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domingo, 7 de março de 2010

AUTORITARISMO

vegetarianos não estão nem aí com o aumento do quilo da  picanha!
autodidatas desconhecem  chiliques de falsos educadores,
no vocabulário de blogueiros assumidos não existe a palavra censura,
cantadores de rua não contam o número de espectadores.
para o artista de verdade o que interessa,
é não perder de vista seus pinceis e  tintas!
e se as pinturas serão vistas por alguns!
de resto,hoje,só fica no inferno,
quem quiser não perder a amizade do diabo!

Nadia Stabile - 07/03/10

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

AUTORITARISMO NA EDUCAÇÃO:retrato de uma figura com muitas faces.

  FONTE : http://www.jornalrecomeco.com/materias_anteriores/107_1.htm



Luzia Marta Bellini*
Adriano Rodrigues Ruiz**



O autoritarismo revela, no fundo,
um profundo medo de correr risco.
Paulo Freire
.
Introdução.


Falar em autoritarismo na educação é falar de um construto que tem muitas faces, raízes bem nutridas e profundas. Expressa-se de diferentes formas e encontra alimento em várias fontes. Neste trabalho colocaremos sob nossos olhares uma manifestação de autoritarismo nem sempre identificada: “a cultura do caderno”.
Estamos chamando de “cultura do caderno” o contexto de ação intelectual vivenciado quando professores, explicita ou tacitamente, estimulam seus alunos no sentido de tomarem as anotações de aula como material fundamental de estudo. Trilhando esse caminho abandonam-se obras fundamentais e, com isso, a possibilidade da reflexão sobre possíveis contradições, a complexidade própria das relações, a diversidade de leituras, o empenho na compreensão de teorias... Esse procedimento nos lembra Paulo Freire falando que “O autoritarismo revela, no fundo, um profundo medo de correr risco”.
Essa forma de autoritarismo, deliberadamente ou não, desloca professores e alunos para a prática daquilo que Morin identifica como sendo a “economia de pensamento”:

- o aluno ao prender-se à cultura do caderno abandona a possibilidade de questionar as verdades do professor, perde a oportunidade de descobrir que os fatos comportam múltiplas leituras e que a do professor é apenas uma delas,... Contudo, ganha a segurança de situar-se num contexto intelectual amplamente previsível e seguramente delimitado.

- o professor pode retirar suas verdades de manuais que “simplificam” obras fundamentais; eximindo-se, assim, do esforço intelectual da pesquisa, da leitura, da formulação e reformulação de conceitos. Ao delimitar o universo intelectual às suas verdades o professor evita o risco de perguntas não previstas, de ter suas leituras confrontadas com outras etc. Ingressa, assim, em um mundo marcado pela mediocridade e pelo conformismo intelectual.
Entendemos que essa forma de autoritarismo, estreitamente ligada à fuga do esforço intelectual, consolida relações intelectuais que privilegiam a heteronomia e tacitamente abençoam aquilo que podemos chamar de “pacto da mediocridade” ou espaço em que se apequenam professor e aluno. O pacto da mediocridade é tecido por uma ética da conivência e do silêncio.
O autoritarismo na educação.
Se sou diferente de ti, longe de te lesar, te aumento.
Antoine de Saint-Exupéry

O autoritarismo tem uma presença muito marcante na educação. Mas, ele não aparece senão como uma espécie de “pílula dourada” que os alunos inconscientemente vão engolindo no decorrer de suas (de)formações intelectuais. Vejamos algumas faces do autoritarismo:
A ausência de livros: uma face da opressão.
Ih! Professor! Tem que comprar o livro?[1]


