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sábado, 12 de janeiro de 2019

A Hora da Estrela | Filme COMPLETO


https://www.youtube.com/watch?v=MBxAMJvSip0


Publicado em 25 de out de 2016
INSCREVER-SE 3,5 MIL

A hora da estrela é um filme sobre o livro homônimo de Clarice Lispector em que acompanhamos a vida da personagem Macabéia, uma imigrante nordestina que vive em São Paulo e trabalha como datilógrafa. Trata-se de uma das obras mais famosas da escritora Clarice Lispector. Direção: Suzana Amaral | Ano: 1985 | Duração: 1h 36 min. Para mais filmes e documentários, acesse: http://bit.ly/1OYKE68


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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Em audiência no STF, Fattorelli fala sobre o sistema da dívida e as privatizações


https://www.youtube.com/watch?v=m7LdZPyOOXQ&feature=youtu.be



Publicado em 2 de out de 2018

INSCRITO 5,7 MIL


Durante audiência Pública no Supremo Tribunal Federal, sobre privatizações de empresas públicas, a coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, relacionou os programas de privatizações ao sistema da dívida.

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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Regime militar matou o pai da escola pública


https://www.youtube.com/watch?time_continue=34&v=hpuWk2qkdaY



*Original: Tv Latinha

https://www.youtube.com/watch?v=ZxtSiDObwUE

Anísio Spínola Teixeira (Caetité12 de julho de 1900 — Rio de Janeiro11 de março de 1971) foi um jurista, intelectual, educador e escritor brasileiro.[1] Personagem central na história da educação no Brasil, nas décadas de 1920 e 1930, difundiu os pressupostos do movimento da Escola Nova, que tinha como princípio a ênfase no desenvolvimento do intelecto e na capacidade de julgamento, em preferência à memorização. Reformou o sistema educacional da Bahia e do Rio de Janeiro, exercendo vários cargos executivos. Foi um dos mais destacados signatários do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova[2], em defesa do ensino público, gratuito, laicoe obrigatório, divulgado em 1932. Fundou a Universidade do Distrito Federal, em 1935, depois transformada em Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil.
Na ideia de uma educação integral[3] e uma educação para todos, expressa por Anísio Teixeira foi a concepção de educação que permeou os escritos e a obra de Anísio Teixeira, está a base de sua atuação como educador e sua contribuição para a educação no Brasil, que alguns consideram importante até hoje.(...)
https://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%ADsio_Teixeira


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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Fernando Falcão - Memória das Águas (1981) - Completo/Full Album


https://www.youtube.com/watch?v=MOLkXD6NFwo

Publicado em 13 de mar de 2017
INSCRITO 15 MIL

Gravado em Paris, em 1979, e lançado dois anos depois de forma independente, Memória das Águas foi o primeiro álbum do percussionista, compositor e poeta paraibano Fernando Falcão. O registro tem forte caráter experimental, mesclando influências diversas de ritmos nordestinos e africanos, passando pelo jazz e pela música concreta, com arranjos e produção do próprio e do maestro José Luiz Castiñera de Dios. Faixas: 1. Memória das Águas 00:00 2. Amanhecer Tabajara (a Alceu Valença) 04:56 3. Ladeira dos Inocentes 08:53 4. Revoada 13:47 5. Mercado (Gravado no Mercado Tanger) 19:01 6. Curimão (Sons Onomatopaicos e Folk da Guiné) 22:11 7. Solito (Solo de Balauê) 28:59 8. Danado Cantador (Balauê, Orquestra e Declamação) (a Fagner) 32:42 Todas as composições de Fernando Falcão. Fernando Falcão: balauê, orquestra de águas, camaleão, garrafas, cabaça, voz e percussão Tiche Ramos: tumba, pandeiro e ganzá Perico Arteche: ovation e contrabaixo Suzano Lago: piano Valerie Kling: voz e garrafas Steves Pots: saxofone Raymont Guiot: flauta, flauta grave e picollo M. Saint-Michel: corne inglês Pinchevsky: violino P. Bandeirac: tímpanos Michalakakos, M. Derries, Marc Togonal, Philipe Nadal e B. Constantin: cordas Alex Perdigos, Jaques Bessot, Eric Mula e Bardot: metais Valerie Kling, Suzana Lago, Nancy, Mary, Andorinha, Dudu, Jakó e Lucas: coro

