quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Chico Buarque - Cálice - Clip Ditadura

CONVITE PARA VIGÍLIA COP 16 NESTE SÁBADO ,4 DE DEZEMBRO DE 2010


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ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Indivíduo e da Cidadania.>>>Sexo, Camisinha, Ética.


Jornal Grito Cidadão
Notícias:
Violência? Onde?
Por : Raymundo Araujo Filho
Tenho lido muitos artigos considerando algo meticulosamente armado pelos donos do Estado, mas sempre em tom de denúncia, e nunca com dados e fatos que comprovem a tese, como é o que tento fazer aqui. Creio que há uma forte possibilidade de ser uma "guerra" provocada para justificar a.repressão pura e simples e apoiada por boa parte da população, porque coincidência pura isso não é. Mas, não é algo também simplisticamente analisável...mais


Sexo, Camisinha, Ética.
Por : Salvatore D' Onofrio
A recente declaração do Papa Bento 16 de que é moralmente justificável o uso da camisinha por profissionais do sexo como prevenção contra a AIDS provocou uma grande celeuma pelo seu aspecto discriminatório. Tal princípio doutrinal leva a entender que um rapaz, moça ou pessoa casada que usar camisinha para evitar doenças sexualmente transmissíveis ou uma paternidade indesejada cometeria pecado, enquanto quem faz sexo...mais


Tempo do Bem Novo de Cada Dia
Por : Carlos Lúcio Gontijo
O Natal de nossos dias está mais na luz da vitrine das lojas que na absorção e prática da palavra de Jesus Cristo em nome do Criador. Encaminhar-nos rumo à simplicidade talvez seja tanto ir ao encontro de uma vida mais feliz quanto dar oportunidade à construção de uma estrutura econômica mais equânime, à medida que reduzamos nossas demandas materiais e descubramos como viver com menos renda e mais ligação com a família e envolvimento...mais


ATIVISTAS ANTIMANICOMIAIS SÃO INDICIADOS CRIMINALMENTE
Por : Pettersen Filho
Há muitos anos envolvidas na Luta pelos Direitos Humanos , desde que elas mesmas, supostamente, foram Vitimas de uma Internação Involuntária em Clinica Psiquiátrica, que as teriam lançado no acometimento de Transtorno Pós - traumatico , por cerca de dois anos, num caso, Zulmira Fontes, e que culminou na Morte da Filha da outra, Nercinda Heiderich, as Blogueiras, e Ativistas Políticas do Movimento Anti-internação...mais



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Titulo da Obra : Náufrago da Utopia
Comentário : Celso Lungaretti era um dos mais jovens dirigentes de uma organização guerrilheira de luta armada contra a ditadura militar, no final dos anos 60 e início dos 70 – não tinha ainda 20 anos de idade – quando foi preso e barbaramente torturado. Acusado de ter delatado seu grupo, passou 34 anos como um renegado, até conseguir provar, há um ano, sua inocência. Neste livro dramático, dirigido principalmente aos jovens do Brasil de hoje, ele relembra as passeatas, a ocupação de faculdades e fábricas, os festivais de música, as ações armadas dos guerrilheiros, seus conflitos internos, as trajetórias de personagens como José Dirceu, Geraldo Vandré, Marighela e Lamarca, reconstituindo, de forma magistral e dolorida, a história de sua geração – dos jovens estudantes sem experiência militar recrutados para combater a ditadura pelas armas. E acerta, finalmente, as contas com sua consciência e a História[...]
Autor : Celso Lungaretti
Titulo da Obra : Náufrago da Utopia
Gênero : Autobiografia
Páginas :
Editora : Geração Editorial
Preço : R$ 57.20

OPORTUNIDADES DE EMPREGO E NEGÓCIOS CONSULTE :

http://www.abdic.org.br/index_of_emprego.htm

pettersenfilho@gmail.com

ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Indivíduo e da Cidadania.

