domingo, 23 de maio de 2010

Rio da Vida


Trago um rio dentro de mim
Rio que atravessa meu peito,
corre por minhas entranhas
e salta pelos meus olhos
Um rio furioso que já não cabe no meu corpo
E transbordando por minhas margens,
segue teu destino por outros caminhos
Reinventando assim o teu curso,
sem nunca,
nunca perder o caminho do mar

Marcelo Roque

sábado, 22 de maio de 2010

Escritora chilena Isabel Allende confirma participação na Flip

22/05/2010 - 11h16

da Reportagem Loca

A escritora chilena Isabel Allende confirmou presença na 8ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece entre os dias 4 e 8 de agosto.

Com 18 livros publicados e traduzida em mais de 30 idiomas, Allende participará de conversa com o jornalista Humberto Werneck, na qual apresentará seu novo livro, "A Ilha sob o Mar", que tem lançamento pela editora Bertrand Brasil.

Confirmados

Além de Allende, confirmaram presença na Flip o irlandês Colum McCann, o indiano Salman Rushdie, o israelense Abraham B. Yehoshua, a iraniana Azar Nafisi, a cubana Wendy Guerra, os ingleses Terry Eagleton, William Boyd e Peter Burke e os americanos Robert Crumb, Lou Reed, Benjamin Moser, Robert Darnton, Lionel Shriver, William Kennedy e Gilbert Shelton.

Entre os brasileiros, devem comparecer ao evento Hermano Vianna, Maria Lúcia Burke, Fernando Henrique Cardoso, Beatriz Bracher, Carola Saavedra, Ronaldo Correia de Brito, Patricia Melo, Alberto da Costa e Silva, Angela Alonso e Reinaldo Moraes.


http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u739140.shtml

sexta-feira, 21 de maio de 2010

VIDA ARTIFICIAL OU MORTE ARTIFICIAL?

Bookmark and ShareTão genial como cientista quanto
trapalhão na política, Einstein
foi o pai da bomba atômica.


Dos grandes jornais brasileiros, só dois manchetearam a nova façanha científica: Folha de S.Paulo ("Ciência cria primeira célula sintética") e O Globo ("Criada vida artificial").

Provocadora como sempre, a
Folha fez constar em sua capa uma afirmação para melindrar os leitores mais devotos:
"Os estudos, feitos por 15 anos, provam que a vida não precisa de força especial para existir".
O próprio líder da equipe de pesquisadores, Craig Venter, insinuou ter desalojado Deus:
"Essa é a primeira criatura do planeta, uma espécie que pode se replicar, cujo pai é um computador".
Talvez a melhor explicação do que realmente houve seja a do jornalista Marcelo Leite, da Folha:
"Embora Craig Venter tenha anunciado a primeira 'célula sintética', na realidade seu grupo não criou um organismo a partir do zero. Ele provou que é capaz de recriar e fazer funcionar um organismo ultrassimples apagando seu software biológico e enxertando outro muito parecido".
O certo é que o tal organismo ultrassimples, engendrado pela combinação do que já existia com o toque do dedo do homem (no teclado do computador), passa a replicar-se por si próprio.

É como um robô que conseguíssemos programar para multiplicar-se em outros robôs idênticos, indefinidamente.

E, claro, doravante o processo será estendido a organismos cada vez menos simples.

Venter imagina que já em 2011 tenhamos vacinas de gripe feitas de células sintéticas.

Prevê-se também a criação, entre outras aplicações, de bactérias programadas para resolver problemas ambientais e energéticos; p. ex., que produzam combustíveis ou que sequestrem gás carbônico do ar.

Mas, os cientistas costumam ser tão brilhantes em suas especialidades quanto ingênuos em relação a todo o resto. Einstein que o diga: convenceu Roosevelt a iniciar o projeto atômico, pensando que serviria apenas para conter Hitler.

Basta lermos o noticiário com atenção para cair a ficha. Abriram-se as mais vastas e inquietantes perspectivas para o desenvolvimento de armas biológicas, que tendem agora a tornar-se ainda mais devastadoras do que as nucleares.

De imediato, preocupa a possibilidade de que alguma dessas criações experimentais, inacabadas, escape do laboratório e passe a atuar livremente, quando então se conheceriam os efeitos nocivos não previstos.

Como até os trash movies podem antecipar a vida, seria algo próximo daquela aranha turbinada para crescer que foge do laboratório no filme Tarântula (1955, dirigido por Jack Arnold) e vai atingindo proporções descomunais -- com a diferença de que gigantesca seria a profusão de aranhas microscópicas em contínua replicação. Algo muito mais letal do que uma única criatura monstruosa.

A ficção foi atualizada pelo novelista Stephen King em A Dança da Morte (1978), sobre uma arma biológica que sai do controle e extermina quase toda a humanidade.

Falta, talvez, um livro e/ou filme sobre uma arma biológica que seja utilizada premeditadamente contra determinada população e acabe atingindo universo bem mais amplo.

Foi a hipótese fantasiosa que andou circulando sobre a aids: a de que teria sido criação de algum Dr. Silvana imperialista, para exterminar africanos.

De qualquer forma, temos mais é de pôr as barbas de molho: a energia nuclear também foi anunciada como solução energética, mas veio primeiro a utilização bélica e ela virou, isto sim, um enorme problema.

Tanto que a espécie humana esteve a um passo da extinção em 1962, quando da crise dos mísseis cubanos.


quinta-feira, 20 de maio de 2010

AFINIDADE - Marcelo Roque

Com a palavra me deito,
me levanto;
com ela faço amor
Em sua companhia me sento à mesa,
e nos fartamos,
de tudo aquilo que nos sobra
e nos é escasso
Juntos, conhecemos outros mundos,
outras línguas,
outros tempos
Conheço mais a mim mesmo,
e mais ainda, me desconheço
Somos assim, tão íntimos,
a ponto de misturar nossas roupas nas gavetas,
de calçar um, o sapato do outro,
e de tomarmos o mesmo banho
E tamanha é a nossa afinidade,
que somos até mesmo capazes de chegar ao extremo
de amar a mesma pessoa



