Leia mais em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncias_humanas
Outras Considerações (também da Wikipédia)
A filosofia não pode ser enquadrada como ciência humana, por não receber o atributo de ciência.
Outras carreiras comumente relacionadas as ciências humanas: artes plásticas, biblioteconomia, cinema, secretariado e hotelaria e turismo.
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domingo, 4 de maio de 2014
terça-feira, 20 de outubro de 2009
"ARDI"
Sei que hoje repousas, solenemente,
sob as copas de tua invisível floresta
E nem é meu desejo despertá-lo
deste teu profundo e merecido sono
Desejo apenas sonhar contigo,
e lembrar dos tempos, onde juntos,
ensaiavamos os nossos primeiros passos,
estando ainda tão próximos do paraíso
No ano de 1983, arqueólogos encontraram na Etiópia, os fósseis
de um hominídeo, que viveu a aproximadamente 4,4 milhões de anos
Chamado de "Ardipithecus ramidus", esta nova espécie se distingue
por possuir dentes caninos em forma de diamante, muito parecidos
com os de seres humanos, e também, pelo fato de ter desenvolvido
dedos dos pés articulados, de modo, a fazer com que fosse possível,
agarrar em galhos de árvores
Sem dúvida, trata-se de uma descoberta muito importante, pois, irá
ajudar os pesquisadores, a tentar entender melhor, como aconteceu
esta transição envolvendo nossos longínquos antepassados, fazendo
com que deixassem de se deslocar apoiados sobre os quatro membros,
para tornarem-se bípedes
Marcelo Roque
sob as copas de tua invisível floresta
E nem é meu desejo despertá-lo
deste teu profundo e merecido sono
Desejo apenas sonhar contigo,
e lembrar dos tempos, onde juntos,
ensaiavamos os nossos primeiros passos,
estando ainda tão próximos do paraíso
No ano de 1983, arqueólogos encontraram na Etiópia, os fósseis
de um hominídeo, que viveu a aproximadamente 4,4 milhões de anos
Chamado de "Ardipithecus ramidus", esta nova espécie se distingue
por possuir dentes caninos em forma de diamante, muito parecidos
com os de seres humanos, e também, pelo fato de ter desenvolvido
dedos dos pés articulados, de modo, a fazer com que fosse possível,
agarrar em galhos de árvores
Sem dúvida, trata-se de uma descoberta muito importante, pois, irá
ajudar os pesquisadores, a tentar entender melhor, como aconteceu
esta transição envolvendo nossos longínquos antepassados, fazendo
com que deixassem de se deslocar apoiados sobre os quatro membros,
para tornarem-se bípedes
Marcelo Roque
sábado, 8 de agosto de 2009
MOSAICOS: DO PISO DA FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ, DA ESTAÇÃO JULIO PRESTES, DAS CALÇADAS, DE PORTINARI, OS BIZANTINOS E ETC














"(...)O nome mosaico vem do Latim " musa" , que também proporcionou os nomes, música e museu. Tal como a pintura e a escultura , o mosaico está entre as primeiras manifestações culturais do homem, conforme parecer de estudiosos e arqueólogos. Fazer mosaico é um impulso primário em todo e qualquer processo civilizatório, assim como fazer pintura rupestre ou cerâmica (funerária ou com qualquer outra função utilitária). Nossos índios, assim como os norte-americanos, desde sempre realizaram arte plumária através da agregação de penas de aves nos arranjos para cocares ou mantos. É conhecido o caso de Dom Pedro II, que usava uma pelerine formada por papos de tucanos sobre as vestes imperiais nas cerimônias mais pomposas num tempo em que não havia pudores sobre o que era ecologicamente correto. Na América pré-colombiana já se empregava pedras duras? turquesas, jades, ametistas, esmeraldas e ouro? para cobrir crânios e objetos cerâmicos de uso religioso ou mágico. Aborígines da Nova Papua fazem, desde tempos imemoriais, arranjos musivos com conchas catadas nas areias dos mares do sul, transformando-as em adornos ou objetos decorativos. Enfim, fica claro que o instinto para reunir pequenas peças similares e transformá-las num terceiro objeto traduz um gesto elementar, natural, próprio do alvorecer da aventura do homem na Terra. (...)
LEIA MAIS EM : http://mosaicocult.blogspot.com/2007/07/histria-do-mosaico.html
VEJA FOTOS DOS MOSAICOS DA FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ AQUI:
http://www.flickr.com/search/?q=funda%C3%A7%C3%A3o%20oswaldo%20cruz&w=77679275%40N00
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sábado, 4 de julho de 2009
Sítio arqueológico é descoberto durante construção de escola
A chegada de um campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá, em Laranjal do Jari, no oeste do estado, já era uma novidade. A escola é a primeira da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica a chegar ao Amapá. Mas as obras de construção do campus trouxeram surpresas ainda maiores. Durante a terraplanagem do local, foi descoberto o maior sítio arqueológico do Amapá, segundo dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A primeira fase da escavação revelou um cemitério indígena com 50 urnas funerárias, formada por vários vasos que, segundo os pesquisadores, podem datar de 1.200 anos atrás. Foram encontradas cerca de cem peças inteiras de cerâmica com desenhos de formas humanas e de animais, o que pode indicar que o local já abrigou uma grande aldeia.