O espaço da biblioteca na UEM cedeu a outro espaço: o dos locais das máquinas de xerox. Cada vez mais alunos lêem aos pedaços, são fragmentos de capítulos ou páginas pulverizadas em letras que desconhecem capa e outros capítulos. Ano a ano, gerações a gerações dispensam os livros na mesma proporção que xerografam jornais, textos e páginas de livros...
Preguiça, comodismo (de)formam alunos não leitores. Afinal, é mais fácil consumir letras do que debater idéias. Os professores recomendam pilhas de cópias de textos, diminuindo o apetite por livros, idéias, reflexões, pela imaginação. Na verdade, esse amontoado de xerografias pilham a vida intelectual dos estudiosos.
Albert Jacquard (1998, p. 159) geneticista e pedagogo francês, coloca que “quanto maior for nossa necessidade de agir, maior deverá ser nosso esforço para refletir. Quanto maior for nossa tentação pelo conforto da meditação, maior deverá ser nosso empenho em nos lançarmos na ação.”
Se seguimos Jacquard, ao negarmos aos nossos alunos a reflexão dos livros negamos-lhes, também, a orientação para agir, para pensar e realizar projetos de vida. Como já dissemos criamos a “economia de pensamento”. Sentimo-nos seguros dentro de alguns parágrafos. Para quê cair no mar das idéias dos livros? Para quê ler mais se na cultura escolar pode se ler menos?

A cultura do caderno: uma face do autoritarismo.
Psicologia é a ciência que estuda alma.[2]
Que limitações essa cultura impõe aos alunos? De que riscos o professor está se protegendo quando imerso na “cultura do caderno”?
A “cultura do caderno” impõe aos alunos limitações muito severas. Ao trabalharem com fragmentos afastam-se da complexidade das teorias e submergem na memorização/repetição de frases nem sempre aceitáveis. Como exemplo disso vamos citar anotações que encontramos em cadernos da alunos - bem sucedidos - do curso de pedagogia da Universidade Estadual de Maringá:

“Para Piaget o indivíduo já nasce com algumas estruturas e que amadurecem seguindo quatro estágios”.
Falando do período operacional concreto, segundo Piaget: “A criança neste estágio não consegue trabalhar com enunciados verbais, as ações das crianças estão presas a realidade concreta”.
O assunto era estruturação espacial: “A criança com uma boa imagem corporal percebe a posição que os objetos ocupam usando como referência o seu corpo.” “Tudo que existe no espaço, existe e se localiza em função do próprio corpo”.
Referindo-se aos conceitos piagetianos de assimilação e acomodação: “Assimilação: uso de esquemas velhos para explicar novos. Acomodação: mudanças desses esquemas diferenciando com características próprias (exemplo: atribui o som miau para animais de 4 patas, depois com auxílio intermediário troca essa informação por som correto)”
Falando do equilibração, na perspectiva piagetiana: “Quando me encontro com algo que desconheço há um desequilíbrio, busco informação assimilo e acomodo o conhecimento houve um progresso e volta o equilíbrio novamente.”
“Quando o homem consegue estabelecer relações lógicas, esta ‘pronto’ para a construção do conhecimento matemático”.
Falando de operação, no sentido piagetiano do termo “Operação á a forma de rotina mental cuja característica principal é a reversibilidade.”
Discutindo testes de inteligência “A inteligência é aquilo que os testes medem, e os testes só medem aquela inteligência que é reforçada culturalmente”.

Uma educação que privilegia a “cultura do caderno” é compatível com a que Paulo Freire chama de verbosa. Freire (1992, p.101) afirma:

Quase sempre, ao se criticar esse gosto pela palavra oca, da verbosidade, em educação, se diz dela que seu pecado é ser “teórica”. Identifica-se assim, absurdamente, teoria como verbalismo. De teoria, na verdade precisamos nós. De teoria que implica numa inserção na realidade, num contato analítico com o existente, para comprová-lo, para vivê-lo e vivê-lo plenamente, praticamente. (...) Nossa educação não é teórica porque lhe falta esse gosto da comprovação, da invenção, da pesquisa. Ela é verbosa.

