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terça-feira, 13 de março de 2012
Lei de Incentivo ?
A Lei de Incentivo do Esporte, promovida pelo Ministério
dos Esportes, estimula as empresas a investirem em projetos
para o desenvolvimento do desporto
Tais recursos, originalmente, seriam recolhidos ao Imposto de
Renda
Anualmente, o valor total levantado por esta lei, gira em torno
de 300 milhões de reais
Indiscutivelmente, no papel, a lei é muito bonita e bem intencionada,
porém, na prática, vemos algumas aberrações, já que muito dos
recursos, por exemplo, são destinados à grandes clubes de futebol
para o investimento em suas categorias de base.
Clubes que, historicamente, vivem em débito com a Previdência Social,
e já recebem outros estímulos, como parte das verbas da Loteria
Esportiva
E sem falar que as tais escolinhas de futebol, servem mais como
a "galinha dos ovos de ouro" para muitos empresários que querem
apenas lucrar agenciando estes meninos
E por falar em aberrações, cito aqui mais dois casos de "projetos"
que foram enquadrados por esta lei
O primeiro envolve o neto do ex piloto Emerson Fitipaldi, que recebeu
verba de aproximadamente um milhão de reais para participar de uma
categoria automobilística nos Estados Unidos - a fórmula Nascar
Outra verba, próxima de 2 milhões, foi direcionada aos cofres de
uma ONG que desenvolve um trabalho para a formação de novos
pilotos, e que é ligada ao jornalista e narrador esportivo, Galvão
Bueno
Ou seja, dinheiro público sendo utilizado em projetos nada sociais,
afinal, o automobilismo é um esporte extremamente elitista
E tanto Emerson como Galvão, poderiam utilizar o prestígio que
possuem, cada um em sua área, para levantarem recursos que não fossem
originários dos cofres públicos
Esta lei de incentivo, deveria primar pelo desenvolvimento social de
crianças e adolescentes através do esporte, beneficiando, exclusivamente,
projetos desenvolvidos nas áreas mais carentes,
tendo a participação de escolas e associações de moradores
É inadmissível vermos nas periferias uma criançada sem qualquer
estímulo para a prática esportiva, com campinhos e quadras sendo
tomados pelo mato, ou pela especulação imobiliária, enquanto milhões
são investidos em grandes e estruturados clubes ou utilizados para
se construir ou reformar kartódromos e financiar pilotos - vergonha !
Marcelo Roque
terça-feira, 1 de setembro de 2009
VOCÊ JÁ FOI ATENDIDO NO SUS? JÁ ENTROU NUMA ESCOLA PÚBLICA? A QUANTIDADE DE PACIENTES E ALUNOS,INFLUI NA EFICIÊNCIA DO MÉDICO E DO PROFESSOR?
Nos Referenciais educacionais da Prefeitura de São Paulo de 2007 : "Referencial sobre Avaliação da Aprendizagem de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais"
(...)Outro aspecto se refere às condições de atendimento dos alunos com necessidades
educacionais especiais no Sistema Municipal de Ensino, em suas diferentes instâncias,
o qual deve, segundo o Decreto nº. 45.415, de 2004, criar condições para atender
todo e qualquer aluno mediante:(...)
(...)Adequação do número de alunos por classe ou agrupamento no ensino comum, quando preciso, e sempre pautada em compromisso firmado no projeto pedagógico de cada U.E., de modo a assegurar um atendimento de qualidade a essa população;(...)
PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO
Gilberto Kassab (Prefeito)
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Alexandre Alves (secretário)
FONTE: http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Documentos/BibliPed/EdEspecial/Referencial_AvaliacaoAprendizagem_NecessidadesEspeciais.pdf
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
A quantidade exagerada de pacientes nos hospitais públicos é um dos fatores para o mau atendimento, assim como a quantidade exagerada de estudantes por classe compromete totalmente a boa educação não só aos considerados estudantes "normais", mas também aos estudantes considerados "portadores de necessidades especiais" se as(os) professoras(res)
já vinham tendo condições precárias de trabalho,com a inclusão de alunos especiais a coisa complica e torna-se humanamente impossível de ser concretizada!
Os estudantes tem o direito de uma boa educação e as professoras(res) o direito de trabalho digno! e este fator é hiper relevante para que a educação comece a funcionar, junto com tantos outros, mas este é urgente! Se o número de classes aumentar, mais estudantes poderão ser atendidos e mais professores poderão trabalhar de verdade! porque da forma que está, assemelha-se a atendimento do SUS, o médico não tem tempo nem de olhar para a cara do paciente!
Nadia Stabile - 01/09/08
(...)Outro aspecto se refere às condições de atendimento dos alunos com necessidades
educacionais especiais no Sistema Municipal de Ensino, em suas diferentes instâncias,
o qual deve, segundo o Decreto nº. 45.415, de 2004, criar condições para atender
todo e qualquer aluno mediante:(...)
