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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Lama da Samarco pode ser “bomba-relógio” de metais pesados no Rio Doce


 Resíduos do reservatório da Samarco em Minas Gerais continuam chegando ao estuário do Rio Doce e o material está associado a metais pesados que correm o risco de serem liberados no ambiente – Foto: Xosé L.Otero

Lama da Samarco pode ser “bomba-relógio” de metais pesados no Rio Doce

Rejeitos provenientes do desastre em Mariana (MG) continuam chegando ao estuário do Rio Doce
https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-ambientais/lama-da-samarco-pode-ser-bomba-relogio-de-metais-pesados-no-rio-doce/

Uma “bomba-relógio” com metais pesados continua ameaçando o estuário do Rio Doce, mesmo após dois anos e meio do vazamento de 50 milhões de metros cúbicos (m3) de rejeitos de mineração do reservatório da Samarco, localizado no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (Minas Gerais). Essa conclusão é resultado de um estudo desenvolvido em parceria por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), da Universidade de Santiago de Compostela (Espanha) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
“A ideia era de que a maior parte daquele material liberado após o acidente ficasse nas proximidades da barragem e do município de Mariana. No entanto, a lama chegou a Regência, uma vila localizada no litoral do Espírito Santo, região importante ecologicamente, com intensa atividade de pesca e turismo, onde o Rio Doce deságua”, lembra Tiago Osório Ferreira, professor do Departamento de Ciência do Solo da Esalq.
Segundo o estudo, o rejeito continua chegando ao estuário e o material está associado a metais pesados, que correm o risco de serem liberados no ambiente. “Em função das condições locais de solo, esses metais podem, a médio ou longo prazo, ser biodisponibilizados”, complementa o docente.
Parte desse estudo foi publicada pelo pesquisador Hermano Queiroz, doutorando do programa de pós-graduação em Solos e Nutrição de Plantas, da Esalq. Queiroz identifica alguns dos metais encontrados. “Identificamos cobre, manganês, zinco, cromo, cobalto, níquel, chumbo, todos eles associados ao rejeito”, ressalta.
Novo desastre
A disponibilização de metais pesados em um sistema estuarino pode resultar em novo desastre. “Alguns desses metais são tóxicos e podem se acumular em plantas e peixes, acarretando efeitos potencialmente nocivos sobre a fauna e a flora associadas a esse ecossistema”, destaca o professor Ferreira.

Águas do Rio Doce em Galileia (Minas Gerais), com a lama da barragem da Samarco que se rompeu no município de Mariana em 5 de novembro de 2015 – Foto: Eli Kazuyuki Hayasaka via Wikimedia Commons/CC BY-SA 2.0
Os pesquisadores alertam ser perigoso considerar apenas os patamares atuais de contaminação. “Olhando para os níveis de contaminação de hoje, apenas o níquel e o cromo, entre os metais analisados, estão em níveis superiores ao permitido pela legislação brasileira. No entanto, essa visão estática não acompanha a dinâmica da movimentação do material que segue em direção ao estuário periodicamente; por exemplo, cada vez que chove, mais rejeito é depositado”, constata Queiroz.
Além disso, considerar os índices totais de contaminação mascara o fato do rejeito rico em ferro ser uma fração instável, podendo ser solubilizado e facilitar a liberação dos metais pesados. “Os oxihidróxidos de ferro, nas condições de solo estuarino, são suscetíveis a dissolução, o que poderá aumentar a biodisponibilidade e o risco de contaminação por metais”, observa o pesquisador.
O estudo faz parte do projeto Rede de Solos e Bentos na Foz do Rio Doce (Rede SoBEs RIO DOCE), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes), e pode ser lido, na íntegra, em https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0048969718315547. Sob solicitação, os resultados foram apresentados ao governo do Estado do Espírito Santo.
Com informações de Caio Albuquerque, da Assessoria de Comunicação da Esalq
Mais informações: e-mails hermanomelo@usp.br, com Hermano Queiroz; e toferreira@usp.br, com o professor Tiago Osório Ferreira

INÍCIO 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Mineradora engavetou plano para alertar vizinho de barragem em MG

600 quilômetros até a praia de regência no espírito santo - quase 20 dias de tragédias para chegar ao mar e causar mais tragédias!
o rio doce morreu, a fauna terrestre e aquática, a flora tudo exterminado pela falta de responsabilidade, pela ganância cruel da desumanidade! pessoas mortas ou desaparecidas, população sem água até para beber, a vida devastada de mais de 10 cidades...ou bem mais...e o presidente da samarco aparece no telejornal pedindo desculpas às vítimas...
que pobreza, que tristeza, que lástima...