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"AQUI, NÓS ABRAÇAMOS A SUA CAUSA"

COM MILITARES POLICIANDO MORROS, O BRASIL PODE VIRAR UMA COLÔMBIA

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Junho/2008, episódio do Morro da Providência: enterro dos quatro jovens 
favelados direta ou indiretamente assassinados por  militares, 
apenas por terem desacatado sua  otoridade. 

É grande a possibilidade de os militares, exercendo funções policiais, serem contaminados pela criminalidade, tanto que se trata de "uma preocupação constante do próprio Exército, seja por exemplos internacionais, como o do México, seja pela experiência de roubos de armas, com cumplicidade de gente da instituição, seja também pela promiscuidade, sabendo-se que alguns saíram do Exército e foram recrutados pelo tráfico".

A advertência é do antrópologo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário Nacional de Segurança Pública, ex-coordenador de Segurança, Justiça e Cidadania do RJ e um dos autores (na verdade, consultor) dos livros Elite da Tropa 1 e 2.

No mesmo sentido, aliás, a colunista Eliana Cantanhêde alertou que, se "as tropas se instalarem e nunca mais saírem, ou ele deixa de ser Exército, ou o Brasil vira uma Colômbia".

Soares continua sendo o principal porta-voz da minoria civilizada que não se deixa mesmerizar pelo enfoque triunfalista e fascistizante com que a grande imprensa está cobrindo os acontecimentos do Rio de Janeiro.

Sua entrevista de hoje (02/12) à Folha de S. Paulo serve como antídoto ao maniqueísmo primário que se tenta impingir à população -- infelizmente, com considerável êxito.

Sabemos como isso acaba: no cerceamento de direitos democráticos, a pretexto de se combater o  satânico dr. No que os cidadãos são induzidos a odiar em cada momento.

Terrorista,  traficante, ditador, há sempre um grande vilão qualquer para servir de espantalho, de forma que o homem comum jamais reflita sobre o porquê de sua vida ser tão insatisfatória quando há plenas condições materiais para se assegurar uma existência digna a todos os habitantes do planeta, trabalhando muito menos e se realizando muito mais.

Eis, sintetizadas, outras declarações marcantes de Soares:
"O negócio de drogas vai muito bem, obrigado, mas não o tráfico na sua forma que envolve, no Rio, controle territorial, organização de grupos armados, pagamento a policiais, conflito com facções, num contexto político crescentemente antagônico e com pressões sobre os governos, pois a consciência pública vai amadurecendo e se tornando mais refratária a conviver com o ilegal nessa magnitude.

É um sistema muito pesado, caro, arriscado.

O fato de estar em declínio não significa que esteja suspensa a sua capacidade de produzir danos à sociedade, como mortes e todo tipo de violência.

A primeira medida fundamental é fazer com que a polícia pare de participar do tráfico. A parceria entre o tráfico e segmentos policiais corruptos, que vendem armas, alugam Caveirão, ganham percentuais da venda da droga, tem que ser objeto da preocupação prioritária.

Esses traficantes [tradicionais] o são com apoio dos que deveriam cumprir a lei. Então, o mal atravessa os dois lados, não existe essa polaridade [entre bem e mal], e esse é o problema. Quando a autoridade dá ao policial na ponta liberdade para matar, dá-lhe também, indiretamente, a liberdade de não fazê-lo.

Isso começou a gerar negociações varejistas, em momentos de confronto. Mais adiante, transformou-se numa modalidade mais organizada da economia do crime. Até que se chegou, no final dos anos 80 e início dos 90, a um terceiro estágio da economia da corrupção: o acordo, o contrato, o arreglo. Isso faz com que a polícia se torne parceira fixa.

O conflito em São Conrado [há cinco meses] foi fruto de uma redefinição do contrato [entre traficantes e policiais]: inflação, mudança de preço, cobrança de sobrepreço. Os sócios se desentenderam. Em geral, os conflitos são desse tipo.

