quinta-feira, 2 de setembro de 2010

CADA ALOPRADO É UM GREGÓRIO FORTUNATO EM POTENCIAL

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A comunicação empresarial é uma atividade que nunca me agradou, mas que fui obrigado a exercer durante muitos anos, por falta de opção melhor.

Tive de ajudar a se lançarem produtos duvidosos, colocar palavras inteligentes na boca de empresários tacanhos e administrar as crises que sua atuação irresponsável lhes acarretava.

Particularmente doloroso foi haver desempenhado papel de destaque na salvação de uma empresa ameaçada por uma onda de desconfiança no mercado (nossa agência ganhou até prêmio internacional por tal  proeza) e, um ano mais tarde, assistir à sua falência fraudulenta, que lesou milhares de investidores.

Acabei contribuindo para que tivesse um ano de sobrevida, sem imaginar que o resultado concreto dos meus esforços seria dar-lhe condições para depenar mais otários ainda e preparar melhor o  pulo do gato. Ingenuidade mata.

Algo que eu aprendi na administração de crises -- tanto daquelas em que atuei como profissional, como das muitas que permearam minha militância -- é: empresa, partido ou governo que se coloca numa situação vulnerável, deve sair dela imediatamente e com transparência, caso contrário maximizará as perdas.

Eu apostaria que o vazamento de dados sigilosos da Receita Federal acerca de seus adversários políticos não teve a anuência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da candidata Dilma Rousseff, de ministro ou personagem do alto escalão.

Mas, aloprados cometeram esse asnático crime e têm de ser punidos. Como dizia o Paulo Francis, quem é burro pede a Deus que o mate e ao diabo que o carregue.

Se cauterizar a ferida o quanto antes, o Governo não sairá incólume, mas vai evitar que supure até a eleição, talvez mudando o resultado que se delineia neste instante, talvez fornecendo pretexto para  viradas de mesa.

Vale lembrar: a lambança de um guarda-costas mais realista do que o rei (Gregório Gortunato, que tentou matar o líder udenista Carlos Lacerda), capitalizada ao máximo pelos eternos  golpistas, quase levou à destituição de Vargas em 1954. Para frustrar-lhes os planos, teve de sacrificar a vida.

Não há solução indolor para o  Receitagate. E, a cada vacilo e negaceio, o custo político aumentará.

Quem avisa, amigo é.

Daniel Quinn - Ismael

"Professor procura aluno. Deve ter um desejo sincero de salvar o mundo. Candidatar-se pessoalmente."


Daniel Quinn - Ismael

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Boletim Eletrônico Pro-Scientiæ - Núcleo José Reis de Divulgação Científica da ECA/USP

Boletim Eletrônico Pro-Scientiæ - Núcleo José Reis de Divulgação Científica da ECA/USP

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Petição PELO IMEDIATO ARQUIVAMENTO DO PROCESSO DE CELSO LUNGARETTI, E IMPUGNAÇÃO DO JUIZ POR PARCIALIDADE E ABUSO DE PODER

Petição PELO IMEDIATO ARQUIVAMENTO DO PROCESSO DE CELSO LUNGARETTI, E IMPUGNAÇÃO DO JUIZ POR PARCIALIDADE E ABUSO DE PODER

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Após 119 anos, circula última edição do 'Jornal do Brasil'

01/09/2010 - 09h36

Circulou ontem a última edição impressa do "Jornal do Brasil", que a partir de hoje passa a ter apenas uma versão digital.

A data foi marcada por um protesto do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, que teme novas demissões e o não pagamento de dívidas trabalhistas da empresa.

A presidente do sindicato, Suzana Blass, diz que a entidade estuda uma maneira de bloquear a marca "JB", principal ativo do jornal atualmente, para que seja leiloada, com o dinheiro da venda revertido para o pagamento das dívidas.

De acordo com um ex-funcionário graduado da casa, as dívidas trabalhistas somam cerca de R$ 30 milhões.


Nos últimos anos, pelo menos dez ex-funcionários já entraram na Justiça pedindo a penhora da marca.

Criado no Rio de Janeiro, em abril de 1891, o "JB" foi arrendado em 2001 pelo empresário Nelson Tanure, que tem o direito de uso da marca por 60 anos.
Antes dele o jornal era comandado pela família Nascimento Brito, herdeira da família Pereira Cordeiro, que comprara o jornal em 1918.

A última edição, ontem, em formato tabloide, trouxe a manchete "PF ataca fraude na reforma agrária".

ARTIGO DE LULA

A primeira página anunciava que hoje o "JB" estreará como o "primeiro jornal brasileiro 100% digital", com um artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que ele elogia o histórico do veículo e diz que o país precisa de bons jornais "independentemente da plataforma".

