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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Nirvana - Smells Like Teen Spirit (Live At The Paramount 1991) e "ENCONTRÁMOS O INIMIGO, E SOMOS NÓS"


https://www.youtube.com/watch?v=kl2S-kInogU&feature=youtu.be&fbclid=IwAR0h7KAHrlxvalnym-hyJbRWpAWKMv8u7VVTT-DRnTLaNLY7aZouP4ulf4U

DOMIZIANA GIORDANO

"ENCONTRÁMOS O INIMIGO, E SOMOS NÓS"
20 de Outubro a 16 de Novembro de 2018
http://www.xn--galeriainvisvel-gpb.net/home/index

“Entre o forte e o fraco, entre o rico e o pobre, entre o senhor e o servo, é a liberdade que oprime e a lei que liberta”. (Reflexões sobre as causas da liberdade e da opressão social, Simone Weil - 2017)
“A Europa acredita apenas na modificação dos sistemas e não na mudança de mentalidade. É possível que tenhamos perdido a consciência de que os laços vivos da sociedade se desfazem e dão agora lugar a uma organização meramente mecânica. No dia em que esta organização política e comercial se tornar poderosa à custa da harmonia de uma vida social superior, será um dia triste para a humanidade.” (Nacionalismo – Rabindranath Tagore, 2017)
O aumento desmesurado de controlo sobre as liberdades civis após o 11 de Setembro de 2001, abriu portas para a plena liberdade dos agentes económicos, vivemos o ultraliberalismo. A globalização faz com que os intervenientes da vida económica escapem ao controlo dos governos nacionais. Os próprios estados-nações estão a partir de agora ao serviço da economia. Agora a vida contemporânea dos homens depende unicamente da componente económica, onde o social também é exclusivamente económico, mesmo a amizade. Este poder omnipresente tem um papel determinante em todas as relações e acções humanas.
“A base da nossa cultura é uma cultura de especialistas. Toda a nossa civilização se baseia na especialização, a qual implica a sujeição daqueles que executam àqueles que coordenam: assentando em tal base, a opressão pode apenas organizar-se e aperfeiçoar-se, mas jamais ser eliminada.” (Reflexões sobre as causas da liberdade e da opressão social, Simone Weil - 2017)(...)
http://www.xn--galeriainvisvel-gpb.net/home/index?fbclid=IwAR0WO7phqMaUNxghdwSu3GF9lNmYpcw_PS7rSjw5j1d2QfG_A_QkR3JDJTY


INÍCIO 

sábado, 14 de julho de 2018

Sequelados da ditadura civil e militar - Brasil



Foi em 1968 que Paulo Freire escreveu "Pedagogia do Oprimido", seu livro mais conhecido pelo mundo! 
Em 1968 eu tinha 10 anos e já sentia a encrenca que o Brasil passava com a ditadura civil e militar.
Muitas sequelas ficaram, em mim e para a maior parte das pessoas que tiveram de frequentar escolas e universidades naqueles tristes tempos! E os que nem frequentavam escolas na época... o que teria ocorrido com suas cabeças? teriam sido lobotomizados e nem perceberam?
A opressão é a coisa pior que o ser humano inventou, é ferramenta do fascismo, a pior delas!
Uma das sequelas que tenho até hoje, teve reforço na época da faculdade. Havia a matéria Organização Social e Política, similar a Educação Moral e cívica que tínhamos no ginasial, atual ensino fundamental ou básico, nível 2. O professor desta matéria adotava um único livro e propunha que fizéssemos o seguinte: recortar noticias de jornais ou revistas e colar numa pasta, isto durante o semestre todo e no final apresentássemos tal pasta. Muitos não faziam nada disto, e chegando ao final do semestre ficavam desesperados para completar tal tarefa esdrúxula... então, corriam a ficar pedindo recortes aos outros, ou buscando jornais antigos para fazer tais recortes. Se os estudantes haviam lido ou não os tais recortes, ou se só tinham lido os títulos, não importava ao professor.
Como dizia Paulo Freire, "os professores fingem que ensinam e os alunos fingem que aprendem".
No entanto, o que ficou destas propostas indecentes e de tudo relativo a esta não educação dos tempos da ditadura, foi que o caráter do povo foi deformado, oprimido, as pessoas sentiram que só a alienação seria possível pra que elas pudessem sobreviver com alguma paz! Mas que paz? que preço vergonhoso teve esta paz? O povo brasileiro não conseguiu aprender nem de leve o que seria cidadania! Não aprendeu nada que fosse humanizador, não, não conseguiu nem vislumbrar o que seria união, o que seria tomar partido de até... um familiar, não, a covardia inundou a todos.
E o que estes pais, avôs, bisavôs, que eram as crianças, os jovens e os adultos da época da ditadura, poderiam transmitir de significativo a estas gerações atuais? nada ou quase nada.Da minoria que se revoltava... muitos morreram...outros sofreram muito, porque inclusive sofreram sozinhos, sem o apoio da massa alienada e oprimida.
Os colegas de faculdade que assim como eu, quase nem liam as tais matérias de jornal, (que passavam pela censura dos militares), ficaram talvez para sempre se sentindo incapazes de compreender muitos fatos que ocorriam na época e até hoje se eximem de tentar entender de verdade o que ocorreu e o que hoje ocorre! E assim a raiz da alienação inserida lá na década de 70 até hoje surte bom resultado aos propósitos indecentes e fascistas dos militares e da invasão imperialista...opa, ou seria invasão cultural militar imperialista!?