http://50anosdetextos.com.br/1981/fernando-falcao-um-nome-que-devia-ser-gravado/

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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

sobre o PT - Virgínia Fontes (Conservadorismo em Foco)


https://www.youtube.com/watch?v=SQCQiZETKls&fbclid=IwAR2VaINMrb2X2kwF2xuQNu2bGU4W-b4vIpkdQmi7SHTLRu8AFInTLFNMYUQ



Publicado em 2 de abr de 2018

INSCRITO


Um filme sobre a ideologia burguesa e suas formas de dominação. O filme expõe o processo histórico de formação do conservadorismo na Europa e nos EUA a partir da década de 30 e acompanha seus desdobramentos até os dias atuais no Brasil.

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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

DOC. DANÇAS NEGRAS - TRAILER


https://www.youtube.com/watch?v=uabE8qtuFz0



Publicado em 1 de jun de 2018

INSCRITO 479


Documentário "DANÇAS NEGRAS"
Direção de João Nascimento e Firmino Pitanga
Entrevistados: Clyde Morgan, Suzana Martins, Makota Valdina, Edileusa Santos, Raquel Trindade, Lia Robatto, Enoque Santos, Kabengele Munanga, Helena Katz, Dinho Nascimento, Salloma Salomão, Mestre Felipe de Santo Amaro, Fernando Ferraz, Firmino Pitanga e Mestre Lumumba

Edição, montagem e finalização: Denison Luz
Produção executiva: Fernanda Rodrigues e João Nascimento
Assistente de produção: Terená Kanouté, Pedro Henrique e Alexandre Alves

Câmeras: Luis Villaça, Frederico Lobo, João Tatu, Jessica Modono, João Nascimento, Lucas Bordon e Beto Mendonça.

Documentário contemplado no Prêmio ProAC Culturas Negras 2016.

Contato assessoria de imprensa:
dançasnegras@nacao.org.br

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terça-feira, 16 de outubro de 2018

As belezas da Serra do Rio do Rastro, na Serra Catarinense (Brasil)


https://www.youtube.com/watch?v=Df5m-9Aq3xI

"O jornal britânico The Guardian, listou a Serra do Rio do Rastro com o quinto lugar entre os dez estradas de tirar o folego, denominando como um dos lugares mais espetaculares para se conhecer ao redor do mundo, rodovia SC-390, rota com muitas curvas e cachoeiras, que passa por um cenário espetacular do início ao fim. (Fonte: Agência de Notícias São Joaquim Online)" As imagens são do fotógrafo e cinegrafista Anders Duarte, em sua página no Facebook: Serra Catarinense - Brasil (https://www.facebook.com/serra.catari... Tem mais belezas da Serra por lá, confere no link.


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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Lançamento do livro: Mulheres na Luta Armada - de Maria Cláudia Badan Ribeiro - Adriano Diogo fez uma transmissão ao vivo



https://www.facebook.com/100007199266659/videos/2147799065470048/?notif_id=1534540314327862&notif_t=live_video_explicit



http://www.alamedaeditorial.com.br/livros-alameda/pre-venda-mulheres-na-luta-armada



Protagonismo feminino na ALN (Ação Libertadora Nacional)

Mulheres na luta armada: protagonismo feminino na ALN (Ação Libertadora Nacional), de Maria Cláudia Badan Ribeiro, chega preenchendo algumas lacunas importantes para o estudo e compreensão dos anos e atos de resistência à ditadura de 1964.

