a vida é igual para todos, todas as crianças precisam de amor da maioria das pessoas ou de todas com as quais convive.
os estudiosos, psicólogos, psicanalistas, psiquiatras, pesquisam muito sobre a complexidade do ser humano, mas ainda demorará muito para que consigam de verdade descobrirem o que precisariam descobrir...a diversidade, o imprevisível, as ações e processos humanos nunca poderão ser previstos, calculados por ciência alguma. a dificuldade enorme que temos em nos conhecermos, em nos relacionarmos, se originam das distrações pelas quais passamos desde que nascemos. ficar distraído parece ser melhor...
nadia gal stabile - 22 05 2015
para ler mais acesse:
https://arazaoinadequada.wordpress.com/2013/12/22/contra-sartre/
para ler mais acesse:
http://www.webartigos.com/artigos/a-construcao-do-psiquismo/16370/
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sexta-feira, 22 de maio de 2015
O QUE É A VIDA? (relembrando Abujamra)
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quinta-feira, 7 de maio de 2015
ABU X ABU E RITA LUZ
PROVOCAÇÕES TV CULTURA RITA LUZ - ABU X ABU
https://www.youtube.com/watch?v=biQVL4zZAB0Programa também traz entrevista com a jornalista, escritora e amiga de Antônio Abujamra, Rita Luz. Vai ao na terça-feira (5/5), às 23h30, na TV Cultura O Provocações exibe nesta terça-feira (5/5) a edição especial Rita Luz e Abu x Abu. Vai ao ar às 23h30, na TV Cultura. A primeira parte do programa traz a jornalista e escritora Rita Luz, que começou sua carreira aos 18 anos no Jornal do Brasil com o diretor Otto Lara Rezende, que lhe abriu portas para grandes amizades com Rubem Braga, Hélio Pelegrino, Fernando Sabino e Paulo Mendes Campos. Ela explica o quanto essas pessoas a influenciaram e foram importantes para sua carreira. A escritora conta que trabalhou com Abujamra na adaptação de Mephistópheles, de Goethe, o que resultou em uma amizade sólida e no livro Turbulências - Cartas ao Abu. No segundo bloco da atração, uma entrevista inusitada, intitulada Abu x Abu, que revela a política de Antônio Abujamra. O provocador entrevista Antônio Abujamra, um político diferente, que explica seu plano de governo para as áreas da saúde e educação e indica quais as soluções para os problemas do Brasil. Ele também fala sobre o caos da vida, dos projetos e da morte.
http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,752079,Provocacoes_exibe_edicao_especial_Abu_x_Abu_,752079,1.htm
Turbulências:Cartas ao Abu - Rita Luz
http://www.estantevirtual.com.br/b/rita-luz/turbulencias-cartas-ao-abu/982796945
Goethe: Eu sou Mephistópheles por Abujamra
Abujamra vende a alma ao diabo
1º de maio de 2003
DA REPORTAGEM LOCAL
"Eu sou Mephistópheles desde sempre", anuncia o homem de corpo arqueado, bastas sobrancelhas, sorriso colérico, a convencer o interlocutor de que, "como todo mundo", ele também gostaria de vender sua alma ao diabo.
A partir de hoje, Antônio Abujamra, 71, veste a capa do personagem que travou aposta com Deus para tentar Fausto na retidão científica, racional, e conduzi-lo às vias do prazer.
Também um personagem de si, sobretudo no período de "tensão pré-estréia", como diz, Abujamra tinha o romance de Goethe esperando há anos na lista de projetos teatrais. Ele o faz agora, na nova produção do Teatro Popular do Sesi (orçado em R$ 450 mil, segundo a Folha apurou), em São Paulo, adaptando o texto, dirigindo a encenação e interpretando o papel que emana ocultismos e bufonarias que já serviram de metáforas ao cinema e à literatura.
"Quero mostrar que Mephistópheles tem uma alegria, e que provavelmente todos venderiam sua alma a ele", discursa Abujamra.