Nadia Gal Stabile - 25 11 2015

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/11/1710705-mineradora-engavetou-plano-para-alertar-vizinho-de-barragem-em-mg.shtml?cmpid=newsfolha


sexta-feira, 20 de novembro de 2015

PRESIDENTE DA SAMARCO OBTÉM HABEAS CORPUS PREVENTIVO PARA NÃO SER PRESO

 

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2015/11/19/presidente-da-samarco-obtem-habeas-corpus-preventivo-para-nao-ser-preso.htm



Presidente da Samarco obtém habeas corpus preventivo para não ser preso

Rayder Bragon
Colaboração para o UOL, em Belo Horizonte

  • Gabriela Biló/Estadão Conteúdo
    Lama de rejeitos de minério que vazou das barragens da Samarco em Minas Gerais chega ao Espírito Santo
    Lama de rejeitos de minério que vazou das barragens da Samarco em Minas Gerais chega ao Espírito Santo
O presidente da Samarco, Ricardo Vescovi de Aragão, obteve um habeas corpus preventivo, que o livra de uma prisão, no Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJ-ES). A decisão foi dada no sábado (14), durante plantão do tribunal. A Samarco é a empresa responsável pelas barragens que romperam em Mariana (MG) e provocaram uma onda de lama que segue pelo rio Doce até o mar.
Segundo a assessoria do órgão, o pedido da defesa de Aragão se deu após decisão do juiz Menandro Taufner Gomes, da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Registro Públicos e Meio Ambiente de Colatina (ES) na quinta-feira passada (12), o magistrado havia determinado à companhia uma série de medidas diante do vazamento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), no dia 5 deste mês.  Gomes acatou liminarmente pedido do Estado do Espírito Santo, autor da ação.
Conforme a decisão, caso as medidas não sejam cumpridas, o presidente da Samarco deveria ser preso em flagrante pelos crimes de desobediência ou prevaricação. O prazo para que as determinações dadas fossem colocadas em prática termina no próximo dia 27.
Entre as ordens, a Justiça tinha determinado à empresa o fornecimento de água potável para consumo humano e animal às cidades de Colatina, Baixo Guandu e Linhares, cidades capixabas na rota do rio Doce, em cuja calha corre a lama oriunda do rompimento da barragem. Ele também decidiu que a Samarco apresente, no prazo de 10 dias, um Plano de Contenção, Prevenção e Mitigação dos "impactos ambientais e sociais" em razão da impossibilidade da utilização "racional e adequada" do recurso hídrico do rio Doce.
O magistrado ainda fixou uma multa diária de R$ 300 mil caso a empresa descumpra as determinações.
A assessoria do tribunal informou que o andamento processual do habeas corpus, ora concedido no plantão ao diretor da empresa, está nas mãos do desembargador Walace Pandolpho Kiffer, que ainda não se manifestou sobre ele.
O UOL entrou em contato com a assessoria da Samarco, que não respondeu até o momento.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

FRAUDE NA PRIVATIZAÇÃO - A VALE DO RIO AMARGO E MORTO

*FEVEREIRO DE 2015 

http://portalmetropole.com/2015/02/justica-reconhece-fraude-na.html





Justiça reconhece fraude na privatização da Vale do Rio Doce



Justiça reconhece fraude na privatização da Vale do Rio Doce



Decisão judicial possibilita reabertura de processo contra a venda da Vale e privatização da maior produtora de minério de ferro do mundo pode ser revertida

