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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Belo Monte, Anúncio de uma Guerra - Filme

Publicado em 19/06/2012
Entenda
"Um filme financiado pelo público, do Xingu para o mundo."
Belo Monte é um projeto de aproveitamento hidrelétrico em terras indígenas. O projeto contempla um complexo de pelo menos 4 barragens, 2 casas de força, 27 diques, 3 canais de enchimento, 7 canais de transposição e 1 gigantesco canal de derivação que pretende desviar o rio Xingu para reservatórios que alagariam cerca de 516 km² da Floresta Amazônica e propriedades particulares onde o cultivo predominante é o cacau.
Nenhuma terra indígena seria alagada. Entretanto, Belo Monte transformaria os 100 km da Volta Grande do Xingu em um trecho de vazão reduzida e isolado, uma vez que os paredões de concreto da barragem barrariam as aldeias da cidade de Altamira. Com isso, os indígenas não mais poderiam ir de canoa até Altamira, uma pratica frequente e necessária para que recebam tratamentos médicos.
Além disso, a construção da barragem é uma ameaça aos peixes da Volta Grande do rio Xingu. Nove espécies de peixes raros correm o risco de extinção: Aequidens michaeli, Anostomoides passionis, Astyanax dnophos, Ossubtus xinguense, Parancistrus nudiventris, Pituna xinguensis, Plesiolebias Altamira,Simpsonichthys reticulatus e Teleocichla centisquama.(...) assista e leia mais em : 
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=qmzUNMNNZvg


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE - LEITORA REGINA ESCREVE SUA OPINIÃO SOBRE AS USINAS

Usina de Belo Monte é opção mais barata e menos poluente

A Região Amazônica é fundamental para garantir o abastecimento futuro do país, com energia mais limpa e barata. E um dos projetos considerados fundamentais e estratégicos pelo presidente da Eletrobrás, José Antônio Muniz Lopes, é a polêmica hidrelétrica de Belo Monte. Na avaliação de Muniz, as alternativas para o país são: ou Belo Monte ou térmicas a óleo. A construção de Belo Monte sofre forte pressão de ambientalistas e algumas comunidades indígenas, por ser encravada em plena floresta amazônica e provocar alterações na vazão em alguns locais e afluentes do Xingu. Mas Muniz alerta que, sem a usina, o Brasil vai consumir cada vez mais energia de térmicas a óleo, mais caras e grandes emissoras de gases poluentes - O Globo, 14/2, Economia, p.25.
ISA       www.socioambiental.org


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Esse senhor presidente da Eletrobrás, talvez pudesse se informar sobre a existência cada vez mais ativa em todo o mundo civilizado de painéis de energia solar, de espelhos captadores de luz solar (na Espanha), de tentativas enfim, mesmo nos países escandinavos, onde o sol é bem menos brilhante do que na Região Amazônica, de se investir nessa forma de produção de energia.

 abraço,
Regina
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