(...)Adequação do número de alunos por classe ou agrupamento no ensino comum, quando preciso, e sempre pautada em compromisso firmado no projeto pedagógico de cada U.E., de modo a assegurar um atendimento de qualidade a essa população;(...)
PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO
Gilberto Kassab (Prefeito)
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Alexandre Alves (secretário)
FONTE: http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Documentos/BibliPed/EdEspecial/Referencial_AvaliacaoAprendizagem_NecessidadesEspeciais.pdf
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
A quantidade exagerada de pacientes nos hospitais públicos é um dos fatores para o mau atendimento, assim como a quantidade exagerada de estudantes por classe compromete totalmente a boa educação não só aos considerados estudantes "normais", mas também aos estudantes considerados "portadores de necessidades especiais" se as(os) professoras(res)
já vinham tendo condições precárias de trabalho,com a inclusão de alunos especiais a coisa complica e torna-se humanamente impossível de ser concretizada!
Os estudantes tem o direito de uma boa educação e as professoras(res) o direito de trabalho digno! e este fator é hiper relevante para que a educação comece a funcionar, junto com tantos outros, mas este é urgente! Se o número de classes aumentar, mais estudantes poderão ser atendidos e mais professores poderão trabalhar de verdade! porque da forma que está, assemelha-se a atendimento do SUS, o médico não tem tempo nem de olhar para a cara do paciente!
Nadia Stabile - 01/09/08
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Campanha contra a internação de doentes mentais é uma forma de demagogia (AMIGO MARCELO ROQUE ENVIA)

UMA LEI ERRADA
Por FERREIRA GULLAR
Publicado originalmente em 12.04.09 na FOLHA DE S PAULO
A CAMPANHA contra a internação de doentes mentais foi inspirada por um médico italiano de Bolonha. Lá resultou num desastre e, mesmo assim, insistiu-se em repeti-la aqui e o resultado foi exatamente o mesmo.
Isso começou por causa do uso intensivo de drogas a partir dos anos 70. Veio no bojo de uma rebelião contra a ordem social, que era definida como sinônimo de cerceamento da liberdade individual, repressão "burguesa" para defender os valores do capitalismo.
A classe média, em geral, sempre aberta a ideias "avançadas" ou "libertárias", quase nunca se detém para examinar as questões, pesar os argumentos, confrontá-los com a realidade. Não, adere sem refletir.
Havia, naquela época, um deputado petista que aderiu à proposta, passou a defendê-la e apresentou um projeto de lei no Congresso. Certa vez, declarou a um jornal que "as famílias dos doentes mentais os internavam para se livrarem deles". E eu, que lidava com o problema de dois filhos nesse estado, disse a mim mesmo: "Esse sujeito é um cretino. Não sabe o que é conviver com pessoas esquizofrênicas, que muitas vezes ameaçam se matar ou matar alguém. Não imagina o quanto dói a um pai ter que internar um filho, para salvá-lo e salvar a família. Esse idiota tem a audácia de fingir que ama mais a meus filhos do que eu".
Esse tipo de campanha é uma forma de demagogia, como outra qualquer: funda-se em dados falsos ou falsificados e muitas vezes no desconhecimento do problema que dizem tentar resolver. No caso das internações, lançavam mão da palavra "manicômio", já então fora de uso e que por si só carrega conotações negativas, numa época em que aquele tipo hospital não existia mais. Digo isso porque estive em muitos hospitais psiquiátricos, públicos e particulares, mas em nenhum deles havia cárceres ou "solitárias" para segregar o "doente furioso". Mas, para o êxito da campanha, era necessário levar a opinião pública a crer que a internação equivalia a jogar o doente num inferno.
Até descobrirem os remédios psiquiátricos, que controlam a ansiedade e evitam o delírio, médicos e enfermeiros, de fato, não sabiam como lidar com um doente mental em surto, fora de controle. Por isso o metiam em camisas de força ou o punham numa cela com grades até que se acalmasse. Outro procedimento era o choque elétrico, que surtia o efeito imediato de interromper o surto esquizofrênico, mas com consequências imprevisíveis para sua integridade mental. Com o tempo, porém, descobriu-se um modo de limitar a intensidade do choque elétrico e apenas usá-lo em casos extremos. Já os remédios neuroléticos não apresentam qualquer inconveniente e, aplicados na dosagem certa, possibilitam ao doente manter-se em estado normal. Graças a essa medicação, as clínicas psiquiátricas perderam o caráter carcerário para se tornarem semelhantes a clínicas de repouso. A maioria das clínicas psiquiátricas particulares de hoje tem salas de jogos, de cinema, teatro, piscina e campo de esportes. Já os hospitais públicos, até bem pouco, se não dispunham do mesmo conforto, também ofereciam ao internado divertimento e lazer, além de ateliês para pintar, desenhar ou ocupar-se com trabalhos manuais.