Por redação

Em 16 de dezembro do ano passado, a juíza Selene Maria de Almeida, do Tribunal Regional Federal (TRF) de Brasília, anulou a decisão judicial anterior e reabriu o caso, possibilitando a revisão do processo. “A verdade histórica é que as privatizações ocorreram, em regra, a preços baixos e os compradores foram financiados com dinheiro público”, afirma Selene. Sua posição foi referendada pelos juízes Vallisney de Souza Oliveira e Marcelo Albernaz, que compõem com ela a 5ª turma do TRF.
Entre os réus estão a União, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Eles são acusados de subvalorizar a companhia na época de sua venda. Segundo as denúncias, em maio de 1995 a Vale informou à Securities and Exchange Comission, entidade que fiscaliza o mercado acionário dos Estados Unidos, que suas reversas de minério de ferro em Minas Gerais eram de 7.918 bilhões de toneladas. No edital de privatização, apenas dois anos depois, a companhia disse ter somente 1,4 bilhão de toneladas. O mesmo ocorre com as minas de ferro no Pará, que em 1995 somavam 4,97 bilhões de toneladas e foram apresentadas no edital como sendo apenas 1,8 bilhão de toneladas.
Outro ponto polêmico é o envolvimento da corretora Merrill Lynch, contratada para avaliar o patrimônio da empresa e calcular o preço de venda. Acusada de repassar informações estratégicas aos compradores meses antes do leilão, ela também participou indiretamente da concorrência por meio do grupo Anglo American. De acordo com o TRF, isso comprometeu a imparcialidade da venda.
A mesma Merrill Lynch, na privatização da Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF), da Argentina, reduziu as reservas declaradas de petróleo de 2,2 bilhões de barris para 1,7 bilhão.

Nova perícia
Depois da venda da Vale, muitas ações populares foram abertas para questionar o processo. Reunidas em Belém do Pará, local onde a empresa está situada, as ações foram julgadas por Francisco de Assis Castro Júnior em 2002. “O juiz extinguiu todas as ações sem apreciação do mérito. Sem olhar para tudo aquilo que nós tínhamos dito e alegado. Disse que o fato já estava consumado e que agora analisar todos aqueles argumentos poderiam significar um prejuízo à nação”, afirma a deputada federal doutora Clair da Flora Martins (PT/PR).
O Ministério Público entrou com um recurso junto ao TRF de Brasília, que foi julgado no ano passado. A sentença determinou a realização de uma perícia para reavaliar a venda da Vale. No próximo passo do processo, as ações voltam para o Pará e serão novamente julgadas. Novas provas poderão ser apresentadas e os réus terão que se defender.
Para dar visibilidade à decisão judicial, será criada na Câmara dos Deputados a Frente Parlamentar em Defesa do Patrimônio Público. A primeira ação é mobilizar a sociedade para discutir a privatização da Vale. “Já temos comitês populares em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Pará, Espírito Santo, Minas Gerais e Mato Grosso”, relata a deputada, uma das articuladoras da frente.
“Precisamos construir um processo de compreensão em cima da anulação da venda da Vale, conhecer os marcos gerais dessas ideias a partir do que se tem, que é uma ação judicial, e compreendê-la dentro de um aspecto mais geral, que é o tema da soberania nacional”, acredita Charles Trocate, integrante da direção nacional do MST. Ele participa do Comitê Popular do Pará, região que tem forte presença da Vale.
Entre os marcos da privatização, que serão estudados e debatidos nos próximos meses nos comitês, está o Plano Nacional de Desestatização, de julho de 1995. A venda do patrimônio da Vale fez parte de uma estratégia econômica para diminuir o déficit público e ampliar o investimento em saúde, educação e outras áreas sociais. Cerca de 70% do patrimônio estatal foi comercializado por R$60 milhões, segundo o governo. “Vendendo a Vale, nosso povo vai ser mais feliz, vai haver mais comida no prato do trabalhador”, disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 1996. A dívida interna, entretanto, não diminuiu: entre 1995 e 2002 ela cresceu de R$108 bilhões para R$654 bilhões.
Na época, a União declarou que a companhia não custava um centavo ao Tesouro Nacional, mas também não rendia nada. “A empresa é medíocre no contexto internacional. É uma péssima aplicação financeira. Sua privatização é um teste de firmeza e determinação do governo na modernização do Estado”, afirmou o deputado Roberto Campos (PPB/SP) em 1997. No entanto, segundo os dados do processo, o governo investiu R$2,71 bilhões durante toda a história da Vale e retirou R$3,8 bilhões, o que comprova o lucro.
“O governo que concordou com essa iniciativa não tinha compromisso com os interesses nacionais”, diz a deputada doutora Clair.