Nadia Gal Stabile - 14 07 2018


quinta-feira, 19 de junho de 2014

Nise da Silveira, Machado de Assis e a loucura

Quantos bloqueios, quantos preconceitos ainda teremos ?
Quanta intolerância e quantas injustiças praticaremos em nome da "normalidade"
ou da opressão enraizada no mais profundo de nossas almas ?
Nise da Silveira representa um dos maiores avanços para a humanidade.
Se pensarmos na significação de um Augusto Boal, de uma Nise da Silveira, de um Machado de Assis, de um Paulo Freire e de outros e outras, veremos que temos bons e grandes exemplos para podermos seguir no sentido de que nos fizeram ver que todas as pessoas são especiais, únicas e capazes de serem grandes produtores de cultura, de conhecimento, capazes de cooperarem em algo !
Exagero de minha parte?
Até posso estar exagerando na forma de escrever, porém sei que precisamos mesmo é sacar que somos especiais sim, e que precisamos parar de usarmos as armas do inimigo, e isto quer dizer, tomar consciência da opressão que nos habita e que nos torna opressores sem percebermos... enfim, é preciso ler e nos lermos, termos consciência de nossas histórias e irmos em frente!!

Pensar sobre a loucura é algo muito difícil, abaixo coloco links e imagens
pra cooperar um pouco com isso.

Nadia Gal Stabile - 19 de junho de 2014



http://livroseideias.wordpress.com/2011/03/12/machado-de-assis-duvida-dos-limites-entre-razao-e-loucura/ 

 http://www.museuimagensdoinconsciente.org.br/html/nise.html

 http://pt.slideshare.net/anacarlacrato/a-histria-da-loucura-foucault

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:DnvdHJDQbIgJ:www.cchla.ufpb.br/caos/n18/12_MarcioJoseSLima_HISTORIA%2520DA%2520LOUCURA%2520NA%2520OBRA.pdf+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br






quinta-feira, 8 de maio de 2014

Urbanização - Opressão e repressão

Se na zona rural as pessoas sofrem no transporte, precisando ser transportadas como gado em carrocerias de caminhões, na zona urbana a coisa também não é nada boa. O sufoco nos ônibus, nos vagões de trens e metrô cheios poderia ser encarado como um perverso instrumento de opressão. Foucault analisou a opressão e repressão dos corpos desde que a criança nasce, passando pela disciplina absurda nas escolas e em várias outras fases pela vida. Tudo começa nos corpos, a repressão sexual, a falta de liberdade das crianças nas escolas (veja o vídeo abaixo de Pink Floyd) podem ser vistas como opressão, controle e desumanização.
 FOUCAULT E A OPRESSÃO DOS CORPOS
 As análises genealógicas de Foucault descrevem o funcionamento de uma série de mecanismos disciplinares nas sociedades modernas. Esses mecanismos se caracterizam por tornar os gestos dos indivíduos cada vez mais eficientes através de um controle permanente e calculado. A Disciplina “adestra” os corpos no intuito de tanto multiplicar suas forças, para que possam produzir riquezas, quanto diminuir sua capacidade de resistência política. É nesse sentido que a função da disciplina não pode ser confundida com a da opressão. Enquanto esta pode mesmo chegar a destruir o corpo; a disciplina, por sua vez, pretende aproveitá-lo ao máximo, como se ele fosse uma máquina. Este trabalho pretende abordar os procedimentos que caracterizam aquilo que Foucault denominou de Poder Disciplinar.(...)
http://www.efdeportes.com/efd139/a-nocao-de-disciplina-de-michel-foucault.htm




domingo, 14 de fevereiro de 2010

Atol de Bikini (Ilha de Bikini) (CITADO POR COLEGA DO CURSO DO NJR - ECA/USP)


O Atol de Bikini é um atol do Oceano Pacífico onde se deu, em julho de 1946, uma explosão atômica experimental. Também conhecido como Atol de Pikini, é um atol desabitado de 6 km² localizado na Micronésia, no Oceano Pacífico, 11°30′N, 165°25′E. O Atol de Bikini é membro das Ilhas Marshall e é formado por 36 ilhas que rodeiam uma lagoa. O atol foi parte do programa de testes nucleares desenvolvido pelos Estados Unidos da América, após ser invadida durante a 2ª Guerra Mundial. No local foram lançadas mais de 20 bombas de hidrogênio e bombas nucleares, entre julho de 1946 e 1958.

