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quarta-feira, 28 de março de 2012

O CIENTISTA MIGUEL NICOLELIS, SUBSTITUTO DE CRODOWALDO PAVAN NA ACADEMIA DO VATICANO, GANHOU MAIS UM PRÊMIO; Glória Kreinz


Cumprimentamos o cientista neurocirurgião Miguel Nicolelis, brasileiro aceito pela ACADEMIA DE CIÊNCIAS DO VATICANO para ocupar o lugar deixado por Crodowaldo Pavan. Sabemos que a poderosa e milenar entidade é norteada por conceitos práticos, filosóficos e científicos.Tem ganho vários prêmios, laboratório aqui e no Estados Unidos, e do Globo dia 27 de março recebeu "Faz Diferença".É justo estar na Academia do Vaticano, como Pavan.

Parabéns, senhores do Vaticano, parabéns Miguel Nicolelis. Cada passo seu é uma vitória do Núcleo Jóse Reis, de Crodowaldo Pavan, e derrota daqueles que compararam Crodowaldo Pavan aos mediocres, pensando que o que ele deixou pudesse ser substituído por insignificâncias.

Agora entendemos a frase bíblica: "Pai, perdoai, porque não sabem o que fazem". O Pai nem deve ligar, todos iguais, em nada diferentes, e nós só agora percebemos que também não pertencíamos ao mesmo nível. Pavan nos reconhecia. Parabéns Dr. Nicolelis.

domingo, 18 de março de 2012

E AGORA MESTRE AZIZ AB' SABER? O QUE IRRESPONSÁVEIS FIZERAM DO NÚCLEO JOSÉ REIS QUE O SR. ADMIRAVA?





CITAÇÃO DAS DECLARAÇÕES DO PROFESSOR AZIZ AB' SABER SOBRE O NÚCLEO JOSÉ REIS, PARA O JORNAL DO CAMPUS, EM 20 DE OUTUBRO DE 2010. E AGORA, MESTRE?

De acordo com o geógrafo e professor emérito da USP, Aziz Ab’Saber, “o acervo é muito importante e precisa ser bem protegido e bem exposto”. Aziz conheceu José Reis e confirma ter dado palestras e participado de um evento no núcleo ainda este ano. O professor é citado por Osmir Nunes numa carta à Pró-Reitoria como um dos apoiadores do núcleo. Apesar de desconhecer a carta, Aziz manifesta apoio à equipe em relação ao acervo: “eu conheço o trabalho deles e admiro muito”

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

NÚCLEO JOSÉ REIS / ABRADIC - MARCELO ROQUE, GLÓRIA KREINZ NO LIVRO "PODER, POLÊMICA E POESIA" PARA CRODOWALDO PAVAN E JOSÉ REIS


Ao Mestre Com Carinho

Infeliz daquele que, em gaiola de ouro,
aprisiona o canto do saber
E bendito sejas tu, cientista,
que soube dar asas ao teu saber,
e assim, tão bem fazer,
a partilha do teu canto

Homenagem do Núcleo José Reis e da ABRADIC a Crodowaldo Pavan
Que além de brilhante cientista, também dedicou boa
parte de sua vida a divulgação científica
Contribuindo decisivamente para a democratização
do conhecimento
Marcelo Roque

sexta-feira, 2 de julho de 2010

AOS QUE ESTÃO TRISTES E FRUSTRADOS HOJE POR CAUSA DA COPA - NOS LEMBREMOS DE CERTAS COISAS (CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR) (CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)

LEMBREMOS... OU PENSEMOS... "..A BELEZA, A CIÊNCIA E A NATUREZA"(ver imagem aqui)
(frase colocada no vídeo de Glória Kreinz com poesia de Marcelo Roque,em homenagem aos nossos grandes cientistas "JOSÉ REIS" e "CRODOWALDO PAVAN".

UM DE MEUS MAIORES SONHOS, SENÃO O PRINCIPAL DELES,E QUE TALVEZ SEJA O SONHO DE MUITOS DE NÓS,É CHEGAR A VER O POVO BRASILEIRO PENSANDO E SENTINDO "CERTO".

