domingo, 2 de setembro de 2018

A Coluna no batente: introdução ao pensamento de Mauricio Tragtenberg


http://taperatapera.iluria.com/pd-5D2C6B.html


A Coluna no batente: introdução ao pensamento de Mauricio Tragtenberg

R$ 110,00
ou 3 x R$ 38,46
. Comprar  
Três encontros: 01, 08 e 15 de outubro
Quando: Segundas-feiras, das 19h00 às 21h00
Onde? Na Taperinha (Av. São Luís, 187, 3º andar, loja 02)
Professor: Marcelo Phintener 
Metodologia: Apresentação, discussão e leitura comentada de
textos da coluna No Batente.


Investimento total: R$ 110,00

Para mais informações, contatar: cursos@taperatapera.com.br

Não é conversa de malandro
Eu sempre fui malandro, mas agora não
Gostei de ver o seu sapateado
E quero conquistar seu coração
Está crescente esta amizade no meu peito
Estou contente
E já mandei construir para nós um caixote
Já encontrei batente ...

Zé Keti, Conversa de Malandro

Nesse curso faremos a introdução ao pensamento de Tragtenberg através dos textos da coluna No Batente, agora reunida no livro Autonomia Operária, publicado em 2011 pela Editora Unesp, como parte da coleção dedicada ao autor. Também analisaremos, em cada texto discutido no curso, os pontos de contato com o pensamento de autores que, embora não citados nominalmente, tiveram influência na obra de Tragtenberg.

APRESENTAÇÃO: 

Em novembro de 1998 morria Mauricio Tragtenberg (1929-1998). Nesse momento devemos lembrar de Guimarães Rosa quando disse: <<a gente morre é pra provar que viveu>>.
Isto significa dizer que, em 2018, completa-se 20 anos da presença encantada de Tragtenberg. 
Tragtenberg é da linhagem dos livres pensadores. Portanto, muitíssimo atual, pois seus ensinamentos e reflexões ultrapassam a época em que foram pensados e escritos. Isso está evidenciado quando nos debruçamos sobre os X volumes da coleção coordenada por Evaldo Vieira e dedicada à obra de Mauricio Tragtenberg. Esta coleção, além de apresentar o conjunto da obra, também abre a possibilidade para mapearmos as leituras de Tragtenberg dos clássicos das ciências sociais e da filosofia, da economia e da literatura, e dos teóricos da administração; são leituras meditadas, não dogmáticas, que vão influenciá-lo e servir-lhe de alicerce para compor com lucidez e coragem teórica a sua obra.
Trata-se duma obra erudita, sem ares pedantocratas, construída com clareza e profundidade, onde o autor soube conjugar saber formal e informal, teoria e prática. Caso fosse possível sintetizar a temática central do conjunto da obra de Tragtenberg, cravaríamos que ela está edificada em torno do estudo detalhado e da pesquisa aprofundada da história como a história da exploração do trabalho.
Daí ser central na obra de Tragtenberg a análise crítica da burocracia, como categoria histórica e instrumento de classe, o que lhe permite compreender que, em cada momento da história, em
cada modo de produção, a dominação política e a exploração econômica adquirem novas formas. 

Cinco Poemas Concretos


https://www.youtube.com/watch?v=yC3e7rmSYM4


Publicado em 28 de fev de 2007
INSCRITO 4,9 MIL


Adaptação para o audiovisual dos poemas concretos "Cinco" (de José Lino Grunewald, 1964), "Velocidade" (de Ronald Azeredo, 1957), "Cidade" (de Augusto de Campos, 1963), "Pêndulo" (de E.M. de Melo e Castro, 1961/62) e "O Organismo" (de Décio Pignatari, 1960). Direção: Christian Caselli.

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Paul Badura-Skoda - Schubert Sonata in A minor Op. 42


https://www.youtube.com/watch?v=SDL_KxtcjMs




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SABICAS "LA LEYENDA de la GUITARRA FLAMENCA"


https://www.youtube.com/watch?v=Ep6mRyETdf8




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6 Coisas que você deveria saber sobre o anarquismo

6 Coisas que você deveria saber sobre o anarquismo

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2018/08/27/6-coisas-que-voce-deveria-saber-sobre-o-anarquismo/