Além de Fernando Pessoa e Paul Valéry, poetas com os quais alinha o clássico de Goethe, à sua moda, o ator realiza algumas provocações: faz o místico Fausto envenenar-se literalmente pela sedução de Margarida. Ou leva o mesmo personagem a noitadas de orgia para desfrutar erotismo.
"A cabeça não é nada, vá às sensações", aconselha-o Mephistópheles. Segundo Abujamra, "Goethe continuará sendo melhor do que os diretores que o encenam". O alemão Peter Stein montou o texto há cerca de três anos. A francesa Ariane Mnouchkine, do Théâtre du Soleil, adaptou o livro do alemão Klaus Mann, "Mephisto", cuja versão cinematográfica, nos anos 80, foi feita pelo húngaro István Szabó.
Na raiz de tudo, está a obra de Johann Wolfgang von Goethe. (1749-1832), inspirada na lenda alemã dos séculos 15 e 16. A obra-prima teve versões, como "Fausto Zero" e "UrFaust", o Fausto Um, antes do formato derradeiro.
As atrizes Selma Egrei (Fausto) e Mariana Muniz (Margarida) contracenam com Abujamra em "Mephistópheles". Imagens projetadas em vídeo, a música de André Abujamra, filho, e a parceria com o diretor Hugo Rodas, de Brasília, ajudam Abujamra, pai, a traduzir em cena a sua concepção para o romance de Goethe.
"No final do espetáculo, eu, Mephistópheles, digo que a razão é muito menor que a imaginação; a razão não quer nada, a imaginação quer tudo", diz o ator. (VS)
MEPHISTÓPHELES - de: Johann Wolfgang Goethe. Tradução, adaptação e direção: Antônio Abujamra. Com: Abujamra, Selma Egrei e Mariana Muniz. Onde: Teatro Popular do Sesi (av. Paulista, 1.313, SP, tel. 0/xx/11/3146-7406). Quando: estréia hoje; de sex. a dom., às 20h. Quanto: entrada franca (retirar ingressos com uma hora de antecedência).
fonte :
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0105200327.htm#_=_
Johann Wolfgang von Goethe: Eu sou Mephistópheles. Mephistópheles,...
Eu sou Mephistópheles. Mephistópheles, é o diabo. E todos vocês são Faustos. Faustos, os que vendem a alma ao diabo.
Tudo é vaidade neste mundo vão, tudo é tristeza, é pop, é nada. Quem acredita em sonhos é porque já tem a alma morta. O mal da vida cabe entre nossos braços e abraços.
Mas eu não sou o que vocês pensam. Eu não sou exatamente o que as Igrejas pensam. As Igrejas abominam-me. Deus me criou para que eu o imitasse de noite. Ele é o Sol, eu sou a Lua.
A minha luz paira sobre tudo que é fútil: margens de rios, pântanos, sombras.
Quantas vezes vocês viram passar uma figura velada, rápida, figura que lhe darei toda felicidade. Figura que te beijaria indefinidamente. Era eu. Sou eu.
Eu sou aquele que sempre procuraste e nunca poderá achar. Os problemas que atormentam os Deuses. Quantas vezes Deus me disse citando João Cabral de Melo Neto: Ai de mim, ai de mim. Quem sou eu?
Quantas vezes Deus me disse: Meu irmão, eu não sei quem eu sou.
Senhores, venham até mim, venham até mim, venham. Eu os deixarei em rodopios fascinantes, vivos nos castelos e nas trevas, e nas trevas vocês verão todo o esplendor.
De que adianta vocês viverem em casa como vocês vivem? De que adianta pagar as contas no fim do mês religiosamente, as contas de luz, gás, telefone, condomínio, IPTU?
Todos vocês são Faustos. Venham, eu os arrastarei por uma vida bem selvagem através de uma rasa e vã mediocridade, que é o que vocês merecem.
As suas bem humanas insaciabilidade, terão lábios, manjares, bebidas.
É difícil encontrar quem não queira vender sua alma ao diabo.
As últimas palavras de Goethe ao morrer foram: Luz, luz, mais luz!!