SABENDO QUE A BELEZA, A CIÊNCIA E A NATUREZA ESTÃO EM NOSSAS MÃOS!!
SOMOS DONOS DE NOSSOS CAMINHOS,A AUTONOMIA QUE É O CERNE DA ALMA HUMANA!!
AQUELA QUE DECIDE SOBRE COISAS VITAIS....ENTÃO...DECIDAMOS NÃO BUSCAR A BELEZA SOMENTE NUM JOGO DE FUTEBOL!...temos muito mais a buscar,muito a fazer para sermos
um grande povo...!!!! AGRADEÇO A BELEZA QUE GLÓRIA KREINZ,MARCELO ROQUE E TODOS DO NJR ECA/USP PRODUZIRAM E AINDA PRODUZEM!! NADIA STABILE - 02/07/10

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sábado, 6 de março de 2010

IDEALISTAS ISOLADOS - LIVRO LANÇADDO EM 1999 - NJR-ECA/USP


Idealistas Isolados é lançado na Estação Ciência

O Núcleo José Reis de Divulgação Científica promove, dia 18 de agosto(1999), a partir das 14h30, na Estação Ciência, em São Paulo, o lançamento do livro Idealistas Isolados. Ensaios sobre Divulgação Científica: Linguagem e Posturas. Estarão presentes ao evento, entre outras personalidades do meio científico e acadêmico, o Reitor da USP, Jacques Marcovitch, e o diretor da Estação Ciência, Ernst Hamburguer.

Aos 92 anos, José Reis é um símbolo vivo do trabalho de divulgação científica no Brasil. O médico carioca, formado pela Faculdade Nacional de Medicina, especializado em microbiologia e patologia pelo Instituto Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro, contratado pelo Instituto Biológico de São Paulo em 1929, experimentou suas primeiras possibilidades de explicar problemas científicos para um público não especializado escrevendo folhetos e artigos para seções agrícolas de jornais e, principalmente, colaborações sistemáticas para a revista Chácaras e Quintais, a partir de 1932.

Ele falava então, para granjeiros, das doenças, das pragas, dos muitos problemas e dos cuidados que deviam ser tomados na criação de galinhas. Mas sua atividade regular no jornalismo científico começa, de fato, em abril de 1947, quando ele passa a colaborar com as Folhas (da Manhã, da Tarde e da Noite), e desde então não mais interrompe esse trabalho. As Folhas tornaram-se o poderoso jornal Folha de S. Paulo e lá está, no caderno Mais, a cada domingo, a coluna Periscópio, do doutor José Reis - um profissional tão respeitado no jornal que se tornou seu diretor de redação de 1962 a 1967.

Em seu já longuíssimo tempo de trabalho, José Reis teve garra para batalhar, na primeira metade da década de 40, pela criação da FAPESP e, na segunda metade, pela criação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, a SBPC, da qual foi o primeiro secretário-geral, em 1948. Fundou e tornou-se o primeiro editor da revista Ciência e Cultura da SBPC, em 1949 (até 1954 e, depois, de 1972 a 1985). Em 1958, aposentando-se do Instituto Biológico, fundou com outros dois sócios a editora Ibrasa-Instituição Brasileira de Difusão Cultural S/A, para lançar livros-fermentos que trouxessem idéias novas e provocassem debate.

Sua atuação na editora estende-se até 1978. Conquistou prêmios (Prêmio Governador do Estado de Jornalismo Científico, em 1962, Prêmio John R. Reitemeyer de Jornalismo Científico, da Sociedade Pan-Americana de Imprensa e União Pan-Americana de Imprensa, em 1964, Prêmio Kalinga, da Unesco, em 1975) e tornou-se nome do primeiro prêmio nacional de jornalismo científico, instituído pelo CNPq, em 1979. Tornou-se alvo e nome de um núcleo de estudos sobre divulgação científica na Escola de Comunicação e Artes da USP, em 1992.