Marcelo Roque

Chile e Itália: Prisão Perpétua e Extradição


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Carlos Alberto Lungarzo
Anistia Internacional (USA) – 2152711
O caso Battisti estimulou a polêmica, geralmente evitada, sobre a crueldade prisional de alguns países desenvolvidos, como a Itália, Israel e os Estados Unidos. Este problema preocupou os humanistas do século 20, como Jean-Paul Sartre e outros intelectuais da contracultura. Michel Foucault lhe dedicou sua militância concreta e vários livros. Num nível mais científico e racional, várias escolas de sociologia na Europa e nos Estados Unidos questionaram a legitimidade do direito de punir.
Lembro isto, porque a agência EFE acaba de anunciar que o Chile confirmou a prisão perpétua de Mauricio Hernández Norambuena, um dos sequestradores do publicitário brasileiro Washington Olivetto em 2001. Essa condenação não foi imposta por causa daquele sequestro, mas por dois fatos que aconteceram no Chile: outro sequestro (um magnata do jornalismo e agente da CIA) e o pretenso planejamento do homicídio de um jurista católico devotado a justificar legalmente o terrorismo de estado de Pinochet.
Pela mesma EFE soube, ao mesmo tempo, que Regivaldo Pereira Galvão, condenado a 30 anos de prisão por ser mandante do assassinato de Dorothy Stang em 2005, ganhou liberdade provisória, porque o Tribunal do Estado de Pará diz que ele possui domicílio conhecido e atividade lícita (!), podendo, então, recorrer em liberdade.
No Brasil, Norambuena foi condenado a 30 anos de prisão, que está cumprindo na prisão de Catanduvas (PR), num regime de extrema violação dos DH. Enquanto ele foi punido no Brasil pelo sequestro local (e não pelos delitos no Chile), Galvão é autor de um crime vinculado com genocídio. Eu sei que não existe genus de uma pessoa só, mas o caso da irmã Dorothy não está isolado, pois faz parte do planejamento de extermínio de camponeses montado pelos ruralistas, e já cobrou centenas de vítimas (Chico Mendes, as de Carajás, e muitas outras menos conhecidas).
Todos os crimes são igualmente graves? Se for assim, poderia simplificar-se o sistema legal-judicial, e fixar uma pena para todas as infrações, desde briga de rua até assassinato em massa? Estou oferecendo esta dica aos candidatos nas próximas eleições.
Neste artigo, quero fazer uma breve colocação fusionando dois problemas, que, apesar de ter implicações diferentes, estão relacionados pelo caso Norambuena.
' A parcialidade das condenações aplicadas no Brasil, de acordo com os interesses das elites na punição.
' A diferente atitude do Chile e da Itália no caso de extradição, comparando o caso de Norambuena com o de Cesare Battisti.
O Crime no Brasil
Em 2001, Norambuena e outros 5 estrangeiros sequestraram o publicitário W. Olivetto, e o mantiveram durante 53 dias em cativeiro, com o objetivo de resgate (v). Não foram denunciados tratos cruéis, além da privação da liberdade.
Ninguém precisa explicar como os sequestros são angustiantes para a vítima e os familiares. Todos nós imaginamos isso e também sabemos que alguns deles acabam em morte. Entretanto, uma pessoa não pode ser punida pelo crime que eventualmente teria cometido se aquele que cometeu fosse diferente. Isto é fazer direito-ficção. De fato, ninguém morreu nem foi ferido nesse sequestro.
Os ativistas de DH não somos unânimes sobre o uso da violência, e em nossas ONGs há várias tendências. Eu, pessoalmente, entendo que só é válida a violência defensiva, mesmo quando vai além da “reação imediata”, condição prevista em algumas fontes do direito internacional. Por exemplo, o sequestro do embaixador americano no Brasil tinha por objetivo a liberdade de ativistas políticos que estavam sendo torturados. Tratava-se de uma violência defensiva, não letal, de luta contra uma ditadura, e alvo do sequestro, que era um culpável direto dos crimes da ditadura, não sofreu danos especiais.
Numa sociedade dominada por uma ditadura sangrenta, os grupos de resistência podem atuar como substitutos dos corruptos e truculentos sistemas de polícia e de justiça do sistema, sem que isto gere uma tendência perversa de “fazer justiça por contra própria”. Se toda resistência violenta fosse considera “hedionda”, os milhões de resistentes contra o nazismo deveriam ter sido julgados e condenados por terrorismo!
Entretanto, o sequestro do publicitário não foi defensivo, e deve ser considerado um delito comum, não associado a um objetivo político claro, já que a vítima não tinha relação com as ditaduras, e o Chile era governado agora por uma semidemocracia. Então, era justo aplicar alguma forma de punição.
O TJ de São Paulo, citado várias vezes nos relatórios de Anistia Internacional como protetor de terroristas de estado, e realizador das vinganças dos poderosos, tinha inicialmente sentenciado os 6 membros do grupo a 16 anos de cadeia, mas posteriormente mudou a condenação para 30 anos. Informações oficiosas da época mencionam a “pressão” (moral?) para conseguir uma retaliação à altura da relevância social da vítima. A condenação se baseia somente no delito de sequestro.
Atualmente, existem algumas denúncias, que as ONGs de Direitos Humanos não parecem ter visto, sobre os atos de sadismo usados no RDD, o Regime Disciplinar Diferenciado, ou, dito mais claramente, o sistema oficial de tomento psicológico para provocar danos irreversíveis no réu. Os organismos oficiais e paraoficiais ditos “de DH” foram criados na para conter as demandas dos autênticos ativistas; não causa surpresa, então, sua indiferença. Mas, preocupa que os movimentos independentes pareçam indiferentes.
No caso de Norambuena, sua família tem denunciado que as condições sub-humanas da reclusão o estão conduzindo a um estado limite de crise psicológica.
Além disso, o sistema judicial-prisional não está cumprindo a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de transferir os sequestradores de Olivetto para regime semiaberto a partir de 2007 (v). Seja ou não justa a condenação inicial, o concreto é que em outubro de 2005, a 6ª turma do STJ concedeu o benefício da progressão. Isto foi uma aceitação do argumento de um dos ministros, Júlio Neves, de que a lei de crimes hediondos era anti-constituicional.
Então, vejamos a situação de maneira esquemática:
Caso Norambuena:
Quem é: Ex militante político de esquerda. Ações famosas: projeto de alto risco para derrubar a ditadura de Pinochet no Chile.
Crime no Brasil: Sequestro por 53 dias sem lesões nem mortes.
Vítima: Um alto representante do empresariado nacional.
Condenação: Máxima. Trinta anos de prisão sem recurso em RDD.
Caso Pereira Galvão:
Quem é: Membro de um grupo ruralista empenhado no massacre de ativistas sociais.
Crime no Brasil: Mandante de assassinato premeditado com requintes de violência.
Vítima: Uma ativista estrangeira pelos direitos dos camponeses.
Condenação: Trinta anos de prisão com direito de recorrer em liberdade.
Podemos estar em contra ou a favor desta situação, mas ninguém pode refutar um fato objetivo: nossa justiça se mantém (embora em menos de 100% dos casos) numa espécie de direito censitário e na punição como vingança social.
O Chile e a Itália: Duas Atitudes
Num artigo de hoje, Celso Lungaretti (v), compara a sinceridade dos poderes públicos chilenos (que tornaram pública a sentença a prisão perpétua de Norambuena), com a tortuosidade dos italianos, que quiseram convencer o Brasil de que fariam um “desconto” à condenação de Battisti, reduzindo a prisão perpétua para 26 anos.
O ministro da justiça italiano, encarado pelo clube de familiares das “chamadas vítimas da subversão” (na maioria dos casos, repressores que morreram em troca de fogo com resistentes), tranquilizou os reclamantes, lhes garantiu que Battisti cumpriria prisão até o último instante de sua vida, e até se permitiu reconhecer que estava enganando as autoridades brasileiras com o objetivo de acelerar a extradição.
Lungaretti cita a Dalmo Dallari, que tocou no ponto sensível da questão, ao lembrar que a condena de Battisti tinha transitado totalmente na justiça, e que o governo italiano não podia alterar a decisão judicial por respeito à divisão de poderes. Por sua vez, a própria justiça não poderia reabrir o caso. A única possibilidade seria que, em algum momento de sua prisão, o réu fosse indultado. Esta hipótese, provável ou não, nunca pode ser exigida num convênio sério sobre entrega de extraditandos, porque seu cumprimento depende de fatores imprevisíveis num futuro talvez remoto.
Esta observação realça ainda a lisura de Chile. Se este país quisesse obter a extradição e, para tanto, decidisse enganar o Brasil, poderia ter evitado que se aplicasse uma condenação a prisão perpétua, e se teria cingido aos 30 anos aplicados no Brasil. Lungaretti está certo ao reconhecer na justiça chilena certo sentido ético do qual carece a italiana. Entretanto, esta transparência não deve criar ilusões muito exageradas sobre a equanimidade do sistema jurídico de nosso vizinho.
A prisão perpétua é uma punição atroz, que depois de 20 anos de governos democráticos (mesmo que sejam precários e condicionados pelo aparelho militar-policial), Chile deveria ter derrogado. Deve lembrar-se que o avanço do humanismo judicial no Chile é lento. O país se tornou abolicionista da pena de morte só em 2001, e ainda hoje é (como também o Brasil) retencionista para casos de crimes de guerra. Aliás, a última execução aconteceu há apenas 25 anos.
No caso específico de Norambuena, o Chile tem o direito de considerar a morte de Jaime Guzmán como um homicídio planejado, mas não deve esquecer sua componente política. Guzmán era o artífice jurídico do modelo neofascista de Pinochet. Além disso, o sequestro de Cristian Edwards em 1991, embora fosse injustificado, não produziu danos perceptíveis na vítima, salvo, como em todos os sequestrados ou prisioneiros, medo, apreensão e insegurança.
O sequestro de Edwards foi um crime comum, mas ele não pode ser reprimido com prisão perpétua. Ou, então, qual é a condenação que se aplicaria a um assassino serial ou massivo? Parece que estamos na hipótese de que todos os crimes são equivalentes, à qual me referi no começo deste artigo.
Além disso, a condenação tem de considerar quanto risco representa o réu para a segurança da sociedade. Norambuena deixou, quase com certeza, de constituir uma ameaça para a comunidade chilena. Finalmente, o sistema democrático, que até a eleição recente de Piñera, esteve gerido por uma aliança que se considerava, com certo otimismo, de centro-esquerda, ignora os serviços prestados por Norambuena na luta contra Pinochet. Com efeito, Norambuena planejou um ataque, com enorme risco para sua própria vida, para neutralizar o sinistro ditador (v). O ataque falou, mas foi o único grande projeto para acabar com a ditadura, enquanto democratas cristãos e ex membros da Unidade Popular esmolavam (mais decorosamente que no Brasil, isso é verdade) por uma abertura democrática.

