sábado, 7 de junho de 2014
Charges de Latuff e de outros, e meu ativismo no Facebook e blogs
Ainda posso me expressar na web! Ainda posso...
Clique no link para ver as charges:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203999628212447&set=a.1416193486266.2059475.1275453777&type=3&theater
https://www.facebook.com/nadiagalst/media_set?set=a.1416193486266.2059475.1275453777&type=3
segunda-feira, 12 de abril de 2010
"RIZOMA" RESSUSCITADO - DO BLOG VÍRGULA - IMAGEM (MODOLINKAR)
www.rizoma.net
por Marcelo Terça-Nada!
O Rizoma.net foi um importante site que abrigou rico acervo de artigos sobre ativismo, cibercultura e intervenção urbana. O site saiu do ar em 2009, mas o pessoal do CCR está organizando todos os textos do site em e-books disponibilizados para download gratuito.Faça download dos PDFs, leia e divulgue:
RIZOMA.NET- Afrofuturismo
RIZOMA.NET – Anarquitextura
RIZOMA.NET- Recombinação
RIZOMA.NET- Gibi
RIZOMA.NET- E-spaço
RIZOMA.NET- Câmera Olho
RIZOMA.NET- Desbunde
RIZOMA.NET- Hierografia
RIZOMA.NET- Potlach
>> Mais cinco e-books estão disponíveis para download neste linkOutros lugares e formas para vc acessar os textos do Rizoma:
- e-Books do Rizoma no Camaléo
- e-Books do Rizoma no Issuu
- e-Books do Rizoma em PDF para download
- Acervo de textos do Rizoma.net no Archive.org
- Intervenção Urbana – Rizoma.net (via Archive.org)
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
'Os transgênicos são incapazes de evitar a fome', afirma ativista indiana
domingo, 10 de janeiro de 2010
ÓBVIAS ESCAPADAS INCONSCIENTES!!??
Por mais que eu tente refletir e escrever sobre o maior mal de nossa sociedade,
mesmo vivendo este mal, e sabendo que muitas outras mulheres passam até por
coisas bem piores do que eu...não conseguiria.Porém saber que Simone de Beauvoir
escreveu,aos seus 41 anos :"O SEGUNDO SEXO", é surpreendente e recompensador!
Uma das questões mais complexas da humanidade!Raiz de muitos conflitos rotineiros,
e talvez o cerne das questões de direitos humanos!
Confesso, não tenho capacidade,nem condições necessárias para poder tratar
desta questão como eu gostaria!
Mas posso tentar escrever algumas coisas que sempre vi acontecer com
as mulheres que me rodeiam,e comigo mesma.
Por mais que se diga...ou mesmo que os homens nunca entendam esta complexa e urgente questão
da mulher na sociedade, e nem as mulheres entendam e resolvam ir por caminhos opostos ao que seria o
esperado....e cairem nas "óbvias escapadas inconscientes",tanto os homens quanto as mulheres..."é melhor deixar pra lá"....mexer em ninhos de marimbondos nunca foi bom...e assim os assuntos mais presentes em nosso dia a dia,são tapados com a peneira há séculos....e eu pergunto, a troco de que?
Tive um amigo, o único amigo que preocupava-se e até falava sobre as questões da mulher!
Ele morreu cedo, mas vi que é algo que pode existir! Homens propondo-se a falar,
e a tentar cooperar com tais questões,mas quase sempre,os que sofrem com os problemas
é que devem lutar sozinhos !? é isso?
Sou mulher, não pude estudar antropologia, filosofia,psicologia ,sociologia,
ou outra coisa como essas... pra hoje poder estar tendo argumentos consideráveis e fazer-me entender!
Não tenho prática em escrever, tenho algumas deficiências,como todos,mas estou aqui tentando
dizer algo que possa acordar alguns, e sei que há muitas mulheres que poderiam e deveriam estar se expressando muito melhor do que eu,e não o fazem!
Sim, há algumas, sim! mas poderiam haver muitas mais! acho que não escrevem ou não se manifestam de outras formas porque acomodaram-se neste caos, e conseguem fazer das tripas coração e irem...irem...
mas para onde? No Brasil que dizem haver pouca participação do povo...será?...
Quando se parte pra luta num país como o Brasil, se é julgado como,radical, fanático, doido...
E se a gente se assume ativista,aí endoidou de vez, mesmo!
Hoje mais do que nunca as mulheres podem lutar junto com os homens,não contra eles,
tendo consciência sempre das armadilhas que estão por todos os lados,como por exemplo,
os condicionamentos que fazem as mulheres e os homens rivalizarem-se!
Lógico que há homens que assumem os emblemas a eles impostos de opressores, repressores,
covardes, exploradores, enfim ! E também há muitas mulheres que se sujeitam passivamente a estes
tão equivocados homens!... Então , sei que é possível começarmos a nos redesenhar, a nos atribuirmos novos desígnios e novas atitudes,deixando de repetir sempre o que nossos pais fizeram.