Essa trajetória impressionante tem sido cumprida por um homem definido por aqueles que o conhecem mais de perto como extremamente discreto e suave. E que sem nenhuma dúvida mereceria o epíteto que ele, em agosto de 1988, num de seus artigos no Mais, atribuiu a cientistas e jornalistas que, há muitos anos, vêm fazendo a divulgação da ciência e da tecnologia e de sua importância para o desenvolvimento econômico, social e político do país: idealistas isolados.

FONTE : http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=803&bd=1&pg=1&lg=

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Crodowaldo Pavan, morto aos 89 anos, derrubou conceito de que a quantidade de DNA era constante em todas as células

© Acervo Comissão Memória IB/USP
A equipe de pesquisadores que saía de São Paulo em excursões rumo ao litoral sul do estado para coletar exemplares de drosófila, a mosca-das-frutas, encontrou algo diferente naquele verão de 1952. Ao virar um toco de bananeira, Crodowaldo Pavan, o líder do grupo, achou centenas de larvas emboladas de outro tipo de mosca e decidiu levá-las para analisar no laboratório. Começava ali um estudo que derrubaria um paradigma da biologia. Até meados dos anos 1950 se acreditava que a quantidade de DNA era constante em todas as células. Ele demonstrou em artigo publicado com Marta Breuer, em 1955, que havia genes que se duplicam constantemente. Mesmo antes dessa descoberta, Pavan já era um dos pioneiros da pesquisa em genética no Brasil a partir dos estudos com drosófilas. Ele morreu no dia 3 de abril em São Paulo, aos 89 anos, em razão de insuficiência múltipla de órgãos.

“Pavan demonstrou que, em determinados momentos, a célula sintetiza DNA”, explica o professor Luiz Edmundo Magalhães, biólogo que foi aluno do geneticista a partir de 1949 e com quem realizou pesquisas de campo, incluindo as de Vila Atlântica, em Mongaguá, no litoral paulista, onde foram coletadas as larvas da mosca Rhynchosciara angelae (hoje chamada de Rhynchosciara americana). Ele também mostrou que em alguns tecidos do organismo certos genes não funcionam, algo que não se sabia. As observações foram feitas sobre as larvas da Rhynchosciara, mosca que põe todos os ovos de uma só vez e depois morre. “As larvas evoluem juntas, de modo sincrônico, o que é ótimo porque se pode acompanhar o desenvolvimento delas até virarem mosca, como se fossem um único indivíduo, dissecando uma delas a cada dia.”

A larva tem um par de glândulas salivares com cromossomos grandes. Pavan observou que alguns trechos dos cromossomos da larva se multiplicam, num fenômeno chamado de pufe, para depois se condensar. Na época, ele ficou sabendo que o pesquisador belga Jean Brachet usava um método de injetar na larva a substância radioativa timidina tritiada. Em seguida colocava o material em uma lâmina e a cobria com um filme fotográfico por alguns dias no escuro. A radiação impressionava o filme, o que permitia ver a imagem fotográfica do cromossomo e acompanhar as mudanças do DNA. A pedido de Pavan, Brachet enviou uma assistente, Adrianne Ficq, para ensinar o método a ele. “Foi com a ajuda de sua técnica Marta Breuer, uma alemã radicada no Brasil extremamente habilidosa no laboratório, e de Adrianne que Pavan fez a descoberta que derrubou esse dogma da genética e, de quebra, começou a fazer biologia molecular no país ao utilizar o método de Brachet”, diz Magalhães. Ficou provado que o número de cromossomos era constante, mas a quantidade de DNA podia variar.