Poder de Estado
A Vale se tornou uma poderosa força privada. Hoje ela é a companhia que mais contribui para o superávit da balança comercial brasileira, com 54 empresas próprias nas áreas de indústria, transporte e agricultura.
“Aqui na região de Eldorado dos Carajás (PA), a Vale sequestra todo mundo: governos municipais e governo estadual. Como o seu Produto Interno Bruto é quatro vezes o PIB do estado Pará, ela se tornou o estado econômico que colonizou o estado da política. Tudo está em função de seus interesses”, coloca Charles Trocate.
Trocate vivência diariamente as atividades da empresa no Pará e a acusa de gerar bolsões de pobreza, causados pelo desemprego em massa, desrespeitar o meio ambiente e expulsar sem-terra e indígenas de suas áreas originais.
“Antes da privatização, a Vale já construía suas contradições. Nós temos clareza de que a luta agora é muito mais ampla. Nesse processo de reestatização, vamos tentar deixar mais claro quais são as mudanças que a empresa precisa fazer para ter uma convivência mais sadia com a sociedade na região”, diz Trocate. De acordo com um levantamento do Instituto Ipsos Public Affairs, realizado em junho de 2006, a perspectiva é boa: mais de 60% dos brasileiros defendem a nacionalização dos recursos naturais e 74% querem o controle das multinacionais.

Patrimônio da Vale em 1996
● maior produtora de alumínio e ouro da América Latina
● maior frota de navios graneleiros do mundo
● 1.800 quilômetros de ferrovias brasileiras
● 41 bilhões de toneladas de minério de ferro
● 994 milhões de toneladas de minério de cobre
● 678 milhões de toneladas de bauxita
● 67 milhões de toneladas de caulim
● 72 milhões de toneladas de manganês
● 70 milhões de toneladas de níquel
● 122 milhões de toneladas de potássio
● 9 milhões de toneladas de zinco
● 1,8 milhão de toneladas de urânio
● 1 milhão de toneladas de titânio
● 510 mil toneladas de tungstênio
● 60 mil toneladas de nióbio
● 563 toneladas de ouro
● 580 mil hectares de florestas replantadas, com matéria-prima para a produção de 400 mil toneladas/ano de celulose
Fonte: Revista Dossiê Atenção – “Porque a venda da Vale é um mau negócio para o país”, fls. 282/292, da Ação Popular nº 1997.39.00.011542-7/PA.
Quanto vale hoje
● 33 mil empregados próprios
● participação de 11% do mercado transoceânico de manganês e ferro-liga
● suas reservas de minério de ferro são suficientes para manter os níveis atuais de produção pelos próximos 30 anos
● possui 11% das reservas mundiais estimadas de bauxita
● é o mais importante investidor do setor de logística no Brasil, sendo responsável por 16% da movimentação de cargas do Brasil, 65% da movimentação portuária de granéis sólidos e cerca de 39% da movimentação do comércio exterior nacional
● possui a maior malha ferroviária do país
● maior consumidora de energia elétrica do país
● possui atividades na América, Europa, África, Ásia e Oceania
● concessões, por tempo ilimitado, para realizar pesquisas e explorar o subsolo em 23 milhões de hectares do território brasileiro (área correspondente aos territórios dos estados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Paraíba e Rio Grande do Norte)

A VALE DO RIO AMARGO E MORTO

#Valedorioamargoemorto
#SamarcoNãoFoiAcidente









http://aletp.com/2007/11/vale-do-rio-doce-muda-de-logo-e-nome/

http://portalmetropole.com/2015/02/justica-reconhece-fraude-na.html

http://acervo.oglobo.globo.com/fotogalerias/choque-nas-ruas-no-leilao-da-vale-9506139
 https://atingidospelavale.wordpress.com/category/galeria/


http://slideplayer.com.br/slide/1248351/
http://www.passapalavra.info/2011/06/41512


http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-gerais/2011/junho/comissoes-discutem-denuncias-contra-a-vale-do-rio-doce


http://www.horadopovo.com.br/2011/marco/2942-18-03-2011/P3/pag3e.htm














QUE SUSTENTABILIDADE É ESTA?





segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Morte do Rio Doce faz Povo Krenak chorar em Minas e fechar ferrovia da Vale em protesto

http://radioyande.com/default.php?pagina=blog.php&site_id=975&pagina_id=21862&tipo=post&post_id=456




Cemitério de peixes na margem do Rio Doce (Foto: Divulgação - Facebook - Apurina krenak)

O desastre que ocorreu em Mariana, um distrito de Minas Gerais no dia 05/11 deixou um rastro de mortos, desabrigados e muito sofrimento com o rompimento das barragens de rejeitos da mineradora Samarco no Distrito de Bento Rodrigues.

