Eu sou apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco
Sem parentes importantes e vindo do interior
Mas trago, de cabeça, uma canção do rádio
Em que um antigo compositor baiano me dizia
Tudo é divino, tudo é maravilhoso
Tenho ouvido muitos discos, conversado com pessoas,
caminhado meu caminho
Papo, som dentro da noite e não tenho um amigo sequer
E não acedito nisso, não, tudo muda e com toda razão
Eu sou apenas um rapaz latino-amricano sem dinheiro no banco
Sem parentes importantes e vindo do interior
Mas sei que tudo é proibido aliás, eu queria dizer
Que tudo e permitido até beijar você no escuro do cinema
Quando ninguém nos vê
Não me peça que lhe faça uma canção como se deve
Correta, branca, suave ,muito limpa, muito leve
Sons, palavras,são navalhas e eu não posso cantar como
convém
Sem querer ferir ninguém
Mas não se preocupe meu amigo com os horrores que eu lhe digo
Isso é somente uma canção, a vida, avida realmente é diferente
Quer dizer, a vida é muito pior
Eu sou apenas um rapaz latino-americano, sem dinheiro no banco
Por favor não saque a arma no "saloon" eu sou apenas cantor
Mas se depois de cantar você ainda quiser me atirar
Mate-me logo, à tarde, as três, que à noite tenho compromisso
E não posso faltar por causa de você
Eu sou apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco
Sem parentes importantes e vindo do interior
Mas sei que nada é divino, nada, nada é maravilhoso
Nada, nada é sagrado, nada, nada é misterioso, não
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Maria Bethânia - Carcará (1965)autoria João do Vale
Maria Bethânia em sua estréia nos palcos, em 1965, com apenas 18 anos, cantando 'Carcará'.
O número fez parte do show Opinião, que foi um espetáculo histórico de protesto social e político, do qual também participavam Zé Keti e João do Vale.
Nara Leão fazia parte da primeira versão do espetáculo, mas teve que sair e indicou Bethânia pra lhe substituir, quando Bethânia ainda era uma desconhecida.
Memorial Revisitado, 20 Anos (AMIGO WALDER MAIA DO CARMO ENVIA)
A mostra é composta por obras que já foram expostas no Memorial. Entre elas, um núcleo histórico --de grandes mestres latino-americanos, entre eles Wifredo Lam, Jesus Rafael Soto, Leon Ferrari, Tarsila do Amaral, Victor Brecheret, Leonilson, Di Cavalcanti, Lasar Segall, entre outros--, e um núcleo de arte contemporânea, representado nomes como Tomie Ohtake, Ernesto Neto, Leda Catunda, Nazareth Pacheco, José Spaniol, José Rufino, Florian Raiss, Artur Lescher e José Roberto Aguillar, entre outros.
Memorial da América Latina Galeria Marta Traba: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda - Oeste. Telefone: 3823-4600 (Ver todos os endereços)
FONTE: http://guia1.uol.com.br/busca/exposicoes/?q=&name=Memorial+Revisitado%2C+20+Anos&genre=&location_name=®ion=&x=45&y=4
Memorial da América Latina Galeria Marta Traba: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda - Oeste. Telefone: 3823-4600 (Ver todos os endereços)
FONTE: http://guia1.uol.com.br/busca/exposicoes/?q=&name=Memorial+Revisitado%2C+20+Anos&genre=&location_name=®ion=&x=45&y=4
CARCARÁ (JOÃO DO VALE )
Carcará
Lá no sertão
É um bicho que avoa que nem avião
É um pássaro malvado
tem um bico volteado que nem gavião
Carcará
Quando vê roça queimada
Sai voando, cantando,
Carcará
Vai fazer sua caçada
Carcará come intê cobra queimada
Quando chega o tempo da invernada
No sertão não tem mais roça queimada
Carcará mesmo assim num passa fome
Os burrego que nasce na baixada
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Num vai morrer de fome
Carcará
Mais coragem do que homem
Carcará
Pega, mata e come
Carcará é malvado, é valentão
É a águia de lá do meu sertão
Os burrego novinho num pode andá
Ele puxa o umbigo inté matá
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Num vai morrer de fome
Carcará
Mais coragem do que homem
Carcará
Lá no sertão
É um bicho que avoa que nem avião
É um pássaro malvado
tem um bico volteado que nem gavião
Carcará
Quando vê roça queimada
Sai voando, cantando,
Carcará
Vai fazer sua caçada
Carcará come intê cobra queimada
Quando chega o tempo da invernada
No sertão não tem mais roça queimada
Carcará mesmo assim num passa fome