O tráfico está em declínio, os ganhos estão se reduzindo, então precisa negociar uma redução do que se paga à polícia. E a polícia não aceita e às vezes exige aumento.

O quarto estágio da economia da corrupção: é a milícia. É quando já há uma organização superior: 'Nós não precisamos ser apenas sócios, podemos ser os protagonistas. Vamos buscar lucros participando de forma criminosa de tudo o que puder oferecer algum potencial econômico na vida da comunidade que estará sob nosso domínio, sob nosso terror'.

Mas os milicianos são policiais. Não têm os custos da organização, do acesso às armas. Já estão cobertos. Nós pagamos a maior parte das ações, porque usam a polícia nas invasões.  São muito mais fortes, numerosos, têm mais capacidade de organização, o rendimento é superior, têm visão política.

Outro ponto é a segurança privada. É uma das origens das milícias. Os salários dos policiais são insuficientes. O sujeito tem que complementar a renda. Vai buscar, como nós fazemos, na área de sua especialidade, no caso, a segurança.

Isso é ilegal, as autoridades sabem disso, mas fingem que não veem. As autoridades toleram essa complementação. Veja que situação absurda: o Estado tem um pé na legalidade e um pé na ilegalidade.

É assustador que pessoas tão inteligentes e bem intencionadas se iludam com a fábula de que o bem venceu o mal. Esse mal só existiu até esse momento porque foi alimentado por isso que chamamos de bem.
E, se agora esse mal é afastado, esse bem que é parte do mal parece triunfante. Vamos nos surpreender sendo apunhalados pelas costas, porque parte dos heróis são os que estão nos condenando à insegurança, levando armas e drogas para as favelas".

SOBRE O MESMO ASSUNTO, LEIA TAMBÉM: 

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

FICÇÃO

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Vamos imaginar, apenas imaginar, uma grande empresa de telecomunicações que tem tanta influência, mas tanta influência em determinado pais, também imaginário, que é capaz de colocar e tirar presidentes, idiotizar completamente o povo, manipular consciências, provocar desejos e fazer até guerras civis.

     Virtuais, ou quase isso. Guerras civis sem o nome de guerras civis, sem o rótulo de guerras civis, mas guerras civis. Tudo pela audiência. Essa empresa se deu conta, desde a primeira guerra do Iraque, que guerra dá mais audiência que novela. As pessoas ficam hipnotizadas ao verem aquelas balas coloridas cruzando os céus, principalmente se for de noite, ouvindo explosões, vendo o fogo de prováveis alvos destruídos e ouvindo alguns narradores entusiasmados, que se revezam a cada hora, explicar como funcionam os ataques, as armas que são usadas, as situações que são criadas e as prováveis conseqüências de tudo aquilo. As pessoas acabam ficando entusiasmadas e a audiência é incalculável. Ganhos astronômicos.

     A empresa fictícia já tem o seu público certo, mas, também, existem outras empresas do mesmo ramo que estão crescendo e ameaçando abocanhar parte desse público. Então é necessário inventar algo novo. Por que não uma guerra civil? – diz alguém. É uma possibilidade. Tudo é possível, pois o país é tão fictício quanto a empresa. É claro que o país tem um território, pessoas dentro dele, um governo que governa as pessoas e essa empresa que governa o governo.

     Mas é um país fictício. Ninguém no mundo acredita em sua existência. Oficialmente ele existe – está delimitado em um mapa, tem uma História oficial, mitos particulares e a mística necessária em cima de tudo isso, tudo o que um país deve ter – mas é difícil acreditar na sua existência. As pessoas são sorridentes demais, acessíveis demais, cordatas demais, submissas demais, maleáveis demais, quase sem vontade própria, quase não são pessoas. Parecem animais domésticos, robôs programados. Dá um nervoso em todos os que chegam naquele país e sempre recebem um “sim” para qualquer pedido. Algo está errado naquele país. Ou certo demais.