DA DERRUBADA DAS GRADES À DERRUBADA DAS PAREDES

Horário: 26 maio 2010 de 15:00 a 17:00
Local: UMAPAZ - Univ. Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz

Situada em bairro de alta heterogeneidade social e cultural, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Desembargador Amorim Lima teve, ao longo dos anos, o privilégio de receber também uma clientela heterogênea e múltipla, apresentando problemas centrais de indisciplina, alto índice de falta dos alunos e aulas vagas, devido à elevada ausência de professores.

Para reverter esse quadro, a pedido do Conselho de Escola, a psicóloga Rosely Sayão formulou e apresentou, em setembro de 2003, uma proposta de assessoria, no sentido de se ir implantando, na Amorim Lima, dispositivos inspirados no Projeto Fazer a Ponte, Escola Portuguesa.

No dia 26 de maio, às 15h, a UMAPAZ receberá a pedagoga e diretora da EMEF Amorim Lima para falar sobre essa experiência, abordando as bases conceituais da aprendizagem, do currículo e dos valores que fundamentam o projeto ali implantado.

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Palestra – “Da derrubada das grades à derruba das paredes”

Palestrante: Ana Elisa Siqueira

Coordenação: Shirley Dayse Gomes Pellicciari

Público focalizado: educadores, pedagogos, professores, psicopedagogos, psicólogos e profissionais da educação.