Houve um momento em nosso país em que a única oposição aberta ao sistema eram as ações armadas de guerrilha urbana, desencadeadas a partir de 1967 até 1973, seis anos de enfrentamento frequentemente ignorados pela história oficial. Seja escrita pela direita, seja pela esquerda institucional.

Geralmente os relatos e análises do período falam do golpe de estado, das lutas estudantis, chegam à passeata dos cem mil e à promulgação do AI-5, pulando descaradamente para as lutas pela anistia e as greves do ABC no final dos anos 70, e a chamada redemocratização.

Os anos de luta armada ficam escondidos atrás das denúncias de torturas, assassinatos e desaparecimentos, e nada se fala da luta de Carlos Marighella, Joaquim Câmara Ferreira, Ana Maria Nacinovic e milhares de outras mulheres e homens que deram suas vidas pela liberdade enquanto muitos se dobravam à tirania.

As mulheres que lutaram contra a ditadura romperam com a sociedade e com suas famílias que as queriam casadas, recatadas e do lar, e foram conquistar seu espaço no mundo. Muitas vezes isso fica oculto pelas lutas feministas europeias e estadunidenses tão importantes nos anos 70.

Maria Cláudia com seu livro resgata a história da ALN, escondida pela vitimização da luta, e ao mesmo tempo expõe as vidas tão pouco contadas das mulheres brasileiras que pegaram em armas contra a ditadura.

Carlos Eugênio Paz

Sobre a autora: Maria Cláudia Badan Ribeiro é Bacharel em Letras (italiano e francês) pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), Pós-Doutora pelo Instituto de Altos Estudos da América Latina (IHEAL-Sorbonne Nouvelle) e pelo Programa de Pós Graduação em Sociologia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).


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terça-feira, 24 de julho de 2018

O Homem Que Virou Suco (1981) - filme de João Batista de Andrade


https://www.youtube.com/watch?v=FF70tq8QSS4




Publicado em 23 de jun de 2014

O homem que virou suco é um filme brasileiro de 1981 dirigido por João Batista de Andrade.

"É a história de todo nordestino, o cara que chega em São Paulo, trabalha, luta, e acaba passando fome e vira suco de laranja."

Tem tanta gente por ai que diz que não gosta de cinema nacional, que não gosta de literatura nacional, entre tantas outras artes, só porque é nacional. Como costumo dizer, o que falta a essas pessoas é conhecerem boas obras.

No cinema nacional, o filme "O Homem que virou suco" de João Batista de Andrade, é daqueles que mudam sua opinião sobre arte e sobre a vida.

O filme conta a história de Deraldo, imigrante nordestino que luta para sobreviver na metropolis paulista com sua poesia e seus cordéis. A trama começa quando em outro extremo da capital, Deraldo, um operário de uma multinacional, mata seu patrão na festa em que recebe o titulo de operário símbolo.

Deraldo e Severino são idênticos, e como o nordestino não tem documentos, passa a ser procurado pela policia pelo assassinado do empresário norte americano. A partir dai a história se desdobra em uma epopeia que conta a luta de Deraldo para fugir da policia e sobreviver diante de tantas dificuldades e preconceitos sobre sua pessoa.

O filme é uma homenagem e uma denuncia a todo preconceito velado sobre o povo nordestino, povo esse que construiu São Paulo sobre seu suor e que tem que lutar constantemente contra o preconceito da cidade grande, onde ser pobre, preto e nordestino é motivo de chacota e de violência. O filme mostra a dureza desse povo, que mesmo diante de tanta dificuldade, resiste, que mesmo diante de tanta opressão, luta para manter suas memórias e suas raízes.

