenta a procura por comida 3D Manifestantes segurando suas placas de led Com escritos do tipo, o Facebook é um lixo radioativo Como a Samsung vem dizimando os coreanos com fabricação de seus aparelhos, oitocentos bitcoins por ano É a era do plástico Empreiteiras com propostas de construções feitas de poliestileno, perfeitas ao padrão da Vênus de Milo Anúncios e outdoors, diversos sorrisos, ali eu não encontro um rosto chileno. É carnaval no Brasil, e tome mais glitter no corpo, esta tudo indo pro esgoto parando dentro do estômago de um peixe contaminado por estanho E isso e só um asterisco em uma extensa grade de assuntos que me deixam muito esquisito E eu não sei se você também fica estranho com a grande quantidade de agua potável que se gasta com descarga e banho. Não deixem proibir o plantio de árvores em casa Você pode produzir o seu próprio oxigênio O futuro é lindo com um pássaro sem asas, O nosso futuro será lindo como um arco-íris que se forma na poça de uma água suja de óleo O futuro é um jovem maníaco viciado em videogames O futuro já foi e continua sendo, O futuro é uma criança com medo de nós O futuro é uma criança com medo de nós Estamos sendo diagnosticados com déficit de atenção e hiperatividade, por não conseguir dormir a noite após a refeição de arroz, feijão e Coca-Cola. As crianças e as abelhas estão viciadas em refrigerantes, Deem meu lugar a uma gestante, ali ela carrega a esperança de um mundo melhor.


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Edgar - O Amor Está Preso? (Videoclipe Oficial)


https://www.youtube.com/watch?v=aZCm8t_7qsg

Publicado em 27 de jul de 2018

Videoclipe oficial do single "O Amor Está Preso?"
Composição: Pupillo / Maurício Fleury / David Bovée / Edgar

Ouça o single nas plataformas digitais:
https://Edgar.lnk.to/OAmorEstaPresoSi...

Ficha Técnica

Direção: ELXVA
Assistente de Direção: Nicolas Collar
Direção de Fotografia: Caíque Barboza
Assistente de Câmera: André de Souza
Assistente de Câmera: Thiago Meggiato Gaffer: Hassan Shahateet Assistente de Elétrica: Bruno Moya
Assistente de Elétrica: Montagem/Animação/FX/Colorimetria: ELXVA Morph
FX: VJ Gonzales
Figurino: Giovanna Rodrigues
Assistente de Figurino: Edgar, Renan Alves.
Produção: Michelle Marcelino
Produção Executiva: André Bourgeois
Elenco: Edgar, Bruno Matuda, Cristina Fernandes, Christian Harrison Queiroz, Ingrid Monique Alencar Silva, Roberto Preto, Marcos Roberto Paulino, Marcos Joaquim Sousa Paulino, Giovanna Rodrigues, Nicolas Collar, Renan Alves, Olavo Augusto Gannex, Thiago Matéria Prima, Wendel Frazão.
Making Of/Fotos: Nicolas Collar
Apoio: Forge Filmes, 22 Locadora, Kush Crew Co, Urban Jungle, Deck e Casa de Francisca.

_______________________________________________________________
O amor está preso?

Toda pessoa que usa seu uniforme, consegue sentir o cheiro da bosta
Trabalhando em lua cheia mais feio que briga de galo
O tempo vai sugando as almas que são jogadas no ralo

O amor está preso, em um camisa de Vênus
A realidade foi posta, em uma camisa de força
O amor está preso, em um camisa de Vênus
A realidade foi posta, em uma camisa de força

Alas de hospitais e corredores de escolas são todos bem parecidos
Alas de hospitais e corredores de escolas são todos bem parecidos
Colocamos nossos filhos em um coma induzido
Colocamos nossos filhos em um coma induzido

Vamos sentando em duplas, vamos vivendo em duplas
Um monte de micro banca que vão formando um evento
Se sinta podre por dentro, mas estiloso por fora
A felicidade é o agora que fica presa em uma foto
Todo mundo quer moto, nóis quer tirar um sarro.
Tem nascido menos children do que se produzem carros

Children, Carros

Vocês querem nos civilizar, ao invés de humanizar
Vocês querem nos robotizar, ao invés de humanizar

Children, Carros

Toda animal que sai em noite de caça, consegue sentir o cheiro da desgraça
Trabalhando em lua cheia mais feio que briga de galo
O tempo vai sugando as almas que são jogadas no ralo.
O amor está preso... children
A realidade foi posta numa camisa de força...
Vocês querem nos civilizar, ao invés de humanizar
Vocês querem nos robotizar, ao invés de humanizar