Antes da realização dos testes nucleares, a população nativa foi transferida para o Atol de Rongerik. No fim dos anos 1960 e começo dos anos 1970, alguns dos antigos moradores do Atol de Bikini retornaram das Ilhas Kili, mas foram novamente transferidos, devido a alta radioatividade. O navegador e explorador Otto von Kotzebue chamou o "Atol Bikini" como Atol Eschscholtz em homenagem ao cientista Johann Friedrich von Eschscholtz.
Em testes, vários foguetes Loki e Asp foram lançados em 11°35′N, 165°20′E.

A ilha Bikini

Essa ilha é a localizada no extremo noroeste do Atol e é a maior das ilhas deste, sendo a mais conhecida e importante ilha. A Ilha Bikini é conhecida por dois motivos: foi alvo, junto com o resto do Atol, dos testes nucleares norte-americanos e porque a roupa de banho biquini foi batizada com o nome da ilha (ou, possivelmente, do atol inteiro).
Entre 1946 e 1958, 23 dispositivos nucleares foram detonados no Atol do Bikini. Os habitantes micronésios, que eram cerca de 200 antes de os Estados Unidos os realocarem após a II Guerra Mundial, comiam peixe, frutos do mar, bananas e cocos. Em 1968 os Estados Unidos declararam Bikini uma terra habitável e começaram a trazer os bikinianos de volta para casa no começo dos anos 70. Em 1978, no entanto, os habitantes foram removidos novamente quando o estrôncio 90 em seus corpos atingiu níveis perigosos. Eles processaram os Estados Unidos e foram indenizados em 100 milhões de dólares . A operação de limpeza retiraria uma cobertura de 16 polegadas do solo da ilha principal de Bikini, gerando um milhão de pés cúbicos de solo radioativo que não poderia ser descartado, a um custo que excede muito a indenização.(...)



LEIA MAIS EM : http://pt.wikipedia.org/wiki/Atol_de_Bikini

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

(VÍDEO) QUE QUE É ISSO!? Conar - Monstro (INTERVOZES ADVERTE SOBRE A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E CITA ESTA PEÇA PUBLICITÁRIA TELEVISIVA!!!) ( RIDÍCULA!! QUE PAÍS É ESTE?)



A SOCIEDADE PRECISA LUTAR PARA COMBATER A BAIXARIA NA TELEVISÃO!!! A TELEVISÃO É DO POVO, NÃO DOS CORONEIS!!!
ABAIXO A BAIXARIA RIDÍCULA E OPRESSORA!
(*quero dizer que este anúncio é ridículo e embora ele tenha sido feito com a finalidade de defender a liberdade de expressão,tem uma conotação totalmente oposta ao que se propôs!)
NOTA ZERO PARA O CONAR E PARA A ESPM!!

Nadia Stabile - 05/02/10

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

E LULA DISSE EM TOM IRÔNICO!!! ESTE POVO ADORA NOVELAS!


Num desses discursos de Lula,ouvi ele dizendo "ESTE POVO ADORA NOVELAS!"
(se não foi literalmente assim, desculpe-me, mas o fato é que era isso mesmo!)

Brasileiro adora assistir novelas e adora ver peças publicitárias animadas na tv!
Adora viver de ilusões! Adora alienar-se de seus problemas reais e urgentes!
Vai empurrando com a barriga e deixando tudo pra depois!
Se a educação está ruim e meu filho não aprende nada, melhor...
Se fosse muito inteligente e consciente, deixaria de gostar de novelas e de jogos de futebol e assim não teria mais seu ópio rotineiro !!!
Mas a verdade é que a tv brasileira anda cada vez pior!
opressão não falta, é só ligar o tele jornal e terá alta opressão diária!
As novelas só vendem sonhos e o pouco que elucidam, é neutralizado com tantas ilusões vendidas...ou socadas pela guela dos telespectadores! e os da poltrona continuam achando que possuem bom e gratuito lazer!

As tais "minorias" , mulheres, negros,portadores de necessidades especiais, pobres, gays e lésbicas,índios,drogados,feios,loucos,manifestantes do MST,doentes,velhos,gordos,moradores de rua,...e etc...
que por quase nunca serem retratadas nas novelas e etc... sentem-se cada vez mais oprimidos! e se estas minorias significam a quase totalidade de nossa população...
podemos ver que a tv é um ótimo instrumento de manipulação e massacre social, quando deveria ser exatamente o oposto! A "MAQUININHA DE FAZER DOIDOS",
continua cada vez mais perversa! cada vez mais servindo a governos nada´,ou quase nada democráticos! E a velha dança das elites e dos poderosos vai muito bem obrigado!! MELHOR DO QUE NUNCA!!

