segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
HOMENAGEM DO BLOG NÁUFRAGO DA UTOPIA A SÓCRATES >>>MILTON NASCIMENTO E NANA CAYMMI - SENTINELA
http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/2011/12/jogador-cerebral-como-nenhum-outro-e.html
https://www.youtube.com/watch?v=pv2VBaoyE3U
https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates_%28futebolista%29
Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira (Belém, 19 de fevereiro de 1954 – São Paulo, 4 de dezembro de 20111 ), mais conhecido como Sócrates e também referido como Dr. Sócrates, Dr. ou Magrão, foi um futebolista e médico brasileiro. .
Avaaz - Brasil: Nós vs. os EUA

A presidente Dilma está considerando o impensável -- unindo-se aos EUA e outros grandes poluidores nas negociações climáticas em Durban. Temos de trazê-la de volta ao bom senso antes que seja tarde demais.
Europa e os campeões do clima versus os EUA e grandes poluidores em Durban. O destino do planeta está em perigo. Sabemos qual deve ser o lado do Brasil, mas Dilma está hesitando, e seu governo até mesmo disse, surpreendentemente, que não deveria existir nenhuma ação a respeito do clima nos próximos 8 anos -- repetindo a posição irresponsável dos EUA!
Precisamos urgentemente encher a caixa de entrada de email, a página do Twitter e Orkut da Dilma com nosso pedido para que ela não apoie os EUA, e se posicione a favor do planeta, do hemisfério sul, e do povo brasileiro na luta por ação contra as mudanças climáticas.
CLIQUE AQUI >>> https://secure.avaaz.org/po/brazil_save_durban/?aWEtZab
ACONTECEU NESTA MANHÃ EM FRENTE O HOTEL GLÓRIA
Vitória na Justiça, luta na rua!
A Ocupação Luísa Mahin, da Ladeira do Russel, 51, na Glória, festeja hoje a sua vitória na Justiça. No último momento, o Desembargador Cláudio Tavares de Oliveira Júnior, interpôs um agravo interno, que, em linguagem jurídica, impede que haja o despejo das famílias de sem teto que ocupam o casarão.
O Desembargador agiu a favor dos ocupantes, por considerar que “o cumprimento do mandado de reintegração de posse importará no desalijo de várias famílias humildes, causando-lhes danos irreparáveis.”
Assim, as famílias ficam na Ocupação, que, em assembleia, decidiram homenagear a líder da Revolta dos Malês, ocorrida na Bahia, a guerreira Luísa Mahin, para ser o nome que irá protege-los e guia-los nessas batalhas.
Portanto, nesta luta infatigável pela causa dos descapitalizados, todos foram imprescindíveis para essa vitória. Os ocupantes são vitoriosos porque decidiram resistir por sua casa e dignidade, negando sair de um imóvel que já lhes pertence moralmente. O Ocupa Rio também é vitorioso por ter tido a sensibilidade de acolher e lutar ao lado dos ocupantes – sensibilidade essa que todo revolucionário deve ter por quem precisa de ajuda. A Frente Internacionalista dos Sem Teto também é vitoriosa, pela incansável luta de seu advogado André de Paula e do fundador da FIST, Antônio Louro (que não desiste de lutar pelos pobres, mesmo com 87 anos), e pelos seus militantes, que apoiaram e acreditaram na Ocupação. E, por fim, agradecemos também a Defensoria Pública e ao Desembargador, que agiram em prol dos corajosos sem teto.
Mas, como os malês da Luísa Mahin, não iremos desistir de lutar na rua. É na rua onde está a nossa luta e é na rua que conseguiremos a vitória definitiva. Nesta próxima segunda-feira, às 6h da manhã, estamos marcando uma manifestação na frente do Hotel Glória, para mostrarmos para o capitalista Eike Batista que os VERDADEIROS donos do Rio de Janeiro são os desterrados, os sem teto, os indígenas, os negros e todo o povo trabalhador.