Edgar: voz
Pupillo: bateria, beats, percussão e sintetizadores
David Bovée: synth
Maurício Fleury: synth
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terça-feira, 12 de junho de 2018

KATAWIXI - A mão dançarina do olhar escuro nos desenhos de Carlós




A mão dançarina do olhar escuro nos desenhos de Carlós

May 19, 2018
| 


https://www.katawixi.com/single-post/2018/05/19/A-m%C3%A3o-dan%C3%A7arina-do-olhar-escuro-nos-desenhos-de-Carl%C3%B3s

 O olhar de Carlós é alimentado desde sempre pelo pensamento crítico sobre o mundo, a sociedade, a política: “em casa era um crime não ser gauche”, diz, em meio a uma conversa sobre as dificuldades das ideias de liberdade, democracia e participação política nos tempos atuais: “a estrutura de manutenção de poder é tão complexa que confunde as posições na vida cotidiana”, desabafa, revelando que se interessa por midiativismo e por todas as questões associadas ao problema do atraso social: machismo, escravagismo, destruição ecológica etc…

Seus desenhos expressam essa liberdade inerente do ser-artista, reivindicada pela   movimentação do gesto a partir de um horizonte escuro, indeterminado  quanto aos seus objetivos porém reivindicando sua identidade libertária, tudo simbolizado pela potencialidade de revelação de um negro nanquim.




Ele diz que seus traços vão mais pelos caminhos do desmascaramento da forma do que pela pretensão de refletir ou construir alguma coisa bem definida. “A palavra, o desenho, não dão conta da existência”. Seu olhar é um trânsito no escuro: “a ideia de consciência é uma sombra”, declara.(...) leia na íntegra em :
https://www.katawixi.com/single-post/2018/05/19/A-m%C3%A3o-dan%C3%A7arina-do-olhar-escuro-nos-desenhos-de-Carl%C3%B3s


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terça-feira, 10 de outubro de 2017

A arte de Cidinha Feitosa - escultura de "Tia Ciata"






Cidinha Feitosa comenta: A bisneta dela, a Gracy participou de todo o processo. Temos também uma escultura de 5 metros de metal que foi elaborada e feita pelo artista plástico Sandro com seus alunos e colaboradores e que todos os anos sai em cortejo pela Av. Presidente Vargas no dia 20/11 e eu tenho o orgulho de ter participado desse projeto. As duas esculturas estão em exposição no Centro de Artes Calouste Gulbenkian no Rio de Janeiro.
https://www.facebook.com/groups/artesvisuais2011/permalink/1880786191936200/?hc_location=ufi




sábado, 2 de setembro de 2017

THE ULTRAGRÁFICO RESURRECTION



Rosanegra e Cruz Martinez, da Galiza, enviam por e-mail
Chus Pato, Xabier Vila Coia, Mute, Novoa, Minux, Vento Morteira, Ro Palomera, José Manuel Barbosa, Claudio Rodríguez Fer, Artur Alonso, Mauro Trastoy, Barbaro Mahony, Rebeca Baceiredo, Roi Ferreiro, Lois Gil Magariños, Umma Gumma, Paulo Hortak, Adriana Pérez, Xiroca, JM Bouzas, Rafa Becerra, Xosé Vilamoure, Virgílio Liquito, Rosendo Cid, Ad Hoc, Cruz Martínez, Julio Fernández Peláez, Rosa Negra, Manolo Figueiras, Alí Ben Teu Pai e Cosega. Foron os e as colaboradoras da primeira etapa do blogo ULTRAGRÁFICO (http://ultragrafico.expoplanetarium.net) que morreu en novembro do 2015. Agora pretende resucitar, non sabemos se o conseguirá ou non pero hai que tentalo non vaia ser…

Lembrade que está aberto a todo tipo de colaboracións artísticas, literarias… Poemas, artigos (políticos ou de decoración de interiores..), imaxes, audios, vídeos e a todo tipo de idiomas, linguas, dialectos mais é un blogo galego da Galiza por estar situados no sitio onde estamos sitiados.

O que si as colaboracións pasarán polo noso aromático filtro de amor. Podédelas e debédelas enviar a: planetarium@expoplanetarium.net

Para ir resucitando e abrindo boca e soltar o mal alento colocamos dúas colaboracións: Unha de Xoan Carlos Rodríguez, PONTE HAIKU  e outra de Minux co título de ERRO DIARIO.