Em meio a poesia, lágrimas e suor, Deraldo resiste, e sua história é uma homenagem a todos aqueles que sofreram e que ainda sofrem na luta por uma vida digna 



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domingo, 8 de julho de 2018

Filme - A Hora da Estrela (1985)


https://www.youtube.com/watch?v=WA_DoAAwc2E

A hora da estrela é filme brasileiro de 1985, do gênero drama, dirigido por Suzana Amaral. O roteiro é uma adaptação do romance homônimo de Clarice Lispector. Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.[1]

https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Hora_da_Estrela_(filme)

Macabéa,uma nordestina de dezenove anos, orfã de pai, mãe e da tia que a criou,
vai para São Paulo ser datilógrafa. Ela mora em uma pensão e tem uma
vida sem muitas emoções, pois é indiferente a elas. Conhece Olímpico de
Jesus e os dois começam a namorar. Porém, a relação não se sustenta e
Olímpico acaba trocando Macabéa por Glória, colega
de trabalho da ex-namorada, que, por recomendação de sua cartomante,
rouba o namorado de Macabéa.


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quinta-feira, 5 de julho de 2018

Luama - O Bárbaro - novo álbum com Cósmico Trio - Ronaldo Gama, Rodney Nascimento, Felippe Pipeta.

Descubra o álbum
https://www.luama.com/o-barbaro



O Bárbaro


by Luama



Inspired by the sound of power trio formations Luama conceives O Bárbaro as an album to make people wake up to true music and poetry. “We opted for an unusual recording process. We use large rooms recording all instruments and voice at the same time. This makes the music sound dynamic and alive. The way we've done is the way great artists such as Bob Dylan, Jimi Hendrix, Tim Maia, Jorge Benjor, recorded for a few decades”, says Luama. Produced by Walter Antunes, all the songs on this album are by Luama, who sings and plays guitar. There are poems by Blake, Rimbaud, Castro Alves, Cruz e Sousa, Emerson. Ronaldo Gama plays bass, Rodney Nascimento, drums and Felippe Pipeta, trumpet. "These songs are an alert to wake up to the real and historical importance of music and poetry in the world," says Luama.


  • luamasocio"O Bárbaro", meu novo álbum com Cósmico Trio - Ronaldo Gama, Rodney Nascimento, Felippe Pipeta. Produção de Walter Antunes.  
  • Acesse www.luama.com #luama #walterantunes
  •  
  • https://www.instagram.com/p/BiKyLI2hbbc/?taken-by=luamasocio>

  • domingo, 7 de janeiro de 2018

    Junto e Misturado - por Otávio Martins Amaral



    JUNTO E MISTURADO  -  (o.m.a.)

       O SONHO ME TIROU O SONO. PRIMEIRO, APARECEU A FIGURA DO ZÉ CELSO, LÁ DO TEATRO OFICINA, DE SÃO PAULO, MAIS PROPRIAMENTE NO BIXIGA, TENDO AO FUNDO SOMBRAS A ILUSTRAR OS SEUS COMENTÁRIOS SOBRE VÁRIOS ASSUNTOS. DEPOIS, ALGUÉM DIZENDO QUE AQUILO ERA ALGO NOVO EM MATÉRIA DE TELEVISÃO. ZÉ CELSO, NOVAMENTE, CRIANDO EM CIMA DE COISAS QUE JÁ EXISTIAM. APENAS LEMBRANDO-NOS. SEMPRE ESTAMOS DISTRAÍDOS E NÃO NOTAMOS. POR SORTE VEM UM ZÉ CELSO INVENTANDO COISAS JÁ INVENTADAS E DELAS, CRIANDO UMA NOVA MANEIRA DE ABORDAGEM. POR MEIO DE UM MEIO QUE PARECIA FALIDO, A TV.
       FALAVA DE UM MONTE DE COISAS. UMAS, SE ME LEMBRO, ERAM SOBRE O OSWALD DE ANDRADE, REIS DA VELA E OUTRAS COISAS MAIS.
      
      LEMBRAVA QUE VINÍCIUS DE MORAES DESCOBRIRA QUE O PEDREIRO SERVIA SÓ PARA CONSTRUIR, PAGAVA ALUGUEL. NADA O QUE CONSTRUÍRA ERA SEU TUDO DOS OUTROS, OU PARA OS OUTROS. NASCIA E MORRIA NESSA FUNÇÃO: CONSTRUIR. NADA MAIS ERA DO QUE UM OPERÁRIO EM CONSTRUÇÃO.
       