Convidamos vocês, então, para essa batalha nas ruas! Ganhamos a vitória na Justiça, mas ainda falta a das ruas! Convocamos vocês para estar nesta segunda-feira, às 6h da manhã, na frente do Hotel Glória para dizermos para o patrão Eike Batista que quem paga o lucro dele SOMOS NÓS! E não iremos aceitar que haja despejos de famílias humildes para em seu lugar ficar a especulação imobiliária para a Copa do Mundo e Olimpíadas!
via Acampamento indigena revolucionário
domingo, 4 de dezembro de 2011
SÓCRATES ERA MAIOR DO QUE O FUTEBOL
sábado, 3 de dezembro de 2011
ARQUIVOS SECRETOS OBTIDOS PELA "ÉPOCA": NEM TUDO É VERDADE
"Escondidas por um militar anônimo, 2.326 páginas de documentos microfilmados daquele período foram preservadas intactas da destruição da memória ordenada pelos comandantes fardados. Os papéis copiados em minúsculos fotogramas fazem parte dos arquivos produzidos pelo Centro de Informações da Marinha (Cenimar), o serviço secreto da força naval. Ostentam as tarjas de 'secretos' e 'ultrassecretos', níveis máximos para a classificação dos segredos de Estado e considerados de segurança nacional. Obtido com exclusividade por Época, o material inédito possui grande importância histórica por manter intactos registros oficiais feitos pelos militares na época em que os fatos ocorreram".
"...os relatórios da repressão são uma parte da verdade, mas não toda a verdade. Dão pistas, mas não esgotam os assuntos. São peças de um imenso quebra-cabeças cuja montagem compete aos historiadores e à Comissão da Verdade.
O comezinho bom senso é suficiente para supormos que os autores dos relatórios evitaram estender-se sobre o papel infame que eles próprios desempenharam e também que fantasiaram um pouco os registros, para valorizarem-se aos olhos de seus superiores".
"A infiltração de Luciano [codinome de Manoel Antonio Mendes Rodrigues, noutro parágrafo apresentado 'como um agente remunerado que teve conexões com assaltos a banco e contatos em várias organizações da luta armada, como FLN, VPR e MR-8] resultou também na espionagem contra um dos mais importantes dirigentes da VPR, Juarez Guimarães de Brito. Juarez entrara em 1968 para o Comando de Libertação Nacional (Colina), organização a que pertenceu a presidente Dilma Rousseff. Em julho de 1969, integrava a VAR-Palmares, organização oriunda da fusão entre Colina e VPR. Foi Juarez quem comandou no Rio de Janeiro o assalto ao cofre de Ana Capriglione, amante do ex-governador de São Paulo Adhemar de Barros. Trata-se do assalto mais bem-sucedido realizado por um grupo de esquerda durante a ditadura. Ele rendeu US$ 2,6 milhões aos assaltantes.
No dia 13 de abril de 1970, Luciano relatou aos chefes do Cenimar que estivera com Juarez num encontro com Maria Nazareth. Ele telefonou outra vez ao Cenimar no dia 16, para informar que Juarez tinha um encontro no dia 18 com outro militante da VPR, Wellington Moreira Diniz, na Rua Jardim Botânico, numa esquina com a rua que 'tem a seta indicando Ipanema'".