Os burrego que nasce na baixada
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Num vai morrer de fome
Carcará
Mais coragem do que homem
Carcará
Pega, mata e come
Carcará é malvado, é valentão
É a águia de lá do meu sertão
Os burrego novinho num pode andá
Ele puxa o umbigo inté matá
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Num vai morrer de fome
Carcará
Mais coragem do que homem
Carcará
A VIAGEM DE THEO (CATHERINE CLÉMENT)
A Viagem de Theo conta a história de um adolescente, vítima de uma doença grave a ameaçar sua vida, que faz uma viagem pelos lugares sagrados e cidades santas das diversas religiões. No contato com o misticismo, as religiões e seus rituais, Theo vai encontrando forças que desconhecia e vai melhorando seu estado de saúde. Por meio da viagem de Theo vamos conhecendo, de maneira sucinta e agradável, a história das religiões: judaísmo, cristianismo, islamismo, passando pelas crenças de povos primitivos até a reforma protestante, do panteísmo às seitas mais radicais, dos pensamentos mais ecléticos e tolerantes aos fanatismos mais exacerbados. Na viagem, Theo visita em Jerusalém o Muro das Lamentações, o Túmulo de Jesus e a Cúpula do Rochedo, símbolos do Judaísmo, do Cristianismo e do Islamismo, que convivem nessa ?cidade três vezes santa?. No Egito visita as pirâmides e aprende sobre a religião dos faraós e sobre o faraó Akhenaton, criador da primeira religião monoteísta. Na Índia, confunde-se com a mistura de várias crenças: Hinduísmo, Budismo, Jainismo, Islamismo, a antiga fé de Zoroastro, vinda do Irã e toma contato com os Sirkhis. A Yoga, o Taoísmo e o Xintoísmo são também abordados neste livro, através da luta de Théo com sua doença, mostrando também o sincretismo das religiões africanas influenciadas pela catequese cristã no Brasil e no Caribe.. Além dessa face didática, de ensinamento sobre as religiões, o livro mostra o que todas elas têm em comum, acima de suas divergências: a procura do Homem por algo superior, que explique e justifique a existência; a necessidade humana de transcendência. As religiões são mostradas como ramos de uma mesma árvore, cujas raízes estão no mais profundo âmago da natureza humana. As seitas fanáticas são mostradas como ervas daninhas à sombra dessa árvore, necessitando ser periodicamente arrancadas. É também mostrado como as organizações religiosas podem ser usadas como formas de dominação pelas classes sociais mais favorecidas sõbre as economicamente mais carentes. Fica, no leitor, a sensação de que o sentimento místico, a transcendência, é uma necessidade natural do ser humano; que as religiões têm um mesmo núcleo central: a procura filosófica de um sentido para a vida, de uma orientação ética e moral para a organização social da vida humana.
"MARCELO ROQUE" - GOZO
Mantenho minhas mãos
sempre livres
para que assim
possam masturbar o silêncio
fazendo-o ejacular seus versos
sobre o papel
Marcelo Roque
sempre livres
para que assim
possam masturbar o silêncio
fazendo-o ejacular seus versos
sobre o papel
Marcelo Roque
"Oswaldo Antônio Begiato" - CURVAS (AMIGA VANIA GONDIM ENVIA)
Nas tuas montanhas insondáveis e vastas
(Nádegas, seios e malícias)
Vagam minhas entranhas fecundas e castas
(Ventre, umbigo e delícias),
Por isso supor-lhe-á o mundo desvios tantos
(Volúpias, coxas e desejos),
A encher-lhe de insuportáveis e belos prantos
(Saudades, perdões e beijos).
Em tuas tenras e leves pétalas rasgadas
(Esterco, broto e tesão),
Nas tuas raízes à flor da terra e mal regadas
(Chuva, tardes e verão),
Renasço, livre como o vento, em tuas pegadas
(Areia, estrada e destino)
E me entrego a ti virgem e feliz como chegadas
(Sorriso, bocas e menino).
Com as mãos cheias de chaves, me libertas
(Elos, cadeados e segredos)
E no teu colo proibido e repleto de ofertas
(Sono, abandono e medos),
Zonzo pelos labirintos de tua sã mente
(Poemas, livros e mais ninguém),
Repouso, sem prisões, minha cabeça demente
(A loucura é o meu maior bem).
(Nádegas, seios e malícias)
Vagam minhas entranhas fecundas e castas
(Ventre, umbigo e delícias),
Por isso supor-lhe-á o mundo desvios tantos
(Volúpias, coxas e desejos),
A encher-lhe de insuportáveis e belos prantos
(Saudades, perdões e beijos).
