quinta-feira, 14 de julho de 2016

Os tamancos de minha avó calabresa e o vácuo quântico


*imagem encontrada no Google Imagens e que talvez não tenha nada a ver com os tamancos de minha avó.

Nestes últimos meses por puro acaso, comecei a conhecer um pouco o vácuo quântico,
coisas da web, um link leva a outro e nos hiperlinks vamos indo e chegamos onde nem esperávamos, que bom! é muito bom mesmo ir caminhando sem destino de vez em quando ou sempre, afinal, o que podemos supor sobre o que será nosso próximo minuto, nossa próxima hora!?
Está sendo bom saber que os tamancos de minha avó e as molecagens de meu pai estão lá no vácuo quântico, assim como tudo o que ocorre no ou nos universos todos...um monstruoso Big Data cósmico, uma explicação científica do onisciente? do onipotente? nada disso, este tal de vácuo quântico é o maior dos anarquistas, graças a deus! rsrsrs

14 07 2016

(...)
Vieram da Itália, direto para o bairro paulistano, a Mooca.
Os pais de meu pai eram italianos, meu avô, napolitano e minha avó, calabresa.
Minha avó calabresa era mais nova do que eu, explicando, morreu nova, aos 35 anos.
Meu pai contava sempre que por ele ser um moleque travesso e meter-se em brigas na rua com outros moleques, se chegasse em casa machucado, ai apanhava mais da mãe dele e de tamancos!
Meu pai cresceu, se casou, e continuava com gênio forte demais, na velhice melhorou. Lembro sempre desta minha avó brava e que batia nele com os tamancos, tamancos que colocaram ele na linha? Naquela época não se falava em psicologia por aqui, e minha avó nem teve tempo de ver o resultado de sua "psicologia".
A morte vem cedo para muitos. Meu pai teria sido diferente se não tivesse tido esta mãe calabresa? 

nadia gal stabile - 10 07 2016


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