1. Não tem nada a ver com individualismo
Diferentemente do que muitas pessoas dizem, o anarquismo nada tem a ver com o individualismo – alias muito pelo contrário. O anarquismo é marcado pela ação coletiva, pela solidariedade e pelo apoio mútuo. A autogestão, princípio fundamental dessa ideologia, pode ser traduzida pela democracia direta na economia e na política – ou seja, o coletivo está sempre presente nas ações relacionadas ao anarquismo. Evidentemente, o indivíduo é respeitado e valorizado dentro do anarquismo, mas sua liberdade só se realiza a partir da liberdade coletiva.
2. É uma ideologia socialista e revolucionária
Embora o socialismo seja sempre ligado às experiências socialistas da URSS, de Cuba, da China e dos países do leste europeu, orientadas, sobretudo pelo marxismo-leninismo e pelo socialismo de Estado, trata-se apenas de uma face da realidade. O anarquismo surgiu da interação entre o movimento operário e os teóricos socialistas, no seio da Associação Internacional dos Trabalhadores, como uma ideologia revolucionária da classe trabalhadora, que visava construir uma sociedade sem classes e sem opressão.
Diferentemente dos seguidores de Karl Marx e Friedrich Engels, no entanto, não deveria haver um “período de transição”, pelo qual o Estado “proletário” controlaria a economia e seria usado como um aparelho de repressão contra as classes dominantes – a burguesia . Ou seja, não deveria haver a chamada “ditadura do proletariado”. Isso porque, para os anarquistas, a conquista do poder político pelos trabalhadores não é só inútil à revolução, como também perigosa, já que geraria um novo mecanismo de opressão contra os próprios trabalhadores, uma burocracia corrupta e violenta, que retiraria a autonomia e a força revolucionária da classe trabalhadora – o que de fato se evidenciou com as experiências do leninismo.
O socialismo anarquista, ou também chamado “socialismo libertário”, consistiria na formação de organismos nascidos do seio dos trabalhadores, ou seja, dos chamados conselhos proletários, em que, por meio de assembleias de democracia direta, os trabalhadores, de baixo para cima, tomariam as decisões sobre os rumos da política e da economia. Exemplos disso foram os conselhos trabalhistas na Comuna de Paris, os sovietes na Rússia, as coletivizações durante a Guerra Civil Espanhola, entre outros exemplos. O processo revolucionário em Chiapas e no Curdistão são experiências que podem ilustrar com proximidade a proposta do anarquismo, ou seja, uma sociedade sem Estado, marcado pela propriedade coletiva e pela democracia direta –embora não reivindiquem esse “rótulo”.
3. Esteve presente em praticamente todas mobilizações populares e trabalhistas dos últimos 150 anos.
O anarquismo esteve presente em grandes movimentos de massa desde o século XIX. Participaram da Comuna de Paris, da Revolução Russa de forma ativa, inclusive com a formação de um grande exército na Ucrânia – o Exército Negro Insurgente, que atuou decisivamente, junto com o Exército Vermelho, para a derrota da Contrarrevolução.
No Brasil, foram responsáveis pela gloriosa Greve Geral de 1917, que parou o país e conquistou direitos para a classe trabalhadora. Além disso, os anarquistas construíram todo o sindicalismo na América Latina e exerceram ampla influência no movimento operário norte-americano. Os anarquistas desempenharam um papel fundamental na Guerra Civil Espanhola, onde operárias e operários armados da Confederação Nacional do Trabalho enfrentaram com coragem o fascismo e colocaram em prática um projeto revolucionário em que 7 milhões de trabalhadores atuaram nas fábricas e nos campos sob o regime da autogestão e socialismo libertário.
Ainda, atuaram ativamente nos levantes de maio de 68, na França. O movimento zapatista do México também conta com influência de libertários como Emiliano Zapata e Ricardo Flores Magón. O povo curdo tem sua luta influenciada pelas ideias do anarquista Murray Bookchin. Também houve participação de anarquistas na Revolução Mexicana, Cubana e Chinesa, além da resistência ao imperialismo japonês na Coréia e em países da África.
4. Combate todas as hierarquias sociais, não só o Estado
O anarquismo tem por objetivo destruir não somente o Estado – personificação da dominação política, mas também TODAS hierarquias sociais e relações de opressão e exploração, como o capitalismo, a homofobia, o machismo, o racismo, etc. Defendendo o socialismo em todos os níveis, os anarquistas defendem uma rígida igualdade material, tanto política quanto economicamente. É exatamente por isso que a horizontalidade é um princípio fundamental do anarquismo, sendo a hierarquia só justificada se construída de baixo para cima.
5. Está crescendo no Brasil
Existem, hoje, no Brasil, mais de vinte organizações anarquistas (Apenas a título de exemplo: UNIPA – União Popular Anarquista; CALC – Coletivo Anarquista Luta de Classe; CAD – Coletivo Ação Direta; FARPA – Federação Anarquista Palmares; OASL – Organização Anarquista Socialismo Libertário), isso sem contar os inúmeros movimentos populares em que há ampla inserção anarquista, como no Movimento Passe Livre (MPL – luta pela mobilidade urbana), no Movimento Organização de Base (MOB – luta comunitária e por moradia), nas Ações Anti-Fascistas (combate à extrema-direita e à intolerância), além da participação ativa no movimento estudantil (Coletivo Quebrando Muros, Rede Estudantil Classista e Combativa, Resistência Popular Estudantil – todas contam com muitos anarquistas nas suas fileiras) e atuando também nas lutas trabalhistas (FOB – Fórum de Oposição Pela Base; RPS – Resistência Popular Sindical; LSOC – Liga Sindical Operária e Camponesa), etc.
6. Não é desordem, muito menos caos
Os anarquistas sempre defenderam uma forte disciplina e organização, bem como uma responsabilidade muito grande para com suas propostas, buscando uma ação coerente, de maneira a conciliar a teoria e a prática. Desde muito tempo, anarquistas têm se dedicado a uma luta incansável pela construção de uma sociedade justa, igualitária, livre e radicalmente democrática – evidentemente, marcada pela ordem.
Àqueles que defendem a necessidade da hierarquia, da autoridade, da polícia, da obediência irrestrita, as leis, a propriedade, o judiciário, a “democracia” representativa para que a sociedade funcione, eu lanço a pergunta: O mundo todo, raras exceções, segue à risca esse modelo. Estamos indo bem? Pois é…de forma alguma. Isso porque esses elementos não estão com problemas, eles SÃO o problema.
Enfim, nós, anarquistas, seguimos todo dia na luta popular pela emancipação dos estudantes, trabalhadores do campo e da cidade, pela socialização dos meios de produção, pela auto organização da sociedade livre de toda a escravidão e opressões que constitui a base da sociedade moderna, livre de empecilhos burocráticos e autoritários que sufocam o poder popular para a construção de uma sociedade libertária. Só o projeto para uma revolução social dos trabalhadores pode combater as formas de dominação: o capitalismo – dominação econômica, o Estado – dominação política, o racismo – dominação de uma etnia sobre a outra e o patriarcado – dominação da mulher pelo homem.
Lutar Criar Poder Popular.
agência de notícias anarquistas-ana
esnobaré exigir café fervendoe deixar esfriar
Millôr Fernandes
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Milton Santos - 31/03/1997