"A sequência real é a seguinte:
- Wellington Moreira Diniz, braço-direito do Juarez desde os tempos do Colina, teve de afastar-se da militância ativa por causa de problemas cardíacos;
- sua única tarefa ficou sendo a de dar instrução militar a pequenos grupos de esquerda que estavam se formando na época;
- mas, alguém desses grupos foi preso e o entregou;
- já estava preso em 11/04/1970, um sábado, dia de seu ponto semanal com a VPR (para saber as novidades, receber instruções e recursos para seu sustento);
| Raridade: Juarez na formatura do ginásio, em 1963. É o 1º da fileira de cima, da esq. p/ a dir., no centro da foto |
- no dia 13/04/1970, quando eu me encontrei com os dirigentes nacionais Ladislau Dowbor e Maria do Carmo Britto numa casa de chá da zona Sul do RJ, conversamos longamente sobre a apreensão causada pelo fato de o Wellington não ter comparecido nem ao ponto nem à alternativa (um novo ponto, marcado para algumas horas depois);
- como todos os comandantes estavam de partida para uma reunião convocada pelo Carlos Lamarca, tentei insistentemente convencê-los a abortarem a reunião, para que todos estivessem a postos no caso de o Welllington ter realmente sido preso;
- mas, foi mantida a reunião e uma informação que o Wellington abriu depois de resistir bravamente durante quatro dias iniciou a onda de quedas que acabou me alcançando;
- sem terem conhecimento das prisões, o Juarez e a Maria do Carmo, já de volta no sábado seguinte (18/04/1970), resolveram ver se o Wellington comparecia na segunda alternativa para o caso de o Wellington ficar descontatado (mesmo local, mesma hora, uma semana depois);
- não era o Juarez quem habitualmente cobria o ponto semanal com o Wellington, só tendo ido no dia 18 porque o companheiro não aparecera no dia 11 e ele estava preocupado (provavelmente, já acalentava a esperança de resgatá-lo com uma ação desesperada);
- o casal percebeu que o Wellington estava preso e servindo de isca, mas o Juarez improvisou o plano temerário – enviar-lhe, por meio de um menino de rua, um pacote de frutas com um revólver por baixo, supondo que ele o pudesse utilizar para escapar dos agentes e correr até o carro deles;
- com as pernas engessadas por um tipo de tala sob a calça, ele não poderia correr, então, ao ver a arma, não a pegou;
- os agentes perceberam a manobra e conseguiram cercar o carro do Juarez, impedindo a fuga -- aí ele optou pelo suicídio, cumprindo sua parte no pacto de morte que havia firmado com a companheira.
Além do que fiquei sabendo na reunião com o Ladislau e a Maria do Carmo, minhas fontes foram uma conversa com o tenente coronel Ary Pereira de Carvalho, da Divisão de Infantaria, responsável pelo IPM da VPR, que me contou o ocorrido em 18/04/1970 sob a ótica da repressão; e os papos com o próprio Wellington, meu companheiro de infortúnio no cárcere da PE da Vila Militar (apesar das brutais torturas, seu coração resistiu e ele tomava fortes calmantes na prisão)".
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Nove etnias de indígenas se unem para enfrentar Belo Monte | www.radioagencianp.com.br
(1’17” / 303 Kb) - Indígenas de nove etnias estão pressionando o governo e a Norte Energia pela garantia das medidas compensatórias na região atingida pelas obras da usina hidrelétrica de Belo Monte. Nesta quinta-feira (1), representantes da Funai, Ibama, Incra, Secretaria Geral da Presidência e do consórcio devem visitar a região e responder a uma série de exigências feitas pelos índios.
Entre outros pontos, a pauta inclui o aumento do valor do Plano Emergencial destinado às aldeias pelo período de existência de Belo Monte. Os indígenas indicaram que, se não forem atendidos em suas reivindicações, poderão acirrar os protestos nos próximos dias.
No último mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou aos indígenas o pedido de anulação do decreto que autorizou Belo Monte. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o Congresso teria ignorado direito à consulta prévia, que é garantido pela Constituição.
No mês de setembro a prefeitura de Altamira (PA) pediu a suspensão imediata das obras. A iniciativa se deu porque a Norte energia se recusava a cumprir as condicionantes que preparariam o município para suportar os impactos da construção da barragem.
A expectativa é que aproximadamente 300 indígenas das etnias Xipaya, Xicrin, Kuruaya, Arara, Juruna, Assurini, Araweté, Apiterewa e Kayapó participem da reunião com as autoridades.
De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.
01/12/11