Hoje o companheirismo entre homens e mulheres é muito mais visível! Novos tempos!
E lutando juntos por causas tão abrangentes quanto esta,é que poderemos sair desta situação ainda muito nebulosa e que urge ser resolvida.
Quando um homem subestima uma mulher, ou vice e versa...a coisa fica ruim!
As diferenças entre os sexos é complicada, porque dificulta mesmo a compreensão, o entendimento mútuo! mas se formos pensar essas diferenças, esta incompreensão está também entre pessoas do mesmo sexo!
Nadia Stabile - 10/01/10
*IMAGEM : Nise da Silveira que com imensa coragem driblou com categoria de fazer inveja aos soberbos jogadores da seleção, a psiquiatria manicomial e higienista do século XX, colocando cores e amor no cuidar psiquiatrico.
http://eueumesmosemirenes.zip.net/arch2006-06-01_2006-06-30.html
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
TAZ: Zona Autônoma Temporária - Hakim Bey
“Fascinante...”
William Burroughs
“Nenhum respeito por nada”
Factsheet Five
“Uma obra-prima literária”
Freedom (Londres)
“Dadaísmo / surrealismo linha-dura”
Rudy Rucker
“Uma diversão lingüística...”
Colin Wilson
“Extraordinário... soberbo...”
Harold Norse
“Maravilhoso...”
Allen Ginsberg
A coleção Baderna se inicia com TAZ, um dos mais polêmicos livros do mundo contemporâneo. Seu autor, Hakim Bey, nunca foi fotografado, recusou-se a ser entrevistado pela Time, e quando mais jornalistas começaram a caçá-lo, desapareceu.
Apesar de seu anti-marketing, TAZ tornou-se um best seller. A partir de seu lançamento, no final dos anos 80, foi reproduzido infinitamente na Internet (com a bênção do autor, que é contra direitos autorais) e ganhou edições em dezenas de países. Surgiu até uma versão em disco, em uma parceria de Hakim Bey com o músico Bill Laswell (e não é o único disco de Bey: ele também gravou com William Burroughs e Iggy Pop).
É tamanha a “popularidade” que até um livro apócrifo de Bey foi lançado na Itália, no que ao final se revelou mais uma das ações de contra-informação de Luther Blissett (outro dos autores da coleção Baderna).
Os conceitos lançados por Bey tornam-se cada vez mais difundidos no universo do ativismo radical de esquerda. Principalmente o conceito de Zona Autônoma Temporária, mais conhecida pela sigla TAZ (de Temporary Autonomous Zone). A idéia de combater o Poder criando espaços (virtuais ou não) de liberdade que surjam e desapareçam o tempo todo.
Usando de sua inusitada erudição, Hakim Bey cruza as referências mais inesperadas: da filosofia sufi aos situacionistas franceses, de Nietzsche aos dadaístas. E vai buscar precedentes para a TAZ entre os piratas dos séculos XVI e XVII, nos quilombos negros da América e nas efêmeras repúblicas libertárias do início do século XX.
O conceito de TAZ foi imediatamente adotado por ativistas das mais diversas tendências e das mais diversas áreas. Inspirou, por exemplo, muitas das táticas de rua dos manifestantes já nos famosos acontecimentos de Seattle. Mais de uma autoridade policial constatou aterrorizada que era muito difícil acompanhar a estratégia dos manifestantes de formar grupos aleatoriamente, atacar e depois desmanchar aquelas formações para formar outros grupos, com novos objetivos.
A TAZ também foi adotada com entusiasmo por hackers mais politizados em seus combates virtuais contra as autoridades. E também foi adotada, em uma maneira menos virtual, nas raves inglesas, quando o governo inglês criou uma lei que reprime as festas ao ar livre não chanceladas.
Ao mesmo tempo que esses manifestos e ensaios de Hakim Bey passaram a receber a atenção de ativistas e das autoridades (algumas teorias conspiratórias, talvez não tão delirantes, dizem que um departamento do FBI teria sido criado para descobrir sua identidade e acompanhar seus passos), passaram também a receber elogios entusiasmados por sua qualidade literária. E foram elogios vindos de escritores de respeito como Allen Ginsberg, William Burroughs e Robert Anton Wilson.
Seja por sua importância histórica, seja por sua qualidade como literatura, TAZ é uma leitura obrigatória para entender o mundo atual.
O AUTORNão há fotos de Hakim Bey. Milhares de histórias a respeito de quem seria ele correm soltas pela Internet. A história mais freqüente diz que Hakim Bey teria sido um poeta em algum lugar do norte da Índia, que por questões políticas teria sido obrigado a fugir para a Inglaterra e depois, por causa do envolvimento em uma ação terrorista, teria fugido para Nova York. Outros dizem que ele seria a ovelha negra de uma família de milionários. A informação mais segura diz que ele seria um americano que viveu muito tempo no Irã, mas fazendo o quê é um mistério.
FONTE : http://www.conradeditora.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=76