© Arquivo Luiz Edmundo Magalhães
O geneticista em seu gabinete
Em entrevista ao jornalista Ricardo Zorzetto para o livro Cientistas do Brasil (SBPC, 1998), Pavan lembrou daquela época: “Demorou oito anos para que minha hipótese – de que poderia haver mudança no número de genes dentro do cromossomo com o desenvolvimento do animal – fosse aceita. Durante o período, eu apresentava os dados e diziam, ‘Os seus dados valem. Mas isso é exceção. É um inseto’”. Mais tarde comprovou-se que o fenômeno era comum no homem. “A proposta dele, de que existia replicação do DNA dentro da célula, era algo completamente diferente do que se pensava na época”, conta o professor Hugo Aguirre Armelin, pesquisador do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP).

Embora a Rhynchosciara tenha sido a estrela das principais pesquisas de Pavan, foi a drosófila que recebeu a maior parte das atenções de sua vida científica. Natural de Campinas, ele ingressou na então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP em 1938, no curso de história natural. Quando se formou, foi convidado e aceitou ser assistente do então Departamento de Biologia Geral. Seu mentor naquela época foi André Dreyfus, do grupo de notáveis que criou a USP e um dos introdutores dos estudos e ensino de genética e evolução no país. Outra enorme influên­cia foi a do ucraniano Theodosius Dobzhansky, geneticista reconhecido em todo o mundo. Harry Miller Jr., da Fundação Rockefeller, admirava o trabalho de Dreyfus e sugeriu a vinda do cientista ao Brasil, em 1943.

Dobzhansky topou e, em São Paulo, ensinou as técnicas de pesquisa com drosófila, que foi por muito tempo modelo de estudo na genética e evolução e eram desconhecidas por aqui. “Durante a segunda visita do ucraniano, em 1948 e 1949, Dreyfus e Pavan criaram grupos de estudo com jovens pesquisadores não só de São Paulo como do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e até da Argentina e da Suíça e estabeleceram programas sistemáticos nessa área”, conta Magalhães. Não por acaso surgiu uma geração brilhante de geneticistas, como Antonio Brito da Cunha e o próprio Magalhães, em São Paulo, Newton Freire-Maia, de Minas Gerais, Antonio Rodrigues Cordeiro, do Rio Grande do Sul, Oswaldo Frota-Pessoa e Chana Malogolowkin, do Rio, entre outros.

Pavan fez seu pós-doutorado no laboratório de Dobzhansky na Universidade Columbia, em Nova York, entre 1945 e 1947. Em 1952, com a morte de Dreyfus, assumiu a cátedra do Departamento de Biologia. Em 1965 foi contratado pelo Laboratório de Oak Ridge, nos Estados Unidos, onde fundou e dirigiu um laboratório de citogenética. De 1968 a 1975 foi professor titular da Universidade do Texas. Depois desse período voltou ao Brasil.


© Arquivo Luiz Edmundo Magalhães
Pavan (escrevendo), com pesquisadores: experiência em Pirassununga, em 1952
Ação institucional – À parte o intenso trabalho científico, Pavan teve grande participação no âmbito político-administrativo das instituições de apoio à ciência. Integrou o primeiro conselho superior da FAPESP, entre 1961 e 1963, exercendo papel importante para a consolidação da instituição, que começou a funcionar em 1962. No período 1981-1984 voltou à FAPESP, desta vez como diretor presidente do conselho técnico-administrativo. Presidiu o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), de 1986 a 1990, onde realizou ações marcantes como a criação da Estação Ciência, em São Paulo, e do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas.

Por três gestões presidiu a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), entre 1981 e 1986. Tornou-se professor emérito da USP em 1989 e da Universidade Estadual de Campinas em 1991. Quando morreu era pesquisador voluntário do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, coordenador de Divulgação Científica do Núcleo José Reis da Escola de Comunicações e Artes da USP e presidente da Associação Brasileira de Divulgação Científica.

“A FAPESP lamenta o falecimento de um grande homem da ciência brasileira e é muito grata pelo legado que ele nos deixou”, disse Celso Lafer, presidente da FAPESP. “É importante destacar o trabalho fundamental que ele realizou no apoio à pesquisa e ao desenvolvimento brasileiros, seja no plano das instituições, como foi na FAPESP e no CNPq, ou no plano da sociedade civil, pelo tempo que esteve à frente da SBPC.” Sergio Rezende, ministro da Ciência e Tecnologia, também lembrou a contribuição do biólogo. “Pavan fica na história da ciência no Brasil como um dos pioneiros da genética e um cientista-educador”, disse. “Poucos cientistas se dedicaram com mais afinco a atrair os jovens para as carreiras da ciência.”

