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sábado, 5 de setembro de 2009

SARAU DO BINHO NA TV CULTURA - NO CAMPO LIMPO - ZONA SUL DE SÃO PAULO - 2006 - DECLAMAÇÃO - POESIAS

SARAU DO BINHO NO PROGRAMA ENTRE LINHAS DA TV CULTURA... REPORTAGEM BEM BACADA!
É A PERIFERIA NA CULTURA .... E NÃO A CULTURA NA PERIFERIA!

DINHO >>>criou a POSTESIA = poesia no poste

domingo, 16 de agosto de 2009

INTERFERÊNCIA - FERRÉZ ENTREVISTA ANDRÉ PIROVANI DO CAPÃO REDONDO (veja mais clicando aqui)

021 - André Pirovani from Interferência on Vimeo.



Programa: 021

Exibido em: 09 de maio de 2009

Entrevistado: André Pirovani

Cidadão, que não leva a alcunha de famoso. Capixaba, veio para São Paulo na adolescência em busca de trabalho. Trabalha em uma gráfica e, dono de uma língua ferina, não mede as palavras para falar de religião, migração e discriminação social.
(DESTAQUE PARA O POETA A DECLAMAR SUA POESIA NA ESCADARIA!!! GENIAL)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Guilherme de Almeida diz Rudyard Kipling



POema Si (If, de Rudyard Kipling), versão de Gulherme de Almeida, dito ao som de Doce Mistério da Vida (Victor Hebert)interpretada pela Orquestra de Câmera Hector Lagna Fietta. LP Paulo Bonfim, Gulherme de Almeida, gravadora RGE, selo Prosa e Poesia, 1989, republicando gravações mais antigas.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Entrelinhas - (tv Cultura) Edição Marginal



Outra atração do Entrelinhas de 23/05/2009 é o trabalho do poeta e rapper Allan da Rosa, escritor da periferia de São Paulo que deu novo sentido à expressão literatura marginal ao criar uma editora caseira o selo Edições Toró para fazer a imaginação circular à margem do mercado editorial.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

No país das serpes - Concha Rousia - Cruz Martinez - Servando Barreiro(AMIGA CONCHA,POETA GALEGA, ENVIA)



Leitura do poema 'No país das serpes' pola autora Concha Rousia, co acompanhamento da guitarra de Servando Barreiro, no café Uf-Negrasombra de Vigo, um paraíso íntimo e entranhável... para sempre sonhar com voltar :) É obra da grande poeta e amiga Cruz Martinez, também apaixonada pola fotografia...

CANAL DA CONCHA ROUSIA NO YOUTUBE : http://www.youtube.com/user/ConchaRousia

domingo, 3 de maio de 2009

"CHACAL" - ABAIXO OS BUROCRATAS DA LINGUAGEM! (repostado do SARAU)

Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008

"ABAIXO OS BUROCRATAS DA LINGUAGEM!"

(esta poesia não era pra estar escrita aqui,ela deveria só
estar na cabeça do poeta,
ou na cabeça de todos que a quisessem dizê-la!
- palavras do autor da poesia!
eu a achei na web e a coloquei aqui!)

imagine se, por algum estranho motivo,
a música parasse de tocar
e fosse consumida apenas através de partituras.
o mundo ficaria mais triste.
foi isso que aconteceu com a poesia.
ela se afastou da fala,
do corpo e se confundiu com a escrita,
tornando-se monopólio de
um estreito círculo de iniciados.
mas isso está mudando.
isso está mudando.