Com os remédios à base de amplictil, como Haldol, o paciente não necessita de internações prolongadas. Em geral, a internação se torna necessária porque, em casa, por diversos motivos, o doente às vezes se nega a medicar-se, entra em surto e se torna uma ameaça ou um tormento para a família. Levado para a clínica e medicado, vai aos poucos recuperando o equilíbrio até estar em condições que lhe permitem voltar para o convívio familiar. No caso das famílias mais pobres, isso não é tão simples, já que saem todos para trabalhar e o doente fica sozinho em casa. Em alguns casos, deixa de tomar o remédio e volta ao estado delirante. Não há alternativa senão interná-lo.
Pois bem, aquela campanha, que visava salvar os doentes de "repressão burguesa", resultou numa lei que praticamente acabou com os hospitais psiquiátricos, mantidos pelo governo. Em seu lugar, instituiu-se o tratamento ambulatorial (hospital-dia), que só resulta para os casos menos graves, enquanto os mais graves, que necessitam de internação, não têm quem os atenda. As famílias de posses continuam a por seus doentes em clínicas particulares, enquanto as pobres não têm onde interná-los. Os doentes terminam nas ruas como mendigos, dormindo sob viadutos.
É hora de revogar essa lei idiota que provocou tamanho desastre.
FONTE: http://www.ferreiragullar.com.br/artigos/uma-lei-errada
sábado, 8 de agosto de 2009
CÃO GUIA - MARA GABRILLI
SITE DE MARA GABRILLI : http://www.maragabrilli.com.br/
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OS FUMANTES ACHAM QUE O CIGARRO INCOMODA...
O CIGARRO NÃO INCOMODA, ELE MATA!
MATA MAIS OS FUMANTES PASSIVOS DO QUE OS ATIVOS!!
EU MORO EM PRÉDIO E FUMO MUITO DENTRO DE CASA!
PASSIVAMENTE!
MEUS VIZINHOS ABREM AS JANELAS PARA FUMAR
E A FUMAÇA ENTRA PELA MINHA JANELA MESMO ESTANDO FECHADA!
FUMANTES SÃO OS MAIS EGOÍSTAS DEPENDENTES QUÍMICOS,
ALÉM DE DEPENDENTES QUÍMICOS,SÃO DEPENDENTES EMOCIONAIS DESTE VÍCIO IMUNDO!
SE SÃO DOENTES, QUE SE TRATEM! EU E MUITOS QUE NÃO FUMAM NÃO SOMOS OBRIGADOS A FICARMOS
NOS PREJUDICANDO POR CAUSA DELES!
O MUNDO JÁ TEM PROBLEMAS DEMAIS!
E OS FUMANTES SÃO OS PENTELHOS MAIORES DESTE MUNDO!
ABAIXO OS FUMANTES!!!
SE FORAM FRACOS PARA SE VICIAREM NESTE VENENO,
AGORA QUE O ESTADO DÊ CONTA DE CURÁ-LOS!
É DIREITO HUMANO PODER VIVER DE FORMA SAUDÁVEL!
ESTÁ ALEM DA CONSTITUIÇÃO DE UM PAÍS!
CRIANÇAS PRECISAM SER PROTEGIDAS CONTRA PAIS E MÃES MONSTROS QUE FUMAM!
Nadia Stabile - 08/08/09
MATA MAIS OS FUMANTES PASSIVOS DO QUE OS ATIVOS!!
EU MORO EM PRÉDIO E FUMO MUITO DENTRO DE CASA!
PASSIVAMENTE!
MEUS VIZINHOS ABREM AS JANELAS PARA FUMAR
E A FUMAÇA ENTRA PELA MINHA JANELA MESMO ESTANDO FECHADA!
FUMANTES SÃO OS MAIS EGOÍSTAS DEPENDENTES QUÍMICOS,
ALÉM DE DEPENDENTES QUÍMICOS,SÃO DEPENDENTES EMOCIONAIS DESTE VÍCIO IMUNDO!
SE SÃO DOENTES, QUE SE TRATEM! EU E MUITOS QUE NÃO FUMAM NÃO SOMOS OBRIGADOS A FICARMOS
NOS PREJUDICANDO POR CAUSA DELES!
O MUNDO JÁ TEM PROBLEMAS DEMAIS!
E OS FUMANTES SÃO OS PENTELHOS MAIORES DESTE MUNDO!
ABAIXO OS FUMANTES!!!
SE FORAM FRACOS PARA SE VICIAREM NESTE VENENO,
AGORA QUE O ESTADO DÊ CONTA DE CURÁ-LOS!