Participação gratuita
Não é preciso se inscrever. Pedimos chegar com 15 minutos de antecedência.
http://romanticos-conspiradores.ning.com/events/event/show?id=2765393%3AEvent%3A19010&xg_source=msg_invite_event
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22 de maio: Mundo celebra a biodiversidade

No Brasil, Rede Virtual e 15 jardins zoológicos puxam as festividades
Para essa turminha, conhecer a diversidade da vida, ou biodiversidade, é também divertido: As
crianças que chegam ao Zoo são convidadas a fazer e se transformar na biodiversidade brasileira.
Capivaras, onças, lobos-guarás, saguis, tamanduás, quatis, urubus-reis, papagaios, gaviões reais e
corujas. Vestidinhas com máscaras dos bichos de nossa fauna, que elas mesmas montaram, elas
aprendem sobre seus hábitos, curiosidades e desafios para a conservação. No dia 22 de maio,
sábado, essa cena se repetirá em 15 jardins zoológicos espalhados pelo Brasil e no jardim botânico
de Manaus com cerca de 20 mil crianças. As máscaras são do livro “Máscaras da fauna brasileira –
Faces para o ensino e divulgação da ecologia, etologia, zoologia e educação ambiental” de autoria de
Daniele Cristina de Souza e Antônio Fernandes Nascimento Júnior, ainda inédito.
Na Avenida Paulista, em São Paulo, haverá caminhada pela biodiversidade e pelo clima no Parque
Trianon. As pessoas que passarão pela calçada em frente ao MASP no sábado de manhã serão
convidadas de forma criativa a uma aventura na floresta, que está logo ali, no Parque Trianon, onde
obras de arte e espécies da Mata Atlântica encantarão a todos.
Em Padre Bernardo, Goiás, as mulheres do grupo Sabor do Cerrado guiam convidados pelo Cerrado,
e ensinam como fazer a biodiversidade virar quitutes deliciosos.
Em comemoração ao Dia da Biodiversidade e do Dia da Mata Atlântica, o Ministério do Meio
Ambiente, em parceria com o Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e a Rede
de ONGs da Mata Atlântica, e com apoio da GTZ e KfW, está organizando em São Paulo, SP, o
“Seminário sobre Sustentabilidade e Conservação da Mata Atlântica” para comemorar o Dia
Nacional da Mata Atlântica e o Dia Internacional da Biodiversidade.
E não pára por aí: na Internet, a Rede Dia da Biodiversidade 2010
(www.diadabiodiversidade.ning.com) reúne os internautas que pretendem celebrar a biodiversidade
das mais variadas formas, do plantio de mudas a rodas de histórias com estudantes, de eventos
acadêmicos a manifestações.
Em um país tão complexo e de grande porte como o Brasil, qualquer estratégia para celebrar o Dia
da Biodiversidade teria de ser distribuída pelos diferentes biomas, envolver diversos setores da
sociedade e ser vista por milhões de pessoas. A estratégia adotada combina eventos educativos e
culturais que valorizam a importância da biodiversidade, onde pode ser vista (jardins zoológicos,
jardins botânicos e parques) e Internet (tecnologias interativas de ferramentas da Web 2.0, como
redes sociais e blogs), chamando a atenção da mídia e, espera-se, TV e rádio. A promoção é uma
parceria do Ministério do Meio Ambiente, GTZ, KfW, governo alemão, Revista Geo Brasil, Fundo
Brasileiro para a Biodiversidade – Funbio, WWF-Brasil, Instituto Sociedade, População e Natureza –
ISPN, e Sociedade Zoológica Brasileira, com a participação importante de 15 jardins zoológicos
brasileiros, Jardim Botânico Adolpho Ducke de Manaus e Movimento Aquecimento Global I Care.
Brasil: Mega e diverso
Os 8,5 milhões de quilômetros quadrados do Brasil representam quase a metade da América do Sul,
abrangem uma das maiores regiões tropicais costeiras do mundo, e seis biomas: florestas tropicais
úmidas predominam nos biomas Amazônia e Mata Atlântica; floresta seca é a vegetação original na
maioria do bioma Caatinga; savanas cobriam a maior parte do bioma Cerrado; as maiores áreas
úmidas do mundo estão no bioma Pantanal; e pradarias predominam na região mais meridional do
Brasil, no bioma Pampa. Em cada um desses biomas, o Brasil conta com índices recordes no número
de espécies. Estima-se que mais de 20% das espécies do mundo ocorrem no Brasil.
Infelizmente, muitas das espécies nativas do Brasil estão ameaçadas pela expansão da agricultura e
pastagens. Várias medidas foram tomadas para reduzir a taxa de perda de biodiversidade no país,
inclusive uma expansão recorde do sistema de áreas protegidas pelo governo federal e governos
estaduais, com apoio de ONGs, fundos e governos internacionais, como do governo da Alemanha.
Os resultados podem ser vistos, por exemplo, na grande redução da taxa de desmatamento na
Amazônia. No entanto, cerca de 190 milhões de pessoas buscam melhoria das condições
socioeconômicas e o país enfrenta o desafio de promover o desenvolvimento, mantendo (e sabendo
aproveitar) a imensa riqueza biológica e a riqueza associada a culturas e modos de vida tradicionais:
a sociodiversidade.
As maiores taxas de desmatamento ocorrem na Amazônia e no Cerrado, onde o conflito entre
desenvolvimento e conservação é mais sentido, e onde soluções criativas, que envolvem
conhecimentos tradicionais e biodiversidade, são mais comuns. No entanto, a maioria dos brasileiros
vive em áreas urbanas localizadas no bioma Mata Atlântica, onde restam apenas fragmentos
ameaçados da floresta.
O Ano Internacional da Biodiversidade: muito a ser feito ainda
2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade e é também o ano em que vence uma das principais
metas da Convenção da Diversidade Biológica, assinada na Conferência sobre Meio Ambiente e
Desenvolvimento (Rio 92), de reduzir, significativamente, a extinção das espécies. A mesma meta
existe no âmbito dos Objetivos do Milênio. O Brasil fez, nos últimos anos, avanços significativos
quanto à conservação da natureza, mas a perda da biodiversidade continua e essa riqueza continua
pouco aproveitada pelo país. Este é o ano de fazer uma avaliação sobre o sucesso das políticas de
conservação, uso sustentável e geração e distribuição dos benefícios da biodiversidade, no Brasil e
no mundo, e educar a sociedade sobre o valor da biodiversidade.
Serviço
Dia da Biodiversidade no Zoo - 22 de maio em 15 Zoológicos brasileiros. Veja a lista: Zoológico de
Bauru – SP, Zoológico de Brasília – DF, Zoológico Tropical Hotel de Manaus – AM, Zoológico de Ilha
Solteira - SP, Zoológico de São Bernardo do Campo - SP, Zoológico de Belo Horizonte – MG,
Zoológico de Porto Alegre – RS, Parque Cyro Gevaerd / Zoo de Balneário Camboriu – SC, Zoológico
de Curitiba – PR, Parque Zoológico Mangal das Garças – PA, Gramado – RS, Zoológico de João Pessoa
– PB, Zoológico de Recife – PB, Parque Ambiental Chico Mendes – ACRE e Zoológico de São Carlos –
SP. Confira a programação em cada zoo. As atividades podem ocorrer só no dia 22, ou se prolongar
por mais dias. Alguns zoos estão abrindo para escolas. Outros estão adicionando atividades culturais.
Além dessas atividades, o Zoológico de Brasília e o Zoológico de Frankfurt/Main, Alemanha,
aproveitam o grande dia da Biodiversidade para estreitar sua cooperação: os diretores dos dois zoos
assinarão um termo de parceria promovendo o intercambio científico e em educação ambiental para
a conservação da biodiversidade.
Qual a biodiversidade do Jardim Botânico de Manaus? O Jardim Botânico Adolpho Ducke de
Manaus realizará no dia 22 de maio uma mostra da biodiversidade encontrada na Reserva Ducke.
Além das máscaras, haverá uma diversidade de pesquisadores, incluindo especialistas em formigas,
sapos, pássaros, borboletas, outros invertebrados, lagartos, plantas, peixes e invertebrados
aquáticos, mamíferos, etc.
Biodiversidade na Paulista - Movimento Aquecimento Global I Care - 22 de maio - São Paulo.
Manifestação na Av. Paulista, em frente ao MASP, com passeio pelo Parque Trianon, das 10 às 13hs.
Evento Eco-Gastrômico no Cerrado - Dia 22 de maio - Padre Bernardo (GO) - 80 km de Brasília.
Passeio no Cerrado, preparação de alimentos e degustação com o grupo Sabor do Cerrado. Vagas
limitadas.
Seminário sobre Sustentabilidade e Conservação da Mata Atlântica dia 22 de maio de 2010, no
Auditório do Museu Afro Brasil, Av. Pedro Álvares Cabral, Portão 10, Parque Ibirapuera em São
Paulo, SP. O Seminário será aberto pela Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Informações
 Andreas Gettkant (GTZ) - Tel: 61 2028-2150 ou 2148 e E-mail: andreas.gettkant@gtz.de
 Ronaldo Weigand Jr. (consultor) – Tel: 61 8166-6074 e E-mail: ronaldo@naveterra.net
 Editora Escala - Julia Furquim - Tel.: 11 3855-2126 e E-mail: julia.furquim@escala.com.br
www.diadabiodiversidade.ning.com