Xa sabedes agora toca colaborar (insistimos) e expandir a idea de que máis alá está ultragráfico e máis acó tamén o pode estar. Saúde e coidado coas arañas!




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Dani Olivier - fotógrafo francês - Darknesss




https://www.youtube.com/watch?v=farEudN_4LQ
 
 
https://www.instagram.com/daniolivier_art/
     
http://daniolivier.com/43.html

https://www.instagram.com/p/BCy90gflGY5/



Dani Olivier is a French photographer. He lives and works in Paris. This website features his experimental photographic work from 2014 until now.
Dani Olivier creates his effects at the time of the shoots, by projecting complex images and intricate light patterns on his models. He never touches up the originals.
The models are nude. They do not wear enhancing accessories. Their make up is minimal.
The pictures are taken with a black background. There are no artifacts: just the models and the light projection. The projections are either abstract or figurative.                                                                       
The final composition is always surreal.
Dani Olivier's abstract and psychedelic nudes are his exclusive creations. They confer a new dimension and innovative approach to the art of nude photography.
You can also discover his new projects photos on his facebook page: Dani Olivier or his instagram: Dani Olivier

http://daniolivier.com/


https://www.facebook.com/daniolivierart/?hc_location=ufi
Abstract nudes photography. Real photograhies, no use of Photoshop.
*vídeos:
https://www.facebook.com/pg/daniolivierart/videos/?ref=page_internal


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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Mário Pedrosa


Mário Pedrosa, Lélia Abramo e Sergio Buarque de Holanda - https://www.flickr.com/photos/dezorzi/1351335820

"Arte é o exercício experimental da liberdade" Mário Pedrosa

Os "museus" de arte contemporânea, ou aqueles dedicados a esse mito que é a arte dita moderna, não podem ser confinados a atividades tradicionais da entidade - guardar e expor obras primas. Suas funções são bem mais complexas. São eles intrinsecamente casas, laboratórios de experiências culturais. Laboratórios imediatamente desinteressados, isto é, de ordem estética, a fim de permitir que as experiências e vivências se façam e se realizem nas melhores condições possíveis ao estímulo criador. O Museu, assim concebido, é a luva elástica para o criador livre enfiar a mão. (Mário Pedrosa)

 Foi durante a iniciação ao samba, que o artista passou da experiência visual, em sua pureza, para uma experiência do tato, do movimento, da fruição sensual dos materiais, em que o corpo inteiro, antes resumido na aristocracia distante do visual, entra como fonte total da sensorialidade. (Mário Pedrosa, no artigo “Arte ambiental, arte pós-moderna, Hélio Oiticica”. In: Correio da Manhã, 26/06/1966
 O artista, o crítico, o filósofo, o sociólogo, seriam propositores -só os que conseguirem essa totalidade poderão propor algo: esse algo baseia-se em tudo o que seja a procura de um sentido para a vida nela mesma. Todos têm importância: uma sociedade se constitui de inter-sociedades -uma totalidade é uma trama de totalidades cuja unidade é o indivíduo. (Giulio Carlo Argan)

  
Na verdade, a desintegração da pintura é irreversível. Não há possibilidade nem razão para uma volta à pintura ou à escultura. (Hélio Oiticica)


O Brasil é um país condenado ao moderno. (Mário Pedrosa)

O que ele está querendo dizer (Mário Pedrosa, na frase acima) é que só há a possibilidade de ir pra frente. De experimentar. Não há razão para voltar atrás no Brasil. (Hélio Oiticica)


http://novo.fpabramo.org.br/sites/default/files/mario_pedrosa_e_o_brasil.pdf



  





quinta-feira, 10 de março de 2016

REVISTA CULT ESPECIAL - FRIDA KAHLO - ARTE E FEMINISMO ÀS PRÓPRIAS CUSTAS


Leia na CULT de março:

ESPECIAL FRIDA KAHLO:


– A mulher que demorou a ser reconhecida como grande artista, obscurecida pelo brilho dos muralistas mexicanos, por Walnice Nogueira Galvão;

– A mitologia pessoal da artista e as celebridades que a cercavam foram as ferramentas adequadas rumo à visibilidade, por Angélica de Moraes;

– Em entrevista, Teixeira Coelho e Franscisco Alambert discutem trabalho da mexicana, por Helder Ferreira.


DOSSIÊ PERCEPÇÕES DO FEMININO E AÇÕES FEMINISTAS:


– Consciência e lutas feministas: conquistas e desafios no Brasil, por Mirla Cisne;

– Essas mulheres: 7 brasileiras cujas trajetórias retratam a luta, as conquistas e os desafios da brasileira atual inserida no espaço público, por Laís Modelli.