FONTE : http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3857&bd=1&pg=1&lg=

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Crodowaldo Pavan, no fascículo 3 de Grandes Cientistas - Glória Kreinz

ESTA  ADMIRÁVEL ATITUDE DA REVISTA "CAROS AMIGOS",PUBLICAR EM SEU  TERCEIRO NÚMERO DA COLEÇÃO "GRANDES CIENTISTAS BRASILEIROS",CRODOWALDO PAVAN E MILTON SANTOS!!!
ESTES DOIS NOMES REPRESENTAM MUITO BEM O BRASIL E NOS DEIXAM ENVAIDECIDOS PELAS SUAS PERSONALIDADES GENIAIS, VIRTUOSAS E VITAIS PRA NOSSO PAÍS!
FICO FELIZ POR GLÓRIA KREINZ SER OUTRA PERSONALIDADE LIGADA A PAVAN E ESTAR AQUI ENTRE NÓS NESTE SIMPLES BLOG QUE AINDA INICIA CAMINHOS...QUE QUEM SABE PODERÃO SER COERENTES EM ALGO COM OS DESAFIANTES CAMINHOS QUE PAVAN TRILHOU NA ÁREA CIENTÍFICA E EM SUA DIVULGAÇÃO!!! ALGO IMPRESCINDÍVEL PARA UM PAIS COMO O NOSSO TÃO CARENTE DESTE TIPO DE DIVULGAÇÃO!!! PARABENIZO A "CAROS AMIGOS",A GLÓRIA KREINZ E AO NÚCLEO JOSÉ REIS DA ECA -USP,QUE SEMPRE FEZ O MÁXIMO COM O MÍNIMO!!! E ESPERO QUE OUTRAS INSTITUIÇÕES DA ÁREA SIGAM OS CAMINHOS INICIADOS TÃO BRILHANTEMENTE POR PAVAN E JOSÉ REIS!!! PARABÉNS,FELICIDADES A TODOS E AGRADEÇO!!! NADIA STABILE - 25/12/09

Glória Kreinz


Com o título de Crodowaldo Pavan, A Arte de Democratizar a Ciência, a Revista CarosAmigos publicou no número 3 de Grandes Cientistas Brasileiros, Milton Santos e Crodowaldo Pavan. Sensibilizados com a justa homenagem que a editora prestou ao nosso parceiro de 12 livros, mencionamos a hora oportuna da publicação. Assim, este Natal ainda tem Pavan entre nós...

Já enfatizei a correção com que o jornalista Flavio Dieguez tratou a entrevista que fez comigo e outros entrevistados sobre Crodowaldo Pavan. Revelou que trabalha bem a divulgação cientifica e precisamos de mais profissionais como Dieguez atuando em nossa área de conhecimento. Acredito que Pavan diria o mesmo . Salientei ainda que a poesia Navegadores, de Marcelo Roque, que Pavan tanto gostava, foi citada na página 91 da matéria, assim como a Academia Paulista de Letras, onde ele ia todas as tardes de quinta-feira.



Divulgação Científica

Explicamos que a  Caros Amigos, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, está editando uma coleção de fascículos, os “Grandes Cientistas Brasileiros”. Cada número traz dois nomes com um artigo principal e uma entrevista com um nome significativo, vinculado a cada cientista comentado. Até agora foram editados três números, o primeiro veio com Carlos Chagas e Joahana Dobheimer, o segundo traz Florestan Fernandes e César Lattes e este terceiro apresenta Milton Santos e Crodowaldo Pavan.

A editora vai editar mais 9 fascículos totalizando 24 nomes de diversas áreas da ciência nacional, a publicação é quinzenal e tem 32 páginas coloridas a cada edição.