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EXTRADIÇÃO: CHILE JOGA LIMPO, A ITÁLIA TRAPACEIA

Você compraria um carro usado deste homem?

O nosso maior jurista vivo, Dalmo Dallari, já apontou como "obstáculo intransponível" à extradição do escritor Cesare Battisti o fato de que a promessa italiana de reduzir a pena de prisão perpétua a que ele está condenado para detenção de 30 anos, adequando-a à exigência brasileira, é impossível de ser cumprida:
"...a Constituição brasileira (...) dispõe que 'não haverá pena de caráter perpétuo'. Ora, o tribunal italiano que julgou Battisti condenou-o à pena de prisão perpétua. Essa decisão transitou em julgado, e o governo italiano não tem competência jurídica para alterá-la, para impor uma pena mais branda, como vem sendo sugerido por membros daquele governo. A Constituição da Itália consagra a separação dos Poderes e assim como o presidente da República do Brasil está obrigado a obedecer a Constituição brasileira o mesmo se aplica ao governo da Itália, em relação à Constituição italiana".
Trocando em miúdos, simplesmente não existe dispositivo legal que permita à Itália alterar uma sentença que já se tornou definitiva. Ponto final.

Mas, o relator do caso no Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, aceitou a promessa vazia italiana. E nem sequer levou em conta o fato de que o próprio ministro da Justiça daquele país, Clemente Mastella, admitiu o logro ao conversar com integrantes da Aiviter, organização que reúne parentes de reais ou supostas vítimas de ações armadas da esquerda nos anos de chumbo.

Encostado na parede por esses inimigos figadais dos ultras, Mastella confessou ter prometido às nossas autoridades que a pena máxima seria de 30 anos "apenas para acalmar os brasileiros, para que deixem de criar problemas e o extraditem de uma vez".

E foi além o boquirroto Mastella:
"O palhaço vai ficar na cadeia a vida toda. Eu falei isso apenas para f... os brasileiros".
Peluso não leu nada disso? Ignora, candidamente, que a Itália tenta tornar o Brasil cúmplice do SEQUESTRO de Cesare Battisti, impondo-nos terrível humilhação? Que cada um tire suas conclusões.

O certo é que, enquanto os italianos tentam nos fazer de tolos, os chilenos agem com correção e transparência.

Pediram a extradição de Mauricio Hernández Norambuena, que está preso no Brasil por haver liderado o sequestro do publicitário Washington Olivetto em 2001.

Foram informados de que só obteriam a extradição caso a pena de Norambuena no Chile não ultrapassasse 30 anos.

Confirmaram nesta 4ª feira (19) sua condenação à prisão perpétua.

Ou seja, o Chile mantém a decisão de sua Justiça, mesmo que isto implique a impossibilidade de Norambuena cumprir a pena.

Mas, claro, a dignidade chilena é simplesmente inalcançável para os Berlusconis da vida.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

SP PODE REVERENCIAR MEMÓRIA DOS MORTOS E DESAPARECIDOS POLÍTICOS

O deputado Carlos Giannazi acaba de propor à Assembléia Legislativa paulista a instituição do Dia Estadual de Memória dos Mortos e Desaparecidos Políticos no Estado de São Paulo, a ser comemorado em 4 de setembro.

A data é aquela em que, no ano de 1990, foi aberta a vala do cemitério clandestino de Perus, um dos locais utilizados pela repressão da ditadura de 1964/85 para dar sumiço nos restos mortais dos resistentes que assassinava.