https://www.youtube.com/watch?v=xPfkiR34law


Publicado em 4 de ago de 2015
INSCREVER-SE 587 MIL


Um dos maiores geógrafos brasileiros, disserta sobre globalização e o papel do intelectual na política nacional


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Você sente ciúme? Denise Stoklos


https://www.youtube.com/watch?v=Sb3trhfRBO8



Publicado em 31 de ago de 2018

INSCREVER-SE 6,4 MIL


Até os grandes sentem!
Arrumando meus livros, me lembrei do tempo que passei ao lado de Louise Bourgeois. Quando admiramos uma pessoa, muitas vezes tendemos a idealizá-la e podemos esquecer que ela é um ser humano, assim como nós.
Neste vídeo conto um caso curioso que vivi ao lado da famosa artista.
Gostou? Então se inscreva no canal :)
abraço!



Há cerca de 2 anos - Denise Stoklos cita Milton Santos, Paulo Freire e etc
https://www.facebook.com/denisestoklosoficial/videos/1215119338560650/

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Marcia Tiburi - Entrevista ao vivo para Dríade Aguiar da Mídia Ninja

https://www.facebook.com/MidiaNINJA/videos/2148127632126792/?notif_id=1535925718996286&notif_t=live_video

Mídia Ninja está ao vivo agora.
há cerca de um minuto
#AoVivo — Fake News e Eleições: Como funcionam? De onde vem? A quem elas servem? Em entrevista à Dríade Aguiar da Mídia NINJA, Marcia Tiburi, candidata ao governo do Rio de Janeiro pelo PT, fala porque as notícias falsas são usadas contra causas que representam um tipo de ameaça ao debate eleitoral sadio. Assista agora!
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