O aluno que aceita o convite para ingressar na “cultura do caderno” se distancia da possibilidade do trabalho teórico, da investigação, do amor ao conhecimento, da autonomia intelectual. Assume, assim, o papel do obediente repetidor de frases. Como “prêmio” para o comportamento obediente não precisa refletir sobre a conexão entre as frases, sobre a complexidade das teorias, acerca das contradições entre teorias afins,... Em poucas páginas de um caderno o aluno registra aquilo que se configura como agradável aos olhos e ouvidos do professor. Nas folhas do caderno não são registrados conhecimentos. Está, isto sim, delineado o caminho para o êxito do aluno nas provas.
O professor, que assim age, ingressa em um universo que abre amplas perspectivas para aquilo que Edgar Morin chama de parasitismo mental. Passa a transitar por um campo de fragmentos de teorias, de dogmas, de simplificações, de descompromisso com o conhecimento: é o mundo das verdades do professor. Isso permite, por exemplo, o professor de psicologia dar aulas sobre a Psicologia Genética sem nunca haver lido uma obra de Jean Piaget. Permite, também, passar longos anos proclamando as mesmas “verdades”, fazendo as mesmas avaliações, anunciando sua irrestrita obediência aos programas estabelecidos.
Que compromissos tem esse professor?

Algumas conclusões.

Entendemos que essa forma de autoritarismo é uma das mais sórdidas e menos denunciadas entre as que povoam o espaço universitário. Por ser silenciosa, silenciadora e indolor em sua ação destrutiva; confunde-se com objetividade, economia de economia de tempo, competência didática etc.

Referência Bibliográficas.

Freire, Paulo. A educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992-a.
Morin, Edgar.

* Professora do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Estadual de Maringá.

** Professor do Departamento de Teoria e Prática da Educação da Universidade Estadual de Maringá.
[1] Aluno do 3º ano de graduação.
[2] Definição de Psicologia encontrada no caderno de uma acadêmica de Pedagogia da UEM.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

DOIS LIVROS DE IVAN ILLICH...E OS OUTROS NO SITE OFICIAL DO AUTOR

Seu livro mais famoso é Sociedade sem escolas (1971),(ou DESESCOLARIZAÇÃO DA SOCIEDADE) uma crítica à institucionalização da educação nas sociedades contemporâneas. Através de exemplos sobre a natureza ineficaz da educação institucionalizada, Illich se mostrava favorável à auto-aprendizagem, apoiada em relações sociais intencionais, e numa intencionalidade fluida e informal:

A educação universal por meio da escolaridade não é possível. Nem seria mais exequível se se tentasse mediante instituições alternativas criadas segundo o estilo das escolas actuais. Nem novas atitudes dos professores para com os seus alunos, nem a proliferação de novas ferramentas e métodos físicos ou mentais (nas salas de aula ou nos dormitórios), nem mesmo a intenção de aumentar a responsabilidade dos pedagogos até ao ponto de incluir a vida completa dos seus alunos, teria como resultado a educação universal. A busca actual de novos canais educativos deverá ser transformada na procura do seu oposto institucional: redes educativas que aumentem a oportunidade de cada um transformar cada momento da sua vida num outro de aprendizagem, de partilha e de interesse. Acreditamos estar a contribuir trazendo os conceitos necessários a quem realiza tais investigações sobre as grandes linhas na educação – e também para quem procura alternativas para outros tipos estabelecidos de serviços.

As últimas frases deixam claro o que o título do livro sugere, que a institucionalização da educação marca uma tendência de institucionalização da sociedade, e as idéias de desinstituicionalização da educação poderiam ser um ponto de partida para a desinstitucionalização da sociedade. Como pensador holístico, de inteligência formidável e erudição católica ampla, Illich sempre propôs as suas análises nos termos mais amplos possíveis.