"Chacal"
http://mariadapoesia.blogspot.com/2006_05_01_archive.html


"Chacal",viajante de loucos pensamentos

(...)A poesia marginal preencheu uma parte do vazio deixado pela repressão ostensiva aos movimentos organizados de contestação política. A geração do desbunde queria curtir a vida, e um grupo repensou os métodos de militância política, ao fazer do próprio cotidiano uma arma de protesto contra o status quo. Na verdade, a poesia marginal tem um tronco muito forte com as influências pelo modo de vida alternativo de contracultura norte-americana, iniciada em São Francisco nos anos 50, com a chamada Beat Generation: Jeck Keroac, Allen Ginsberg, Neal Cassady, Gregory Corso e outros.Ricardo de Carvalho Duarte, pseudônimo de Chacal, tido como um dos poetas marginais, encara o fato como algo normal, dada à forma inovadora e agressiva do nascimento de sua poesia no início dos anos 70. Integrante da geração mimeógrafo, seus livros, de mão em mão, rodaram o Brasil. Com seus ingredientes próprios de lirismo e humor, Chacal publicou mais de 13 livros. Carioca de Copacabana (Rio de Janeiro), nasceu em 24 de maio de 1951, filho de Marcial Galdino Duarte e Maria Magdalena de Carvalho Duarte, Chacal tem dois filhos, João Vicente e Júlio Trindade.(...)
http://www.tanto.com.br/gilfrancisco-chacal.htm

VEJA NESTE LINK O VÍDEO:
http://pichacoesciberespaciais.blogspot.com/2007/07/blog-post_6165.html "DITADURA ERA O GOVERNO DOS MORTOS SOBRE OS VIVOS" CHACAL - ESCRITOS À MARGEM

**26/07/2007 do blog PICHAÇÕES CIBERESPACIAIS

domingo, 8 de fevereiro de 2009

A PRIMEIRA POESIA E FAMÍLIA - "NADIA STABILE"

...é na família que conhecemos a linguagem poética!
lá no bercinho já ouvia minha mãe a cantar as cantigas!
"boi,boi,boi da cara preta, pega esta menina que tem medo de careta!"
"dorme em paz, meu amor, meu filhinho encantador..."
ou ""palmínha zezé,pra quando o papai vier",
ou " ciranda cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar"...
ou " passa,passa três vezes, o último que ficar,tem mulher e filhos que não pode sustentar!"...

essas cantigas tão cheias de poesia e de realidade,que estão rotineiramente na vida das crianças,passadas de pais para filhos, de avós para netos, de primos para primas,
de vizinhos para vizinhas,são fundamentais e nos mostram que muitas coisas não se aprendem nas escolas!

nossas vivências com a família, com as crianças da vizinhança, são insubstituíveis!
assim como muitas experiências ruins que temos na família, marcam-nos para o resto de nossas vidas!... a falta de diálogo das famílias de minha geração era algo desumano! como diz aquela frase :"não adianta tapar sol com peneira" ,frase que também não aprendemos na escola!...assim como não aprendemos na escola e nem em casa que o diálogo, cara a cara, olho no olho, é a maior forma de humanidade que podemos ter com as crianças e os adolescentes!

jogar as sujeiras em baixo dos tapetes e aí nunca os levantar e dizer!!" olhe!!! olhe que coisa horrível fizemos!!" a falta de auto - crítica dos pais e a falta da troca...amar é trocar! há pais que não aceitam o carinho, o amor dos filhos,
isto para mim é o maior dos egoísmos! é passar atestado de incapacidade para as crianças! deixar as crianças expressarem-se sem tanto egoísmo, orgulho e insegurança !! é , os pais geralmente são inseguros, ou eram muito mais!! queriam dar sempre a impressão de que eram super homens e super mulheres! parece que com toda esta bagunça familiar que acontece hoje ,esta mentalidade caiu por terra!

Nadia Stabile - 08/02/09

domingo, 25 de janeiro de 2009

"CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE" - TARDE DE MAIO

Recitado por Adélia Prado na noite da segunda-feira (24/04/2006), no
auditório do Ministério Público,, em Brasília-DF.

Como esses primitivos que carregam por toda parte o maxilar inferior de
seus mortos,
assim te levo comigo, tarde de maio,
quando, ao rubor dos incêndios que consumiam a terra,
outra chama, não-perceptível, e tão mais devastadora,
surdamente lavrava sob meus traços cômicos,
e uma a uma, disjecta membra, deixava ainda palpitantes
e condenadas, no solo ardente, porções de minh'alma
nunca antes nem nunca mais aferidas em sua nobreza sem fruto.