SAIA DE FRENTE DA TV E VÁ LER UM LIVRO!...OU VÁ LER UM BLOG!!!

(CANAIS DE TV SÃO CONCESSÕES PÚBLICAS,QUE DEVERIAM TER COMO MAIOR PRINCÍPIO,
INFORMAR,DIVERTIR,RETRATAR,EDUCAR E COOPERAR DIGNAMENTE COM O POVO!
MAS ONDE O POVO SE VÊ RETRATADO É QUANDO O JORNAL MOSTRA O ASSALTO OU O CRIME QUE SEU VIZINHO, OU ELE MESMO SOFREU!)

Nadia Stabile - 14/01/10

sábado, 12 de setembro de 2009

SOBRE CUS E ALMAS

"quem tem cu tem medo" como diria Plínio Marcos"
"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena." Fernando Pessoa


Cu e alma,todos temos.
muitos também já se sentiram,
num beco sem saída.
porém se a alma for grande
tudo poderá valer a pena,
como pensou Pessoa.
se lembrarmos que os direitos humanos
de muitos brasileiros já foram para o espaço faz tempo,
e se constatarmos que rotineiramente somos roubados e desrespeitados
pelos "governos" e pelos diversos serviços de primeira necessidade,
pelos de segunda e terceiras necessidades...
serviço telefônico, bancos e o diabo a quatro...
o que nos restará fazer? votar corretamente?
ir às urnas e achar que só isso irá resolver nossos problemas
e todas as injustiças que a maioria tem passado!?...
o filósofo disse que o mundo se divide entre vencedores e vencidos,
acho que ele não estava se referindo só aos vencedores "capitalistas",
que sabem explorar seus concidadãos...por certo que não...
pois se estava...o outro que filosofou sobre a "servidão voluntária"...
estaria a considerar estes voluntários como vencidos?...

e a Wikipédia diz sobre ideias de Nietzsche,que:
"A vida só se pode conservar e manter-se através de imbricações incessantes entre os seres vivos, através da luta entre vencidos que gostariam de sair vencedores e vencedores que podem a cada instante ser vencidos e por vezes já se consideram como tais. Neste sentido a vida é vontade de poder ou de domínio ou de potência."(...)

ser um vencedor metaforicamente...
nem mereceria esta palavra exatamente!
o signo está gasto,
preferiria outra palavra,
uma palavra que incluisse outros significados,
como o filósofo citado aqui era alemão...
...é...uma outra palavra seria interessante!
mas qual?..................................................

aporias...becos sem saídas...
...mas, o que podemos fazer para que milhões de brasileiros deixem de ser desrespeitados e mortos indiscriminadamente todos os dias nas favelas, nas ruas, nos campos....!?
e como podemos resolver nossos próprios problemas!?

Nadia Stabile - 12/09/09

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O mundo segundo a Monsanto (filme-documentário sobre o agro-negócio e os transgénicos, legendado em português) (CLIQUE AQUI E VEJA O VÍDEO)

A TV CULTURA TEM PATROCÍNIO OU APOIO DA MONSANTO.
PAULO MARCUN...O QUE QUE É ISSO?
(Nadia Stabile)

MODOLINKAR COM O BLOG "PIMENTA NEGRA"

Aterrador
Monsanto: não haverá nenhum alimento
que não seja da nossa empresa !!!


A multinacional Monsanto produz 90% dos transgénicos plantados no mundo e tem uma posição dominante no mercado global de sementes. Resultado de um trabalho de três anos de investigação da jornalista francesa Marie-Monique Robin, o livro Le Monde Selon Monsanto (O Mundo Segundo a Monsanto) e o documentário homónimo são um libelo contra os produtos e o lobby daquela multinacional.
O trabalho denuncia as acções da Monsanto para divulgar estudos científicos duvidosos de apoio às suas pesquisas e produtos, a exemplo do que fez durante muitos anos a indústria do tabaco, e relaciona a expansão dos grãos de sementes da Monsanto com os suicídios de agricultores na Índia, não se esquecendo de trazer à memória os casos de contaminação pelo produto químico PCB .
Refere-se ainda as relações políticas da empresa que permitiram a libertação do plantio de transgénicos nos Estados Unidos.
Em 2007, havia mais de 100 milhões de hectares plantados com sementes geneticamente modificadas, metade nos EUA e o restante em países emergentes como a Argentina, a China e o Brasil.
No filme fala-se por exemplo de histórias como esta:
Com o plantio de sementes patenteadas pela Monsanto, o pólen destas "contamina" outras variedades existentes na região, que passam a produzir sementes com as características das da Monsanto. Esta então PROCESSA os produtores vizinhos e EXIGE legalmente destes o pagamento de royalties à empresa, POR ESTAREM PRODUZINDO sementes que são patentes dela.
O filme conta também como a Monsanto se envolveu no Projeto Manhatan, que deu origem à bomba atómica; conta como a Monsanto participou da Guerra do Vietnam com o agente laranja; conta como a Monsanto age para calar qualquer voz que ameace falar contra algo que ela produz; conta como a Monsanto tem destruído a agricultura dos países em desenvolvimento. Enfim, conta como a Monsanto actua nos seus negócios, colocando o lucro acima de tudo e triturando tudo o que for preciso.