É DIREITO HUMANO PODER VIVER DE FORMA SAUDÁVEL!
ESTÁ ALEM DA CONSTITUIÇÃO DE UM PAÍS!
CRIANÇAS PRECISAM SER PROTEGIDAS CONTRA PAIS E MÃES MONSTROS QUE FUMAM!
Nadia Stabile - 08/08/09
A LEI ANTI FUMO - ( QUEM IRÁ FISCALIZAR OS FUMANTES EM PRÉDIOS RESIDENCIAIS!? QUASE SEMPRE ATITUDES IMPOSITIVAS, BOA COISA NÃO DÁ....BURLAR A LEI...
No primeiro almoço com lei antifumo, clientes comemoram medida em SP
Paulo Toledo Piza
Para fumantes e não fumantes, fumaça e refeição não combinam.
Restaurantes visitados pelo G1 já haviam retirado cinzeiros das mesas.
No dia em que a lei antifumo entrou em vigor, clientes de restaurantes na região da Avenida Paulista, em São Paulo, comemoravam nesta sexta-feira (7) o primeiro almoço sem cigarro. Mesmo os fumantes consideraram a lei válida – mas apenas nos horários e locais de refeições.
Nos quatro restaurantes visitados pelo G1 no início da tarde, em todos os clientes respeitaram a lei. Adesivos com mensagem de proibido fumar colados nas paredes dos estabelecimentos e a ausência de cinzeiros nas mesas indicavam aos clientes que o cigarro não é mais bem-vindo.
“Eu fumo, mas sei que o cigarro incomoda bastante quem não fuma”, afirmou o analista de sistemas Vinícius Bonifácio, de 24 anos. “Quando saio com minha namorada, que não fuma, vejo que ela não gosta [da fumaça do cigarro]”, completou. (...)
FONTE:http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1258695-5605,00-NO+PRIMEIRO+ALMOCO+COM+LEI+ANTIFUMO+CLIENTES+
COMEMORAM+MEDIDA+EM+SP.html
Paulo Toledo Piza
Para fumantes e não fumantes, fumaça e refeição não combinam.
Restaurantes visitados pelo G1 já haviam retirado cinzeiros das mesas.
No dia em que a lei antifumo entrou em vigor, clientes de restaurantes na região da Avenida Paulista, em São Paulo, comemoravam nesta sexta-feira (7) o primeiro almoço sem cigarro. Mesmo os fumantes consideraram a lei válida – mas apenas nos horários e locais de refeições.
Nos quatro restaurantes visitados pelo G1 no início da tarde, em todos os clientes respeitaram a lei. Adesivos com mensagem de proibido fumar colados nas paredes dos estabelecimentos e a ausência de cinzeiros nas mesas indicavam aos clientes que o cigarro não é mais bem-vindo.
“Eu fumo, mas sei que o cigarro incomoda bastante quem não fuma”, afirmou o analista de sistemas Vinícius Bonifácio, de 24 anos. “Quando saio com minha namorada, que não fuma, vejo que ela não gosta [da fumaça do cigarro]”, completou. (...)
FONTE:http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1258695-5605,00-NO+PRIMEIRO+ALMOCO+COM+LEI+ANTIFUMO+CLIENTES+
COMEMORAM+MEDIDA+EM+SP.html
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URBE
Lei de n° 3.359 de 07/01/02 - Depósitos Antecipados (AMIGO WALDER MAIA DO CARMO ENVIA)
DIÁRIO OFICIAL
Lei de n° 3.359 de 07/01/02 - Depósitos Antecipados
COISA BOA NÃO SE DIVULGA E NINGUÉM FICA SABENDO!
Foi publicado no DIÁRIO OFICIAL em 09/01/02, A Lei de n° 3.359 de 07/01/02, que dispõe:
Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internação de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.'
Art 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado ao responsável pela internação. '
Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos usuários e a afixarem em local visível a presente lei. '
Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Não deixe de repassar aos seus amigos, parentes, conhecidos, enfim.
Uma lei como essa, que deveria ser divulgada, está praticamente escondida! E isso vem desde 2002. Estamos em 2009!
Lei de n° 3.359 de 07/01/02 - Depósitos Antecipados
COISA BOA NÃO SE DIVULGA E NINGUÉM FICA SABENDO!
Foi publicado no DIÁRIO OFICIAL em 09/01/02, A Lei de n° 3.359 de 07/01/02, que dispõe:
Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internação de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.'
Art 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado ao responsável pela internação. '
Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos usuários e a afixarem em local visível a presente lei. '
Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Não deixe de repassar aos seus amigos, parentes, conhecidos, enfim.
Uma lei como essa, que deveria ser divulgada, está praticamente escondida! E isso vem desde 2002. Estamos em 2009!
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