O livro é mais do que apenas uma crítica, contém propostas para reinventar toda a aprendizagem em várias instâncias da sociedade e também na esfera individual. Possui destaque a sua proposta, feita em 1971, de criar as "redes de aprendizagem" ("telarañas de aprendizaje") apoiadas em tecnologias avançadas. Muitas das características das "redes de aprendizagem" recordam o uso da internet em geral e em particular o trabalho e idéias da própria Wikipedia.

Compañeros de viaje para La Sociedad Desescolarizada http://habitat.aq.upm.es/boletin/n26/nlib2.html é uma resenha crítica (em espanhol) que relaciona o pensamento do livro "Sociedade sem Escolas" com as idéias de outros autores que escreveram sobre o mesmo tema.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ivan_Illich

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A Expropriação da Saúde
Nêmesis da Medicina

Autor: Ivan Illich
Título original: Némésis Médicale, L'expropiation de la Santé

Este livro examina e aprofunda a atual hipertrofia da medicalização e o impacto psicológico sobre os indivíduos pelos signos e símbolos de um ritual clínico contraproducente e enganador.
http://www.ivanillich.org.mx/Linemes.htm

LEIA OS LIVROS DE IVAN ILLICH EM SEU SITE OFICIAL - (ESPANHOL)
http://www.ivanillich.org.mx/

terça-feira, 23 de junho de 2009

FAVELAS - BRASIL

e agora querem enfeitar as favelas, afinal porque terminaram com o BNH? foram os militares, lembram?
e a esquerda dizia que controle de natalidade era um absurdo - no Pasquim muito se discutiu sobre isso...
Todo o mal foi abandonar a educação neste país.

sábado, 30 de maio de 2009

AUGUSTO BOAL E UMA LIÇÃO DE ARTE E POLÍTICA

Por Alexander Englander
5 de Novembro de 2007

Hoje tive o grande prazer de assistir a uma palestra de Augusto Boal e do rubro-negro e pentacampeão - como eu - Arthur Poerner no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. O assunto da noite era “Arte engajada ou solidária limita a expressão artística?” e ambos os palestrantes levantaram questões muito instigantes sobre os CPCs e as importantes conquistas contemporâneas – sim, há arte além da pós-modernidade! Vou relatar somente um momento desse rico debate, justamente seu ato final, quando tomei coragem e perguntei ao Boal algo que me interpelo há algum tempo e serve tanto para a estética quanto para a política:
-Como chegar aos populares com uma proposta de arte que não seja impositiva, com excesso de valores da vanguarda de esquerda, constituindo uma arte que seja de fato uma livre expressão popular, mas também combativa, visto que criada por pessoas provenientes de classes e grupos sociais "oprimidos"?

Boal citou uma experiência sua na época dos CPCs - instituição considerada muito importante e celebrada por ele, mas que também, após uma autocrítica, revelou elementos autoritários e excesso de dirigismo imposto pela cúpula da UNE. No caso lembrado, no ruir da década de sessenta, Boal apresentava uma peça no nordeste brasileiro junto às Ligas Camponesas. Ele não lembrou o nome da montagem, mas retomou a repercussão de uma cena, que seria uns dos pretextos para futuras mudanças de concepções estético-políticas do Teatro do Oprimido em relação aos CPCs. Neste ato Boal e os demais atores seguravam imponentes fuzis coloridos convocando o público camponês à lutar. Ao fim da peça um camponês emocionado lhe perguntou:
-Vocês são sinceros né?
Boal respondeu sem pestanejar que “sim”. Ao que o camponês lhe faz um surpreendente convite:
-Então pega esses fuzis de vocês e vem nos ajudar porque o coronel invadiu as nossas terra!
Perplexo o então jovem teatrólogo busca uma modo resolver a situação do melhor modo possível:
-Mas isso é um mal entendido! Nossos fuzis não atiram!
-Como não atiram?? Mas fuzil que não atira há de servi para que?
Na palestra Boal pausa para reflexão - "naquela época (dos CPCs) a gente tinha uma questão com a mensagem, as vezes viam a peça, falavam que ela não estava tão boa..., mas aí perguntavam logo qual era a mensagem?! Se o conteúdo revolucionário fosse bom todo mundo ficava feliz!” - E retorna a sua estória:
-Nossos fuzis servem para estimular! Quando nós gritamos para o público "Vamos à luta!" nossa função é estimular a ação popular!
-Ahhh..., mas vocês são sinceros mesmo né?
-Sim, nós somos...
-Então vamos lá com a gente porque a gente tem fuzil para todo mundo!