     Mas aquela empresa, que manda em todos e em tudo, decide que algo deve ser feito, vamos mexer com esse povo, criar uma guerra civil, fazer com que se interesse por algo diferente daquilo que mandamos ele se interessar, precisamos de respostas e somente as enquetes não bastam, as inúmeras entrevistas estão ficando ociosas, alguém tem que nos contradizer em alguma coisa para que novos caminhos sejam abertos, precisamos fabricar um fato novo!

     Guerra civil. Mas como fazer uma guerra civil com um povo tão bom e pacifico? Supremo desafio! Surge uma idéia: existem bandidos no país...

- Bandidos? Mas não são aqueles que?...

- Aqueles mesmo!

- Mas são bandidos bons, somente seguem a tradição dos outros países...

- Mas usam e vendem drogas e drogas são proibidas.

- É claro que são proibidas! Mas faz parte do jogo: tudo o que é proibido é mais atraente, e as pessoas gostam de coisas assim, sentem-se motivadas.

- Pois é este o ponto. Mexer no fator de motivação das pessoas. Fazer com que elas se assustem, se entusiasmem.

- E depois?

- Depois, está criado o fato novo. E um fato novo gera novos acontecimentos, tomadas de posição, coisas novas acontecem dentro das pessoas e elas revelam desejos, contradições, mudanças de comportamento...

- Talvez fiquem mais alertas!

- Talvez fiquem mais alertas, despertem vontades adormecidas e nós estaremos aqui para satisfazê-las, e finalmente dominaremos todo o mercado.

- Genial! Dominaremos o mercado das vontades e das satisfações. Ficaremos anos-luz à frente das empresas concorrentes!

- Então, mãos à obra! Vamos fazer uma grande campanha, mostrando ao povo que os bandidos representam o Mal e que o Governo e as Forças Armadas estão do lado do Bem.

- Forças Armadas? Mas basta a polícia.

- Claro que basta a polícia. Mas o plano tem que ser completo. Não somente a idéia da luta do Bem contra o Mal. Olha só, faz muitos anos que as Forças Armadas estão desmoralizadas neste país. Houve aquela época da ditadura, quero dizer, do governo de exceção... Depois, o período em que o povo pode votar, uma nova Constituição, direitos civis assegurados...

- Estou começando a entender... Uma ditadura democrática, com as Forças Armadas sendo aplaudidas pelo povo...

- Ditadura democrática não. Vamos eliminar a palavra ditadura e trocá-la por Democracia Radical – o que você acha?

- Isso! E uma grande campanha na mídia mostrando o quanto as Forças Armadas são boas para o povo. Depois do primeiro impacto, quando a guerra civil estiver vencida, reconstrói-se a imagem das Forças Armadas. Esta é uma nova geração que aceita tudo o que dissermos.

- Perfeito, mas temos que analisar alguns detalhes.

- Claro. Por exemplo?

- Por exemplo, a relação da polícia com os bandidos, as milícias... Há um ganho muito grande – e para todos – com a venda de drogas. Não podemos acabar de repente com tudo isso. São muitos interesses em jogo.

- Interesses que continuarão sendo satisfeitos, ou você acha que a venda de drogas vai terminar? Nem pensar! É um dinheiro extra – e que dinheiro! – que, como você mesmo diz, é para todos. O problema é que aquele pessoal das favelas está pensando que é só para eles. Tem que levar uma lição!

- Mas e a polícia? E as milícias?

- Continuarão ganhando o seu. Apenas haverá uma transferência de funções. Incorporamos milicianos na polícia, fardamos eles... Fazemos um novo acordo, com bases mais satisfatórias para nós, com os traficantes.

- Mas não vamos combater os bandidos? Eliminá-los?

- Combater sim. Eliminar é outra coisa. Eles tem os contatos que viabilizam o tráfico. Continuará sendo essa a função deles.

- É claro que há alguns que deveriam ser eliminados...

- É claro. E serão.