Na justificativa, Giannazi qualifica os desaparecimentos forçados de "forma covarde e violenta de repressão política na América Latina", onde mais de 90 mil pessoas tiveram tal destino. E depois entra no nosso caso:
"No Brasil, durante o período da ditadura militar, o número chega a quase 400 pessoas, dentre as mortas e as desaparecidas. A violência, que ainda hoje assusta o País, (...) tem raízes em nosso passado escravista e paga tributo às duas ditaduras do século 20. Jogar luz no período de sombras e abrir todas as informações sobre violações de Direitos Humanos ocorridas no último ciclo ditatorial são imperativos urgentes de uma nação que se pretende verdadeiramente democrática".
O deputado do PSOL informa que colheu informações para orientar o seu projeto no site Mortos e Desaparecidos Políticos, organizado pelo Centro de Documentação Eremias Delizoicov e a Comissão de Familiares dos Mortos e Desaparecidos Políticos, cuja listagem de vítimas da ditadura militar contém os 379 nomes abaixo:
  1. Abelardo Rausch Alcântara
  2. Abílio Clemente Filho
  3. Aderval Alves Coqueiro
  4. Adriano Fonseca Filho
  5. Afonso Henrique Martins Saldanha
  6. Albertino José de Oliveira
  7. Alberto Aleixo
  8. Alceri Maria Gomes da Silva
  9. Aldo de Sá Brito Souza Neto
  10. Alex de Paula Xavier Pereira
  11. Alexander José Ibsen Voeroes
  12. Alexandre Vannucchi Leme
  13. Alfeu de Alcântara Monteiro
  14. Almir Custódio de Lima
  15. Aluísio Palhano Pedreira Ferreira
  16. Amaro Luíz de Carvalho
  17. Ana Maria Nacinovic Corrêa
  18. Ana Rosa Kucinski Silva
  19. Anatália de Souza Melo Alves
  20. André Grabois
  21. Ângelo Arroyo
  22. Ângelo Cardoso da Silva
  23. Ângelo Pezzuti da Silva
  24. Antogildo Pacoal Vianna
  25. Antônio Alfredo de Lima
  26. Antônio Benetazzo
  27. Antônio Carlos Bicalho Lana
  28. Antônio Carlos Monteiro Teixeira
  29. Antônio Carlos Nogueira Cabral
  30. Antônio Carlos Silveira Alves
  31. Antônio de Pádua Costa
  32. Antônio dos Três Reis Oliveira
  33. Antônio Ferreira Pinto (Alfaiate)
  34. Antônio Guilherme Ribeiro Ribas
  35. Antônio Henrique Pereira Neto (Padre Henrique)
  36. Antônio Joaquim Machado
  37. Antonio Marcos Pinto de Oliveira
  38. Antônio Raymundo Lucena
  39. Antônio Sérgio de Mattos
  40. Antônio Teodoro de Castro
  41. Ari da Rocha Miranda
  42. Ari de Oliveira Mendes Cunha
  43. Arildo Valadão
  44. Armando Teixeira Frutuoso
  45. Arnaldo Cardoso Rocha
  46. Arno Preis
  47. Ary Abreu Lima da Rosa
  48. Augusto Soares da Cunha
  49. Áurea Eliza Pereira Valadão
  50. Aurora Maria Nascimento Furtado
  51. Avelmar Moreira de Barros
  52. Aylton Adalberto Mortati
  53. Benedito Gonçalves
  54. Benedito Pereira Serra
  55. Bergson Gurjão Farias
  56. Bernardino Saraiva
  57. Boanerges de Souza Massa
  58. Caiuby Alves de Castro
  59. Carlos Alberto Soares de Freitas
  60. Carlos Eduardo Pires Fleury
  61. Carlos Lamarca
  62. Carlos Marighella
  63. Carlos Nicolau Danielli
  64. Carlos Roberto Zanirato
  65. Carlos Schirmer
  66. Carmem Jacomini
  67. Cassimiro Luiz de Freitas
  68. Catarina Abi-Eçab
  69. Célio Augusto Guedes
  70. Celso Gilberto de Oliveira
  71. Chael Charles Schreier
  72. Cilon da Cunha Brun
  73. Ciro Flávio Salasar Oliveira
  74. Cloves Dias Amorim
  75. Custódio Saraiva Neto
  76. Daniel José de Carvalho
  77. Daniel Ribeiro Callado
  78. David Capistrano da Costa
  79. David de Souza Meira
  80. Dênis Casemiro
  81. Dermeval da Silva Pereira
  82. Devanir José de Carvalho
  83. Dilermano Melo Nascimento
  84. Dimas Antônio Casemiro
  85. Dinaelza Soares Santana Coqueiro
  86. Dinalva Oliveira Teixeira
  87. Divino Ferreira de Souza
  88. Divo Fernandes de Oliveira
  89. Djalma Carvalho Maranhão
  90. Dorival Ferreira
  91. Durvalino de Souza
  92. Edgard Aquino Duarte
  93. Edmur Péricles Camargo
  94. Edson Luis de Lima Souto
  95. Edson Neves Quaresma
  96. Edu Barreto Leite
  97. Eduardo Antônio da Fonseca
  98. Eduardo Collen Leite (Bacuri)
  99. Eduardo Collier Filho
  100. Eiraldo Palha Freire
  101. Elmo Corrêa
  102. Elson Costa
  103. Elvaristo Alves da Silva
  104. Emanuel Bezerra dos Santos
  105. Enrique Ernesto Ruggia
  106. Epaminondas Gomes de Oliveira
  107. Eremias Delizoicov
  108. Eudaldo Gomes da Silva
  109. Evaldo Luiz Ferreira de Souza
  110. Ezequias Bezerra da Rocha
  111. Félix Escobar Sobrinho
  112. Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira
  113. Fernando Augusto Valente da Fonseca
  114. Fernando Borges de Paula Ferreira
  115. Fernando da Silva Lembo
  116. Flávio Carvalho Molina
  117. Francisco das Chagas Pereira
  118. Francisco Emanoel Penteado
  119. Francisco José de Oliveira
  120. Francisco Manoel Chaves
  121. Francisco Seiko Okama
  122. Francisco Tenório Júnior
  123. Frederico Eduardo Mayr
  124. Gastone Lúcia Carvalho Beltrão
  125. Gelson Reicher
  126. Geraldo Magela Torres Fernandes da Costa
  127. Gerosina Silva Pereira
  128. Gerson Theodoro de Oliveira
  129. Getúlio de Oliveira Cabral
  130. Gilberto Olímpio Maria
  131. Gildo Macedo Lacerda
  132. Grenaldo de Jesus da Silva
  133. Guido Leão
  134. Guilherme Gomes Lund
  135. Hamilton Fernando da Cunha
  136. Helber José Gomes Goulart
  137. Hélcio Pereira Fortes
  138. Helenira Rezende de Souza Nazareth
  139. Heleny Telles Ferreira Guariba
  140. Hélio Luiz Navarro de Magalhães
  141. Henrique Cintra Ferreira de Ornellas
  142. Higino João Pio
  143. Hiran de Lima Pereira
  144. Hiroaki Torigoe
  145. Honestino Monteiro Guimarães
  146. Iara Iavelberg
  147. Idalísio Soares Aranha Filho
  148. Ieda Santos Delgado
  149. Íris Amaral
  150. Ishiro Nagami
  151. Ísis Dias de Oliveira
  152. Ismael Silva de Jesus
  153. Israel Tavares Roque
  154. Issami Nakamura Okano
  155. Itair José Veloso
  156. Iuri Xavier Pereira
  157. Ivan Mota Dias
  158. Ivan Rocha Aguiar
  159. Jaime Petit da Silva
  160. James Allen da Luz
  161. Jana Moroni Barroso
  162. Jane Vanini
  163. Jarbas Pereira Marques
  164. Jayme Amorim Miranda
  165. Jeová Assis Gomes
  166. João Alfredo Dias
  167. João Antônio Abi-Eçab
  168. João Barcellos Martins
  169. João Batista Franco Drummond
  170. João Batista Rita
  171. João Bosco Penido Burnier (Padre)
  172. João Carlos Cavalcanti Reis
  173. João Carlos Haas Sobrinho