Ligações:
http://www.arte.tv/lemondeselonmonsanto (website oficial do filme)
http://www.combat-monsanto.org/
http://blogs.arte.tv/LemondeselonMonsanto/frontUser.do?method=getHomePage
http://www.infogm.org/
http://sciencescitoyennes.org/ ( Fondation sciences citoyennes)
http://www.organicconsumers.org/

FONTE : http://pimentanegra.blogspot.com/2009/03/o-mundo-segundo-monsanto-filme.html

terça-feira, 25 de agosto de 2009

NESTA SEGUNDA-FEIRA FAMÍLIAS SEM -TETO FORAM DESPEJADAS VIOLENTAMENTE NA ZONA SUL DE SÃO PAULO

Viação Campo Limpo e PMSP despejam Ocupação Olga Benário na zona sul de São Paulo

Nesta segunda-feira, dia 24, mais 570 famílias sem-teto foram despejadas violentamente da ocupação Olga Benário, na zona sul de São Paulo. A ocupação, organizada desde 2007 pelo Fórum de Moradia e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, é localizada na rua Ana Aslan, nº 9999, Parque Do Engenho.

O despejo violento começou às 7h: em meio a tiros de balas de borracha, bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. Os moradores e moradoras indignados/as erguiam barricadas e ateavam fogo em carros e barracos, procurando resistir à desocupação enquanto as casas de alvenaria eram covardemente derrubadas por uma retroescavadeira enviada pela proprietária do terreno.

Duas pessoas foram detidas, acusadas de atirar rojões contra a Tropa de Choque, segundo a PM. No total, cerca de 250 PMs do 37º Batalhão, da tropa de choque, da Força Tática e da Rocam estiveram no local, além do helicóptero da PM.

O terreno de 14 mil metros quadrados pertence à Viação Campo Limpo LTDA, que conseguiu na justiça a ordem para a reintegração de posse. A empresa está envolvida em escandâlos de sonegação de impostos e envio ilegal de dinheiro ao exterior, possui dívidas junto ao INSS e ao Banco América do Sul de mais de R$7 milhões.

De acordo com a coordenadora do movimento, Felícia Mendes, durante os dois anos de trabalho no acampamento a coordenação tentou negociar saídas com a proprietária do terreno e com os poderes públicos municipal, estadual e federal. "Lutamos para que terrenos ociosos de devedores do poder público se transformem em moradia popular", afirma.

LEIA MATÉRIA COMPLETA

Editorial Famílias resistem à decisão da Justiça que determina fim do Olga Benário

http://www.midiaindependente.org/

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AQUI A NOTÍCIA NO SITE DA AGENCIA BRASIL:

Retirada de famílias de sem-teto causa tumulto em São Paulo
24 de Agosto de 2009

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil

São Paulo - A retirada de cerca de 800 famílias de sem-teto de uma área invadida há dois anos na região do bairro de Capão Redondo, na zona sul da cidade de São Paulo, resultou em tumulto na manhã de hoje (24). Moradores dos barracos erguidos no local resistiram e acabaram entrando em confronto com homens da Polícia Militar.

Segundo a PM, um soldado foi atropelado por uma moto e foi levado para o hospital, onde permanece com estado de saúde estável. O motociclista que atropelou o policial foi detido.

Ainda era de madrugada quando começou a ser executada a ordem judicial de reintegração de posse com acompanhamento de homens da PM. Na tentativa de impedir a expulsão, alguns moradores amontoaram pedaços de madeiras e outros objetos em um dos pontos de entrada da comunidade e atearam fogo, que se alastrou para alguns barracos.

Para conter os manifestantes coordenados pela Frente de Luta por Moradia (FLM), a ação recebeu reforço de policial da 3ª Companhia do 37º Batalhão de Polícia Militar, com apoio da Tropa de Choque e do Corpo de Bombeiros. Os policiais chegaram a usar gás de pimenta e bombas de efeito moral.

Por volta das 9h30, os móveis e outros pertences dos sem-teto começaram a ser levados para caminhões da prefeitura para serem transportados para abrigos públicos municipais ou casa de parentes. Máquinas retroescavadeiras derrubam os barracos num trabalho que deve se terminar até o final da tarde de hoje, ou amanhã pela manhã.