         VINHA COM OUTROS ASSUNTOS QUE, ATÉ, INCLUSIVE ESCREVERA E COLOCARA EM CENA, PRA TODO MUNDO VER, EM FORMA DE TEATRO. POR VEZES VIRAVA CIRANDEIRO, RUA À FORA, PELA CIDADE DE SÃO PAULO. DENTRO E FORA DO BIXIGA. TIPO UM ARRUACEIRO. PROVOCANDO QUEM PELAS RUAS POR ONDE ANDASSE. ISSO ERA SÓ O SEU PROGRAMA DE ESTRÉIA. VINHA COM UM MONTE DE COISAS, DEPOIS, NA SEQUÊNCIA, CUTUCAVA E MEXIA COM TUDO, ATRAVÉS DA ARTE.

       
       TEVE O DESPROPÓSITO DE DIZER QUE O “REI DA VELA”, É UM DOS PILARES DO MOVIMENTE TROPICALISTA BRASILEIRO. DISSE, AINDA, QUE A MONTAGEM DO SEU TEATRO OFICINA COMO UMA REVOLUÇÃO CULTURAL, UMA DESCOLONIZAÇÃO, Y OTRAS COSITAS MAS.


        MISTURAVA OSWALD DE ANDRADE COM AUGUSTO BOAL E SEU TEATRO “OPINIÃO”. DEPOIS, “DO OPRIMIDO”. REVELOU QUE AUGUSTO BOAL HAVIA, ATÉ, DESAFIADO O JOÃO DO VALE QUE, ALÉM DE MÚSICA BRASILEIRA, SABIA MUITO SOBRE BEBER CACHAÇA: PERDEU. JOÃO SEMPRE ARRUMAVA UM JEITINHO. SEJA NA BEBIDA OU NO CARCARÁ TINHA MAIS CORAGEM DO QUE HOMEM. NÃO VAI MORRER DE FOME. PEGA, MATA E COME.
       
          AINDA, POR CIMA, TROUXE À BAILA O ANTUNES FILHO, QUE ANDAVA LÁ PELO TEATRO ANCHIETA, A INFERNIZAR A VIDA DOS OUTROS, DESDE O TEMPO DO TEATRO BRASILEIRO DE COMÉDIA, EM 1952, ENTRE ZIEMBINSKI, ADOLFO CELI E OUTROS. DISSE QUE SEU TRABALHO ERA MUITO LIGADO À RENOVAÇÃO ESTÉTICA, POLÍTICA E CÊNICA DO TEATRO BRASILEIRO SURGIDO NOS ANOS 60 E 70, PRINCIPALMENTE COM MACUNAÍMA (1978), TORNANDO-SE COMO REFERÊNCIA PARA A GERAÇÃO DOS ANOS 80, TORNANDO-SE, ASSIM, O PRIMEIRO DIRETOR A EMPREENDER UMA OBRA DRAMATÚRGICA E CENICAMENTE AUTORAL. FALOU MUITAS OUTRAS COISAS SOBRE O ANTUNES.

      
         ISSO É SÓ O COMEÇO. FALOU DE MUITO MAIS COISAS. ATÉ DO TEATRO DE ARENA, PLÍNIO MARCOS, GUARNIERI, MILLÔR FERNANDES E MUITOS OUTROS. O PROGRAMA ESTAVA SÓ COMEÇANDO. BOM PRA GENTE FICAR SABENDO DAS COISAS. FALOU DE CHICO, CAETANO, GIL, SIDNEY MILLER, PIXINGUINHA, BRAGUINHA E OUTROS TANTOS DA MÚSICA BRASILEIRA. É O QUE ME LEMBRO DO SONHO.

    por Otávio Martins Amaral 




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