  174. João Domingues da Silva
  175. João Gualberto Calatroni
  176. João Leonardo da Silva Rocha
  177. João Lucas Alves
  178. João Massena Melo
  179. João Mendes Araújo
  180. João Roberto Borges de Souza
  181. Joaquim Alencar de Seixas
  182. Joaquim Câmara Ferreira
  183. Joaquim Pires Cerveira
  184. Joaquinzão
  185. Joel José de Carvalho
  186. Joel Vasconcelos Santos
  187. Joelson Crispim
  188. Jonas José Albuquerque Barros
  189. Jorge Alberto Basso
  190. Jorge Aprígio de Paula
  191. Jorge Leal Gonçalves Pereira
  192. Jorge Oscar Adur (Padre)
  193. José Bartolomeu Rodrigues de Souza
  194. José Campos Barreto
  195. José Carlos Novaes da Mata Machado
  196. José de Oliveira
  197. José de Souza
  198. José Ferreira de Almeida
  199. José Gomes Teixeira
  200. José Guimarães
  201. José Huberto Bronca
  202. José Idésio Brianezi
  203. José Inocêncio Pereira
  204. José Júlio de Araújo
  205. José Lavechia
  206. José Lima Piauhy Dourado
  207. José Manoel da Silva
  208. José Maria Ferreira Araújo
  209. José Maurílio Patrício
  210. José Maximino de Andrade Netto
  211. José Mendes de Sá Roriz
  212. José Milton Barbosa
  213. José Montenegro de Lima
  214. José Porfírio de Souza
  215. José Raimundo da Costa
  216. José Roberto Arantes de Almeida
  217. José Roberto Spiegner
  218. José Roman
  219. José Sabino
  220. José Silton Pinheiro
  221. José Soares dos Santos
  222. José Toledo de Oliveira
  223. José Wilson Lessa Sabag
  224. Juarez Guimarães de Brito
  225. Juarez Rodrigues Coelho
  226. Kleber Lemos da Silva
  227. Labib Elias Abduch
  228. Lauriberto José Reyes
  229. Líbero Giancarlo Castiglia
  230. Lígia Maria Salgado Nóbrega
  231. Lincoln Bicalho Roque
  232. Lincoln Cordeiro Oest
  233. Lourdes Maria Wanderley Pontes
  234. Lourenço Camelo de Mesquita
  235. Lourival de Moura Paulino
  236. Lúcia Maria de Souza
  237. Lucimar Brandão
  238. Lúcio Petit da Silva
  239. Luís Alberto Andrade de Sá e Benevides
  240. Luís Almeida Araújo
  241. Luís Antônio Santa Bárbara
  242. Luís Inácio Maranhão Filho
  243. Luis Paulo da Cruz Nunes
  244. Luiz Affonso Miranda da Costa Rodrigues
  245. Luiz Carlos Almeida
  246. Luiz Eduardo da Rocha Merlino
  247. Luiz Eurico Tejera Lisbôa
  248. Luiz Fogaça Balboni
  249. Luiz Gonzaga dos Santos
  250. Luíz Guilhardini
  251. Luiz Hirata
  252. Luiz José da Cunha
  253. Luiz Renato do Lago Faria
  254. Luiz Renato Pires de Almeida
  255. Luiz Renê Silveira e Silva
  256. Luiz Vieira
  257. Luíza Augusta Garlippe
  258. Lyda Monteiro da Silva
  259. Manoel Aleixo da Silva
  260. Manoel Fiel Filho
  261. Manoel José Mendes Nunes de Abreu
  262. Manoel Lisboa de Moura
  263. Manoel Raimundo Soares
  264. Manoel Rodrigues Ferreira
  265. Manuel Alves de Oliveira
  266. Manuel José Nurchis
  267. Márcio Beck Machado
  268. Marco Antônio Brás de Carvalho
  269. Marco Antônio da Silva Lima
  270. Marco Antônio Dias Batista
  271. Marcos José de Lima
  272. Marcos Nonato Fonseca
  273. Margarida Maria Alves
  274. Maria Ângela Ribeiro
  275. Maria Augusta Thomaz
  276. Maria Auxiliadora Lara Barcelos
  277. Maria Célia Corrêa
  278. Maria Lúcia Petit da Silva
  279. Maria Regina Lobo Leite de Figueiredo
  280. Maria Regina Marcondes Pinto
  281. Mariano Joaquim da Silva
  282. Marilena Villas Boas
  283. Mário Alves de Souza Vieira
  284. Mário de Souza Prata
  285. Maurício Grabois
  286. Maurício Guilherme da Silveira
  287. Merival Araújo
  288. Miguel Pereira dos Santos
  289. Milton Soares de Castro
  290. Míriam Lopes Verbena
  291. Neide Alves dos Santos
  292. Nelson de Souza Kohl
  293. Nelson José de Almeida
  294. Nelson Lima Piauhy Dourado
  295. Nestor Veras
  296. Newton Eduardo de Oliveira
  297. Nilda Carvalho Cunha
  298. Nilton Rosa da Silva (Bonito)
  299. Norberto Armando Habeger
  300. Norberto Nehring
  301. Odijas Carvalho de Souza
  302. Olavo Hansen
  303. Onofre Pinto
  304. Orlando da Silva Rosa Bonfim Júnior
  305. Orlando Momente
  306. Ornalino Cândido da Silva
  307. Orocílio Martins Gonçalves
  308. Osvaldo Orlando da Costa
  309. Otávio Soares da Cunha
  310. Otoniel Campo Barreto
  311. Pauline Reichstul
  312. Paulo César Botelho Massa
  313. Paulo Costa Ribeiro Bastos
  314. Paulo de Tarso Celestino da Silva
  315. Paulo Mendes Rodrigues
  316. Paulo Roberto Pereira Marques
  317. Paulo Stuart Wright
  318. Pedro Alexandrino de Oliveira Filho
  319. Pedro Carretel
  320. Pedro Domiense de Oliveira
  321. Pedro Inácio de Araújo
  322. Pedro Jerônimo de Souza
  323. Pedro Ventura Felipe de Araújo Pomar
  324. Péricles Gusmão Régis
  325. Raimundo Eduardo da Silva
  326. Raimundo Ferreira Lima
  327. Raimundo Gonçalves Figueiredo
  328. Raimundo Nonato Paz
  329. Ramires Maranhão do Vale
  330. Ranúsia Alves Rodrigues
  331. Raul Amaro Nin Ferreira
  332. Reinaldo Silveira Pimenta
  333. Roberto Cieto
  334. Roberto Macarini
  335. Roberto Rascardo Rodrigues
  336. Rodolfo de Carvalho Troiano
  337. Ronaldo Mouth Queiroz
  338. Rosalindo Souza
  339. Rubens Beirodt Paiva
  340. Rui Osvaldo Aguiar Pftzenreuter
  341. Ruy Carlos Vieira Berbert
  342. Ruy Frazão Soares
  343. Santo Dias da Silva
  344. Sebastião Gomes da Silva
  345. Sérgio Correia
  346. Sérgio Landulfo Furtado
  347. Severino Elias de Melo
  348. Severino Viana Colon
  349. Sidney Fix Marques dos Santos
  350. Silvano Soares dos Santos
  351. Soledad Barret Viedma
  352. Sônia Maria Lopes de Moraes Angel Jones
  353. Stuart Edgar Angel Jones
  354. Suely Yumiko Kanayama
  355. Telma Regina Cordeiro Corrêa
  356. Therezinha Viana de Assis
  357. Thomaz Antônio da Silva Meirelles Neto
  358. Tito de Alencar Lima (Frei Tito)
  359. Tobias Pereira Júnior
  360. Túlio Roberto Cardoso Quintiliano
  361. Uirassu de Assis Batista
  362. Umberto Albuquerque Câmara Neto
  363. Valdir Sales Saboya
  364. Vandick Reidner Pereira Coqueiro
  365. Victor Carlos Ramos
  366. Virgílio Gomes da Silva
  367. Vítor Luíz Papandreu
  368. Vitorino Alves Moitinho
  369. Vladimir Herzog
  370. Walkíria Afonso Costa
  371. Walter de Souza Ribeiro
  372. Walter Kenneth Nelson Fleury
  373. Walter Ribeiro Novaes
  374. Wânio José de Mattos
  375. Wilson Silva
  376. Wilson Souza Pinheiro
  377. Wilton Ferreira
  378. Yoshitane Fujimori
  379. Zuleika Angel Jones