Em entrevista ao repórter Gustavo Minari, da TV Brasil,o advogado do dono do terreno, Daniel Goes, disse que desde 2007 ele vem lutando na Justiça para receber o imóvel de volta. Nesse período, ele participou de várias reuniões com os líderes dos sem-teto, buscando a desocupação voluntária.
A área de 14 mil metros quadrados pertence à Viação Campo Limpo, empresa de transporte coletivo que atua naquela região. Os moradores, por sua vez, queixam-se de não terem sido avisados da decisão judicial.

FONTE : http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/08/24/materia.2009-08-24.0194622726/view

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

MUITO ALÉM DO CIDADÃO KANE - BBC (REPOSTAGEM - 16/08/09)



Além do Cidadão Kane é um documentário produzido pela BBC de Londres - proibido no Brasil desde a estréia, em 1993, por decisão judicial - que trata das relações sombrias entre a Rede Globo de Televisão, na pessoa de Roberto Marinho, com o cenário político brasileiro. - Os cortes e manipulações efetuados na edição do último debate entre Luiz Inácio da Silva e Fernando Collor de Mello, que influenciaram a eleição de 1989. - Apoio a ditadura militar e censura a artistas, como Chico Buarque que por anos foi proibido de ter seu nome divulgado na emissora. - Criação de mitos culturalmente questionáveis, veiculação de notícias frívolas e alienação humana. - Depoimentos de Leonel Brizola, Chico Buarque, Washington Olivetto, entre outros jornalistas, historiadores e estudiosos da sociedade brasileira. "Todo brasileiro deveria ver Além do Cidadão Kane"«

FONTE: http://video.google.com/videoplay?docid=-570340003958234038

POSTAGEM ORIGINAL NESTE BLOG : http://sarauxyz.blogspot.com/2009/08/muito-alem-do-cidadao-kane-bbc.html

domingo, 16 de agosto de 2009

MUITO ALÉM DO CIDADÃO KANE - BBC



Além do Cidadão Kane é um documentário produzido pela BBC de Londres - proibido no Brasil desde a estréia, em 1993, por decisão judicial - que trata das relações sombrias entre a Rede Globo de Televisão, na pessoa de Roberto Marinho, com o cenário político brasileiro. - Os cortes e manipulações efetuados na edição do último debate entre Luiz Inácio da Silva e Fernando Collor de Mello, que influenciaram a eleição de 1989. - Apoio a ditadura militar e censura a artistas, como Chico Buarque que por anos foi proibido de ter seu nome divulgado na emissora. - Criação de mitos culturalmente questionáveis, veiculação de notícias frívolas e alienação humana. - Depoimentos de Leonel Brizola, Chico Buarque, Washington Olivetto, entre outros jornalistas, historiadores e estudiosos da sociedade brasileira. "Todo brasileiro deveria ver Além do Cidadão Kane"«

FONTE: http://video.google.com/videoplay?docid=-570340003958234038

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

40% do que se ganha trabalhando,vão para os impostos...

Professores da prefeitura de São Paulo,do ensino médio e do fundamental II (antigo ginasial), tem como remuneração mensal R$1.203,12 centavos (30 horas semanais),ao assumirem o cargo.
Possuem mais alguns outros benefícios , como auxílio refeição,e transporte,parciais.
Se 40% vão para os impostos,quase 5 meses do ano trabalha-se de graça,aproximadamente!
E estes impostos para onde vão!? vão para o exercício do nepotismo,das 120 nomeações ilegais que praticou Sarney,ou para gastos particulares da maioria dos senadores,e corrupções das mais variadas formas! E aí não se entende porque a educação vai muito mal!
Não se entende porque pessoas jovens ao serem entrevistadas no centro velho da cidade de São Paulo,não sabem responder quem é Sarney. Só sabem que é um político antigo,alguns respondem que ele é presidente,e Lula também, o Brasil é o único país que possui dois presidentes!...Com as esmolas que os professores recebem, nunca este país irá pra frente! NUNCA!!

Nadia Stabile - 12/08/09

É URGENTÍSSIMO REAGIR!! É PRECISO QUE OS PROFESSORES SAIAM DA ALIENAÇÃO!
E DEIXEM DE TER A MENTALIDADE QUE POLÍTICA É COISA SUJA!
COMO PODERÃO POLITIZAR OS JOVENS PENSANDO ASSIM!?
A POLÍTICA NÃO É SUJA!!! OS POLÍTICOS ATUAIS SIM!

domingo, 9 de agosto de 2009

Pobre paga imposto, mas não entra na USP



A comunidade de Heliópolis, na periferia de São Paulo, paga milhões de reais em impostos que vão em parte para sustentar a USP (Universidade de São Paulo), mas o morador do bairro não tem acesso aos cursos da instituição. João Miranda Neto, presidente da Unas (União de Núcleos, Associações e Sociedades de Moradores de Heliópolis) levanta a questão. É justo o sistema educacional brasileiro, que mantém boas universidades públicas - nas quais a maioria dos que entram veio de escolas particulares -- e péssimas escolas de ensino primário e médio?