CINEMA:

– As dificuldades das mulheres no audiovisual são as mesmas de qualquer profissão: menos oportunidades e salários mais baixos, por Luísa Pécora.

TEATRO:

Há quase cinco décadas o país viu florescer um teatro da mulher cujas influências na cultura brasileira perduram até hoje, por Welington Andrade.

ENTREVISTA:

– Jandira Feghali, deputada federal, denuncia conservadorismo da Câmara e faz balanço dos dez anos de promulgação da Lei Maria da Penha, por Laís Modelli.

LIVROS:

– Esse cabelo, da luso-angolana Djaimilia Pereira de Almeida, é romance híbrido de autoficção e ensaio sobre colonialismo, racismo e feminismo, por Ronaldo Bressane;

– Necessária sempre, a poesia de Ferreira Gullar nasceu como modo de interrogação, por Alcides Villaça.

MARCIA TIBURI:

– Plasticidade: uma questão entre ética e estética.

EXPOSIÇÃO:

– Cinquenta imagens do teatro brasileiro, por Helder Ferreira.


OFICINA LITERÁRIA

– Poema de Iara Rennó publicado, pela Editora Patuá, no livro "Língua brasa carne flor".

Leia trechos do conteúdo da revista em nosso site: http://revistacult.uol.com.br/
— com Monica Broti.



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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

FUNDO DE ARTE E CULTURA DE GOIÁS E NADA DE NOVO NAS TERRAS DOS HERDEIROS DO ANHANGUERA

 *arte de Ibis Soares Brandão


FUNDO DE ARTE E CULTURA DE GOIÁS
15 de fevereiro ·
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1087737551277805&set=gm.835243839917948&type=3&theater


Desde a publicação do Edital este Fundo Estadual de Cultura/2016 está fora do prumo. Os pareceristas fantasmas (não assinam o parecer) com o consentimento do CEC usaram e abusaram de incompetência, classificando e desclassificando projetos sem critérios e justificativas consistentes. Desobedeceram ao próprio edital, mudando à revelia e insistentemente o cronograma inicial , em desrespeito ao cronograma proposto pelos artistas e produtores. No meu caso particular perdi pontos porque não aceitaram meu cronograma (SIC!) - justiça de mão única. A superintendência de Cultura não reagiu em tempo às arbitrariedades cometidas, colocando na berlinda burocratas incompetentes para responder pelo edital. Ninguém assume a paternidade do filho feio. Agora vem a SEFAZ introduzindo modificações relacionadas ao desembolso, contrariando novamente o Edital. O colonialismo cultural vigora forte nas terras goyazes. A velha máxima maquiavélica de dividir para reinar de foi a estratégia adotada pela SEDUCE, que tentou romper as estruturas de poder potencialmente existentes e não deixou que grupos menores se juntassem. Os “CONTEMPLADOS” constituem o que restou e a dissolução do grupo envolvido no Edital inviabilizou qualquer tentativa de abolir os privilégios e arbítrios da classe dominante local. O interesse geral ficou à deriva, salve-se quem puder! Explosões emocionais nas redes sociais só podem ressoar na internet quando os anseios são comuns e onde nasce a identidade de defesa das decisões coletivas. Os “contemplados” estão fechados em si mesmo e criam representações verticalizadas e incapazes de criar sentimento de estar juntos. O direito à palavra e ao debate são fundamentais para se atingir um resultado, uma mudança cultural na sociedade. Neste momento o foco não é mais o desembolso da grana, mas a defesa dos interesses do grupo social e formulação de uma política cultura coerente com o perfil de nossa sociedade. O que acontece em Goiás está acontecendo em outros Estados ao mesmo tempo. Uma decisão coletiva reforçaria nossas reinvindicações, pois a comunicação em rede opera instantaneamente. Estamos conectados com outras realidades semelhantes no que tange à política cultural tanto brasileira como mundial. Precisamos passar da indignação individual para uma ação coletiva.



 *arte de Ibis Soares Brandão

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1088408057877421&set=rpd.1275453777&type=3&theater



Os pais do edital do fundo são os mesmos do Charter Schools do cerrado. Mas o admirável é o apego que eles tem à tradição colonial. Copiam a metrópole e replicam na colônia, e sempre classificaram isto de inovação. A colônia,segundo eles, tem como vocação reproduzir e não produzir, e assim, nada de novo nas terras dos herdeiros do Anhanguera.




 

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