Durante 30 dias, as obras foram suspensas. Parte do material encontrado foi resgatado pelo Iphan, que delimitou uma área de reserva arqueológica na região. O campus do instituto federal cedeu parte de sua área inicial e a descoberta motivou outras mudanças. “Inicialmente, vamos oferecer cursos de secretariado, meio ambiente e informática, mas já existe uma demanda por cursos de arqueologia”, diz o reitor do Instituto, Emanuel Alves de Moura. A demanda partiu do próprio Iphan, segundo o reitor, e deve ser atendida nos próximos anos.
As peças que estavam sob a área da construção já foram resgatadas e o restante do sítio arqueológico, fora da área do campus, ainda deve ser explorado. A intenção, agora, é montar um museu em Laranjal do Jari, proposta que ainda precisa ser estudada pelos órgãos competentes.
Rede Federal - O campus de Laranjal do Jari deve estar pronto e em funcionamento até o final de 2010. Ao todo, serão investidos R$ 5 milhões de recursos federais para a construção da unidade, que atenderá a 1,2 mil alunos quando estiver em pleno funcionamento. A construção faz parte do plano de expansão da rede federal que elevará as vagas em cursos técnicos e tecnológicos das atuais 215 mil para 500 mil até o final de 2010.
Outros sítios – Além da mais recente descoberta, em Laranjal do Jari, o Amapá possui outros sítios arqueológicos. No município de Mazargão, no Sul do estado, foram encontradas, na região do Maracá, urnas funerárias com esqueletos e inscrições nas cabeceiras de um igarapé. Na vila de Cunani, em Calçoene, no Nordeste do Amapá, as descobertas foram de túmulos com vasos funerários. Inscrições em rochas foram encontradas na região de Tracatajuba, no município de Ferreira Gomes, na região central. Outros sítios estão localizados no Rio Preto e na capital, Macapá. Alguns dos achados podem ser vistos no museu Emílio Goeldi, em Belém, no Pará.
FONTE: http://www.brasil.gov.br/noticias/em_questao/.questao/eq838a/
A primeira fase da escavação revelou um cemitério indígena com 50 urnas funerárias, formada por vários vasos que, segundo os pesquisadores, podem datar de 1.200 anos atrás. Foram encontradas cerca de cem peças inteiras de cerâmica com desenhos de formas humanas e de animais, o que pode indicar que o local já abrigou uma grande aldeia.
Durante 30 dias, as obras foram suspensas. Parte do material encontrado foi resgatado pelo Iphan, que delimitou uma área de reserva arqueológica na região. O campus do instituto federal cedeu parte de sua área inicial e a descoberta motivou outras mudanças. “Inicialmente, vamos oferecer cursos de secretariado, meio ambiente e informática, mas já existe uma demanda por cursos de arqueologia”, diz o reitor do Instituto, Emanuel Alves de Moura. A demanda partiu do próprio Iphan, segundo o reitor, e deve ser atendida nos próximos anos.
As peças que estavam sob a área da construção já foram resgatadas e o restante do sítio arqueológico, fora da área do campus, ainda deve ser explorado. A intenção, agora, é montar um museu em Laranjal do Jari, proposta que ainda precisa ser estudada pelos órgãos competentes.
Rede Federal - O campus de Laranjal do Jari deve estar pronto e em funcionamento até o final de 2010. Ao todo, serão investidos R$ 5 milhões de recursos federais para a construção da unidade, que atenderá a 1,2 mil alunos quando estiver em pleno funcionamento. A construção faz parte do plano de expansão da rede federal que elevará as vagas em cursos técnicos e tecnológicos das atuais 215 mil para 500 mil até o final de 2010.
Outros sítios – Além da mais recente descoberta, em Laranjal do Jari, o Amapá possui outros sítios arqueológicos. No município de Mazargão, no Sul do estado, foram encontradas, na região do Maracá, urnas funerárias com esqueletos e inscrições nas cabeceiras de um igarapé. Na vila de Cunani, em Calçoene, no Nordeste do Amapá, as descobertas foram de túmulos com vasos funerários. Inscrições em rochas foram encontradas na região de Tracatajuba, no município de Ferreira Gomes, na região central. Outros sítios estão localizados no Rio Preto e na capital, Macapá. Alguns dos achados podem ser vistos no museu Emílio Goeldi, em Belém, no Pará.
FONTE: http://www.brasil.gov.br/noticias/em_questao/.questao/eq838a/
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