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terça-feira, 22 de setembro de 2015

O QUE OS TELESPECTADORES CONSUMIDORES NÃO SABEM DO .....


O QUE OS TELESPECTADORES CONSUMIDORES NÃO SABEM DO ...FAUSTÃO.

Garoto propaganda* de criminosos ambientais e você que compra a tal fralda, os shampoos e etc, desta empresa assassina de florestas na Indonésia... informe-se, porque o Faustão já se informou e mesmo assim tá enchendo os bolsos às custas de crimes contra o planeta!

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Revelado-o-segredo-sujo-da-Procter--Gamble/

*garoto propaganda na rede esgoto de tv.

Nadia Gal Stabile - 22 09 2015 




terça-feira, 30 de setembro de 2014

HOLOCAUSTO FLORESTAL - "A NATUREZA GRITA..." - POETA DEL CHAVES

 HOLOCAUSTO FLORESTAL
 por Del Chaves

"...desmatamento zero..."
"...a arrogância pra política demente..."
"...devastação bestial..."
"...holocausto florestal..."
"...cachoeira de asneiras que é a tv brasileira..."


VEJA O POETA GRITANDO POR GAIA: https://www.youtube.com/watch?v=sel-eCom5qU&feature=youtu.be 








segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Por que os 'rios voadores' da Amazônia não chegaram a São Paulo este ano?



por Mário Ferreira Neto


 "Por que os 'rios voadores' da Amazônia não chegaram a São Paulo este ano?

Ironicamente desde o início do ano a grande mídia nos inunda com uma enxurrada de manchetes sobre a seca paulista em abordagens superficiais explicando para a população apenas como "falta de chuvas", mas a queda nas precipitações do último verão está longe de ser a regra para o clima desta região. O que pode ter 'quebrado' o grande corredor de rios voadores em formato de bumerangue que costuma existir nos verões da América do Sul? 

A expressão 'rios voadores' foi criada pelo pesquisador José Marengo (Inpe) ao se referir à grande quantidade de água na forma de vapor carregada ao centro-sul do Brasil com uma massa de ar quente (Massa Equatorial Continental - mEc) proveniente da floresta amazônica. Neste começo de ano, a umidade que se desloca com a mEc não chegou a São Paulo e as chuvas ficaram bem abaixo das médias mensais esperadas para o período. Imagens de satélite do Cptec/Inpe das precipitações mensais (figura em anexo) mostram claramente que o bimestre janeiro/fevereiro de 2014 os habituais rios voadores não conseguiram chegar se comparados aos cinco anos anteriores. 

As explicações para anormalidades climáticas como essa são diversas, enquanto para alguns se trata apenas de eventos cíclicos dentro de grandes intervalos de tempo, para outros as razões parecem convergir para possíveis desdobramentos do aquecimento global e da perda de cobertura florestal. O aumento das temperaturas médias da superfície do planeta poderia alterar a dinâmica das correntes marítimas e das massas de ar, já o desmatamento reduz a umidade no ar devido ao fato de que, ao transpirarem, as florestas funcionam como verdadeiras 'bombas d´água' que liberam na atmosfera bilhões de litros na forma de vapor. Sendo assim, ambos os fenômenos parecem influenciar nos padrões climáticos. 

Segue um pequeno esboço com algumas hipóteses para este caso da seca paulista: 

1- O aquecimento global; nos últimos 15 anos foram batidos quase todos os recordes históricos de maiores médias de temperaturas anuais medidos desde 1850; a amazônica enfrentou nos últimos anos a maior seca (2010) e as duas maiores cheias (2009 e 2012) desde o início das medições nos rios em 1902; estaria provocando alterações na dinâmica das massas de ar que atuam na América do Sul; neste contexto de temperaturas médias mais altas, a zona de influência da Massa Tropical Continental - mTc vinda do Paraguai pode ter se redimensionado estacionando o ar quente/seco e impedindo a chegada da umidade da Amazônia, bem como aumentado as temperaturas médias nesta região provocando maior evaporação dos rios/reservatórios e aprofundando lençóis freáticos; 

2- O desmatamento de 22% da floresta Amazônica brasileira (IBGE/Prodes), 47% do Cerrado (MMA) e 91,5% da Mata Atlântica (SOS Mata Atlântica) fez com que essas coberturas vegetais deixassem de prestar importantes serviços ambientais como a regulação das temperaturas médias e o 'bombeamento' de imensa quantidade de vapor d´água para atmosfera resultando nos rios voadores e nas chuvas em São Paulo durante o verão. 

3- O aumento da urbanização do Centro-Sul brasileiro provocaria uma somatória de ilhas de calor aumentando as temperaturas médias e a taxa de evaporação dos rios e reservatórios. 