- Uns cem, cento e cinqüenta...

- Talvez até duzentos, mas os outros serão necessários. Por isso a guerra civil: uma maneira de pegar esse pessoal oficialmente, ao mesmo tempo em que teremos uma audiência espetacular!

- Mas você sabe que algumas coisas ilegais – talvez até inconstitucionais – poderão acontecer...

- Nada que não possa ser justificado como ações pelo Bem Comum.

- Mas a Ordem dos Advogados, o pessoal dos Direitos Humanos e outros grupos do gênero poderão reclamar.

- Reclamar eles podem, mas falta para eles aquilo que nós temos: Poder. Um ou outro mais insistente poderá sofrer um acidente...

- Mas as leis...

- As leis existem para acalmar o povo. Ficções necessárias que atuam no subconsciente da massa para que ela se sinta mais protegida. A verdadeira proteção é física. E esta nós daremos a todos depois da guerra civil.

- É claro, o povo desejará a polícia ostensiva e a presença da Forças Armadas. Uma presença democrática...

- A nossa vantagem é que estamos numa democracia e devemos sempre reafirmar isso: tudo o que for feito será para o bem do povo, que é a maioria e democracia é o governo do povo, logo...

- E na falta de leis, uma pequena pressão no Congresso resolverá tudo.

- Perfeito. Agora só falta provocar a ação. Algo tem que acontecer para que as favelas sejam invadidas. Ônibus e carros queimados, por exemplo. Algumas ligações e pronto.

- Ligações para quem?

- Para os traficantes. Precisamos combinar essa guerra. Eles sairão perdendo no início, mas depois tudo irá se recompor em novas bases.

- Se tudo der certo, ao final teremos as Forças Armadas no poder, mas democraticamente. Esmagaremos a esquerda nesse país. Eles já são poucos, mas sempre incomodam.

- Com o apoio do governo democrático eleito pelo povo.

- Mas...

- Não se preocupe com mais nada. Só faltam aquelas ligações para confirmar detalhes.

- Para os traficantes?

- Para os traficantes, para o governo, para as Forças Armadas, para todos os interessados.

- Você falou na possibilidade de ônibus queimados, mortes...

- Natural. Não se faz um omelete sem quebrar os ovos.

- Os fins justificam os meios!

- Um brinde a isso, ou melhor, uma cafungada a isso: os fins justificam os meios!


Fausto Brignol.

África 21 - Provedores de Justiça da CPLP reúnem-se em Lisboa

Provedores de Justiça da CPLP reúnem-se em Lisboa

Entre os assuntos em debate está o papel dos provedores no reforço da defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos.

Da Redação

Lisboa - A capital portuguesa acolhe, a partir desta terça-feira (30) e até sexta-feira (3), a Assembleia dos Provedores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O encontro vai procurar traçar rumos que conduzam à dinamização e institucionalização da figura do Provedor nos países da CPLP e vai servir também para troca de experiências e dar corpo ao acordo firmado em 2009, em Brasília (Brasil), no sentido da institucionalização das provedorias de Justiça em Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau.

Entre os assuntos em debate está o papel dos provedores no reforço da defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos.

Fazem parte da CPLP: Angola, actualmente a presidir a organização, Moçambique, Guiné-Bissau, Portugal, Brasil, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Timor-Leste.


http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=11031295&canal=401


África 21 - Provedores de Justiça da CPLP reúnem-se em Lisboa

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NESTE DOMINGO,DIA 5 DE DEZEMBRO,RECITAL DO MAESTRO SOARES BRANDÃO,NO CENTRO CULTURAL SÃO PAULO!!

Recital de Soares Brandão no próximo domingo no Centro Cultural de São Paulo, 11h30,Série Clássicos de domingo, Sala Jardel Filho (Rua Vergueiros,100 - Paraíso).
Na foto ao lado Otavio está com o Ministro da Cultura e Comunicação da França - Frédéric Miterrand. O propgrama em São Paulo será o mesmo de ...
Paris. 

