Este documento reúne as possibilidades de sinalizar - aos gestores públicos (do presente e do futuro), dirigentes estaduais e municipais de educação, parlamentares, dirigentes escolares, educadores e a toda a sociedade - a urgência de se encarar o acesso à literatura como prática social e como uma das prioridades nos processos de ensino e aprendizagem. Assim concebida, a literatura assume um lugar especial na formação do leitor à medida que ele se aconchega no mundo da fantasia para daí transgredir as concepções do real e se insinuar na linguagem estética e poética.
Desse modo, a literatura é uma das formas privilegiadas dentre as construções textuais, em oposição a outros textos utilitários, reunindo nas palavras o discurso lúdico que intervém no imaginário do leitor, propondo-lhe desafios e experiências. Por tais razões, defendemos que a democratização do acesso à literatura nas escolas precisa reduzir carências e dificuldades, superar o tecnicismo e o formalismo por vezes característicos da sala de aula e atrelar-se de forma mais consistente ao seu principal objetivo: formar leitores que encontrem prazer na leitura de textos literários.(...) leia mais em : http://www.ideducacao.org.br/?p=manifesto
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