CAMINHADA PELO ANO DA BIODIVERSIDADE NO PARQUE TRIANON,EM SÃO PAULO,DIA 22 DE MAIO.

PARTICIPE DESTE EVENTO E TRAGA SUA FAMILIA, ESCOLA E AMIGOS

May 19, 2010 
Aqui vão infos sobre a Caminhada e Ação pelo Clima de sabado dia 22 de maio de 2010-
no Parque Trianon -SP- das 10 - 13hs
Agradeço a divulgação e a sua participação
Abração
Ethel Weitzman
Movimento Aquecimento Global- I Care-Eu me Importo!
agicare@hotmail.com


Evento para celebrar o Ano da Biodiversidade onde nosso movimento se une à Rede da Biodiversidade 2010 com o objetivo de conscientizar a população sobre a riqueza da biodiversidade, valorizar o conhecimento e a preservação da natureza.
A Rede Dia da Biodiversidade 2010 é uma parceria entre Ministério do Meio Ambiente, governo alemão, GTZ, KFW, Revista GEO, Movimento Aquecimento Global- I Care – Eu me Importo! e organizações não governamentais brasileiras, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN). http://diadabiodiversidade.ning.com/
APOIOS- ABRADIC : ASSOCIAÇÃO BASILEIRA DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA, NÚCLEO NJR - ECA USP - REDE DIA DA BIODIVERSIDADE 2010
Podcast do Movimento: http://aquecimentoglobalicare.podomatic.com
Facebook: Movimentoaquecimentoglobalicare
Twitter: gwarminigicare
Orkut- Comunidades: Movimento Aquecimento Global- I Care
Pretendemos desenvolver as seguintes atividades: Caminhadas pelo Parque Trianon com as seguintes orientadoras
1-Profa. Quimica-Márcia Regina Silva pretende orientar caminhada em defesa da Biodiversidade e de Ações que reduzam o impacto do Aquecimento Global, onde teremos a possibilidade de conversar com as pessoas a respeito da preservação dos recursos naturais, das espécies animais e vegetais e como as pessoas são afetadas direta e indiretamente, quando a mesmas não são preservadas e como o Aquecimento Global é relacionado a este assunto.
2- Profa Miriam Guglielmetti -bióloga-Oficina de Fotografia - OLHE POR AÍ- Caminhada fotográfica para crianças e jovens- Trazer camera e celular
3- Bióloga, ativista pelos animais , escritora Tamara Bauab fará debate/caminhada -temas: Vegetarianismo- biodiversidade- proteção animal
Teremos outras atividades lúdicas e interativas com distribuição de máscaras de animais, confecção de desenhos, música e muito mais.

PRECISAMOS DE VOLUNTÁRIOS-ESCREVA PARA AGICARE@HOTMAIL.COM OU COMPAREÇA DAS 9 AS 13 HS.

http://aquecimentoglobalicare.podomatic.com/entry/2010-05-19T15_08_57-07_00
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