Tudo é vaidade neste mundo vão, tudo é tristeza, é pop, é nada. Quem acredita em sonhos é porque já tem a alma morta. O mal da vida cabe entre nossos braços e abraços.
Mas eu não sou o que vocês pensam. Eu não sou exatamente o que as Igrejas pensam. As Igrejas abominam-me. Deus me criou para que eu o imitasse de noite. Ele é o Sol, eu sou a Lua.
A minha luz paira sobre tudo que é fútil: margens de rios, pântanos, sombras.
Quantas vezes vocês viram passar uma figura velada, rápida, figura que lhe darei toda felicidade. Figura que te beijaria indefinidamente. Era eu. Sou eu.
Eu sou aquele que sempre procuraste e nunca poderá achar. Os problemas que atormentam os Deuses. Quantas vezes Deus me disse citando João Cabral de Melo Neto: Ai de mim, ai de mim. Quem sou eu?
Quantas vezes Deus me disse: Meu irmão, eu não sei quem eu sou.
Senhores, venham até mim, venham até mim, venham. Eu os deixarei em rodopios fascinantes, vivos nos castelos e nas trevas, e nas trevas vocês verão todo o esplendor.
De que adianta vocês viverem em casa como vocês vivem? De que adianta pagar as contas no fim do mês religiosamente, as contas de luz, gás, telefone, condomínio, IPTU?
Todos vocês são Faustos. Venham, eu os arrastarei por uma vida bem selvagem através de uma rasa e vã mediocridade, que é o que vocês merecem.
As suas bem humanas insaciabilidade, terão lábios, manjares, bebidas.
É difícil encontrar quem não queira vender sua alma ao diabo.
As últimas palavras de Goethe ao morrer foram: Luz, luz, mais luz!!
Johann Wolfgang von Goethe
http://pensador.uol.com.br/frase/NTI3MTg2/
https://www.youtube.com/watch?v=Wtmn4GdSc44
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Enforcar-se na corda da liberdade e o Sistema Cantareira
Quando tentei estudar filosofia, havia um professor que citava muito Claude Lévi Strauss e sua obra Pensamento Selvagem, dizia ele que amontoar coisas ou ideias
sem conseguir engendrá-las, é como fazer bricolagem ou criar um monstro qualquer.
Quem resolve ser blogueira, como eu, passa por coisas hiper doidas, porque na maioria das vezes não se teve formação jornalistica, ou pior ainda, não se teve boas aulas de redação, então é como se atirar de um penhasco sem rede de proteção, e fazemos isto porque cada um nasceu pra uma coisa, e mesmo que não se saiba voar a gente insiste, porque precisamos fazer as coisas que temos de fazer e nos enforcarmos nas muitas cordas da liberdade, como ouço Antonio Abujamra dizer no programa dele.
Hoje preciso dizer algumas coisas sobre a total falta de direitos da população de São Paulo. Ontem vi um trecho do jornal da manhã na tv e fiquei atordoada ao ver os moradores da região do Sistema Cantareira sem água, ainda recebendo contas com valores errados e mesmo reclamando via fone, não obtiveram respostas às suas reclamações. A população mais pobre sem condições de resolver uma calamidade destas, parte a gastar o que não tem para comprar água mineral em galões e copos, pratos descartáveis para não ter de lavar, pois água não há.
Enfim, o que fazer numa situação destas, onde prova-se que a incompetência do governo produziu esta calamidade, deixando o povo ao Deus dará e pior, sem saber como sair desta, sem condições de poder fazer algo efetivo. Se pensarmos de outra forma até poderemos dizer que o povo tem responsabilidade também, porque precisa aprender a economizar água e com mais educação ambiental e informação várias saídas poderiam cooperar para a racionalização deste bem tão vital pra todos nós. Toda crise pode ter seu lado positivo, e espero que esta abra os olhos do povo que poderia daqui pra frente tomar mais consciência sobre o que o "governo" anda fazendo ou não fazendo. E a educação ambiental é urgente, assim como a educação para a cidadania, senão este povo ficará cada vez mais sem direitos, pagam tantos impostos e os direitos...
Nadia Gal Stabile - 08 05 14
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