Atualmente, segundo a direção do jornal, 150 pessoas continuam trabalhando nas áreas de redação, marketing e administração para manter a versão online.
O protesto contra o fim da edição impressa aconteceu no centro do Rio e teve a presença de jornalistas, ex-funcionários do "JB" e políticos, como o candidato ao governo do Estado Fernando Gabeira (PV), que também trabalhou no jornal.


http://www1.folha.uol.com.br/poder/792140-apos-119-anos-circula-ultima-edicao-do-jornal-do-brasil.shtml

BOLETIM - Notícias ABRADIC - nº111 - Agosto de 2010

NOTíCIAS ABRADIC - Nº 111 - Agosto de 2010
Nesta edição:

SBPC e ABRADIC unidos por José Reis
Glória Kreinz

Divulgação Científica no Séc. XXI:
Poeta do Orkut - Marcelo Roque - "Favela em Chamas"

A Origem (Inseption)
Paulo Cutulo Conceição

O uso da imagem na divulgação científica: Os Cientistas
João Garcia
ABRADIC.COM
BLOGOSFERA NJR

SARAU PARA TODOS -(Série Pavan de Vídeos/Poemas de Divulgação Científica)

SBPC E ABRADIC UNIDOS POR JOSÉ REIS
Glória Kreinz


A Sociedadade Brasileira para o Progresso da Ciência–SBPC e a Associação Brasileira de Divulgação Científica-ABRADIC têm como denominador comum o nome de José Reis e Crodowaldo Pavan, e o gosto pela divulgação da ciência neste país tão carente de divulgadores científicos sérios.

O pior é que muitos se esquecem que divulgar ciência é lutar pela sua popularização, e vão se sofisticando em nome de não sabemos quais princípios ou modismos, e acaba acontecendo o que já se espera. Isto não é novo, e o patrono do Núcleo José Reis de Divulgação Científica escreveu sobre um país chamado Labúmbia, onde isto era comum.

José Reis disse que Eisntein seria considerado impróprio para pertencer aos quadros da Universidade de Labúmbia, pois não possuía conhecimento convergente com o que lá se via. Certamente seus projetos seriam considerados impróprios, diante do brilho que se tinha em Labúmbia.

Basta consultar a Coleção Divulgação Científica, que nossos estagiários conhecem e comentam, para saber do que falamos. E tem mais gente comentando isso. Tem gente querendo brilhar em Labúmbia, mas a SBPC e outros órgãos já estão de olho, porque aqui não é um território sem história, onde qualquer um ou uma chega e arruma um lugar.

Aqui é a casa de José Reis, de Crodowaldo Pavan e da ciência brasileira. Temos uma história, feita com erros e acertos, construída no nosso cotidiano com grandes cientistas brasileiros, seus relatos e suas histórias. Quem aqui vive conosco sabe disso.


http://coletivocientificanjr.blogspot.com/
http://pavanbrasil.blogspot.com/
http://stoa.usp.br/gkdivulga/weblog/
http://www.blogdonjr.wordpress.com/
http://www.abradic.com


Século XXI
POETA DO ORKUT: "Favela em Chamas"
Marcelo Roque
Leia mais no Clipe Ciência



FAVELA EM CHAMAS

No meio da cidade fria
só o que arde
são os barracos
Que só ardem
por ser a cidade fria
Marcelo Roque




Leia mais no Clipe Ciência
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/marceloroque

http://www.blogdonjr.wordpress.com

http://marceloroque.blogspot.com/

PORTAL HISTÓRICO DO NÚCLEO JOSÉ REIS

WWW.ABRADIC.COM/NJR

A ORIGEM (INSEPTION)
Paulo Cutolo Conceição
A Origem, do diretor Christofer Nolan, com Leonardo di Caprio, é um daqueles filmes que pode ser efusivamente indicado por um amigo e, ao assistir, você achar banal e exagerado. Assim como outro amigo pode te dizer que o filme é uma tremenda bobagem e você vai assistir meio contrariado, e acaba achando super original e cheio de ideias diferentes. Definitivamente não há um consenso de opiniões.

Digamos que o fato de ele fazer parte de uma vertente cinematográfica calcada na produção de alto custo, com inúmeros e sofisticadíssimos efeitos especiais, muita ação e, pelo menos, um ator de peso para seduzir o público, não o ajuda a obter uma boa reputação perante o público que se acha culto. Um filme assim já é mal visto antes de ser visto (aquele amigo que diz que o filme é uma grande bobagem).

Ainda mais sendo um filme que trata de um assunto tão complexo e ambíguo como os sonhos, sonhos daqueles que temos quando dormimos. Um tema que é amplamente estudado e discutido por vários ramos e níveis da ciência e, ao mesmo tempo, amplamente utilizado em roteiros como um recurso fácil para um enredo sem saída, como explicação de uma situação que pareça irreal.