Em tuas tenras e leves pétalas rasgadas
(Esterco, broto e tesão),
Nas tuas raízes à flor da terra e mal regadas
(Chuva, tardes e verão),
Renasço, livre como o vento, em tuas pegadas
(Areia, estrada e destino)
E me entrego a ti virgem e feliz como chegadas
(Sorriso, bocas e menino).
Com as mãos cheias de chaves, me libertas
(Elos, cadeados e segredos)
E no teu colo proibido e repleto de ofertas
(Sono, abandono e medos),
Zonzo pelos labirintos de tua sã mente
(Poemas, livros e mais ninguém),
Repouso, sem prisões, minha cabeça demente
(A loucura é o meu maior bem).
IV INTERCULTURAL ...E MST!
1 DE MARÇO - domingo - a partir das 12h00.
Local: Rua Leonel Martiniano, s/n, Perus - Km 27 da Rodovia Anhanguera. ÁREA SOCIAL DA COMUNA IRMÃ ALBERTA (MST).
BANDAS:
REVOLTA POPULAR (Punk)
SERVIDORES DO RAP (Rap)
UNIDOS DA LONA PRETA (Samba)
COMUNIDADE CULTURAL QUILOMBAQUE (Maracatu)
COMIDAS E BEBIDAS ...E MAIS EXPOSIÇÕES
mais informações em www.interculturalzl.blogspot.com
Local: Rua Leonel Martiniano, s/n, Perus - Km 27 da Rodovia Anhanguera. ÁREA SOCIAL DA COMUNA IRMÃ ALBERTA (MST).
BANDAS:
REVOLTA POPULAR (Punk)
SERVIDORES DO RAP (Rap)
UNIDOS DA LONA PRETA (Samba)
COMUNIDADE CULTURAL QUILOMBAQUE (Maracatu)
COMIDAS E BEBIDAS ...E MAIS EXPOSIÇÕES
mais informações em www.interculturalzl.blogspot.com
"MILTON NASCIMENTO" - "FERNANDO BRANT" - ENCONTROS E DESPEDIDAS
Mande notícias
Do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço
Venha me apertar
Tô chegando...
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero...
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega prá ficar
Tem gente que vai
Prá nunca mais...
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai, quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim chegar e partir...
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem
Do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço
Venha me apertar
Tô chegando...
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero...
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega prá ficar
Tem gente que vai
Prá nunca mais...
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai, quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim chegar e partir...
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem
NUNCA ESMOREÇAS ( AUTOR ESPIRITUAL: EMMANUEL - PSICOGRAFADA POR CHICO XAVIER)
Alma fraterna, recorda:
Os momentos infelizes
parecem noites de crises
Em que o céu lembra um vulcão;
ribombam trovões no espaço,
Coriscos falam de morte,
passa irado o vento forte,
Trombando troncos no chão...
Os animais pequeninos
Gritam pedindo socorro
Descendo de morro em morro,
Cai a enxurrada a correr...
Mas finda a borrasca enorme,
No escuro da madrugada,
Vem o novo amanhecer.
Assim também na vida,
Se atravessas grandes provas,
Na estrada em que te renovas,
Guarda a calma ativa e sã;
Sofre, mas serve e caminha,
Vence a sombra que te invade,
Se a hora é tempestade,
Há novo dia amanhã...
Os momentos infelizes
parecem noites de crises
Em que o céu lembra um vulcão;
ribombam trovões no espaço,
Coriscos falam de morte,
passa irado o vento forte,
Trombando troncos no chão...
Os animais pequeninos
Gritam pedindo socorro
Descendo de morro em morro,
Cai a enxurrada a correr...
Mas finda a borrasca enorme,
No escuro da madrugada,
Vem o novo amanhecer.
Assim também na vida,
Se atravessas grandes provas,
Na estrada em que te renovas,
Guarda a calma ativa e sã;
Sofre, mas serve e caminha,
Vence a sombra que te invade,
Se a hora é tempestade,
Há novo dia amanhã...
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão..."Nadia Stabile"
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
...bumerangues vão e vem...
18/02/09
*os feriados, as festas de fim de ano,o Carnaval, a Páscoa,deveriam deixar de existir.
nessas épocas muitos ficam com enjôo dessas idas e vindas!
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
uns vem, outros vão,uns vem ,outros vão...
...bumerangues vão e vem...
18/02/09
*os feriados, as festas de fim de ano,o Carnaval, a Páscoa,deveriam deixar de existir.
nessas épocas muitos ficam com enjôo dessas idas e vindas!
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