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Para lembrar Hiroshima e John Hersey

Por Francisco Ribeiro em 26/8/2008

Matinas Suzuki Jr., no posfácio que escreveu sobre Hiroshima (São Paulo: Companhia das Letras, 2002), enfatiza que o livro de John Hersey é uma espécie de Cidadão Kane do jornalismo, pois lidera todas as listas como a "melhor reportagem" já escrita. Hersey morreu há 15 anos e, em vida, teve a oportunidade de, nos anos 1980, quatro décadas após ter publicado a reportagem – primeiramente na revista The New Yorker, depois em forma de livro –, voltar a Hiroshima e completar seu trabalho. Muito já se falou sobre Hiroshima, as seqüelas da bomba, mas, passados 63 anos, parece impossível, assim como o holocausto, curar o trauma deixado na alma da humanidade.

Momentos culminantes, como em casos de assassinatos – Martin Luther King, John Lennon – nos remetem à perspectiva de querer voltar no tempo, alterar a história. Ilusão inútil, leite já derramado, mas que não altera a vantagem do historiador de poder documentar-se e comentar fatos ocorridos como aqueles de 6 de agosto de 1945. Cabe acompanhar o fatídico andar do relógio daquela trágica manhã.

Oito horas, 14 minutos, mais alguns segundos. O coronel Paul Tibbets Jr., comandante do bombardeiro B-29, alcunhado de "Enola Gay", faz um vôo tranqüilo, sem oposição, pois os poucos Mitsubishi, se ainda restam, dedicam-se a ataques kamikazes contra a frota americana no Pacífico. O militar olha para baixo e confere, ainda intacta, a clássica descrição da cidade de Hiroshima: bela, em forma de leque, dividida em seis ilhas formadas pelos braços do rio Ota. Está quente e, pela cidade, circulam bondes e trabalhadores. Não é um dia normal, pois o país, já há algum tempo, vem sendo destroçado pelos americanos, mas, estóicos e disciplinados, os japoneses resistem em capitular.

O coronel cumpre ordens (mesma argumentação dos nazistas) e tem a sorte de estar lutando pelo lado vencedor. Em sua "ingenuidade", pode imaginar estar carregando apenas um bombão, um pouco mais destrutivo do que aqueles que, nos últimos seis anos, castigaram a Europa, a Ásia e o norte da África. Até aquele momento, 67 cidades japonesas já foram bombardeadas e, só em Tóquio, morreram 100 mil pessoas. Os habitantes de Hiroshima aguardam a sua vez e fazem preparativos tradicionais de defesa antiaérea.

Oito horas e 15 minutos. O coronel despeja sua carga mortal. Percebe um imenso clarão silencioso e, logo depois, a aglomeração de gases sob a forma de um cogumelo gigante. Missão cumprida, pode retornar à base. Ele ainda não sabe que, embaixo, cerca de 100 mil, dos 240 mil habitantes da cidade, morreram na hora, outros milhares perecerão logo depois.

Infância incomum

A Segunda Guerra Mundial é pródiga em relatos de populações sob intenso bombardeio: Varsóvia, Londres, Stalingrado, Dresden, Berlim. A singularidade de Hiroshima reside no fato de ter sido a primeira experimentação efetiva de uma arma nuclear. Três dias depois, o experimento e os traumas subseqüentes seriam partilhados com Nagasaki. Não havia necessidade, o Japão estava exangue, a rendição era uma questão de dias. Mas, fiel à máxima de que a vingança é um prato que se come frio, era necessário que os japoneses quitassem sua dívida em relação a Pearl Harbor. Os russos também aproveitariam o estado terminal japonês para declarar guerra e surrupiar as ilhas Sakalinas, indo à forra pela derrota de 1905. Ninguém esquece.

Mas, afinal, o que significa uma cidade ser atingida pela bomba atômica?

Coube a Hersey a aventura de, entre 25 de maio e 12 de junho de 1946, portanto quase um ano após a tragédia, apurar os fatos em Hiroshima. Ele levaria outras seis semanas escrevendo a reportagem. Impressionados pela narrativa, os editores do The New Yorker optaram por fazer uma edição monotemática. Resultado: os 300 mil exemplares esgotaram-se em poucas horas. O mesmo sucesso editorial seria obtido quando, logo depois, a reportagem foi transformada em livro.

Hersey teve uma infância incomum, pois, filho de missionários americanos, nasceu em Tientsin, China, vivendo lá até os 11 anos de idade. Formou-se em Yale, e, logo em seguida, como correspondente na China e na Rússia, escreveu artigos para as revistas Time, Life e The New Yorker. Já famoso, e ganhador do prêmio Pulitzer por Um sino para Adano, tinha 32 anos quando foi escalado para ir a Hiroshima. Hersey tomou como modelo de construção narrativa o relato escrito por Thornton Wilder, A ponte de São Luiz Rei, sobre uma catástrofe ocorrida no Peru, descrita sob o ponto de vista de cinco sobreviventes.