Mas os primitivos imploram à relíquia saúde e chuva,
colheita, fim do inimigo, não sei que portentos.
Eu nada te peço a ti, tarde de maio,
senão que continues, no tempo e fora dele, irreversível,
sinal de derrota que se vai consumindo a ponto de
converter-se em sinal de beleza no rosto de alguém
que, precisamente, volve o rosto, e passa...
Outono é a estação em que ocorrem tais crises,
e em maio, tantas vezes, morremos.

Para renascer, eu sei, numa fictícia primavera,
já então espectrais sob o aveludado da casca,
trazendo na sombra a aderência das resinas fúnebres
com que nos ungiram, e nas vestes a poeira do carro
fúnebre, tarde de maio, em que desaparecemos,
sem que ninguém, o amor inclusive, pusesse reparo.

E os que o vissem não saberiam dizer: se era um préstito
lutuoso, arrastado, poeirento, ou um desfile carnavalesco.
Nem houve testemunha.

Não há nunca testemunhas. Há desatentos. Curiosos, muitos.
Quem reconhece o drama, quando se precipita sem máscaras?
Se morro de amor, todos o ignoram
e negam. O próprio amor se desconhece e maltrata.
O próprio amor se esconde, ao jeito dos bichos caçados;
não está certo de ser amor, há tanto lavou a memória
das impurezas de barro e folha em que repousava. E resta,
perdida no ar, por que melhor se conserve,
uma particular tristeza, a imprimir seu selo nas nuvens.

Fermando Miranda enviou:
FONTE: http://br.groups.yahoo.com/group/transconhecimento/message/2773

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

"CHACAL" - ABAIXO OS BUROCRATAS DA LINGUAGEM!

"ABAIXO OS BUROCRATAS DA LINGUAGEM!"

(esta poesia não era pra estar escrita aqui,ela deveria só
estar na cabeça do poeta,
ou na cabeça de todos que a quisessem dizê-la!
- palavras do autor da poesia!
eu a achei na web e a coloquei aqui!)

imagine se, por algum estranho motivo,
a música parasse de tocar
e fosse consumida apenas através de partituras.
o mundo ficaria mais triste.
foi isso que aconteceu com a poesia.
ela se afastou da fala,
do corpo e se confundiu com a escrita,
tornando-se monopólio de
um estreito círculo de iniciados.
mas isso está mudando.
isso está mudando.


"Chacal"
http://mariadapoesia.blogspot.com/2006_05_01_archive.html


"Chacal",viajante de loucos pensamentos

(...)A poesia marginal preencheu uma parte do vazio deixado pela repressão ostensiva aos movimentos organizados de contestação política. A geração do desbunde queria curtir a vida, e um grupo repensou os métodos de militância política, ao fazer do próprio cotidiano uma arma de protesto contra o status quo. Na verdade, a poesia marginal tem um tronco muito forte com as influências pelo modo de vida alternativo de contracultura norte-americana, iniciada em São Francisco nos anos 50, com a chamada Beat Generation: Jeck Keroac, Allen Ginsberg, Neal Cassady, Gregory Corso e outros.Ricardo de Carvalho Duarte, pseudônimo de Chacal, tido como um dos poetas marginais, encara o fato como algo normal, dada à forma inovadora e agressiva do nascimento de sua poesia no início dos anos 70. Integrante da geração mimeógrafo, seus livros, de mão em mão, rodaram o Brasil. Com seus ingredientes próprios de lirismo e humor, Chacal publicou mais de 13 livros. Carioca de Copacabana (Rio de Janeiro), nasceu em 24 de maio de 1951, filho de Marcial Galdino Duarte e Maria Magdalena de Carvalho Duarte, Chacal tem dois filhos, João Vicente e Júlio Trindade.(...)
http://www.tanto.com.br/gilfrancisco-chacal.htm

VEJA NESTE LINK O VÍDEO:
http://pichacoesciberespaciais.blogspot.com/2007/07/blog-post_6165.html "DITADURA ERA O GOVERNO DOS MORTOS SOBRE OS VIVOS" CHACAL - ESCRITOS À MARGEM

**26/07/2007 do blog PICHAÇÕES CIBERESPACIAIS
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