Cerca de 250 mil brasileiros não sabem que foram infectados por HIV

Camila Campanerut*
Do UOL Notícias
Em Brasília

01/12/2010 - 12h16

Cerca de 630 mil brasileiros vivem com HIV em todo o país – desses, 255 mil não sabem que foram infectados. Os dados foram divulgados hoje (1º) pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a pasta, o número de testes de HIV distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) dobrou, passando de 3,3 milhões, em 2005, para 8,9 milhões em 2009. O índice de testagem para HIV em todo o país, no ano passado, foi de 38,4%.

Aumento no número de infecções

O número de novas infecções por HIV no Brasil passou de 37.465, em 2008, para 38.538, no ano passado, de acordo com dados divulgados hoje (1º) pelo Ministério da Saúde. Em média, são registrados 35 mil novos casos de Aids por ano.

De acordo com a pasta, o crescimento não é preocupante, porque é reflexo do aumento de testagens em todo o país. Ao todo, atualmente, há 630 mil infectados no Brasil. A faixa etária preponderante é dos 30 a 49 anos.

O boletim epidemiológico aponta ainda que 11.839 pessoas com HIV morreram em 2009, praticamente o mesmo número registrado em 2008 (11.815). Desde os anos 80, mais de 229 mil pessoas morreram em decorrência da doença.

Jovens

Entre os menores de 5 anos, os dados apontam para uma redução de 44,4% no número de novos casos entre 1999 e 2009.

Em relação aos adolescentes, o Ministério lembra que nos últimos anos houve uma inversão no perfil de infectados e, hoje, na faixa de 13 a 19 anos, há mais jovens do sexo feminino que do sexo masculino com Aids.

Dos jovens infectados, 20, 1% são homossexuais, 11,5% são bissexuais e 30,5% são heterossexuais.

Regiões

Os registros de novos casos de Aids acumulados de 1980 a junho de 2010 indicam que a maior parte dos infectados está no Sudeste (58%). Em seguida, estão as regiões Sul (19,5%), Nordeste (12,5%), Centro-Oeste (5,7%) e Norte (4,2%).


http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/12/01/cerca-de-250-mil-brasileiros-nao-sabem-que-foram-infectados-por-hiv.jht

Pela liberdade de crer - parte 4/4

No Brasil, temos assistido à pessoas da religião dos Testemunhas de Jeová que com base em suas crenças impediram seus filhos de sofrerem a transfusão de sangue em hospitais, deixando-os morrerem indefesos. Muitas são, porém outros elementos contraproducentes integram várias crenças.

Filosoficamente falando, a liberdade tem de ser entendida de forma ampla, abrangente. Esta é, por exemplo, a melhor opção conforme ensina a doutrina da Democracia Pura, que esclarece: “A crença é livre e livre a sua crítica, porquanto a crítica nada mais é do que também outra ideia embora de outra natureza.” E se for impedida a crítica, está-se na verdade contrariando a própria liberdade de pensamento.

Na Declaração emitida pelos revolucionários franceses, inspirados pelos filósofos, a redação do artigo XI é mais racional quando diz que “todo cidadão pode, pois, falar, escrever e imprimir livremente.” Afinal, a crítica é inexoravelmente um direito de falar e escrever livremente.

Por outro lado, na Declaração das Nações Unidas, o artigo XVIII (manifestação de crença) não pode se opor ao artigo XIX (transmissão das ideias). Este por sua vez garante o enunciado da crítica.