Para os amantes desse cinema visual A Origem é perfeito, as imagens são todas belíssimas e os efeitos são deslumbrantes e muito bem realizados (aquele amigo que diz que é o melhor filme já feito). E também, ao contrário do que se diz por aí, a trama é bastante linear e inteligível, sem chegar a ser simplista.

O problema surge à medida que a história tem mais conteúdo do que aparenta. Várias situações cotidianas são discutidas, diferentes análises para nossa vida são propostas, não de uma forma direta, mas através de sutis metáforas, que falam nas entrelinhas. E é nesse ponto que muitos cinéfilos rabugentos transformaram a obra em um delírio pretensioso, tentando julgar o que o autor tinha em sua mente, ao invés de enxergar com seus próprios olhos o que aparece na tela e chegar às suas próprias conclusões.

Na minha visão, tudo pode ser visto como uma grande fábula, que trata de uma forma alegórica, e séria ao mesmo tempo, assuntos como família, relacionamento, trabalho, disputa por poder, drogas, ética, amizade, confiança, obsessões, vícios e virtudes; sempre com uma visão onírica e, portanto, disfarçadamente irreal.

Enfim, assistir A Origem pode ser um momento de lazer extremo, que nos desliga totalmente da realidade (literalmente), mas também pode ser uma fonte rica de assuntos para reflexões dos mais variados tipos: cabe ao cinéfilo em questão escolher o que mais lhe agrada.

Só será decepcionante se fizerem uma continuação... não precisa!

http://www.abradic.com/


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Educação e Internet - Isaac Asimov - Românticos Conspiradores

Educação e Internet - Isaac Asimov - Românticos Conspiradores

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COMÍCIO INVERSO - Comício teve participação ampliada


O primeiro Comício Inverso - O povo fala o político escuta, realizado na última quarta-feira no Conjunto Palmeira, recebeu avaliação positiva e “teve o objetivo cumprido quando fez o político ouvir, quebrando essa lógica perversa de que o político fala e o povo escuta”, segundo o organizador Joaquim Melo.


Os postulantes presentes ouviram as reivindicações dos moradores do conjunto e receberam documento com 50 propostas a serem aplicadas no bairro. Todos prometeram cumpri-las.


O evento teve início com a presença da candidata Aparecida Arruda (PCdoB), conforme O POVO divulgou ontem. No decorrer do comício chegaram os candidatos a deputado estadual Valdécio Branco (PSB) e Raquel Marques (PT); candidatos a deputado federal Nelson Martins e Eudes Xavier, ambos do PT. O candidato Arthur Bruno foi representado pelo vereador Guilherme Sampaio (PT).


Em novembro, os organizadores do Comício Inverso realizarão audiência pública convidando o governador e parlamentares eleitos e a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT). (André Teixeira)




O Povo Online - Comício teve participação ampliada

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Economia Solidária no Brasil: Realidade, Teoria e perspectivas (apresentação completa)

Economia Solidária no Brasil: Realidade, Teoria e perspectivas (apresentação completa)

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Pioneiro, Banco Palmas é exemplo em economia solidária - Mercado Financeiro - iG

Pioneiro, Banco Palmas é exemplo em economia solidária - Mercado Financeiro - iG

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Explosiones Nucleares En La Tierra Desde 1945 Hasta 1998...!!!

https://www.youtube.com/watch?v=_sD4XEJnDyc
Tal y Como podeis observar, el artista japonés
Isao Hashimoto recrea mediante este video, las explosionesde las armas nucleares que han sido detonadas desde 1945 hasta 1998 sobre este sufrido planeta.


Sin duda alguna esta es una reveladora y real historia
gráfica, de la tremenda locura de la carrera nuclear,
de su nefasta utilización y del pademiento y terror
al cual mediante la misma se ha sometido tanto
al planeta como a sus moradores.


Con este video Isao Hashimoto trata de concienciar
sobre el permanente peligro y sobre la locura de
emplear y almacenar semejante arma de destrucción masiva. Dado que sin duda alguna se trata por el momento y que seconozca, de la mayor fuerza de destrucción tanto para
el planeta como para la humanidad.


Y es que desde el lanzamiento por parte de EEUU
de dos bombas atómicas en la Segunda Guerra
Mundial, se han producido desde entonces, más
de 2.000 pruebas nucleares, con un presupuesto
de miles de millones de dólares. Los cuales muy bien
podrían haberse empleado tanto en el desarrollo humano,
como para mitigar las grandes necesidades y carencias
que gran parte de la humanidad padece...!!!


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