Além da biografia desses importantes nomes brasileiros, os fascículos contextualizam a história dos homenageados com fatos do mundo, trazem quadros explicativos, curiosidades e uma entrevista com um especialista da área.

Mais uma vez agradeço a Caros Amigos ter nos trazido Crodowaldo Pavan e Milton Santos no Natal.


http://stoa.usp.br/gkdivulga/weblog/

FONTE : http://www.eca.usp.br/nucleos/njr/abradic/

domingo, 15 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

MARCELO ROQUE E CRODOWALDO PAVAN, NO VÍDEO/POESIA HOMENAGEM AO MESTRE, PRIMEIRO DA SÉRIE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA,PAVAN, DO NJR;GLÓRIA KREINZ DIVULGA

A CÁTEDRA UNESCO NJR/ECA/USP LANÇA A SÉRIE PAVAN DE VÍDEOS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA, EM HOMENAGEM AO MESTRE EXEMPLAR, PARA SEMPRE CONOSCO...MARCELO ROQUE E A POESIA NAVEGADORES É O PRIMEIRO NÚMERO.

www.eca.usp.br/njr

NAVEGADORES
Enquanto alguns homens
apenas contemplam o Mar
outros
lançam-se com suas caravelas
desbravando ondas e tempestades
desvirginando sereias e horizontes
descobrindo novas terras
e novos sonhos
perpetuando assim
entre as estrelas
os nortes de suas conquistas



Homenagem a este grande homem, cientista e navegador,
Crodowaldo Pavan, cujos exemplos de trabalho e vida,
continuarão para sempre, norteando os nossos passos
Marcelo Roque

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O BELO

José Reis já sabia,
e também Pavan,
que bela, sempre foi a flôr
antes mesmo do olhar
e do amor ...

Marcelo Roque





"Homenagem a estes dois grandes cientistas,
José Reis e Crodowaldo Pavan, que sempre
perceberam a intrínseca relação existente entre
a beleza, a ciência, e a natureza"

sábado, 11 de abril de 2009

Livro organizado pelos professores Crodowaldo Pavan e Glória Kreinz,em homenagem aos 91 anos de José Reis (1998)

A Espiral em Busca do Infinito

Coleção Divulgação Científica - Volume 1

O livro é constituído por um conjunto de ensaios em homenagem aos 91 anos, completados no dia 12 de junho de 1998, do Dr. José Reis, pioneiro, no Brasil, da divulgação científica, da qual fez arma de luta pela democratização do conhecimento.
Organizado pelos professores Crodowaldo Pavan e Glória Kreinz, respectivamente Coordenador de Divulgação e Coordenadora de Pesquisa do Núcleo José Reis de Divulgação Científica da ECA\USP, a obra é dividida em três partes: Tempo de Resgate, A Leitura do Texto e Depoimento e Memória, tendo por base diferentes aspectos da obra de J. Reis.
Formado em Medicina, J. Reis começou a escrever em jornais nos anos quarenta e até hoje escreve na Folha de São Paulo. Começou divulgando ciência, foi editor chefe da Folha, de 1962 a 1967, e nela continua a divulgar ciência todos os domingos, no caderno "Mais!", na coluna Periscópio. O conjunto de sua obra representa um dos mais bem elaborados manuais de divulgação científica de que se tem notícia.

O livro, lançado no dia oito de junho, durante evento em comemoração dos cinquenta anos da SBPC, está à venda na sede do NJR (Av. Lúcio Martins Rodrigues, 443, bloco 9, sala 10, Cidade Universitária, São Paulo - SP, CEP 05508-900). Pedidos de compra podem ser feitos por e-mail, por telefone (11-3091-4021), fax (11-3091-4329) ou pelo correio, ou na EDUSP. É possível, também, comprar via correio.