Em termos conclusivos, num regime de democracia pura, deve se atender aos princípios filosóficos de que a liberdade de crenças e de ideias é ampla em todos os aspectos na afirmação e na contra-afirmação.


http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/26/artigo190474-4.asp


Facebook e Google brigam por espaço

Posse da identidade dos usuários, chave para bilhões em publicidade, é motivo de disputa entre os gigantes

Desavenças tiveram início quando o Google bloqueou a importação de contatos do Gmail para o Facebook


FERNANDA EZABELLA
DE LOS ANGELES

Uma batalha de Golias versus... Golias deu início após alguns anos de guerra fria no Vale do Silício, norte da Califórnia, onde se concentram as principais potências de tecnologia do mundo.
Em jogo, está a "portabilidade" do perfil do internauta, chave para uma receita bilionária de publicidade.
Os gigantes em questão são o Google, líder das buscas que você faz na internet, e o Facebook, líder entre as redes sociais onde você coloca suas fotos, e-mail, cidade, preferência musical, amigos e "curte" marcas como Coca-Cola e Havaianas.
Entre os feridos, até agora, só mesmo os usuários, bombardeados com propagandas que funcionam como mísseis teleguiados, baseadas nas preferências publicadas em sites de relacionamento.
Em agosto, o Facebook foi o site em que os americanos mais passaram tempo, na frente do Google, pela primeira vez.
A rede também foi líder de visualizações de propaganda no terceiro trimestre, com 23% do mercado, segundo a comScore.
No Brasil, apesar de o Orkut continuar sendo a rede social mais usada, com 36 milhões de visitas únicas em agosto, o Facebook cresceu de 1,5 milhão de visitantes para 9 milhões em um ano. No mundo, são mais de 500 milhões de usuários.
Todos os dados coletados pela empresa de Mark Zuckerberg, criada num dormitório de faculdade em 2004, por ali ficam, como uma mina de ouro, para uso do próprio internauta, seus amigos, publicitários e outros sites parceiros.
Cada vez mais, Zuckerberg tenta tornar públicos esses dados, a tal identidade on-line do internauta, que pode entrar em sites conectado simultaneamente ao Facebook e clicar em botões como "curtir" ou "recomendar", criando uma web dentro da web.
Porém a rede social sonega a portabilidade dessa identidade para sites rivais, como o Google. Você pode abrir uma conta no Facebook e importar todos os seus endereços de e-mail do Gmail, o e-mail do Google, para facilitar o encontro de amigos, mas não vice-versa -o Facebook não permite.
E foi aí que a batalha começou, em novembro. Primeiro, o gigante das buscas bloqueou a ferramenta que transferia os endereços do Gmail para a rede social.
"Muitos sites permitem que seus usuários importem ou exportem suas informações, incluindo seus contatos, de forma rápida e fácil", informou o Google via comunicado, ao anunciar o bloqueio. "Mas sites que não o fazem, como o Facebook, deixam o usuário num beco sem saída."
Na sequência, a turma de Zuckerberg descobriu uma forma de driblar o cerco. O Google voltou atrás, liberou a importação, mas não sem deixar uma mensagem irônica ao usuário em busca da ferramenta, chamada "Trap My Contacts" (jogue meus contatos numa armadilha), no qual afirma discordar da política de "protecionismo de dados".
Para David Kirkpatrick, autor do livro "O Efeito Facebook", uma espécie de biografia da empresa, "se a missão do Google é fazer buscas por toda a internet, e o Facebook está criando mais e mais uma internet por trás de cortinas, então o Google tem um problema crescente".
De fato, o que falta ao império Google é uma rede social que vem há tempos sendo gestada, o famoso Google Me, segundo especuladores.
E poder carregar seus amigos de uma rede para outra, seria, sem dúvida, um desejo da dupla Page-Brin.
Para Kirkpatrick, ex-editor sênior de tecnologia da revista "Fortune", além da receita publicitária, também está em jogo o futuro da ferramenta de buscas.
"Ela vai evoluir para a busca social. E a Microsoft tem acesso aos dados do Facebook. Isso é uma grande vantagem estratégica, e o Google sabe disso."


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/tec/tc0112201016.htm

Polícia condenada por desrespeitar o MST | Brasilianas.Org

Polícia condenada por desrespeitar o MST | Brasilianas.Org

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