Cada vez mais perplexo com a situação, Boal tem serenidade suficiente para manter sua sinceridade no momento em que todas as contradições entre a vanguarda socialista, branca, culta e de classe média urbana e os militantes camponeses, mulatos, negros e mamelucos, sem estudo, pobres posseiros em conflito pela posse da terra com violentos coronéis, vinham à tona em uma simples conversa, em que a até pouco tempo invisível fronteira entre arte e política aparecia agora de modo brusco e constrangedor para ambos os lados...
-Não, não, o senhor não está entendendo, nós somos artistas, não pegamos em armas...
O palestrante não contou se a conversa terminou por aí, disse apenas que o camponês seguiu com seus companheiros para o enfrentamento e que a comitiva de atores do Teatro de Arena embarcou em um avião e voltou para São Paulo.
De volta a 2007 e a palestra no IFCS Boal reflete: "era isso, nós instigávamos os outros a fazer o que nós não tínhamos coragem de fazer. Eu, o branco, o homem, o urbano ensinava ao negro, à mulher e ao camponês como se libertar de suas opressões..., realmente tinha um certo autoritarismo nestas práticas". Sem querem diminuir a grandeza de Boal e dos seus companheiros de Teatro de Arena, até hoje ainda parece haver uma certa dificuldade de assumir certas identidades que estavam esquecidas naquele especial momento de mobilização das esquerdas no Brasil, faltou lembrar que os atores eram também membros da classe média querendo levar consciência de classe revolucionária aos trabalhadores do campo.

Questões como as que surgiram neste caso levaram nosso teatrólogo a reformular alguns pressupostos colocados pelos CPCs e constituir uma nova política para sua arte. "No Teatro do Oprimido nós não incentivamos ninguém a fazer nada do que nós também não possamos fazer", disse o franco Boal. Hoje Teatro do Oprimido não quer somente fomentar a reflexão crítica nos públicos populares por onde se apresenta - escolas públicas do Rio de Janeiro, da Baixada Fluminense e também em diversos presídios -, a Cia. pretende que os próprios populares façam a sua arte. Não se trata mais de levar uma cultura que se quer revolucionária as classes e grupos sociais oprimidos e sim ensinar os meios para que estes expressem livremente a sua arte e a sua cultura, seja revolucionária ou não. O próprio desenvolvimento da sensibilidade estética cria um novo universo de percepções sociais que serão a chave para novas reivindicações e lutas políticas. A própria educação estética é uma política e o estímulo à criação de uma "arte popular" feita de fato pelo povo é a maior revolução que a vanguarda artística pode fazer.

Saí da palestra com olhos brilhando, cheio de ideias e questionamentos “mis”, além dos telefones de contato de Arthur Poerner e do Teatro do Oprimido. Quero convidá-los para palestra especificamente voltada ao movimento estudantil, junto com outro eminente frequentador da livraria-café do IFCS, Eduardo Coutinho. A geração de sessenta ainda tem muito a ensinar à nossa juventude. Olhando para a realidade contemporânea da UNE e da CONLUTE enxergamos o vazio da ausência de ações populares destas entidades. Só nos resta então confessar, humildemente, Eles são muito mais atuais do que nós!

Postado por Alexander Englander
FONTE : http://ventamente.blogspot.com/2007/11/augusto-boal-e-uma-lio-de-arte-e.html.
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