FONTE: http://www.eca.usp.br/nucleos/njr/

*O DR.JOSÉ REIS ,atuou na Folha de S.Paulo, na coluna "Periscópio", até o momento de sua morte, em 16 de maio de 2002

José Reis: Ciência, Poesia e Outros Caminhos


O oitavo livro da Coleção Divulgação Científica propõe uma inovação em nossa linha de publicações. Traz, como exposição principal, os poemas de José Reis, patrono do Núcleo José Reis de Divulgação Científica da ECA/USP e também da Cátedra UNESCO José Reis em Divulgação Científica da USP, situada no referido centro de pesquisa.

A sugestão inicial da publicação das poesias de José Reis partiu de Nair Lemos Gonçalves, sua assistente e procuradora, que sempre presenciou o encantamento que o divulgador científico tinha pelo fazer poético, tanto lendo poesias, quanto fazendo-as.

Para seguir o padrão das publicações da Coleção Divulgação Científica do NJR-ECA/USP, a obra traz uma explanação crítica, ligada aos avanços dos estudos sobre uma nova teoria da comunicação e divulgação científica, sofrendo portanto a influência do projeto idealizado por Ciro Marcondes Filho, coordenador geral do NJR.

O texto teórico escrito por Glória Kreinz, revendo os acontecimentos e movimentos que permeiam a poesia de José Reis, trabalha a relação “coisa/mundo”, que aparece tanto nas citações de Martin Heidegger como de José Reis, assim como a paixão de Reis e Heidegger pelo poeta alemão Novalis.

Crodowaldo Pavan usa o tom coloquial para fazer uma homenagem ao amigo de muitos eventos e esclarece passagens ligadas à história da divulgação científica no Brasil, que merecem maior detalhamento, no intuito de aperfeiçoar projetos para o futuro de um país como o nosso. Foi com emoção que Pavan aceitou a proposta da publicação das poesias de Reis, e elogiou muito a seleção feita pela divulgadora científica Nair Lemos Gonçalves.

O trabalho de apoio contou com toda a equipe do NJR-ECA/USP, como o prof. Osmir Nunes, que apresentou dissertação de mestrado sobre a obra de José Reis, Claudenir Módulo Alves, responsável pela divulgação de eventos, Mauro Celso Destácio, sempre atento ao trabalho de correção dos textos, Everton Magalhães V. Santos e Raquel Nunes, incansáveis na digitação, e Diego Junqueira Torres, responsável pela confecção final do livro, que traz a marca de seu carinho e responsabilidade editorial.

Agradecemos ainda aos pesquisadores Márcia Rebouças, Waldomiro Vergueiro, Caetano Ernesto Plastino, Valdir José de Castro, Franklin Leopoldo e Silva, José Jeremias de Oliveira, Dalmo de Abreu Dallari, Julio Abramczyk, Célio da Cunha e a imbatível divulgadora científica Maria Julieta Ormastoni... Emocionados, entregamos esta obra aos amigos e leitores...

José Reis: Ciência, Poesia e Outros Caminhos está à venda na sede do NJR (Av. Lúcio Martins Rodrigues, 443, bloco 9, sala 10, Cidade Universitária, São Paulo - SP, CEP 05508-900), nas livrarias da editora Paulus e nas da Humanitas e Discurso Editorial (FFLCH-USP: Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo - Prédios da Filosofia e Administração). Pedidos de compra podem ser feitos por e-mail, por telefone (11-3091-4021), fax (11-3091-4329) ou pelo correio. É possível, também, comprar via correio.

FONTE: http://www.eca.usp.br/nucleos/njr/

sábado, 4 de abril de 2009

NAVEGADORES - HOMENAGEM A CRODOWALDO PAVAN

Navegadores

Enquanto alguns homens
apenas contemplam o Mar
outros
lançam-se com suas caravelas
desbravando ondas e tempestades
desvirginando sereias e horizontes
descobrindo novas terras
e novos sonhos
perpetuando assim
entre as estrelas
os nortes de suas conquistas




Homenagem a este grande homem, cientista
e navegador, Crodowaldo Pavan, cujos exemplos
de trabalho e vida, continuarão para sempre,
norteando os nossos passos

Marcelo Roque
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