O grande clássico

Não se trata de pastiche, é uma questão de método. Narrativas são, no bom sentido, cheias de truques, tanto do ponto de vista estrutural, como para prender a atenção do leitor. Hersey construiu sua reportagem sob o ponto de vista de seis personagens – duas mulheres e quatro homens, sendo um alemão –, personificando a tragédia, ou, como observou Matinas Suzuki Jr.:

"[...] ele aproximou a abstração ameaçadora de uma bomba atômica à experiência cotidiana dos leitores. O horror tinha nome, idade e sexo. Ao optar por um texto simples, sem enfatizar emoções, ele deixou fluir o relato oral de quem realmente viveu a história. O tom da reportagem é um prolongamento da dor silenciosa que os sobreviventes de Hiroshima notaram nos conterrâneos feridos". (Hiroshima, p. 168)

Assim, o leitor acompanha o dia-a-dia, as agruras, o sofrimento, a luta contra as doenças causadas pela radiação, a batalha contra o preconceito, a superação da senhora Hatsuyo Nakamura, da senhorita Toshiko Sasaki, dos doutores Masakazu Fujii e Terufumi Sasaki, do reverendo Kiyoshi Tanimoto e do padre Wilhelm Kleisorge. Gente de carne e osso com coragem e força para ir em frente, mostrar solidariedade, empreender ações exemplares que dignificam a espécie humana. Eles também representam o conjunto de pessoas que, no Japão, são conhecidas como hibakushas: pessoas que sofrem os efeitos da bomba.

Libelo contra a utilização de armas atômicas, Hiroshima também é uma aula de jornalismo literário ou reportagem de imersão. A tradição é longa, remonta ao século 19. Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado primeiramente sob forma de reportagem para O Estado de S.Paulo, é o grande clássico do período no Brasil. Conforme Suzuki, "o termo novo jornalismo, por exemplo, foi usado em 1887 por Mat Arnold para descrever o estilo vivo das reportagens que W.T. Stead escrevia para a Pall Mall Gazette" (Hiroshima, p.179).

Empatia e observação

É possível capturar, via internet, trechos de artigos de Stead escritos sobre favelas londrinas. O mesmo nicho social que, anos mais tarde, Jack London exploraria para escrever The people of the abyss (O povo do abismo). Deste último, a lembrança do porta-bandeira, alcunha dada a miseráveis que, proibidos de dormir nos parques públicos da rainha Victoria, eram obrigados a caminhar, "marchar" a noite inteira. London também cobriria a guerra entre a Rússia e o Japão (1904-1905).

Enfim, Hersey é um dos grandes exemplos de repórteres-escritores que, no Brasil, dada a falta de espaço nos jornais, mantêm o gênero através de livros, como é caso, por exemplo, de Caco Barcelos. A revista The New Yorker, uma senhora robusta de 83 anos, saudada por haver publicado alguns dos maiores textos da imprensa mundial, possui uma galeria desses interessantes narradores, tais como Lílian Ross (autora de Film, um painel sobre Hollywood) que, há algum tempo, numa entrevista para a Folha de S.Paulo, quando indagada se era possível ensinar jornalismo literário, deu o seguinte depoimento:

"No momento, procuro fazer isso com um jovem em troca de seus conhecimentos como cozinheiro. Ele é um ótimo `chef´ e quer ser um repórter-escritor. Acredito que possa ensinar a ele o que considero ser a essência da atividade, mas até um certo ponto. Isso equivale a apenas 10% do que realmente importa. O restante depende de características individuais: história de vida, experiência, natureza, autodisciplina, curiosidade, humor, entusiasmo, paixão, originalidade, coragem, biologia, determinação, idade, ego e energia. Vigilância em relação à sensibilidade dos outros; capacidade de empatia e de observação enquanto mantém a imparcialidade; e a habilidade de resistir a fazer julgamentos morais das outras pessoas".

Parece pouco?

FONTE: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=500IMQ003

sábado, 1 de agosto de 2009

TANTA CIÊNCIA, TANTA ARTE, TANTAS GUERRAS, TANTAS POLÊMICAS E MUITOS NÃO TEM NEM O QUE VOMITAR!

Eis o que nos dizem as estatísticas:

- Há 800 milhões de pessoas desnutridas no mundo.

- 11 mil crianças morrem de fome a cada dia.

- Um terço das crianças dos países em desenvolvimento
apresentam atraso no crescimento físico e intelectual.

- 1,3 bilhão de pessoas no mundo não dispõe de água
potável.

- 40% das mulheres dos países em desenvolvimento são
anêmicas e encontram-se abaixo do peso.

- Uma pessoa a cada sete padece fome no mundo.

FONTE:
http://www.pime.org.br/mundoemissao/fomesolucao.htm
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