A mineradora é uma empresa controlada por duas outras: a anglo-australiana BHP Billiton Brasil Ltda. e a brasileira Vale S.A., os rejeitos dessa exploração eram estocados pelas barragens que se romperam. Análises laboratoriais, encontraram partículas de metais pesados como chumbo, alumínio, ferro, bário, cobre, boro e mercúrio na água do rio. O Ministério Público acusou a empresa de negligência, por já terem sido alertados dos riscos.

O Povo Krenak possui uma ligação muito forte com o Rio Doce, eles vivem na margem esquerda do rio, no município de Resplendor, região Leste de Minas Gerais. Eles fecharam a  ferrovia da Vale em protesto e foram notificados com uma decisão judicial dando o prazo de até a próxima terça-feira (17), para deixar o local e tentaram neste sábado (14) um acordo com a Empresa Vale. O bloqueio começou por volta das 16h desta sexta-feira (13), eles divulgaram uma carta sobre as reivindicações. 


Redação Yandê

Índios da Reserva Krenak choram a morte do rio Doce


domingo, 15 de novembro de 2015

A CENSURA, A MÍDIA, AS REDES SOCIAIS...

A mídia orquestra as redes sociais, se a gente quer ver as coisas por outros prismas, logo se é apedrejado, denunciado, censurado, e ainda rotulado de radical! A mídia se omite, e as pessoas aceitam, a mídia é descaradamente parcial, e...






*12 de outubro de 2015(um mês justo antes do atentado de Paris, e o que a mídia e o Facebook fizeram em relação a isto?)
http://br.blastingnews.com/mundo/2015/10/turquia-sofre-atentato-terrorista-e-deixa-muitas-pessoas-mortas-00599307.html




Conflito de informações na tragédia em Mariana

Conflito de informações na tragédia em Mariana

Na Coletiva de Imprensa que acaba de acontecer em Mariana com o governador Pimentel (PT),entre outros, há choque de informações sobre vítimas da tragédia em Minas Gerais e desespero das famílias continua.

http://www.esquerdadiario.com.br/Conflito-de-informacoes-na-tragedia-em-Mariana

 
Acaba de acontecer a Coletiva de Imprensa em Mariana, em que falou o Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), o coronel Helbert Figueiró, coordenador estadual da Defesa Civil de Minas Gerais e, por fim, o coronel Walberto do Corpo de Bombeiros, onde houve choque de informações com os primeiros pronunciamentos oficiais, já que haviam confirmado duas mortes frutos da tragédia de quinta-feira, e agora, colocam uma morte por mal súbito (no momento inicial da ruptura das barragens) e a segunda, deixaram de relacionar com o ocorrido, dizendo que ainda estão em análise os motivos da morte da segunda pessoa.

O Esquerda Diário conversou com Flavia Vale, dirigente do MRT que está em Mariana prestando solidariedade às vítimas e esteve presente na Coletiva de Imprensa: " Este choque de informações mostra ainda mais a necessidade de uma abertura das investigações e da apuração numa perspectiva que seja independente dos interesses das mineradoras e dos governos, pois se seguir assim, a população continuará sem nenhum esclarecimento da situação dos seus familiares queridos".

Flavia ainda disse "Além dessa segunda morte a ser analisada, há um terceiro corpo que foi visualizado em Acaiaca e ainda precisa ser retirado dos escombros e analisado. O distrito de Bento Rodrigues permanece fechado pela polícia militar a pedido da mineradora Vale, o que contribui para as informações desencontradas e o desespero das famílias. É preciso que essa investigação independente, se dê através da criação de um comitê de gestão da crise, composta por trabalhadores e população, com suas organizações de base, sindicatos, associações de moradores, para que realmente seja feita uma apuração dos fatos que permita chegar aos responsáveis e às causas reais dessa tragédia"

Rompimento de barragens ameaça vida marinha do Espírito Santo, diz biólogo

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-11/vida-marinha-no-espirito-santo-ameacada-com-rompimento-das-barragens-diz

A MORTE DE UM RIO E SUAS VÍTIMAS - RIO DOCE - MINAS GERAIS


*links via Claudio Estevam Próspero





https://www.facebook.com/claudio.estevamprospero/posts/10205368244466270?comment_id=10205368399350142&ref=notif&notif_t=comment_mention

https://www.facebook.com/InternetocraciaBrasil/photos/a.283977441693082.64614.283922491698577/913331075424379/?type=3&hc_location=ufi

https://www.facebook.com/naoodeiomaisopt/photos/a.538009346329665.1073741827.538007579663175/728847360579195/?type=3&hc_location=ufi
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