4. O aumento da população e do consumo de água - a população do estado de São Paulo cresceu 4,2 milhões de 2000 a 2010 (IBGE); 

"5. Outros eventos não elencados (o professor Lucivânio Jatobá de Oliveira, do departamento de Ciências Geográficas da UFPE, sinalizou que houve um avanço mais intenso do anticiclone do atlântico sul que teria influenciado para a estiagem: "Ele ficou mais enérgico e agiu intensamente sobre o Centro-Oeste e partes do Sudeste. Isso gerou bloqueios de frentes e inibição da convecção. Some-se a isso, mesmo que discretamente, a subsidência do ar decorrente do El Niño , que já dava marcas de seu início em março e abril") ou desconhecidos;"

6- Somatória dos fatores citados. 

Em janeiro de 2008 houve um padrão de distribuição de chuvas um pouco semelhante ao que ocorreu este ano, os rios voadores não chegaram a São Paulo, no entanto nos verões seguintes (2009-2013) a umidade vinda da Amazônia se restabeleceu. Nos últimos anos, os pesquisadores Philip Fearnside (Inpa) e Antonio Nobre (Inpe) vêm atentando para evidências de relações bilaterais entre a floresta amazônica e as mudanças climáticas, porém sem grande atenção da mídia. A estiagem virou até motivo de disputa política, mas com um reducionismo da questão. O fato é que os meios de comunicação não se preocuparam em iniciar uma reflexão e discussão com a população sobre as possíveis causas, a maior parte da informação é passada de maneira reduzida e incompleta, o que compromete a conscientização para mudanças nas matrizes energéticas dos países, nas estratégias de conservação/valorização dos serviços ambientais de grandes biomas e na atitude de cada pessoa diante do novo panorama socioambiental."

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Estado de exceção, uma pessoa com quase 100 anos e a Amazônia.



aos seres deste planeta

por quantas privações ?
por quantos *guais ?
por quantas faltas de direitos ?
passa uma pessoa que viveu quase 80 anos ?
e que depois de morrer ainda tem descendentes
por aqui a passar por agruras.
minha mãe faria mais de 90 anos nesta semana
teve uma vida tão complexa quanto a maioria das pessoas
e quanto a maioria dos seres que lutam para sobreviver na floresta Amazônica.


quantos dias tenebrosos um pássaro poderá aguentar até morrer?
quantas horas desoladas um habitante urbano poderá ultrapassar
a tormenta da vida artificial, insalubre e sem direitos ?

quantos filhos e netos ainda terão de ter uma vida desumana por falta
de emprego, ou por total irresponsabilidade de um Estado nojento ?

estes quase 80 anos em que minha mãe esteve neste planeta,
foi o século que houve maior desmatamento de florestas.
nestes últimos 100 anos a natureza sucumbiu graças a ...

pássaros, campos, abelhas, rios, índios, toda flora e fauna,
todos os mares, não podem se extinguir por nossa causa.

pássaros vivem muito menos do que nós, e mesmo assim fazem muito mais pelo
planeta!

caramba, somos grandiosos tanto quanto os pássaros,
temos a razão para poder melhorar as coisas,
mas tá dificil a gente poder afastar os homens
que acabam com tudo e com a gente!

*guais - minha mãe usava muito esta palavra que quer dizer sofrimentos, privações.

Nadia Gal Stabile - 18 de julho de 2014










quinta-feira, 4 de março de 2010

O CURANDEIRO DA SELVA- COM SEAN CONNERY e José Wilker - Medicine Man 1992

# Sinopse
 https://www.youtube.com/watch?v=7KBUXopCgao

Após se separar da sua esposa e parceira de pesquisa por um longo tempo, Robert Campbell (Sean Connery), um cientista, transfere seu laboratório para o interior da floresta amazônica. Depois de três anos de total silêncio, ele pede uma assistente e um cromatógrafo a gás, sem dar maiores explicações. Na verdade ele aparentemente encontrou a cura do câncer, mas não consegue duplicá-lo em laboratório. A chegada de Rae Crane (Lorraine Bracco), uma bioquímica que veio dos Estados Unidos para auxiliá-lo em seu trabalho e tentar entender o que acontece, pois o Laboratório Aston, que patrocina o projeto, nunca recebe um relatório de gastos e de descobertas e Crane é o juiz e júri, que pode acabar com a verba de Campbell. Esta situação provoca inicialmente um choque de personalidades, que gradativamente é transformado em respeito mútuo. Juntos eles tentam entender por qual motivo o soro, que aparentemente tem origem na bromélia, uma flor que só cresce lá há trinta metros do solo, não consegue ser sintetizado.

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Trailers... Elenco... Trilha...
# Informações Técnicas
Título no Brasil: O Curandeiro da Selva
Título Original: Medicine Man
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 106 minutos
Ano de Lançamento: 1992
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção: John McTiernan

*Postagem atualizada em 23 10 2019
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